sábado, 26 de dezembro de 2009

Enc: [FUNDAÇÃO JAQUEIRA] Confraternização da Família Jaqueira.Natal 2009.


Assunto: [FUNDAÇÃO JAQUEIRA] Confraternização da Família Jaqueira.Natal 2009.
Para: verinhamattos@yahoo.com.br
Data: Sábado, 26 de Dezembro de 2009, 13:52


Engenheiro Alexandre Jaqueira, Jornalista Vera Mattos, Economista João Batista Jaqueira. Uma linda festa reuniu grande parte da família Jaqueira.

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 FUNDAÇÃO JAQUEIRA em 26/12/2009


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sábado, 19 de dezembro de 2009

O FANTÁSTICO MUNDO DA CULINÁRIA.(Ou minha primeira batedeira ou Feliz Natal e Feliz 2010!)


Puxa! Quanta novidade. Resolvi enveredar pelo fantástico mundo do forno e fogão e me ofertei de presente de Natal uma batedeira do modelo mais simples, destes que não deixam dúvidas até para os mais incompetentes em matéria de uso de eletrodoméstico portátil. A verdade é que estes eletrinhos que infernizam a TV aberta na competição das super lojas nos deixam sem palavras. Entre pranchas de cabelo e superliquidificadores que fazem sucos em três minutos com casca e caroço, optei pela batedeira. Afinal, quero impressionar os meus amigos com um belíssimo bolo.

De receita nas mãos, ingredientes devidamente escolhidos e de acordo com o produto, preparei-me para a mistura dos ingredientes na batedeira. Na cozinha estava ouvindo a “companheira” Globo FM.Lembrei de Jefferson Beltrão e Ewerton Matos. Queria comunicar a eles o momento definitivo de ligar a batedeira e quem sabe arrancar uma trilha sonora adequada para este momento.Mas eles não estavam lá. Então, parti para acionar o botão da batedeira. Comecei com a menor velocidade e fiquei angustiada. Lembrei do Senna e mandei ver. Coloquei na máxima. Sim, eu fiquei feliz. A massa ou creme estava com uma belíssima cara de chocolate. Quanto milagre tecnológico.
Como o forno estava quente, despejei a mistura na forma devidamente untada e coloquei para assar.

Até aqui a coisa funcionou bem. Desliguei a máquina e coloquei tudo como deveria ser. Agora, teria que contar o tempo para retirada do bolo do forno.

Então, aconteceu o desastre. A minha primeira batedeira me pregou uma peça. Parece que ganhou a vida própria, pois resolveu ser acionada sozinha e o que sobrou da massa ou mistura foi respingada para todos os lados. Foi mesa, geladeira, paredes e até o rádio. Esqueci do recurso de retirar da tomada tal foi o meu momento de interrogação emocional. Parecia um carro descontrolado, sem freio. Parecia também alguém descontrolado que você precisa conter. Mantive a calma e a serenidade. Pedi ajuda aos santos e anjos. Além de fazer parar aquilo ainda teria que limpar a área. Consegui enfim realizar as duas coisas.

Agora é esperar o bolo assar. O cheirinho do bolo começa a provocar meus instintos. Absolutamente realizada pela execução da tarefa doméstica, eu começo a sonhar. Sim, a batedeira e meus sonhos. Quem sabe consigo fazer uma torta salgada, uma torta doce, um merengue, um suspiro?
Quem sabe consigo fazer belas e deliciosas receitas, daquelas que comemos cheios de prazer e quem sabe se convido aquelas amigas para mostrar o meu mais recente talento. Lógico que terei que treinar mais. Lógico que terei que dedicar um momento semanal para esta prática antes de realizar o convite.
Deus me livre da língua ferina de Jolivaldo Freitas, das críticas ácidas de Josalto Alves. Pior ainda do Sérgio Mattos que nem presta atenção no que come porque tem sempre que falar dele mesmo e pode esquecer de apreciar a iguaria. Também queria convidar Emiliano José, mas ele pode começar a lembrar dos tempos em que ficou preso e ai corremos o risco de grande emoção.

A batedeira gerou também novos compromissos. Até o final do ano tenho que fazer um bolo para Luiz Ademir Souza que comemora 40 anos como escritor e já me arrepia o fato de que ele pode comparar com os maravilhosos bolos que minha mãe fazia. Isto me remete a uma profunda pesquisa sobre receitas absolutamente simples e saborosas.
Já coloco em minha agenda de 2010 a preparação do bolo de aniversário para Álvaro Gomes que deverá comemorar em plena campanha política.

