segunda-feira, 30 de março de 2009

53ª Sessão da Comissão sobre a Condição da Mulher - CSW/ONU

53ª Sessão da Comissão sobre a Condição da Mulher - CSW/ONU

 

Mesa: "The equal sharing of responsibilities between women and men, including caregiving in the context of HIV/AIDS" at its 53rd session.

 

Intervencão da Dra. Lourdes Bandeira

 

Sub-secretária de Planejamento da Secretaria Especial de Política para as Mulheres – SPM/PR

 

New York, 4 fevereiro de  2009

 

Senhor  Presidente,

 

            Gostaríamos de parabenizar a Comissão sobre a Condição da Mulher - CSW pelos relevantes trabalhos na defesa e promoção dos direitos das mulheres em todo o mundo. Gostaríamos, também, de saudar as representantes das agências do Sistema das Nações Unidas presentes na sessão e as valorosas companheiras dos movimentos feministas dos diversos países presentes, assim como das mulheres do Brasil, todas, fontes permanentes de diálogo e estímulo para que avancemos nas conquistas no campo da igualdade de gênero em nosso país. 

            É com imensa satisfação que o Governo brasileiro representado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, órgão da Presidência da República, comparece nesta 53.ª sessão da CSW para contribuir com o debate sobre as políticas de promoção do compartilhamento de responsabilidades entre homens e mulheres, inclusive envolvendo a prestação de cuidados no contexto do HIV/AIDS. O tema é de fundamental importância para a promoção da igualdade entre homens e mulheres e exige a implementação de um conjunto de ações de intervenção, no âmbito das políticas de saúde pública e de promoção da igualdade de gênero.

A epidemia de AIDS vem, progressivamente, se interiorizando e atingindo as pessoas em situação de pobreza. Tanto no Brasil quanto em outros países em desenvolvimento, a pobreza é apontada como um dos contextos estruturais de vulnerabilidade para as DST/HIV/AIDS. Por sua vez, constata-se também a feminização do HIV/AIDS, ou seja, o veloz aumento da incidência de contaminação de mulheres pelo vírus do HIV, relacionado às estruturas de relações de poder entre homens e mulheres nas sociedades.

Em todas as sociedades, há diferenças entre os papéis sociais desempenhados por homens e mulheres, no seu acesso aos recursos produtivos e na autonomia para tomar decisões. Historicamente, tais diferenças se expressam de forma desfavorável às mulheres, transformando-se em desigualdades que as prejudicam fortemente, por exemplo, no acesso ao emprego, à educação, à saúde, à moradia e à renda. Uma das expressões dessa diferença que se reveste em desigualdade é justamente o ato de cuidar, visto como "coisa de mulher", que não é recompensado financeiramente. Esta norma social tem gerado muitos obstáculos para a vida das mulheres e se torna ainda mais agravada em famílias em que há portadores/as do HIV/AIDS, nas quais estas acumulam várias vulnerabilidades.

Ao se abordar a feminização do HIV/AIDS considerando as vulnerabilidades sociais advindas das desigualdades rompe-se com a perspectiva de responsabilização individual dos portadores/as e se viabiliza uma estratégia política de enfrentamento da disseminação do HIV. Além dos efeitos nefastos dessas desigualdades que tornam as mulheres mais vulneráveis à infecção pelo HIV, elas se expressam também nas respostas programáticas, por exemplo: a) na ausência de pesquisas sobre os efeitos colaterais dos antiretrovirais no corpo das mulheres, dadas as especificidades hormonais, fisiológicas e psicológicas; b) na ausência de vontade política para a ampliação da produção, da compra e da distribuição de preservativos femininos, tirando das mulheres a sua autonomia quanto à utilização de barreiras nas relações sexuais, deixando para os homens a decisão do uso do preservativo; c) no pouco investimento na pesquisa de microbicidas que possam também servir de proteção para o HIV; d) na ausência de distribuição de gel lubrificantes para as mulheres; e) na centralização nos programas de prevenção da transmissão vertical.

No Brasil, insistimos sobre a necessidade de se fortalecer o entendimento das construções sociais de gênero, perpassadas por hierarquias de classe, raça e orientação sexual, e suas implicações na feminização da epidemia, ou seja, adotamos as dimensões de vulnerabilidade social como estratégia política de combate à disseminação do HIV/AIDS.

O Governo brasileiro vem trabalhando nesse sentido através do Plano Integrado de Enfrentamento a Feminização da Epidemia de Aids. O Plano é uma iniciativa da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e do Ministério da Saúde que, com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Fundo das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), articula um conjunto de órgãos estaduais e municipais e organizações da sociedade civil. Com ações previstas até 2011, o Plano foi lançado em de março de 2007 e dispõe, entre outras, de estratégias de sensibilização e envolvimento dos homens para a prevenção das DST, da AIDS e para o enfrentamento à violência contra a mulher.

O Plano Integrado é o único no continente americano com a proposta de entender a feminização da epidemia de AIDS como um fenômeno complexo e político em sua origem. A participação da Secretaria de Políticas para Mulheres no Plano Integrado de Enfrentamento a Feminização da Epidemia de Aids possibilitou uma resposta mais aprofundada ao tema, resposta essa que se associa às demais políticas executadas pelo órgão, através do Plano Nacional de Políticas para Mulheres e no Pacto de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.

As políticas de promoção da igualdade de gênero compreendem todas as políticas de governo que tenham impacto na diminuição da desigualdade social e no fortalecimento da cidadania feminina, tal qual se expressa no II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres/PNPM, resultado da mobilização de milhares de mulheres no Brasil. O II Plano apresenta os seguintes Eixos:

Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, com inclusão social; Educação inclusiva, não sexista,não racista, não homofóbia e não lesbofóbica; Saúde das mulheres, direitos sexuais e reprodutivos; Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres; Participação política das mulheres e igualdade em todos os espaços de poder; Desenvolvimento sustentável no meio rural, na cidade e na floresta, com garantia de justiça ambiental, inclusão social, soberania e segurança alimentar; Direito das mulheres à terra e moradia digna, bem como serviços com cidadania, garantindo a qualidade de vida nas áreas urbanas e rurais, considerando as etnias e comunidades tradicionais; Cultura, comunicação e mídia igualitárias, democráticas, não-discriminatórias, não-sexistas, anti-racista, não-lesbofóbicas e não- homofóbicas; Enfrentamento do racismo, sexismo e lesbofobia; Enfrentamento das desigualdades que atingem as mulheres jovens e idosas em suas especificidades e diversidades.  Cada um destes Eixos é composto por metas quantificáveis e um plano de ação com responsabilidades e prazos definidos. Cerca de 20 Ministérios e Secretarias Especiais executam o PNPM, reforçando, assim, o princípio da gestão transversal e interinstitucional.

A estratégia de articular políticas que compreendem diversas áreas, saúde, educação, segurança alimentar, enfrentamento à violência, entre outras, favorece um processo mais amplo de incidência sobre as desigualdades de gênero. O acesso universal ao tratamento com antiretrovirais, desde 1996, tem resultado na queda do número de óbitos, na diminuição das internações relacionadas à AIDS promovendo melhora na qualidade de vida. Entretanto, muitos são os desafios para que as múltiplas vulnerabilidades sejam superadas e que ações em prevenção atendam às necessidades das mulheres que vivem com HIV/AIDS em sua integralidade.

