Para quem denunciou por todos esses anos os absurdos do prefeito de Salvador, hoje é dia de comemoração. Ele saiu da vida dos soteropolitanos e deixou um estrago violento.
O amigo dos empreiteiros deixa a cidade mais miserável, mais pobre, mais suja e mais fedorenta.
Amor por Salvador ele nunca teve. Não adianta chorar lágrimas de crocodilo. A vida dos soteropolitanos tornou-se insuportável.
Nem o super homem poderá resolver a curto prazo os malefícios de sua herança.
Segure o título de pior prefeito da história de Salvador.
Quem não respeitou os soteropolitanos, quem não respeitou baianos e turistas foi você. Ninguém avisou que a cidade era antiga, mais que centenária e que foi a primeira Capital do Brasil? Precisaram dois mandatos para entender isto????
Hoje é dia da libertação. Acabou!!!!
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Quem comanda a máfia dos produtos vencidos na Av. Joana Angélica, Salvador, Bahia ?
A venda de alimentos vencidos talvez seja a pior delas.
Quem comanda o comércio de alimentos vencidos? Porque a Prefeitura Muncipal não fiscaliza? Não se trata de um ambulante ou de um pequeno grupo. A coisa é bem pior, principalmente a partir das 18 horas.
Caminhões chegam transportando alimentos vencidos geralmente vendidos a um real. As pessoas enchem as sacolas e ficam felizes pq compram de tudo. Os vendedores garantem que não trará Qualquer prejuízo a saúde.
No caminho para a Arena Fonte Nova você tem várias chances para ser assaltado. A quantidade de abordagens é absurda. Mendigos e usuários de drogas pedem dinheiro.
Em alguns trechos, pela facilidade de roubar e sair correndo, existem os pontos de assalto. Aí levam bolsas, carteiras, compras, celular.
Polícia? Nem pensar. Fiscais? Nem pensar? Limpeza pública? Nem pensar.
Quem comanda o comércio de alimentos vencidos? Porque a Prefeitura Muncipal não fiscaliza? Não se trata de um ambulante ou de um pequeno grupo. A coisa é bem pior, principalmente a partir das 18 horas.
Caminhões chegam transportando alimentos vencidos geralmente vendidos a um real. As pessoas enchem as sacolas e ficam felizes pq compram de tudo. Os vendedores garantem que não trará Qualquer prejuízo a saúde.
No caminho para a Arena Fonte Nova você tem várias chances para ser assaltado. A quantidade de abordagens é absurda. Mendigos e usuários de drogas pedem dinheiro.
Em alguns trechos, pela facilidade de roubar e sair correndo, existem os pontos de assalto. Aí levam bolsas, carteiras, compras, celular.
Polícia? Nem pensar. Fiscais? Nem pensar? Limpeza pública? Nem pensar.
Entre a Praça da Piedade e a Arena Fonte Nova existe um doloroso caminho para os pedestres. Uma vergonha para Salvador !
A vendedora de frutas fazia o descarte de ameixas e peras jogando sem nem olhar para todos os lados. As esquinas cobertas de lixo, tanto reciclável como perecível, se acumula impiedosamente. Ratos, cães e gatos se misturam ao lixo, tentando buscar alimentos. Mendigos, usuários de crack, também estão ali.
Os passeios completamente destruídos não servem aos pedestres. Existem tantos buracos, que dificil é achar onde pisar.
Melhor mesmo se aventurar entre os carros pois simplesmente ele não andam. Os dois km que separam a Praça da Piedade da Arena Fonte Nova são um verdadeiro inferno. A Avenida Joana Angélica tornou-se impraticável. Nesses últimos oito anos foi totalmente destruída. Me refiro ao prefeito João Henrique que conseguiu deixar Salvador mais igual quando se trata de miséria e abandono.
O assustador é que neste trecho se pratica a céu aberto todo o tipo de ilegalidade.
A venda de alimentos vencidos talvez seja a pior delas.