Outras receitas especialíssimas irão via sedex para Mauro Voigt e Miguel Villar. Meus dois amados paulistas, amores diferentes, mas irretocáveis. O de Mauro deverá ter sabor de Marrocos e o de Miguel algo que remeta ao seu profundo amor a Santana do Parnaíba.

Tenho que lembrar do Juca Ferreira e pensar em algo xadrez tipo verde e vermelho. Mas meu conhecimento culinário não irá além de pensar em recheio de kiwi e morango. E ainda pensando nele, no sucesso de nossa parceria com a exposição de Anízio Carvalho, é que penso também em chamar o Anízio para fazer as fotos do bolo a ser produzido, pois perfeição maior não haverá.Mas como a necessidade de adquirir conhecimentos culinários é enorme irei correndo até a Civilização Brasileira onde o meu querido amigo Álvaro Chaves, o mais adorável entre os que sabem ouvir, me orientará um daqueles livros ilustrados, daqueles que devoramos com os olhos.E um dia inevitável será a realização de uma grande receita.


Quero realizar também uma tarde beneficente com a minha possível assinatura em pães e bolos que ainda nem desconfio se terei capacidade de produzir. Penso que Otaviano Muniz poderia dar repique a tudo isto no facebook, a Vera Martins no Twitter e que a Ednamay Cyrilo convide metade da Paraíba e do mercado cultural para tomar conhecimento do fato.

A verdade é que este Natal será diferente. Terei orgulho em dizer a minha filha Andréa que já faço um bolo. E ela abrirá aquele sorrisão de felicidade.

Promessas feitas, sonhos sonhados, terão a execução.

Quero mais uma trilha sonora que faça com que Bule Bule cante meus encantos; estou querendo também Tuzé de Abreu cantando Barão.. barão.
E para representar o Jacu teria que vir mesmo meu lindo e amado Luiz Jasmim.

Todos eles são lembrados, pois quando chegar a hora de degustar meu supremo destaque gastronômico estarão presentes mulheres extraordinárias. Convidarei amigas como Ana Bruni, Tânia Gomes, Fátima Danemann, Vera Martins, Suzana Varjão, Sandrah Sagrado, Iza Calbo, Bice Khalil, Margarida Neide, Záira Tati, Laurinha, Chepy Aguivé, Regina Gandolfi, Norminha, Patrícia Tosta, Olga Marialenko,Kardé Mourão, Izabel Mesquita, Jeanete Mazziero, Emília Fernandes, Moema Gramacho, todas as Graças (são muitas) e até amigas in memorian.

O bolo está cheirando, tenho que enfrentar a retirada do forno. A minha filha Andréa já está apreciando. Cheirinho bom. Coloco o palito. Ficou no ponto conforme a bula, o receituário ou a receita do bolo. Tudo certo neste primeiro momento. A tarefa foi árdua. O resultado foi lindo. Teste realizado e aprovação recebida.

E que a notícia circule entre os meus milhares de amigos virtuais. Orkut do coração com todas as minhas comunidades. Anos de longas e intermináveis amizades. Do curto e rápido Twitter. Do Yahoo, Facebook, do Youtube, Dihitt, Plaxo. Prometo a publicação de fotos e vídeos. E deixem a imaginação rolar.

Mulheres de todas as redes estão também inseridas neste contexto. Aquelas que foram qualificadas pela Fundação Jaqueira. Aquelas que leram o que escrevo e aquelas que assistem aos vídeos que produzo.

E o bolo será abençoado pelo Monsenhor Gaspar Sadoc para quem já reservo a primeira fatia, pois completou 68 anos de sacerdócio. E já vejo o sorriso mais doce do mundo estampado em sua face que parece tirar teima com a idade. A presença dele acalma e ficarei mais serena e confiante.

Todos os citados aguardem convocação.

Verinha Mattos foi ao forno e não aconteceu nenhum desastre.
O mundo está igual.

