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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Polvo 'prevê' vitória da Espanha sobre a Alemanha.


Polvo 'prevê' vitória da Espanha sobre a Alemanha.

Depois de acertar os triunfos sobre Argentina, Inglaterra, Austrália e Gana e a derrota para a Sérvia, Paul aponta a eliminação alemã na semifinal da Copa
06 de julho de 2010 | 9h 51
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O polvo Paul que prognosticou corretamente todos os resultados das partidas da Alemanha na Copa do Mundo trouxe uma boa notícia para os torcedores mais supersticiosos da Espanha. Nesta terça-feira, ele apontou que os campeões da Eurocopa vão vencer o confronto pelas semifinais do torneio na África do Sul.

O famoso molusco de Oberhausen escolheu um mexilhão de um frasco com a bandeira da Espanha, ignorando o que tinha a bandeira alemã, disse nesta terça-feira Daniel Fey, porta-voz do aquário Sea Life. O polvo prognosticou os triunfos sobre Argentina, Inglaterra, Austrália e Gana, assim como a derrota para a Sérvia.

Mas ainda há uma pequena esperança para os alemães, já que Paul prognosticou uma vitória da Alemanha sobre a Espanha na final da Eurocopa de 2008 e se equivocou, já que os espanhóis faturaram o título. "Paul decidiu que a Espanha ganhará", comentou Fey. "Porém, e esse é um grande porém, Paul só se equivocou uma vez e também foi em uma partida entre Alemanha e Espanha, por isso acreditamos que simplesmente não pode acertar quando se trata desta combinação".

Em meio ao imenso interesse pela partida de quarta-feira, a escolha de polvo foi transmitida ao vivo por dois canais de televisão. Paul, um molusco de dois anos nascido na Grã-Bretanha, se aderiu a um poste entre as duas caixas transparentes com bandeiras, ocasionalmente estendendo vários de seus tentáculos na caixa alemã antes de colocar todo o seu corpo do lado espanhol.

"Em cima do vidro espanhol, abriu a tampa com um tentáculo e agarrou o mexilhão com outro", disse Fey. Ele revelou que peritos ainda estão tentando determinar se as previsões de Paul em partidas entre Espanha e Alemanha tem relação com as cores das bandeiras.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O DIA EM QUE O BRASIL CHOROU. ESTAMOS FORA DA COPA.Holanda derrota Brasil e põe fim à era Dunga



O recluso Brasil de Dunga não conseguiu superar o festeiro time de Carlos Alberto Parreira. Quando assumiu a seleção brasileira em 2006, o atual treinador adotou a linha-dura e métodos opostos àqueles aplicados no último Mundial. O desfecho, porém, foi o mesmo. Só mudou o adversário. Nesta sexta-feira, a seleção brasileira perdeu da Holanda por 2 a 1 e foi eliminada da Copa do Mundo nas quartas de final, mesma fase em que parou há quatro anos, diante da França.

O resultado, mais do que encerrar a campanha brasileira na África do Sul, coloca fim a mais uma era Dunga. Dessa vez, com derrota, bem diferente do que aconteceu em 1994, quando o contestado capitão ergueu a taça nos Estados Unidos.



Felipe Melo grita com Robben; ele voltou de contusão e foi protagonista de lances decisivos.

Ironicamente, a queda acontece no mesmo dia em que a aprovação do técnico atingiu seu índice recorde junto à torcida, quase 70%, segundo pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha nesta sexta-feira. Poderia ter sido diferente, após gol de Robinho e domínio absoluto do Brasil no primeiro tempo. Mas a equipe perdeu a chance de matar o jogo, o setor defensivo errou muito na etapa final e a Holanda virou com um gol contra de Felipe Melo e outro gol de Sneijder, ambos de cabeça.

