Mais de 20 homens chegaram atirando em um bairro do município baiano.
Uma adolescente de 14 anos está entre as vítimas.
Uma chacina deixou três pessoas mortas e uma ferida na noite de domingo (9), no bairro de Portão, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Segundo testemunhas, mais de 20 homens armados teriam chegado atirando em busca dos donos de um ponto de drogas da região. Eles estavam em carros pretos e até de bicicleta. Os moradores contam que os suspeitos usavam coletes, além de terem algemas e armamento pesado.
Uma dona de casa, que prefere não se identificar, diz que a disputa pelo comando do tráfico de drogas é antiga na região e revela que viveu momentos de pânico. “O pessoal na hora do desespero invadiu a casa da moça aqui do lado e eu procurei meu filho, quando eu vi que tinham mais tiros me joguei no chão, quando eu vi tinha uma menina baleada. Eles ficaram gritando ‘Cadê vocês daqui da rua agora? Cadê os homens da rua?”, relata a testemunha.
Três pessoas que passavam pelo local no momento dos disparos morreram. Um homem, que seria usuário de drogas de acordo com a polícia, uma dona de casa e uma estudante, de 14 anos. A mãe da garota, que também foi atingida de raspão na perna, não se conforma com a morte da filha. “Ela veio correndo na minha frente, ela não está morta não, se ela estivesse morta ela caia na minha frente, ela não caiu, ela correu para a casa da vizinha”, desespera-se Odevânia Conceição, mãe da vítima.
Fonte: G1
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Preciso alugar uma casa em Lauro de Freitas (Bahia)
Imóvel simples, sem luxo. Urgente.
Aguardamos retorno dos leitores de Lauro de Freitas.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Fala Região Metropolitana de Salvador.
Espaço aberto para todos os municipios que fazem parte da Região Metropolitana de Salvador.Agradeço a visita de todos.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Moema ensina a João Malvadeza e TRF suspende demolição das barracas de Ipitanga.


Decisão do desembargador presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Olindo Herculano de Menezes, suspendeu temporariamente a derrubada das barracas na Praia de Ipitanga, em resposta a recurso apresentado pela Prefeitura de Lauro de Freitas. O desembargador vai solicitar informações à 13ª Vara da Justiça Federal, que ordenou a demolição, para então julgar o mérito.
A decisão foi recebida com emoção e alívio pelos barraqueiros, que desde a madrugada desta segunda-feira se revezavam nas barricadas armadas ao longo da Orla de Ipitanga para impedir a entrada dos tratores. “Hoje vamos poder dormir mais tranqüilos. Mas isso não significa que vamos baixar a guarda”, comemorou a prefeita Moema Gramacho, convocando todos a voltarem a Ipitanga na manhã desta quarta-feira, para nova mobilização.
Buscando reforçar a decisão do TRF, a Procuradoria Geral de Lauro de Freitas vai dar entrada numa petição para juntar ao processo documento em que a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) atesta que o trecho da orla atingida pela decisão da 13ª Vara é administrado pela Prefeitura de Lauro de Freitas. A área foi incorporada a Salvador em 1969 pela Lei n° 2.713 que redefiniu “de maneira imprecisa”, segundo a SEI, os limites entre os municípios, suscitando “questionamentos”.
Na orla de Ipitanga estão instaladas 63 barracas, 32 delas no lado de Salvador, que vai até o kartódromo. Nos dois últimos dias, os proprietários e funcionários tiraram equipamentos, telhas e todo o material que foi possível salvar, com apoio de servidores e caminhões da Secretaria Municipal de Serviços Públicos.
O dia foi tenso. A expectativa da chegada, a qualquer momento, do comboio de policiais e tratores deixava os barraqueiros com nervos à flor da pele. Cansados da vigília, eles montaram uma grande barricada na divisa entre as praias do Flamengo e Ipitanga. A prefeita Moema Gramacho passou todo o dia no local, acompanhada de secretários e vereadores de Salvador e de Lauro de Freitas, à espera da decisão do TRF, que só chegou á noite.
“Vencemos uma batalha, não ganhamos a guerra. Por isso é preciso manter a vigilância, continuar mobilizados”, ressaltou Moema após anunciar a decisão do desembargador Olindo Herculano. Emocionados, barraqueiros e moradores fizeram uma oração. Muitos choravam de emoção e cansaço. “Vamos continuar aqui nas barracas. Só sairemos depois da decisão definitiva”, afirma Carlos Fritsch, da Barraca Tchê.
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