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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Wagner classificou a derrubada das barracas de praia como “espetáculo horripilante”















Barracas da Orla – O governador também comentou a demolição das barracas de praia da Orla de Salvador e afirmou que o problema foi causado por falta de diálogo e negociação prévia. Wagner classificou a derrubada das barracas de praia como “espetáculo horripilante” e criticou a forma como a Prefeitura conduziu o projeto das estruturas de alvernaria. "Faltou mediação e eu nunca fui convocado para essa conversa", respondeu o candidato ao ser questionado sobre o motivo do governo estadual não ter intermediado o conflito entre os barraqueiros e a prefeitura.

“O episódio ficou cheio de heróis dizendo bravatas e acabamos na pior solução possível. Sempre acho melhor uma negociação do que uma sentença” afirmou.

João Malvadeza ou ex-prefeito popular?A orla pega fogo.





Determinação do Juiz que sustentou a crueldade de João Malvadeza.






Dando continuidade à determinação da Justiça Federal sobre as demolições das barracas de praia de Salvador, funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizam nesta quarta-feira a derrubada das barracas da Cidade Baixa na Boa Viagem, Ribeira e Cantagalo. Até o momento já foram derrubados 85 equipamentos apenas pela manhã. No total, somando todos os dias de trabalhos, 325 barracas já foram demolidas.

Nesta terça-feira (24) 138 estruturas da orla foram ao chão. A ação foi realizada no trecho que vai de Patamares a Pituaçu, e também nas praias do Corsário, dos Artistas, Jardim de Alah, Placaford, Itapuã, Barra, Ondina, Amaralina e Rio Vermelho. As demolições começaram na segunda, com a demolição de 102 barracas.

Todas as 353 barracas espalhadas pela orla devem ser demolidas em um prazo máximo de 11 dias, mas os trabalhos devem ser encerrados na próxima sexta-feira (27). Já os entulhos, segundo a assessoria da Sucom, poderão ser retirados das praias em três meses.

A ação de Moema Gramacho barra o ditador João Henrique.

Clima tenso em Ipitanga
Ao contrário do que estava previsto para hoje, as barracas da praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas não foram derrubadas. Os comerciantes ficaram concentrados na praia com garrafas de gasolina presas aos corpos afirmando que iriam se matar caso o processo de demolição fosse realizado.

A prefeitura do município conseguiu uma decisão que adiou as demolições até que sejam fornecidas mais informações sobre quem realmente cuida das barracas do bairro - 32 - que ficam em Salvador. A prefeitura de Lauro de Freitas argumenta que é responsável pelas barracas e é contra as demolições.

Assistência
A prefeitura divulgou uma nota hoje informando que realizará uma reunião na manhã desta quarta-feira (25) com representantes do governo federal para discutir uma opção de renda para os comerciantes. A prefeitura informou ainda que está verificando a liberação de um crédito especial para que os barraqueiros possam iniciar novos empreendimentos.