O segundo gol holandês desequilibrou o time brasileiro, que parou de jogar, começou a bater e a reclamar demais com a arbitragem. Felipe Melo, que tinha ido bem na primeira fase, caiu definitivamente em desgraça. Além de marcar o gol contra numa trombada com Júlio César, ele foi expulso aos 28 minutos e deixou o Brasil com um a menos.

E foi levando a proposta de Dunga ao extremo que a seleção teve seus melhores momentos na partida. Isso porque, logo aos 9 minutos, depois de já ter tido um gol corretamente anulado, o Brasil fez 1 a 0 com Robinho, completando um belo passe de Felipe Melo — que, recuperando-se de lesão, era dúvida antes do jogo.

Na frente no placar, o Brasil pôde fazer aquilo que mais gosta: marcar e contra-atacar. Assim, na primeira etapa, anulou os melhores jogadores holandeses, como Robben e Sneijder, e foi quem mais levou perigo no ataque, com Robinho, Kaká e Daniel Alves — que substituía o machucado Elano. A Holanda só conseguia levar algum perigo nas bolas paradas.

No início do segundo tempo, sem alterações nas duas equipes, foi justamente em uma jogada iniciada com bola parada que a Holanda empatou. Após cobrança de falta pela direita, Sneijder cruzou a bola na área, Júlio César saiu mal do gol e Felipe Melo tocou com a cabeça na bola, colocando-a nas próprias redes. Foi o primeiro gol contra do Brasil na história das Copas.

Após o empate holandês, a partida ficou mais equilibrada do que na primeira etapa. Percebendo a possibilidade de expulsão de Michel Bastos, que já havia recebido cartão amarelo e continuava cometendo faltas, Dunga o tirou de campo para colocar Gilberto.

O Brasil, contudo, seguia dando espaço aos holandeses. E foi depois de uma cobrança de escanteio de Robben, aos 23 minutos, que os europeus chegaram à virada: Kuyt desviou de cabeça e Sneijder, também com a cabeça, acabou marcando o segundo.

A virada holandesa tirou o equilíbrio do Brasil. Nervoso, apenas quatro minutos depois, o time teve o volante Felipe Melo expulso de campo por cometer falta violenta em Robben. Robinho também mostrou nervosismo ao reclamar com veemência, injustamente, com o atacante holandês.

Mesmo com um jogador a menos, o Brasil ainda conseguiu se aproximar do gol holandês, ao mesmo tempo em que dava muito espaço para os contra-ataques. O gol, porém, não voltou a sair.

Nesta Copa, o Brasil ainda não havia precisado atacar o adversário. Quando precisou, estava com um jogador a menos. E a eliminação, que já parecia iminente aos 28 do segundo tempo, chegou para valer com o apito final do árbitro.

Romário:"O Dunga? O Dunga de hoje é o Dunga de 1987, no Vasco. Não mudou nada. É a mesma personalidade e a mesma cara feia, desde 1987'.

Romário prevê jogo duro para o Brasil contra a Holanda e discorda de Cruyff, para quem a seleção brasileira perdeu a magia02/07 às 05h36 Claudio Nogueira


RIO - Se alguém acha que gênios não existem, não viu Romário jogar. Um dos maiores astros da história do futebol, melhor do mundo em 1994, ano do tetracampeonato da seleção brasileira, e um dos poucos a ter alcançado os mil gols, em 2007, pelo Vasco, o gênio da grande área, como era chamado, aposta num duro brasil x holanda pelas quartas de final , nesta sexta-feira. Em parte, ele discorda das críticas de seu ex-técnico johann cruyff à seleção brasileira . A respeito da partida de hoje, previu:


- Não será fácil fazer gols na Holanda, que tem uma das defesas menos vazadas desta Copa, com dois gols. Os destaques são Robben, Van Persie e Sneijder. Não dou palpite: ganhar de 1 a 0 já é goleada.