Eu é que mudei e talvez consiga realizar coisas fantásticas neste fantástico ano que se aproxima.Precisarei de uma batedeira maior.
Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

Vera Mattos.
08/12/2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

"Estamos orgulhosas em ter a representante da seção Bahia do Capítulo Brasil do Fórum de Mulheres do Mercosul, estar colhendo louros e conquistas por seu valoroso trabalho"

De: Fórum de Mulheres Mercosul <forumdemulheres@hotmail.com>
Assunto: RE: Enc: Fundação Jaqueira recebe Moção de Aplauso da Assembléia da Bahia.
Para: verinhamattos@yahoo.com.br
Data: Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009, 21:15

Olá Vera,
 
É com muita satisfação que a diretoria executiva do Fórum de Mulheres do Mercosul recebe a comunicação da moção de aplauso da Assembléia Legislativa da Bahia, proposição do deputado Álvaro Gomes, homenageando e reconhecendo o grande valor social que a Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos representa para a comunidade idosa da Bahia.
Receba nossos parabéns e estímulo para que a Fundação seja cada dia mais representativa nesse importante Estado. Estamos orgulhosas em ter a representante da seção Bahia do Capítulo Brasil do Fórum de Mulheres do Mercosul, estar colhendo louros e conquistas por seu valoroso trabalho, junto à Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos e também à nossa entidade, lutando em defesa dos direitos de igualdade entre homens e mulheres do nosso País.
Grande abraço,
 
Jeanete Mazzieiro
Secretária Executiva do Capítulo  Brasil
 



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Vera Mattos: As mulheres não podem depender das suas famílias de origem e nem dos companheiros. Devem possuir emprego e renda.

“A paz está muito ligada à independência, ao fato de haver sustentabilidade. As mulheres não podem depender das suas famílias de origem e nem dos companheiros. Devem possuir emprego e renda. Devem conhecer a Constituição. Devem estar orientadas quanto aos seus direitos e deveres. É o conhecimento que permite o poder ”.Vera Mattos

“A única forma da mulher obter sua independência é através do binômio educação e trabalho. As leis servem para amparar e defender a mulher em
Situação de violência doméstica. Mas a manutenção dela própria e da família passam pelo estudo e qualificação.

Somente através da qualificação profissional e de sua inserção no mercado de trabalho será possível garantir a sua sobrevivência. O Estado não está preparado para atender as mulheres vítimas. Elas voltam para casa porque não contam com abrigos, casas transitórias com a mínima qualidade. Além de fugirem dos agressores, elas também têm que cuidar da família, dos filhos menores e até mesmo de outros familiares”.

Esta é a opinião de Vera Mattos, presidente da Fundação Jaqueira e representante do Fórum de Mulheres do Mercosul- Capítulo Brasil/Bahia.
“Avaliando o que é oferecido às mulheres para garantir a segurança pessoal e familiar, percebemos que tudo é transitório e de difícil acesso. Mesmo com todas as redes realizando um trabalho de apoio, o essencial continua difícil. A paz está muito ligada à independência, ao fato de haver sustentabilidade. As mulheres não podem depender das suas famílias de origem e nem dos companheiros. Devem possuir emprego e renda. Devem conhecer a Constituição. Devem estar orientadas quanto aos seus direitos e deveres. É o conhecimento que permite o poder ”.

Vera insiste no fato de que ficou nas décadas finais do século XX a figura da mulher dependente, que espera que o marido seja o provedor e que não sabe exatamente o valor de nada. “Infelizmente, ainda existem muitas mulheres nestas condições. Dependem completamente dos maridos que nem sempre são bons companheiros. E a submissão é concreta. Elas lavam e passam roupas, cozinham, cuidam dos filhos, e não buscaram uma evolução pessoal. Geralmente, ao ficarem mais velhas acabam sendo trocadas como se fossem objetos descartáveis. Antes mesmo de entrarem na menopausa deixam a vida sexual de lado, acreditam que devem fidelidade ao marido e que devem criar ou terminar de criar os filhos. Assim, sem sentir vão abrindo mão de todas as suas possibilidades pessoais.”

Por esta razão, a feminista Vera Mattos acredita que esta é definitivamente a era do trabalho para a mulher. “Temos que qualificar cada vez mais mulheres. Prepara-las para o mercado de trabalho, permitir que tenham acesso à cultura e a educação, disponibilizar cada vez mais conhecimento.
É assim que procuro fazer quando me encontro com mulheres de todas as camadas econômico-sociais. A comunicação deve ser oferecida com absoluta qualidade. Não importa se esta mulher é da periferia ou de bairros nobres. Toda mulher é igual. Toda mulher necessita de respeito, atenção e interesse. Misturar as classes sociais é fundamental para a autoestima, para a compreensão das diferenças e para organização do pensamento.”.