Essa é a nossa marca. As políticas da área da saúde tendem a prover programas, acesso aos serviços de saúde para diagnóstico e tratamento, aos medicamentos, aos insumos de prevenção. Nossa tarefa é mais árdua: alterar valores, imperativos, crenças e com as estruturas de poder que determinam papéis de homens e de mulheres.  

OBRIGADA!



Jornalista Vera Mattos
Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos
Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil
do Fórum de Mulheres do Mercosul
Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil
 
http://www.fundadacaojaqueira.org.br


domingo, 29 de março de 2009

A Vila Brandão em desespero. Pobre não pode ter vista para a Baía de Todos os Santos.

Prefeito de Salvador bota olho grande na Vila Brandão e declara de utilidade pública.Que grupos serão beneficiados? o que farão com as famílias que ali habitam há 69 anos?
João Henrique tem que explicar este desejo recente, mantido a sete chaves e sem qualquer consulta a comunidade. Veja e conclua. E se possível advinhe o desejo do prefeito de Salvador, Bahia.





Psicoterapia para mulheres vítimas de violência ganha prêmio.


Prêmio internacional

Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), foi premiada na semana passada na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em Washington, nos Estados Unidos, por sua contribuição na criação de um serviço de psicoterapia para mulheres vítimas de violência.

O trabalho apresentado por Lúcia, intitulado O empoderamento de famílias para combater a violência doméstica, ficou em primeiro lugar entre experiências participantes de 19 países das Américas e recebeu o prêmio "Práticas exemplares que incorporam uma perspectiva de gênero e etnia em saúde".

Mulheres vítimas de violência

O estudo aborda projetos de extensão universitária desenvolvidos na UFSCar no âmbito de iniciativas como os programas de combate, prevenção e de intervenção psicológica junto a mulheres vítimas de violência, desenvolvidos pelo Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev), núcleo gerador de pesquisas para a melhor compreensão e enfrentamento do fenômeno.

"O estudo descreve a atuação do Laprev em ensino, pesquisa e extensão em violência intrafamiliar", disse Lúcia, coordenadora do laboratório, à Agência FAPESP. "O trabalho de extensão teve início em uma delegacia de defesa da mulher em 1998, sendo caracterizado pelo atendimento psicológico a vítimas por estagiários do curso de graduação em psicologia da universidade."

Atendimento às famílias e crianças

Em 2000, o trabalho foi expandido para incluir atendimentos a famílias e crianças em conselhos tutelares da cidade de São Paulo e, no ano seguinte, foi criada a Casa-Abrigo Gravelina T. Lemes. "Trata-se da primeira instalação dessa natureza fundada em São Carlos pela prefeitura municipal, sendo que suas ações são resultado de estudos do Laprev", explicou.

Em 2006, complementa a docente, as ações desenvolvidas nas delegacias das mulheres foram transferidas para a Unidade Saúde-Escola (USE) da UFSCar, um ambulatório de saúde que envolve seis departamentos da universidade.

Os objetivos da USE, segundo Lúcia, são inserir as ações do Laprev no Sistema Único de Saúde em todo o Estado de São Paulo e aumentar a interdisciplinaridade na UFSCar, gerando um serviço mais abrangente e dando a oportunidade para que outras profissionais da saúde se interessem pela temática de violência contra a mulher.

Referência no combate à violência

De acordo com Lúcia, para enfrentar o problema da violência contra a mulher é preciso envolver toda a família, a escola e a comunidade. "O trabalho com o agressor, ainda pouco frequente no Brasil, é fundamental para que ele conheça e possa aplicar outras formas de resolução de conflitos. O acompanhamento psicológico das crianças também é importante porque elas geralmente carregam sequelas da violência intrafamiliar", conta.

"O referencial teórico de atuação no Laprev é conhecido como 'modelo cognitivo-comportamental', que prioriza a prática apoiada em evidências. Já atendemos cerca de 800 pessoas entre mulheres, homens e crianças", afirmou.

A carta de premiação recebida pela coordenadora do Laprev descreve que seu trabalho foi selecionado, entre outros quesitos, pelo "uso de estratégias transformadoras no trabalho com grupos de homens e mulheres, pelo uso do enfoques inovadores, multidisciplinares e multissetoriais e por seu efeito multiplicador" após ter passado a integrar a Unidade Saúde-Escola (USE) da UFSCar.

"Concorremos com outros 43 trabalhos inscritos de 19 países. O prêmio é uma honra para todos os alunos e professores envolvidos com os programas de intervenção psicológica, combate e prevenção à violência", disse.

Publicação de livro

Como parte da premiação em Washington, que integrou as comemorações do Dia Internacional da Mulher, a Opas concedeu US$ 5 mil para a publicação de livros em espanhol e inglês que descreverão as práticas do Laprev. "Esse material será utilizado em programas de capacitação da Opas em diversos países", destaca Lúcia.

Os trabalhos desenvolvidos no Laprev renderam outros livros e dezenas de artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais, além de apresentações em congressos científicos no Brasil e no exterior, cuja relação pode ser vista no site do laboratório.


Thiago Romero
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=psicoterapia-para-mulheres-vitimas-de-violencia-ganha-premio&id=3934

Salvador em festa.460 anos.




Salvador: 460 anos de injustiça social.
