Críticas de Cruyff

Na verdade, o Johan Cruyff tem razão quando diz que o futebol mundial não tem mais magia. Não é só o Brasil. É o mundo. Nenhuma seleção tem mais magia. Aí é que discordo dele, por direcionar a crítica somente ao Brasil. Na época dele e no começo da minha, eram quatro, cinco, sete grandes craques em cada seleção. Hoje, não. Ele só perde a razão quando diz que falta isso ao Brasil. É um fenômeno mundial. Na seleção de 1994, já não havia mais magia. De 1990 para cá, começou a complicar.

Jogo de hoje

Não vai ser fácil fazer gols na Holanda, que tem uma das defesas menos vazadas desta Copa, com dois gols (Portugal, já eliminado, e Uruguai levaram um cada). Os destaques deles são Robben, Van Persie e e Sneijder. Não vou dar um palpite: 1 a 0 já é goleada. A cada ano, os holandeses evoluem muito e, desde 1974, com Cruyff, são respeitados. Este ano, a Holanda não tem tantos jogadores famosos quanto seleções anteriores, mas tem muitos jogadores técnicos.

Carreira na Holanda

Ganhei vários títulos na Holanda e fui artilheiro em quase todas as temporadas por lá. O futebol holandês sempre foi mais técnico do que o alemão, por exemplo. Os holandeses eram muito fortes fisicamente, e hoje continuam a ser fortes, só que mais técnicos.

Vitória hoje

Para ganhar, o Brasil tem de evoluir em relação ao que vem jogando. O Brasil demora muito na saída de bola entre os volantes e os dois apoiadores que ficam mais avançados. O Brasil tem que ser mais rápido do meio para a frente. Já o ataque está bem servido.

Escalação

Se pudesse, poria Gilberto Silva e Felipe Melo, se estiver 100%, atrás, e recuaria o Robinho para junto do Kaká, com o Nilmar e o Luís Fabiano na frente. Eu seria ousado, mas o time vem jogando há muito tempo, e o Dunga o conhece melhor do que nós. Quero deixar claro que não acho que o Dunga esteja errado.

Jogo de 1994

Já faz 16 anos!... Do jogo com a Holanda me lembro dos nossos três gols, o meu, o do Bebeto e o do Branco. Se a bola batesse em mim (na cobrança de falta do Branco), ela não entraria e eu não estaria aqui dando essa entrevista agora... Eu saí da frente da bola. Senti o vento da bola roçando na minha camisa... Mas o que eu fiz foi um dos meus gols mais difíceis. Peguei de primeira, de peito de pé, de bate-pronto. Nunca mais tentei aquele tipo de conclusão. Com 2 a 0, relaxamos, e eles empataram com Bergkamp e Winter. Quando estava 2 a 2, o Winter teve uma chance, mas o Taffarel defendeu. O gol do Branco foi uma ducha de água fria neles.

Seleção de 1994

o time saiu do Brasil muito desacreditado, contestado, mas cada um sabia exatamente sua função. Eu e Bebeto sabíamos que a cada jogo teríamos poucas chances, mas que tínhamos de aproveitá-las e matar o jogo. Nossa marcação era forte, com uma saída rápida para o contra-ataque.

Meio-campo de 1994

O meio-campo não era tão técnico, se comparado aos de 1982, 1986, 2002 e 2006. Sobre as semelhanças entre as seleções de 1994 e de agora, a de hoje tem a concepção do Dunga. Sempre foi um jogador em que prevaleciam a determinação, a força de vontade e a marcação. Ele implantou isso na atual seleção, que se defende melhor do que a de 1994. Naquela época, tínhamos quatro defensores muito técnicos, mas a defesa de hoje é mais forte. O meio-campo de hoje tem mais ou menos as mesmas qualidades, porque marca bem, marca forte e não faz muitas bolas longas.

Qual o melhor ataque, o de 1994 ou o de 2010?

Nosso ataque de 1994 era bem melhor, talvez só comparável ao de 1970 (Jairzinho, Tostão e Pelé), assim mesmo porque em 1970 eram três. Se fossem dois atacantes em 1970, eu e Bebero seríamos melhores... (ri).