Um exemplo que Vera Mattos oferece é o fato do que nos cursos básicos para cuidadores de idosos, quando a presença feminina é maioria, pessoas de diversos níveis culturais se encontram e o resultado geralmente é positivo. ”A compreensão das diferenças é fundamental. É quando ocorre a compreensão do pensamento. O medo pode fazer com que muitas fiquem caladas. Mas quando a oportunidade de troca acontece, assistimos e participamos de momentos valiosos de crescimento pessoal.”

“Mulheres que trabalham e garantem o próprio sustento tem mais segurança em suas decisões. Deixar para aprender uma profissão quando a crise já chegou ao casamento é uma temeridade. É preciso estar atenta ao mercado de trabalho e buscar algo que seja possível realizar. Conheço mulheres que começaram a vida profissional como manicure e que hoje são empresárias no setor.” -, diz Vera Mattos.

Vera Mattos comemora o fato da Fundação Jaqueira ter qualificado mais de 400 mulheres como cuidadoras de idosos somente no ano de 2009. ”Em nossos cursos nós oferecemos o diferencial que é a compreensão individual para que seja possível cuidar de outra pessoa. Então, respondemos muitos questionamentos inevitáveis para a maioria das mulheres. E queremos avançar nesta área. Ficamos felizes quando acolhemos em nossas salas mulheres de toda a região metropolitana. E comemoramos cada vez que uma tem sua carteira assinada. É um sentimento muito bom. É saber que a partir daquele momento aquela mulher será menos uma na estatística da violência. Que ela poderá decidir com quem ela quer se relacionar. É saber que ela poderá ter uma profissão segura. Enfim, os dramas pessoais e sociais continuarão existindo, mas estamos fazendo a nossa parte”, declara a presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos.

Moção de Aplauso à Fundação Jaqueira concedida pela Assembléia Legislativa da Bahia.

Manifesto de Moção de Aplauso à Fundação Jaqueira em razão do trabalho de capacitação e qualificação de profissionais “cuidadores de idosos” e pelo excelente trabalho desempenhado junto à sociedade baiana.



MOÇÃO Nº 11.500/2009








Manifesto de Moção de Aplauso à Fundação Jaqueira em razão do trabalho de capacitação e qualificação de profissionais "cuidadores de idosos" e pelo excelente trabalho desempenhado junto à sociedade baiana

O deputado infrafirmado vem, com esteio nos dispositivos regimentais, fazer inserir na ata dos trabalhos desta Egrégia Casa Legislativa Manifesto de Moção de Aplauso à Fundação Jaqueira, em razão do trabalho de capacitação e qualificação de "cuidadores de idosos" e pelo excelente trabalho desempenhado junto à sociedade baiana.

Criada para homenagear a educadora Maria Lúcia Jaqueira de Mattos, falecida em 21 de março de 2003, a Fundação Lúcia Jaqueira – que possui o nome da homenageada - foi instituída no dia 03 de julho de 2001, tendo completado no ano de 2009 seu oitavo aniversário, "com mais de 50 mil atendimentos em Salvador, Bahia, a instituição sobrevive graças a abnegados profissionais e voluntários, que se deslocam pela capital e pelo interior do Estado da Bahia ofertando atendimento a várias camadas da população".

Um dos objetivos da Fundação Jaqueira é a de qualificar cuidadores de idosos, através da preparação e disponibilização de profissionais competentes com a capacitação necessária para atuarem com a temática dentro do que determina o Estatuto do Idoso. Somente até julho deste ano fundação já havia qualificado 215 cuidadores de idosos.
Outrossim, a entidade busca dar assistência aos idosos necessitados, com a distribuição de cestas básicas. "As cestas básicas fornecidas pela Fundação Jaqueira além dos alimentos tradicionais também ofertam material para higiene pessoal e higiene do ambiente em que vivem idosos".