Gregório de Mattos e Guerra

Notação Biográfica
Fernando da Rocha Peres

Nasceu Gregório de Mattos e Guerra , conhecido como "Boca do Inferno", em Salvador , Bahia , em 23/12/1636 [1]. Neto de Pedro Gonçalves de Mattos ( familiar do Santo Ofício da Inquisição, em 1618) , morador na Bahia [2] , e filho de Gregório de Mattos , ambos naturais de Guimarães , Portugal , com Maria da Guerra . Pertencente a uma família , os Mattos da Bahia , de proprietários rurais , arrematadores de obras (empreiteiros) , de funcionários da administração na colônia , Gregório de Mattos vai estudar no célebre Colégio dos Jesuítas (1642) , na Bahia , e seguir para Lisboa , em 1650 . Dois anos depois (1652) vamos encontrá-lo matriculado na veneranda Universidade de Coimbra , de onde sai graduado em Canones no ano de 1661 . Casa-se em Lisboa , no ano da formatura , com D. Michaela de Andrade , pertencente a uma família de magistrados . Vendo o seu caminho facilitado para uma carreira jurídica , em Portugal , no ano de 1663 é nomeado Juiz de Fora de Alcácer do Sal, depois de constatada a sua "pureza de sangue" [3]. Naquela Vila , vai exercer a função de Provedor da Santa Casa de Misericórdia , para o período1665-1666 [4]. Dois anos mais tarde (1668) , vamos saber que Gregório de Mattos vai ser investido da honrosa incumbência de representar a Bahia nas Cortes , em Lisboa , realizadas em 27 de Janeiro . Três anos após (1671) o magistrado ascende ao cargo de Juiz do Cível em Lisboa , para , no ano seguinte (1672) , ser indicado pelo Senado da Câmara da Bahia na condição de Procurador . Em 1674 novamente vamos sabê-lo representante da Bahia nas Cortes (20 de Janeiro) e no mesmo ano destituído do mandato de Procurador . Batiza o magistrado uma filha natural em Lisboa , em 1674 , chamada Francisca , na Freguesia de S. Sebastião da Pedreira . Fica viúvo em 1678, e não temos notícia de filho seu nascido de D. Michaela de Andrade . Já em 1679 é nomeado por D. Gaspar Barata de Mendonça para Desembargador da Relação Eclesiástica da Bahia e Tesoureiro-Mór da Sé , em 1682 , por D. Pedro II , tendo recebido a tonsura (ordens menores) no ano anterior (1681) . Reconhecido como magistrado de importância e renome, vê suas sentenças publicadas pelo jurisconsulto Emanuel Alvarez Pegas nos anos de 1682 e 1685 [5] ,e embarca Gregório de Mattos para a Bahia , aqui chegando no início do ano de 1683, depois de trinta e dois anos vividos em Portugal . D. Gaspar Barata havia renunciado ao cargo de Arcebispo , sem vir ocupá-lo na Bahia , o que fez o clérigo Gregório de Mattos retornar apressado para entrar na posse de suas prebendas eclesiásticas . Em 1683 , meses após a sua chegada , é destituído dos cargos junto a cúria baiana , pelo novo Arcebispo D. Fr. João da Madre de Deus [6] , por não querer usar batina e por não aceitar a imposição das ordens maiores necessárias para o exercício das suas funções junto ao Arcebispado . Já na Bahia , após sua chegada vamos ver atiçada a sua veia de poeta satírico diante da vida relaxada e promíscua na Cidade de Salvador . Como os padres não davam o bom exemplo (os da Sé vão ser chamados de "presépio de bestas ") , com algumas exceções, resolve Gregório de Mattos ser o cronista dos seus costumes e de toda a sociedade baiana : dos ricos e governantes , dos brancos e negros , dos colonos e escravos , da nobreza nativa e da sua galeria de mulatas . Despido da sua identidade clerical , como já havia feito com a de magistrado , Gregório de Mattos vai desenvolver então a sua veia poética ( uma nova identidade ) para o caminho da sátira ( chama os habitantes da Bahia de "canalha infernal "), do erotismo , da pornografia, da poesia grotesca , lírica e sacra . Dentro da melhor tradição da poesia medieval ibérica , da poesia popular , e leitor dos poetas do Século de Ouro Espanhol [7], Gregório de Mattos vai encordoar a sua lira e afiar a sátira . Em 1684 dá início o poeta a suas andanças pelo Recôncavo da Bahia de Todos os Santos , nas raízes telúricas de seus maiores , em companhia de amigos, dentre os quais o poeta português Tomás Pinto Brandão (1664-1743) . Nesta década de 1680 vai casar , na Bahia , com Maria de Póvoas (ou dos Povos ?), com quem terá um filho chamado Gonçalo . Por sua vida livre de "homem solto sem modo de cristão " será denunciado à Inquisição em Lisboa , no ano de 1685 , por Antonio Roiz da Costa , promotor do Eclesiástico na Bahia e personagem que será satirizado pelo poeta [8] . A peça ou carta decorrente da denúncia de heresia ( fala mal de Jesus Cristo e não tira barrete da cabeça quando uma procissão passa na porta de sua casa ) não tem seguimento , pois uma testemunha havia partido da Bahia e outra morrido . Acreditamos que foi o prestígio da família dos Mattos , dentre outros fatores , que fez esvaziar-se a denúncia contra o poeta . No ano de 1691 entra Gregório de Mattos para a condição de Irmão da Santa Casa de Misericórdia da Bahia , e no ano seguinte paga uma dívida em dinheiro contraída junto a Santa Casa de Lisboa . Por seus poemas satíricos contra tudo e contra muitos , principalmente pelos retratos que faz do Governador Antonio Luiz Gonçalves da CÂmara Coutinho [9], o " fanchono beato " vê-se ameaçado pelos filhos desta autoridade , os quais prometem matá-lo . O Governador João de Alencastro [10], seu amigo, com outros companheiros do poeta , promove um complô para prendê-lo e enviá-lo para Angola no ano de 1694 , sem direito de voltar para a Bahia, o que sucede para enorme desgosto do poeta . Em Luanda , no ano de sua chegada , em 1694, envolve-se o poeta em uma conspiração de militares , por questão do soldo e mudança do padrão monetário , e vai favorecer o governo local , na pessoa do Governador Henrique Jacques de Magalhães , colaborando com a prisão e condenação dos cabeças da sedição [11] . Como recompensa recebe o poeta a permissão de voltar ao Brasil , para ficar em Recife - longe da Bahia e dos seus desafetos - onde vai morrer em 1695 , de uma febre contraída na África , com 59 anos , no dia 26 de novembro e seis dias após a morte de Zumbi dos Palmares.

A poesia apógrafa ( reprodução de um manuscrito original ) de Gregório de Mattos e Guerra (1636-1695) permaneceu guardada em códices existentes em Portugal (o mais importante é da Biblioteca Nacional de Lisboa , Secção de Reservados , número 3.576) no Brasil e nos USA . Foi o historiador Francisco Adolfo Varnhagen , em 1850 , que publicou um conjunto de 39 poemas no "Florilégio da Poesia Brasileira ", editado em Lisboa . Daí em diante Gregório de Mattos passa a constar de várias antologias e "Parnasos", até hoje , tendo a sua obra apógrafa publicada , em parte , por Alfredo do Valle Cabral (1882) , Afrânio Peixoto (1923 - 1933) , em 6 volumes ( Edição da Academia Brasileira de Letras ) e James Amado (1968) , que edita as suas "completas ", em 7 volumes ,reeditada em 2 volumes, Record,1990, com o título de Obra Poética, contendo toda a parte erótica, pornográfica e grotesca , até então desconhecida e que Afrânio Peixoto havia censurado.

A fortuna crítica do poeta inicia-se no século XVIII com uma biografia manuscrita que aparece anexa a alguns códices , com variantes , e da autoria de Manuel Pereira Rabelo . Foi esta biografia uma peça importante para que nós pudéssemos promover a revisão da vida do poeta , na busca incessante de fontes documentais . A partir do século XIX, e até hoje , o poeta Gregório de Mattos teve avolumada sua biografia e os estudos a respeito de sua vida e sua obra . No momento estamos concluindo uma mais extensa indicação de fontes bibliográficas e documentais sobre o poeta satírico mais importante da literatura de língua portuguesa no período barroco . A obra apógrafa de Gregório de Mattos mais cedo ou mais tarde será objeto de uma edição crítica, contando a sua realização com uma equipe de especialistas . Como disse o Mestre Antonio Houaiss, "o fato é que a pesquisa histórica em torno da vida de Gregório já atingiu um inesperável grau de documentação , pois há duas décadas a documentabilidade de sua vida era algo de que não se esperava muito ". Em verdade, a pesquisa , no sentido biográfico, muito tem ajudado e pode ajudar , com a localização de documentos e códices poéticos, para o retrato do poeta vagante Gregório de Mattos e para o conhecimento da sua obra . Temos nos dedicado a localizar, no Brasil e em Portugal , essas fontes documentais (vida e obra), que abrem caminho para uma compreensão do poeta brasileiro e das suas identidades como magistrado, em Portugal , e clérigo e poeta na sua terra natural , o Brasil , que ele vai chamar, certa feita, de "peste do pátrio solar".