Possíveis finalistas

Gana, Uruguai e Paraguai entram teoricamente como zebras. Aí é que está o perigo. Já passaram de onde esperavam, entram sem tanto compromisso e se tornam mais perigosos. Já Brasil, Alemanha, Argentina, Espanha e Holanda estão entre as favoritas dos apostadores.

Dunga

Sou amigo de Dunga há mais de 20 anos e, na comissão técnica, fala mais com o assessor de imprensa, Rodrigo Paiva. Dou umas twittadas lá, para ele repassar para o grupo, desejando boa sorte. O Dunga? O Dunga de hoje é o Dunga de 1987, no Vasco. Não mudou nada. É a mesma personalidade e a mesma cara feia, desde 1987... (dá uma gargalhada).

terça-feira, 8 de junho de 2010

José Wilker: 'Sermos guerreiros e compatriotas na Copa é uma burrice'


Faltam apenas alguns dias para o início da Copa do Mundo 2010 e grande parte dos brasileiros aguarda, com ansiedade, o mundial. José Wilker, no entanto, apesar de fã do esporte, fala em tom de crítica sobre a seleção escalada por Dunga. O ator fez um desabafo durante a coletiva de imprensa da série "Na Forma da Lei", da Rede Globo, realizada na segunda-feira, 7, no Rio de Janeiro.

"Adoro assitir futebol na televisão. Alguns vejo até mais de uma vez, mas a seleção brasileira não me desperta qualquer entusiasmo. Fora o Robinho que tem uma molecagem encantadora, todo o resto não empolga. Essa questão de sermos guerreiros e compatriotas na Copa é uma burrice. Futebol é esporte, só isso. Misturar patriotismo e futebol é de uma infantilidade tremenda. Às vezes me pego até com vontade de torcer para seleção de Camarões ou da Espanha", argumentou.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mauro Beting: Os 13 de Dunga.


Por Mauro Beting, Comentarista do Yahoo! Esportes



Não sou Zagallo. E acho que esse negócio de superstição dá um baita azar. Mas entendo que os números são importantes. No futebol, normalmente indicam o campeão. Não necessariamente o melhor time.

O Brasil de Dunga, por exemplo, é um caso claro. Pode ser campeão do mundo. Mas poderia ser bem melhor. Muito melhor. É a convocação para Copa que mais discordei na vida. De coração, espero estar muito errado. Mas não acho que estarei tão errado.

Nome a nome, os diletos de Dunga. Treze estariam na minha lista. Dos outros dez, alguns poderiam entrar. Alguns, na boa, nem na pior.