Através do Projeto de Lei nº 17.142/2008 propusemos a utilidade pública da Fundação, o qual se transformou na Lei Estadual nº 11.032/2008. Tal providência já era um desejo antigo de toda a comunidade de voluntários e das comunidades atendidas pela entidade, face o valoroso trabalho que a mesma desempenha na sociedade baiana.

Consoante depoimento da presidente da Fundação Jaqueira, a jornalista Vera Mattos, o trabalho de preparar os cuidadores de idosos é ato de elevada responsabilidade e seriedade "Pretendemos atuar de uma forma coerente com a história da instituição. Solicitamos dos alunos todos os documentos inclusive os antecedentes criminais. Observamos o perfil psicológico do aluno e nossa área de saúde mental avalia para verificar se estas pessoas estão aptas ou não a ofertarem serviços como cuidadores de idosos. Na prática, não aprovamos simplesmente com a freqüência. É preciso demonstrar maior competência, habilidade e estar de fato direcionado para o segmento".

A importância da entidade homenageada pode ser "medida" pelo fato da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos ser credenciada pelo Ministério Público do Estado da Bahia a tratar e cuidar dos assuntos relativos a terceira idade.
Pelo exposto é que venho prestar uma justa homenagem à Fundação Jaqueira em razão do trabalho de capacitação e qualificação de profissionais "cuidadores de idosos" e pelo excelente trabalho desempenhado junto à sociedade baiana.

Que seja dado conhecimento desta moção à Fundação Jaqueira; ao Ministério Público do Estado da Bahia; à Secretaria de de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos – SJCDH; à Secretaria de Educação – SEC; e à Secretaria de Saúde -SESAB.





Sala das Sessões, 1 de dezembro de 2009


Deputado Álvaro Gomes

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Inscreva-se na última turma 2009 para Curso Qualificacação Cuidadores Idosos.

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Inscreva-se na última turma 2009 para Curso Qualificacação Cuidadores Idosos.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

PRIMEIRO DE DEZEMBRO. CAFÉ DA MANHÃ DOS CUIDADORES DE IDOSOS DA FUNDAÇÃO JAQUEIRA.

Atenção alunas e alunos da Fundação Jaqueira.

Teremos nossa confraternização dia primeiro de dezembro a partir das oito horas da manhã, na casa paroquial da Igreja da Vitória.
Será um café da manhã bastante simples e você também deverá trazer seu pratinho preferido.
Vamos fazer com alegria e simplicidade festejando o nosso Natal e agradecendo o acolhimento da sociedade e o reconhecimento de todo nosso trabalho.
Nosso carinho especial a todos que colaboraram para que este ano uma entidade que não recebeu qualquer auxílio governamental (nem municipal, nem estadual e nem federal) conseguisse mostrar que uma Fundação pode fazer muito. E viva a Fundação Jaqueira e seus amigos e seus voluntários.
Parabéns alunos!
Vamos seguindo. Temos muito a realizar!
Viva a Arquidiocese de Salvador e a Paróquia da Vitória que ajudaram a transformar os sonhos em realidade.

E você que está lendo... como poderá nos ajudar? Colabore com o café da manhã da Fundação Jaqueira.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ÉTICA MÉDICA EM DEBATE: MÉDICO DO CAPS/UFBA ENTREGA RECEITA SEM REALIZAR CONSULTA.

 
 
Médico do CAPS/UFBA  passa medicamentos sem ter qualquer consulta  com paciente.
 
 
O Caps/Ufba  deve estar mais atento ao procedimento da sua equipe médica.  Deverá estar atento aos jovens estudantes que no desejo de obterem o título definitivo de Psiquiatra, podem vir a cometer grandes deslizes, aliás comum em muitas profissões, mas que na Medicina estão previstos no Código de Ética Médica.
 
Uma paciente em Salvador levou completo relatório do médico psiquiatra assistente e mais a documentação necessária.
1.Um residente resolveu o problema da seguinte forma:
Após a paciente ter passado pela Assistente Social , o médico residente acabou fazendo a prescrição,  sem que houvesse qualquer contato físico dele  e consulta ou anamnese com a paciente.
 
2.O médico residente retirou de paciente psiquiátrico os medicamentos indicados pelo psiquiatra assistente. 
 
3.E sem qualquer coerência acabou por administrar dois novos medicamentos, um dos quais destinados ao tratamento do hipotireoidismo (levotiroxina sódica). 
 