NOTAS

Fixamos o ano de nascimento do poeta para 1636 a partir de documento : Sumários Matrimoniais da Câmara Eclesiástica de Lisboa , 1661 , Maço 2 , número 69 , manuscrito da Biblioteca Nacional de Lisboa , Secção de Reservados . Em 1986 o Centro de Estudos Baianos da UFBA organizou um Simpósio sobre a vida e obra de Gregório de Mattos e Guerra , nos seus 350 anos de nascimento . Na oportunidade a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um selo comemorativo , a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro realizou uma amostra documental sobre o poeta e a Biblioteca Nacional de Lisboa mandou imprimir um cartão postal para registrar o evento. Em 1996 o mesmo Centro de Estudos Baianos organizou um Encontro Internacional "O Poeta Renasce a Cada Ano", comemorativo dos 360 anos de nascimento de Gregório de Mattos e Guerra.
Novinsky , Anita . Cristãos Novos na Bahia . S. Paulo , Perspectiva , 1972 , p. 115 e p. 138 .
Habilitações de Genere ; "Leitura de Bacharel ", Arquivo Nacional da Torre do Tombo , Maço 2 , número 6 , letra G.
Conforme Nome dos Provedores da Santa Casa de Misericórdia de Alcácer do Sal , edição da Santa Casa de Misericórdia , Alcácer do Sal , 1957 . Também no livro manuscrito "Termo de eleitação de irmãos (Actas) , 1660-1708" , depositado na SCM de Alcácer do Sal . Devo esta informação ao Dr. João Carlos Lázaro Faria, do Museu Nacional de Pedro Nunes em Alcácer do Sal .
São duas as sentenças do juiz Gregório de Mattos e Guerra , lavradas em 1671 e 1672 , e publicadas em : Pegas , Emanuellis Alvarez ; Commentaria ad Ordinationes Regni Portugalliae , Ulyssipone, 1682. Tomus Septimus, pp.290 a 303 - sentença da p. 294 ap. 296 - e pp. 638 a 647 . Outra sentença de Gregório de Mattos e Guerra está publicada em Pegas, Tractus de Exclusione, Inclusione, Successione,
et Eredictione Maioratus, Pars Primas, Ulyssipone, 1685, págs 569 e 570 .
Arcebispo da Bahia de 1683 a 1686 .
A impregnação de Gregório de Mattos como leitor de Quevedo e Gongora levou a crítica a considerá-lo um plagiário . Recentemente , o livro de Gomes , João Carlos Teixeira . Gregório de Mattos : o Boca de Brasa , Rio Vozes , 1985, situa a problemática dentro de um estudo de intertextualidade .
Mattos ,Gregório de ; Obras Completas (edição James Amado) , Salvador , Janaína , 1968 , 3º vol. , p. 716 a p. 727 . São três sátiras ou retratos grotescos contra o doutor Antonio Roiz da Costa , Cavalheiro do Hábito de Cristo .
Governador da Bahia , capital do Brasil côlonia , de 1690 a 1694 .
Amigo do poeta e Governador (1694 - 1702) cuja "lenda" diz ter mandado deixar em Palácio , na Bahia , um livro para que as pessoas copiassem poemas de Gregório de Mattos . Infelizmente este códice manuscrito jamais foi localizado.
Sobre o tema escrevemos artigo : Peres , Fernando da Rocha , Gregório de Matos e Guerra em Angola , "Afro-Ásia", nº 6-7 , CEAO da UFBA , Salvador , 1968 , pp. 17-40 . Vide também Peres, Fernando da Rocha . Gregorio de Mattos e Guerra : uma revisão biográfica . Salvador, Edições Macunaíma, 1983.



Fonte:http://www2.ufba.br/~gmg/gregorio.html

Gregório de Mattos: ALLA CITTÀ DI BAHIA

ALLA CITTÀ DI BAHIA
(versão em italiano)

Triste Bahia! così dissomigliante
sei tu e son'io dal nostro antico stato!
Scarsa ti vedo ora, tu me spiantato,
ricca ti vidi già, tu me abbondante.

Ti cambiaron la macchina e il mercante
che nel tuo porto aperto è penetrato,
mi cambiarono, e cambiano crucciato
tanti maneggi e tanto negoziante.

E quanto doni zucchero eccellente
per droghe inutili, che truffaldina
sciocca tu accetti dal furbo straniero!

Oh Dio volesse, che improvvisamente
ti risvegliassi saggia una mattina
col tuo mantello di cotone mero!
Tradução inédita de Silvia La Regina

Gregório de Mattos. Poemas escolhidos.
Ed.de José Miguel Wisnik. São Paulo:
Culrix, 1975. p.40; 42) Tradução inédita de Silvia La Regina.

Gregório de Mattos: Triste Bahia !

À CIDADE DA BAHIA

Triste Bahia! ó quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado!
Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mi abundante.

A ti trocou-te a máquina mercante,
Que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando, e tem trocado,
Tanto negócio e tanto negociante.

Deste em dar tanto açúcar excelente,
Pelas drogas inúteis, que abelhuda,
Simples aceitas do sagaz Brichote.

Oh se quisera Deus, que de repente,
Um dia amanheceras tão sisuda
Que fôra de algodão o teu capote.

(Gregório de Mattos. Poemas escolhidos.
Ed.de José Miguel Wisnik. São Paulo:
Culrix, 1975. p.40; 42)

Milton Santos: Cidade pede um novo urbanismo

Milton Santos nasceu em Brotas de Macaúbas, no interior da Bahia, em 1926. Morreu em junho de 2001, aos 75 anos, depois de uma vida ligada a Salvador. Formado em direito em 1948 (Ufba), escreveu livros (cerca de 40) reconhecidos por geógrafos em todo o mundo. Foi preso em 1964 e exilado, passando a ensinar na França, Estados Unidos, Canadá, Peru, Venezuela e Tânzania, antes de retornar ao Brasil. Foi, por muitos anos, editorialista de A TARDE. Há exatos 10 anos, o professor Milton Santos assinava um artigo dentro do caderno comemorativo pelos então 450 anos da fundação da cidade de Salvador, em A TARDE. A lucidez dos argumentos, a lógica das conclusões e a cadência de sua escrita, como sempre, chamaram para esse texto merecidos destaque e atenção. Reconhecendo a atualidade e importância de suas colocações, e prestando uma justa homenagem a esse pensador ímpar, A TARDE, no momento em que comemora os 460 anos da capital baiana, volta a oferecer aos seus leitores o citado artigo. Leia a seguir, na íntegra:

Salvador nasce como uma planta transplantada, para afirmar, em terra americana, a presença portuguesa e servir como base transatlântica ao projeto de mudialização capitalista. Em sua origem deram-lhe um modelo, trazido da corte, mas a mistura, aqui, de raças, línguas e culturas e a adaptação a um meio natural opulento produziram uma associação inesperada, um hibrismo inédito na História, que iria nortear a sua evolução e marcar, para sempre, a personalidade do lugar. Salvador cresceu como península - mar e continente confundidos -, misturando os apelos do mundo e o chamado da terra e assim podendo renovar, século após século, sua aventura original.

Na vida da cidade há momentos decisivos. Para a minha geração, esse momento pode ser estabelecido nos anos imediatos à Segunda Guerra Mundial, nos quais coincidem mudanças fundamentais no panorama internacional, na vida brasileira, na economia do estado e na cidade.

Tratava-se menos de um divisor de águas e mais de uma fase de transição, que iria se estender por um quarto do século, até que se inaugure uma nova fase de crescimento. Foi uma época de abertura explosiva, um período de grande ebulição e de progresso, tanto na vida material, quanto na atividade intelectual. Desenvolve-se, no estado, a agricultura, melhoram os transportes e as comunicações, explora-se o petróleo, assentam-se, com o planejamento, as bases para a industrialização e, quanto à expansão da informação e do consumo, crescem as cidades e a vida de relações.