Júlio César – 100% de acerto de Dunga, e de confiança de 100% da torcida.
Gomes – Doni – Eu levaria Victor, do Grêmio. Doni não tem jogado pela Roma. Veio de contusão. Mesmo 100%, havia como discuti-lo. Agora, mais ainda.
Maicon – 100%.
Daniel Alves – 100%.
Lúcio – 100%.
Juan – 100%.
Thiago Silva – 100%.
Luisão – 100%.
Gilberto – Eu levaria Roberto Carlos. É muito mais lateral-esquerdo. Tem jogado de lateral-esquerdo, e melhor que qualquer outro brasileiro pelo mundo – Marcelo (Real Madrid incluído). Gilberto fez um ótimo BR-10 – como meia. Não tem jogado tão bem – como meia. Mesmo tendo atuado bem com Dunga (22 jogos), mesmo tendo jogado bem em 2006 contra o Japão (um gol).
Michel Bastos – Eu não levaria um segundo lateral-esquerdo. Preferia mais um homem de frente – já que Thiago Motta poderia quebrar o galho por ali, além de Daniel Alves. Levaria Neymar. Nada contra Michel Bastos. Mas ele não marca tão bem. Tem atuado como meia aberto pela direita ou pela esquerda, no 4-2-3-1 do Lyon. É bom jogador. Mas não caberia no meu Brasil.
Gilberto Silva – Levaria, mas sem muita convicção. Pela importância, caráter e presença, se impõe. Mas não garante o sono.
Felipe Melo – Foi um achado de Dunga em 2009. Mas se perdeu com a Juventus. Para o lugar dele, pelo momento, pela altura, pela capacidade técnica e tática, com o entrosamento com outros interistas, ficaria com Thiago Motta.
Josué – Levaria Denilson, do Arsenal. Mesmo com a contusão na virilha desde 22 de abril. Mas ele já está pronto para atuar. Josué foi capitão do Wolfsburg campeão da Alemanha – há um ano. Ele e o clube, como esperado, não mantiveram o pique. Não é ruim. Mas não parece ser bom o suficiente para tanto. Para ter camisa cativa com Dunga.
Kleberson – Trocaria por Ronaldinho Gaúcho. Algumas das funções dele podem ser desenvolvidas por Ramires. Só jogou dois bons tempos em 2010, pelo Flamengo. Tem a experiência de Copa. Mas há opções melhores e mais ofensivas. Para não dizer brasileiras. E, mesmo Ronaldinho não sendo mais o mesmo, ainda é mais que muitos.
Ramires – 100%.
Elano – Jogou 40 vezes com Dunga. Quase sempre muito bem. Mas não vive grande momento no Galatasaray. Embora possa compor a armação pela direita, por dentro, ser eventualmente um volante, e até um lateral pela direita, melhor seria apostar em gente mais ofensiva. Aguda. Jovem e talentosa como Pato. Um nome que já está 100% fisicamente.
Kaká – 100%. Mesmo que ele não esteja 100%.
Júlio Baptista – Já foi utilíssimo. Em 2007. Mas, em 32 jogos pela Roma, só atuou 10 vezes como titular. Não vem bem. Mesmo com toda a bagagem internacional, prefiro o talento de Ganso.
Robinho – 100%.
Nilmar – 100%.
Luís Fabiano – 100%.
Grafite – Levaria Adriano, mesmo adrianando. Mas Grafite entrou bem contra a Irlanda, é uma grande figura, e um baita exemplo. Mais que tudo, foi levado ao Wolfsburfg por Jorginho, que o indicou ao amigo Felix Magath. O então treinador do clube queria um atacante forte e de mobilidade como ele. E lá foi Grafite escrever sua história na Alemanha. E lá foi Grafite para a Copa.
Enfim, são 10 nomes diferentes da minha lista.

Nunca, em Copa alguma, eu trocaria tantos nomes de uma convocação de um treinador.

E o pior é que acredito que não estou sozinho. Muita gente não vai concordar com minha lista. Mas, quase certamente, também não gostaram da lista de Dunga.

Os convocados de Dunga para a Copa do Mundo.

Por Redação Yahoo! Brasil



Veja abaixo a lista dos 23 jogadores convocados pelo técnico Dunga para o Mundial da África do Sul.


Goleiros

Júlio César (Internazionale-ITA)

Doni (Roma-ITA)

Gomes (Tottenham-ING)

Laterais

Maicon (Internazionale-ITA)

Daniel Alves (Barcelona-ESP)

Michel Bastos (Lyon-FRA)

Gilberto (Cruzeiro)

Zagueiros

Lúcio (Internazionale-ITA)

Juan (Roma-ITA)

Luisão (Benfica-POR)

Thiago Silva (Milan-ITA)

Meio-campistas

Gilberto Silva (Panathinaikos-GRE)

Felipe Melo (Juventus-ITA)

Josué (Wolfsburg-ALE)

Elano (Galatasaray-TUR)

Ramires (Benfica-POR)

Júlio Baptista (Roma-ITA)

Kaká (Real Madrid-ESP)

Kléberson (Flamengo)

Atacantes

Luís Fabiano (Sevilla-ESP)

Nilmar (Villarreal-ESP)

Grafite (Wolfsburg-ALE)

Robinho (Santos)