4.Aliás, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia deverá tomar conhecimento disto. Residente de Psiquiatria da UFBA, sem ter qualquer exame de sangue ou elementos técnicos para verificar um quadro de hipotireoidismo resolve receitar tal medicamento.
 
Ainda não sei o critério usado pelo médico residente. Não consultou a paciente e receitou medicamentos jamais usados pela pessoa.E ainda conseguiu ser contra relatórios de médicos experientes.
 
Isto é uma vergonha em se tratando da UFBA. A primeira Faculdade de Medicina do Brasil não poderá em qualquer hipótese admitir tal comportamento de um residente. Se ele age assim enquanto residente o que não fará quando receber o título?
 
Este é o tipo de profissional que a sociedade não deseja. Aliás, ninguém deseja um irresponsável deste tratando de nínguém. A família pediu afastamento do profissional do caso. Claro que também a família não administrou os medicamentos indicados por ele.
 
Mas fica a pergunta: será que todos os  pacientes que procuram os CAPS tem esclarecimento suficiente para entender o que está certo e o que está errado? Será que sabem dos seus direitos? E sabem que o atendimento em unidade pública é líquido e certo?
 
Será que sabem que um paciente tem direito de recusar o atendimento de um médico?
Olho aberto e vamos em bloco partir para a denúncia.


Jornalista Vera Mattos
Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos
Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil
do Fórum de Mulheres do Mercosul
Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil
 
http://www.fundadacaojaqueira.org.br


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domingo, 8 de novembro de 2009

Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal publica entrevista com Vera Mattos.



"A situação em Salvador já chegou a um grau de extrema perversidade" - Jovens da periferia de Salvador (BA) perdem a vida em onda de assassinatos.


Qui, 15 de Outubro de 2009 19:39
Tatiana Félix *
Salvador - Adital - "A situação em Salvador já chegou a um grau de extrema perversidade". Com essa afirmação, a jornalista Vera Mattos, presidente da Fundação Jaqueira, de Salvador, capital da Bahia, estado da região Nordeste do Brasil, fala sobre a onda de crimes que assolam a capital baiana todos os dias.




Centenas de mães veem seus filhos sendo assassinados. Caladas, as famílias tentam se proteger como podem. Segundo os movimentos sociais envolvidos nas discussões acerca da onda de assassinatos, os jovens em Salvador estão morrendo gratuitamente.

O poder público relaciona os crimes ao tráfico de drogas, porém, a sociedade se pergunta: "será que todos esses jovens são criminosos e envolvidos com o tráfico?" Para Vera, o que acontece é uma onda de crimes contra a população pobre e negra da periferia de Salvador.


Em entrevista à Radioagência NP, Bartolomeu Dias, integrante da ONG baiana Omi-Dudu, afirmou que de cada dez jovens assassinados em Salvador, oito são inocentes, ou seja, não têm envolvimento com nenhuma atividade criminosa, nem com o tráfico de drogas.

Vera ressalta que é necessário que se faça um inquérito policial e que a população seja ouvida. A jornalista denuncia o descaso por parte do governo. "A segurança pública é um dever do estado".

Se nada for feito para combater o crime em Salvador, a cada dia aumentará ainda mais o número de famílias órfãs de seus filhos, filhos órfãos de pais e mulheres sem seus companheiros. A tensão paira no ar da cidade inteira. Segundo Vera, "o que existe na Bahia é uma execução sumária".

Segundo o Índice de Homicídio na Adolescência (IHA), até 2012, Salvador terá quase mil jovens assassinados, com idade entre 12 e 18 anos.

Embora os movimentos sociais e entidades ligadas aos direitos humanos da cidade se reúnam para tentar encontrar uma solução, não há ainda nenhum avanço significativo no combate ao derramamento de sangue em Salvador.

Recentemente, um jornal do estado denunciou a descoberta de cemitérios clandestinos com dezenas de cadáveres em diferentes estágios de decomposição. Parece que na capital da Bahia a vida brinca com a morte. E as vítimas viram fantoches nas mãos dos assassinos. "A minha sensação é que na Bahia não existe direitos humanos", denuncia Vera.


* Jornalista da Adital

sábado, 7 de novembro de 2009

Campanha 16 dias de ativismo contra a violência contra a mulher.


FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Capacitação de Cuidadores de Idosos

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Capacitação de Cuidadores de Idosos