CRESCIMENTO – Então Salvador se prepara para abandonar seu papel secular de capital incompleta e displicente e passa a vigiar e melhor comandar seu território, dele recebendo contingentes que, em 25 anos, fazem triplicar sua população (menos de 350 mil em meados da década de 40, cerca de 1.150 mil em 1970). A cidade diversifica a sua atividade, produz um novo arranjo de profissões e classes sociais e parte à conquista do seu espaço, criando novos bairros e deixando explodir outros, onde, nas famosas “invasões”, instala-se uma população dinâmica, mas pobre. O velho centro, ao mesmo tempo, moderniza-se e se degrada - sobretudo na Cidade Baixa - e se espalha sobre bairros residenciais tradicionais, mas já não é suficiente para abrigar o comércio e os serviços, que vão criar em outros lugares (primeiro na Liberdade, na Calçada, na Barra) novos pólos de atividade.

A cidade invade uma série de sítios que ela aproveitara ou fabricara em quatro séculos, urbaniza a sua franja litorânea, mas deixa intactos inúmeros vazios.

SER ORIGINAL – Terminada essa fase, Salvador decide ser, logo após Brasília, a segunda cidade mais moderna do Brasil. Mas decreta, também, que deveria produzir sua modernidade de modo original. Para ser como Aracaju, Goiânia ou Belo Horizonte teria que mudar de lugar. Essa idéia não foi aceita. Também não adotou a solução de São Paulo, que substituiu as velhas pedras por novas construções, mas no mesmo sítio, como se a novidade se envergonhasse do passado. Salvador simplesmente se valeu dos vazios especulativos deixados pela história e preferiu dar as costas ao centro velho - que era, praticamente, toda a cidade histórica - e edificar outro todo novo, para a administração, e ainda outro, próximo do primeiro e igualmente novo, destinado aos negócios.

BAIRROS – A originalidade não ficou aí. Foi decidido estabelecer, estrategicamente zonas industriais, à distância da velha urbis, mas planificar bairros residenciais correspondentes. Foi a primeira vez que uma metrópole se tornou cidade-dormitório do seu subúrbio industrial. Uma atividade fabril de elite era concentrada, enquanto os trabalhadores foram espalhados na cidade grande. Assim, através da ocupação dos municípios vizinhos, a região metropolitana era segmentada, enquanto Salvador era puxada para suas extremidades. Criam-se novos vazios, ainda mais valiosos. Como, porém, a cidade não deixava de receber e de fabricar novos pobres, terrenos desocupados acolheram, no chamado “miolo”, centenas de milhares de moradores.

Agora, a cidade se instala em todos os seus sítios: os litorais, os vales, as encostas, os alagados, os morros, as chácaras, arrabaldes e subúrbios, transformando cada pedaço de chão em dinheiro. Salvador se adensa e verticaliza, ao mesmo tempo em que, metrópole nacional, fortalece suas relações externas, incluído o desenvolvimento do turismo nacional e internacional. Foram necessários 50 anos para que a demografia pudesse dobrar, entre 1900 e 1950. Entre 1950 e 1999, a população urbana quase quintuplica, passando de 650 mil para cerca de 3 milhões de habitantes.

CONTRASTES – A cidade de hoje paga um pesado tributo à forma em que cresceu, em busca da modernização. Cega pela ambição de progresso material, devotou as energias disponíveis ao seu planejamento, deixando, porém, quase tudo o mais à espontaneidade. Daí a agudização dos seus contrastes seculares, opondo uma Salvador imponente e limpa, vista e admirada pelos que passam, domesticada em nome da modernidade, habitada pelas atividades e camadas favorecidas e pelas novas classes médias, e outra Salvador, dita irregular, carente de serviços, onde se acotovela a maioria, isto é, os mais pobres. A cidade não apenas acolhe os pobres de sua região, mas, produzindo e agravando a separação, ela também, pelo seu próprio funcionamento, cria pobres.

A realidade é pungente, mas será essa uma problemática insolúvel? Não mais estamos à época da celebração do quarto centenário da fundação de Salvador, em 1949, quando, diante das promessas de riqueza e da permanência do atraso, as elites mostravam sua perplexidade, falando de um “enigma baiano”. Já não é mais difícil localizar os problemas, enumerar suas causas e diagnosticar os remédios. Já sabemos como se formaram, evoluindo juntas, ainda que se dando as costas, essas cidades todas justapostas, contidas em Salvador. Urge, agora, quando festejamos seus 450 anos (nota do editor: época da publicação original desse artigo, em 1999), encontrar as forças para pensar, de modo unitário, um novo planejamento, talvez menos urbanístico e mais urbano; e certamente mais social e mais humano.

segunda-feira, 23 de março de 2009

SEGURANÇAS DA ALBA - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA BAHIA AGEM COMO SE ESTIVESSEM NA DITADURA.

Esta foi comigo mesma. Fui visitar um deputado na Alba - Assembléia Legislativa da Bahia e senti na pele os tempos da ditadura. Ao entrar no plenário o sujeito vôou sobre mim e dizia aos berros que eu ficasse lá fora e que eu não poderia entrar.
Estava acompanhada da minha filha que é bastante jovem e que não viveu a ditadura. O fato pelo menos serviu para exemplificar como os "macacos" (militares que atacavam estudantes) faziam. Em estado de choque, retornei ao salão negro e fiquei observando vários dirigentes corajosos que assessorei e que estão lá pendurados nas paredes em fotos de extremo mau humor e de gosto duvidoso.
Minha filha retornou e localizou o deputado a quem eu levei minhas queixas.

Afinal, o que se discutia? Acordos nucleares ou seria a invasão a alguma área de segurança nacional? Qual a razão do povo ser barrado pela segurança de maneira tão desrespeitosa? Mesmo dizendo que era jornalista, recebi um solene "não interessa". Quando o deputado apareceu, fiquei onde deveria ficar. Algo estava sendo tratado e a palavra mais ouvida era Ministério Público.

Outra senhora entrou e foi da mesma forma tratada. Pelo visto não avisaram aos seguranças da ALBA que a ditadura acabou. Não precisa ser de fino trato os seguranças mas educação doméstica e política devem constar do programa.

COM A PALAVRAS OS DIRIGENTES DA ALBA - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA BAHIA.

Jornalista Vera Mattos

AFINAL, QUANTOS ESQUIZOFRÊNICOS A BAHIA TEM? E PORQUE CADASTRO DE USUÁRIOS DE MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO DE PSIQUIATRIA DESRESPEITA MÉDICOS/PACIENTES?

Simplesmente estúpida a decisão da SESAB/SUS. Ao necessitar de ZYPREXA OU ABILIFY (aripiprazol), sendo este do conceituado Laboratório Bristol, e encaminhar-se aos postos de atendimento, inclusive com a declaração e relatório médico, que estabelecem a necessidade do medicamento,estranhamente as assistentes sociais informam que dificilmente estes medicamentos serão concedidos pois estão preconizados para ESQUIZOFRENIA REFRATÁRIA.

DESTA FORMA, ELEGEM UM GRUPO DE PACIENTES O QUE CONTRARIA A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.
POR OUTRO LADO DESRESPEITAM A ÉTICA E O DIAGNÓSTICO MÉDICO QUANDO DISCARADAMENTE PEDEM PARA QUE O MÉDICO FAÇA A MUDANÇA DO CID DA DOENÇA REAL PARA O CID DA DOENÇA NA QUAL EXISTE POSSIBILIDADE DE RECEBER O MEDICAMENTO.

RESPEITEM OS MÉDICOS E RESPEITEM A CONSTITUIÇÃO

FICO PERGUNTANDO PARA QUE MÉDICOS E ESPECIALISTAS EM PSIQUIATRIA. OS FORMULÁRIOS PRONTOS SÃO ENTREGUES AOS PROVÁVEIS USUÁRIOS QUE SE ENCAMINHAM AOS SEUS MÉDICOS E PEDEM COM HUMILDADES QUE ELES ASSINEM O DIAGNÓSTICO PRONTO DA SESAB/SUS. EXISTEM O TERMO DO PACIENTE QUE TAMBÉM INFORMA TER CONHECIMENTO DE QUE O USO É PARA ESQUIZOFRENIA REFRATÁRIA.

ASSIM, ESTÃO SENDO FABRICADOS OS NOVOS ESQUIZOFRÊNICOS BAIANOS. GRAÇAS A CULTURA DA ESQUIZOFRENIA IMPLANTADA PELA SESAB/BAHIA. QUE VERGONHA JORGE SOLLA! QUE VERGONHA JAQUES WAGNER! VOCES DEIXARIAM QUE SEUS FILHOS E FILHAS ASSINASSEM DOCUMENTOS INFORMANDO QUE SÃO ESQUIZOFRÊNICOS? E NA FAMÍLIA DE VOCÊS PACIENTES COM BIPOLARIDADE SÃO TRATADOS COMO ESQUIZOFRÊNICOS? E AQUELES COM STRESS PÓS-TRAUMÁTICOS SÃO TAMBÉM ESQUIZOFRÊNICOS?

VAMOS RESPEITAR OS MÉDICOS, OS DIAGNOSTICADORES, OS QUE ESTUDAM E SE HABILITAM. VAMOS RESPEITAR PACIENTES E FAMILIARES. NÃO SEJAMOS COMO CORDEIROS QUE SEGUEM APLAUDINDO UMA POLÍTICA DE SAÚDE INDECENTE E AMORAL.

VAMOS RESPEITAR OS PACIENTES QUE CLAMAM POR UM COMPRIMIDO DE ABILIFY OU DE ZYPREXA. COM UM SALÁRIO MINIMO NÃO DÁ PARA COMPRAR TRATAMENTO NEM PARA MEIA SEMANA.

OS IMPOSTOS SÃO NOSSOS. O GOVERNO NÓS ELEGEMOS. O MAIS TRISTE É PERCEBER DE QUE O GOVERNO DO PT ESTAVA REALIZANDO DE FORMA TÃO ESCANDALOSA TAL ATO.

MÉDICO DECENTE NÃO ACEITA DIAGNÓSTICO QUE JÁ VEM IMPRESSO PELO GOVERNO DO ESTADO.

RESPEITEM AOS MÉDICOS E AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. O POVO BRASILEIRO JÁ VEM SENDO DESRESPEITADO HÁ TEMPOS.

FALTAM LEITOS, HOSPITAIS. A DENGUE ASSOLA. A MENINGITE CHEGA COM FORÇA TOTAL. LOGO ESTAREMOS VOLTANDO AS CURANDEIRAS.

AFINAL, PARA QUE MÉDICOS SE A SESAB/SUS JÁ ENTREGAM O DIAGNÓSTICO PRONTO PARA QUE OS MÉDICOS ASSINEM ? E SE DESDE JÁ SABEMOS QUE A NÃO CONCORDANCIA IMPLICARÁ NA NÃO ENTREGA DO MEDICAMENTO. ASSIM, É INFORMADO PELA REDE PSIQUIÁTRICA DA BAHIA.

IMORAL, AMORAL, INDECENTE. ANTI-CONSTITUCIONAL.

AUDITORIA JÁ.

VERA MATTOS
JORNALISTA

O BANHO DE SANGUE EM SALVADOR ATINGE A TODAS AS MULHERES.

Salvador vive um dos momentos mais trágicos de sua história.

O que parece simples constatação, estatística e números transforma em banal o que é doloroso, vergonhoso, vil. Corajosamente, a Tribuna da Bahia vem publicando uma série de matérias sobre a matança que está sendo realizada em Salvador. Contrariando diversos interesses, o jornal vem publicando em seu dia a dia matérias sobre a barbárie que acontece dentro da capital da alegria, da felicidade, do “sorria você está na Bahia”.

Estamos na Semana Internacional da Mulher e uma série de acontecimentos festivos surge para que possamos avaliar os avanços.

De novo eu pergunto: comemoramos o que? O banho de sangue em Salvador? A matança de jovens negros? Em uma das fotos publicada pela Tribuna já não me chama mais a atenção os corpos cobertos apenas por sungas. Há um detalhe mais cruel: os três jovens estão de braços atados por uma espécie de lacre plástico . Ou seja, a execução se deu após terem suas roupas retiradas, e os braços colocados para trás, e somente depois executados.

A execução destes jovens é de uma violência que clama uma denúncia maior. Se eles são ou não integrantes do tráfico, se são ladrões, assassinos eu não sei. Sei apenas que a Bahia retrocede e envergonha o Brasil. Envergonha a América do Sul.

É uma guerra urbana que se desenvolve aqui. Estes homens que morrem diariamente têm mães, tem mulheres, tem filhos.

Então, como comemorar o Dia Internacional da Mulher? As mães, mulheres e filhas destes assassinados pela sociedade por acaso não são mulheres?

Levantei esta questão por diversas vezes em reuniões com representantes e lideranças femininas.


Que tipo de assistência presta o Estado a estas mulheres?
Que órgão do governo procura saber da origem desses rapazes, quem leva atendimento psicológico, cesta básica, medicamentos, e uma palavra qualquer a estas famílias?

É a marginalização absoluta.
Chega doer a expressão “pertence ao tráfico”
E por isto o grupo de extermínio mata.


Ministério Público deve avançar a passos largos para tentar conter esta matança.

O que se passa na Bahia não é mais caso para governo do estado e para a presidência da República.

A dureza e a cara da morte banalizada como “assepsia social” fere a todos os princípios e a todos os direitos.

Provem que eles pertencem ao tráfico.
Provem que existe grupo de extermínio e informem a origem.

Não podemos viver em uma sociedade que tolera que os seus valores sejam colocados vergonhosamente em praça pública.

Jovens não podem ser abatidos desta forma.

A sociedade baiana precisa ir às ruas, precisa se mobilizar.

Um jornal e alguns programas locais não podem fazer sozinhos esta empreitada.

A sociedade tem que denunciar internacionalmente os episódios que aqui se desenvolvem.

O medo ronda a cidade,
Se está em casa, existe medo.
Se está no carro, existe medo.
Se está no ônibus, existe medo.
Falar pode ser proibitivo.
Calar e consentir é a grande saída para a maioria das pessoas.

Não.
Não a indiferença.
Não ao descaso.
Não a vergonha de ser baiana e brasileira.

Esta terra está sendo banhada pelo sangue jovem e
pela sanha criminosa de justiceiros.

Assepsia social?
Os jovens negros e pobres querem ter o que os jovens brancos e de classe média possuem?
O que é isto minha gente!!!
Que vergonha é esta?

Onde está a força do povo baiano?
Onde está a força de quem construiu o Dois de Julho?
Onde estão as forças do Caboclo e da Cabocla?

Mães que perderam seus filhos,
Mulheres que estão perdendo seus companheiros,
Filhas que perderam seus pais.
Viúvas adolescentes.

Este é o drama que envergonha Salvador.

Não podemos viver em uma sociedade em que estes valores parecem não sensibilizar a sociedade.

Isto talvez seja mais podre ainda do que o grupo de extermínio.



Eu, pessoalmente, tenho grande orgulho de ter iniciado a minha vida jornalística na Tribuna da Bahia.

Ao companheiro Josalto Alves posso dizer sobre sua árdua missão. Experiência, capacidade e excelência em jornalismo você tem. Experiência em segurança pública você adquiriu ao longo de uma história iniciada em momentos terríveis da ditadura.

Louvo Walter Pinheiro e Paulo Roberto Sampaio pela dedicação ao tema.


E nos prontificamos para em conjunto com a Tribuna da Bahia honrarmos os compromissos éticos, o respeito a Constituição e, sobretudo, buscando a revalorização da vida.

Vera Mattos
Jornalista, Presidente da Fundação Jaqueira

http://www.veramattos.com.br

quarta-feira, 11 de março de 2009

Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos: FUNDAÇÃO JAQUEIRA QUALIFICA 110 CUIDADORES DE IDOSOS NESTE DOMINGO


Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos: FUNDAÇÃO JAQUEIRA QUALIFICA 110 CUIDADORES DE IDOSOS NESTE DOMINGO

FUNDAÇÃO JAQUEIRA QUALIFICA 110 CUIDADORES DE IDOSOS NESTE DOMINGO




CONVITE

A Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos, Dra.Vera Mattos convida para a missa em Ação de Graças, neste domingo, dia 15 de março, 11h30m, Igreja da Vitória pela qualificação profissional de 110 Cuidadores de Idosos visando atender ao emergente mercado de trabalho.

Turma Monsenhor Gaspar Sadock.
Homenagem especial: D. Arlete Magalhães.
Moção de Aplauso: Promotor de Justiça Luiz Eugênio Fonseca Miranda, Ministério Público Estadual.

Agradecimentos especiais:
Padre Luiz Simões – Pároco da Vitória.
Promotor César Correia, Ministério Público Estadual.
Apoio: Rede Bahia.
Professores convidados: Dra. Tania Gomes e
Dra. Cláudia Garcia
Agradecimentos aos
funcionários da Igreja da Vitória.
Ana Paula Silva de Souza
Flavia Santana Martins
Antonio Cláudio Conceição Nascimento
Paulo César Lima dos Santos
Sergio Augusto de Jesus Rocha

segunda-feira, 9 de março de 2009

MÉDICO DANIEL PONTE :URGENTE RISCO DE MORTE OU PRISAO ILEGAL. LULA ENTRE NESTE CASO. CHEGA DE TOLERAR OS PODEROSOS QUE MANIPULAM O SEGMENTO PENAL.

MÉDICO DANIEL PONTE :URGENTE RISCO DE MORTE OU PRISAO ILEGAL. LULA ENTRE NESTE CASO. CHEGA DE TOLERAR OS PODEROSOS QUE MANIPULAM O SEGMENTO PENAL.

MÉDICO DANIEL PONTE :URGENTE RISCO DE MORTE OU PRISAO ILEGAL.




Excelentíssimo Senhor Doutor Presidente da CID/OEA



Com Copia a Diversas autoridades Brasileiras , FrontlineDefenders, Embaixada Italiana, EXCELENTISSIMOS MEMBROS DO PARQUET, UNILEX, CNBB e Jornalistas





MC 244/07







Daniel Ponte, MÉDICO, Professor e Defensor de Direitos Humanos, Diplomado Pelo ESTADO Equatoriano, Perseguido Político Pelo Corrupto Estado Brasileiro, Já qualificado no Processo em Epigrafe vem mui respeitosamente apresentar provas fotográficas da Perseguição Política que sofre por parte do Estado Brasileiro







1- O Peticionário Participou do movimento grevista junto com centenas de policiais ( Fotos IML 1,3 e 4 ) por melhorias salariais e pela INTERRUPÇAO DO TRABALHO NO INSTUTO MÉDICO LEGAL INTERDITADO ( mas Funcionando ) FRAUDULENTAMENTE ( Foto da Reportagem do Renomado Jornal “O Globo “ ).



2- Apesar de Centenas de Policiais terem participado da Greve,apenas o peticionário que denunciou a corrupção passou a ser perseguido, ameaçado de morte e indiciado em processos para demissão por ter participado de greve, mostrando o CARATER PESSOAL DA PERSEGUIÇAO , que já havia sido Externada pelo Chefe da Policia Civil Sr. Gilberto Ribeiro, após audiência na ALERJ, com as seguintes palavras “ Você é um péssimo Servidor, Envergonha a Instituição, VOU ARRUMAR UM JEITO DE PUNIR POR PASSAR INFORMACOES PARA POLICIA FEDERAL “



3- O Peticionário era exposto a altas Doses de Radiação, sem qualquer equipamento de radioproteção ou Dosimetro.



4- O Peticionário Era Obrigado a Trabalhar em Local Totalmente INSALUBRE ( FOTO DSC01867) e sem qualquer equipamento de biossegurança



5- Dentro do IML Funciona/ Funcionava uma Funerária particular ( Foto IML2 ), que conforme a foto cobrava até 1550,00 Reais para Liberação do cadáver e enterro, Isso DENTRO DO IML !!!!!!!!!!!



6- O Atual Diretor do IML, Perito Jeferson, que Fez Declaração Falsa ao Tribunal de Contas da União para favorecer o Corrupto Perito LUIZ CARLOS LEAL PRESTES JUNIOR, ofereceu a troco de dar aval em uma lista que captava recursos FEDERAIS para o IML ( Objetos Inúteis e em quantidades absurdas ), o “ CONVENIO DAS FUNERARIAS “ . Isso de certo era alguma forma de Propina corrupção, o peticionário recusou dar o Aval , e o aval foi dado pelo Perito Luiz Carlos Leal Prestes Junior, que conta como Sua Esposa como Funcionaria fantasma de Longa data .



7- O Perito Jeferson, Esclareceu que quem mandou oferecer o “ Convenio das Funerárias” Foi o Diretor do Departamento de Policia Tecnica Cientifica DELEGADO DE POLICIA Walter da Silva Barros, e quem estava em Brasília cuidando do assunto era o Delegado Henrique Vianna ( que ainda Tenho Esperança de ter participado do esquema em Erro )





8- O Peticionário Tem Sido Caçado e Coagido a CALAR A VERDADE por Policiais do Rio de Janeiro, em especial da a Corregedoria de Policia Civil, local onde já foi torturado Psicologicamente e Ameaçado de Morte para calar a verdade na Qualidade De Testemunha do MINISTERIO PUBLICO DO TRABALHO, MINISTERIO PUBLICO FEDERAL e MINISTERIO PUBLICO ESTADUAL-RJ, pelo Inspetor de Policia ARISTOTELES MARQUES BATISTA, em presença de testemunhas,inclusive da advogada do Sindicato dos Médicos DRa.Miriam dos Santos



9- O Peticionário Corre grave risco iminente de morte ao permanecer no Brasil, em Especial, no Rio de Janeiro, Cidade Dominada Pelas “Milicias” Grupos de Policiais e Bombeiros bandidos que Contam com o Apoio do chefe de Policia e do secretario de segurança, conforme documentação já enviada a esta excelsa comissão, e que pode ser mais uma vez visto no Blog do Capitão Policial Militar ( ameaçado ) Luiz Alexandre http://capitaoluizalexandre.blogspot.com/ , e No Blog do ameaçado Major PM Wanderby Medeiros http://www.wanderbymedeiros.blogspot.com/





10-O Peticionário Corre Grave Risco de Prisão Por Motivo Forjado ou Execução Sumaria se Permanecer No Brasil, por parte da corrupta Policia do Rio de Janeiro



11-Deve ser Lembrado que a Corregedoria de policia é Subordinada ao Sr.Gilberto Ribeiro, que Forjou Prova Criminal em Processo Estadual e Federal ( Incluiu Ficha Criminal de Daniel Katzestein PonteS, como se fosse do peticionario), FICANDO DE FORMA MUITO ESTRANHA IMPUNE, tendo ainda sido Mandante da Invasão da Universidade Estácio, que o Estado Brasileiro Negou FALSAMENTE a Esta Excelsa comissão .



12-Cabe Ressaltar que A Corregedoria tem Total Ciência que o Peticionário esta de licença médica OFICIAL da Própria Policia Estadual e do INSS Federal, inclusive sendo aconselhado por seu médico a sair do Rio de janeiro como forma terapêutica de Diminuir a Estresse e a Depressão,mas mesmo assim, caça o Peticionário em verdadeiro ato de tortura Psicológica para Depor e ser ameaçado Novamente.



13-Deve Ser Ressaltado que devido aos Novos fatos narrados e o não fornecimento da medicação PROVIGIL 200MG, que o Estado Brasil foi condenado desde Março de 2008 a Fornecer, o peticionário esta chegando a dormir de 16 a 20 h por dia, devido ao agravamento de seu quadro de estresse traumático continuo,que o Estado Brasil não respeita sequer os próprios laudos OFICIAS ou as Ordens Judiciais para fornecer a medicação e a ainda coage os médicos que atendem o peticionário



14-O RISCO DE MORTE OU PRISAO ILEGAL DO PETICIONARIO E DE SUA MAE IDOSA SÃO GRAVES E IMINENTES



15-Depois do Peticionário e de sua Genitora Mortos, de nada vai servir uma nota de protesto na pagina desta Excelsa Comissão, conforme ocorreu com o Nobre e Executado Advogado Pernambucano que Buscou em vão auxilio desta Excelsa Comissão.



16-Deve Ser Registrado que o Peticionário foi Alertado por um Aluno da Universidade Estácio de Sá, que se Identificava como Comissário de Policia da Corregedoria, respondendo diretamente a Corregedora Delegada Ivanete e ao Secretario de Segurança Jose mariano Beltrame, que caso o peticionário se asilasse no Exterior “ Sua Mãe Era Uma Senhorinha IDOSA, PODENDO SER FALCILMENTE MORTA EM FALSO ROUBO “, O Aluno Everton Contava com Pistola, Fuzil e Viatura da Policia, Foi interpelado ao radio Nextel pelo Delegado Alexandre NETO, onde Confirmou ser Policial da Corregedoria. Foi Descoberto que Everton não é POLICIAL,mas Agente do Departamento de Transito, não poderia estar sequer Armado ou se identificando como Policial !!!!!!!!!!!!!!!! Ou seja, alguém da alta cúpula da aval para ele ter Viatura e Fuzil, objeto que Policiais Normais não usam como se fossem seus.



17-O Peticionário reitera os Pedidos de garantia de vida e Liberdade de Expressão aos Jornalistas Ucho hadad, Paulo Henrique Amorim, Ao Capitão PM Luiz Alexandre ,ao Major Wanderby Medeiros ( Policiais Militares RJ), Ao Delegado Alexandre Neto ( Já Vitima de Atentado, e marcado para Morrer ) ,Ao Delegado De Policia Federal Protogenes Queiroz ( Já Vitima de Atentado e massacrado Pela Própria Policia Federal )



18-Por Fim O Peticionário apresenta mais provas da Corrupção endêmica de Toda Policia Brasileira, e a impossibilidade de Permanecer no Brasil com sua Genitora, pois o mesmo esquema de ALUGUEL DE DELEGACIAS E IML para Corrupção é Feito em Outros estados, conforme Reportagem do Renomado Jornal “Estado de São Paulo “ , o Brasil vive a Ditadura da Corrupção, Cometendo Crime Hediondo, PUNIDO COM TORTURA E MORTE quem ousa enfrentar. Enquanto isso Milhares de Crianças Vivem na Miséria, sem Escola, saúde, Idosos Morrendo Pelo chão dos hospitais, sem vagas nem em enfermarias .... Tudo Culpa dos Corruptos, que Roubam os impostos do Povo Brasileiro ..... Isso é o Brasil !!!!!!!!



http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,entenda-o-suposto-esquema-de-corrupcao-na-seguranca-de-sp,333220,0.htm













19-O Peticionário Esclarece que se Apresenta a Policia Federal , ao Ministério Publico Federal, O Ministério Publico do Trabalho, mas que não se apresentara nunca a POLICIA DO RIO DE JANEIRO, ou ao Ministério Publico do RIO, onde de Certo vai ser Morto, Torturado ou Sofrerá Flagrante Forjado .







Das Provas:





1- Fotos Anexadas





2- Reportagens onde mostram o alto escalão do Ministério Publico e Judiciário do Brasil, encobrindo e participando da corrupção Policial, devendo destacar que o Delegado Acusado Rafick Lousada,continua no Poder, lugar de onde nunca saiu , tendo o peticionário duvidas se o Ex-Chefe de Policia e Atual Preso Alvaro Lins, não era em parte Mero Representante de Rafick, e quis tomar o poder de vez ....





Reportagens que Mostram o Envolvimento do alto Escalão do Ministério Publico do Rio de Janeiro Com os Delegados Corruptos que Comandam a Policia Civil do RJ





http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL20771-5606,00.html





Esse Delegado Rafick Lousada é um dos Chamados “ Cardeais da Corrupção no RJ” , sempre fica no poder em todos os corruptos governos







http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/05/30/desembargadora_deputada_na_mira_do_mp-546575420.asp

quarta-feira, 4 de março de 2009

Suzana Varjão e Vera Mattos

Vera Mattos

Ana Bruni: Território Mulher

IRMÃ DULCE. O ANJO ETERNO DA BAHIA.

Saudades de Regina Coeli.


Jornalista desde os 16 anos, Regina trabalhou nos jornais Diário de Notícias, Jornal da Bahia e A TARDE, além das emissoras TV Bahia e TV Aratu. Também colaborou com revistas e mantinha havia 15 anos uma assessoria de imprensa que leva o seu nome.

Apaixonada pela vida e pela profissão, lutava contra um câncer há dois anos e, sem deixar se abater, trabalhou até a última terça-feira. “Ela levou notebook para o hospital onde escreveu na cama as últimas colunas. Uma delas foi publicada na edição de sexta feira (06) de A TARDE e uma outra continua inédita. Pouco depois sentiu-se mal”, contou o filho Nelson.

Entre os assuntos abordados na última coluna que publicou, Regina falou sobre o carnaval e a apresentação de trios sem cordas “que vão dar o que falar” além de temas relacionados à saúde, moda e música.

Regina Coeli Pereira de Oliveira era natural de Salvador, mas viveu 15 anos no Rio de Janeiro. Era casada com João Souza Filho. Deixou três filhos, Nélson, Sérgio e Ana Virgínia; e uma neta, Caroline.