Quem comanda o comércio de alimentos vencidos? Porque a Prefeitura Muncipal não fiscaliza? Não se trata de um ambulante ou de um pequeno grupo. A coisa é bem pior, principalmente a partir das 18 horas.
Caminhões chegam transportando alimentos vencidos geralmente vendidos a um real. As pessoas enchem as sacolas e ficam felizes pq compram de tudo. Os vendedores garantem que não trará Qualquer prejuízo a saúde.
No caminho para a Arena Fonte Nova você tem várias chances para ser assaltado. A quantidade de abordagens é absurda. Mendigos e usuários de drogas pedem dinheiro.
Em alguns trechos, pela facilidade de roubar e sair correndo, existem os pontos de assalto. Aí levam bolsas, carteiras, compras, celular.
Polícia? Nem pensar. Fiscais? Nem pensar? Limpeza pública? Nem pensar.
Agora, para quem não conhece Salvador vou informar: a Av. Joana Angélica tem em sua área o Fórum Rui Barbosa, a OAB, o Ministério Público, grandes colégios públicos e monumentos históricos.
Próximos também a Secretaria de Segurança Pública, o Quartel do Exército e Reitoria. Várias universidades e igrejas.
Ruas escuras e entregues aos ratos descomunais.
Esta não foi a Salvador que conheci e que vivi.
Será que dos milhões que o governo gastou para construir a Arena Fonte Nova nao sobrou um percentual para cuidar desses dois quilometros? É tão imoral esta situação, é tão vergonhosa.
O caótico governo de João Henrique conseguiu destruir a cidade. Não conservou nem o que havia. Está inelegível. Mas não é o suficiente. A pior administração de toda a história de Salvador. Vade retrum.
Os passeios completamente destruídos não servem aos pedestres. Existem tantos buracos, que dificil é achar onde pisar.
Melhor mesmo se aventurar entre os carros pois simplesmente ele não andam. Os dois km que separam a Praça da Piedade da Arena Fonte Nova são um verdadeiro inferno. A Avenida Joana Angélica tornou-se impraticável. Nesses últimos oito anos foi totalmente destruída. Me refiro ao prefeito João Henrique que conseguiu deixar Salvador mais igual quando se trata de miséria e abandono.
O assustador é que neste trecho se pratica a céu aberto todo o tipo de ilegalidade.
A venda de alimentos vencidos talvez seja a pior delas.
Quem comanda o comércio de alimentos vencidos? Porque a Prefeitura Muncipal não fiscaliza? Não se trata de um ambulante ou de um pequeno grupo. A coisa é bem pior, principalmente a partir das 18 horas.
Caminhões chegam transportando alimentos vencidos geralmente vendidos a um real. As pessoas enchem as sacolas e ficam felizes pq compram de tudo. Os vendedores garantem que não trará Qualquer prejuízo a saúde.
No caminho para a Arena Fonte Nova você tem várias chances para ser assaltado. A quantidade de abordagens é absurda. Mendigos e usuários de drogas pedem dinheiro.
Em alguns trechos, pela facilidade de roubar e sair correndo, existem os pontos de assalto. Aí levam bolsas, carteiras, compras, celular.
Polícia? Nem pensar. Fiscais? Nem pensar? Limpeza pública? Nem pensar.
Agora, para quem não conhece Salvador vou informar: a Av. Joana Angélica tem em sua área o Fórum Rui Barbosa, a OAB, o Ministério Público, grandes colégios públicos e monumentos históricos.
Próximos também a Secretaria de Segurança Pública, o Quartel do Exército e Reitoria. Várias universidades e igrejas.
Ruas escuras e entregues aos ratos descomunais.
Esta não foi a Salvador que conheci e que vivi.
Será que dos milhões que o governo gastou para construir a Arena Fonte Nova nao sobrou um percentual para cuidar desses dois quilometros? É tão imoral esta situação, é tão vergonhosa.
O caótico governo de João Henrique conseguiu destruir a cidade. Não conservou nem o que havia. Está inelegível. Mas não é o suficiente. A pior administração de toda a história de Salvador. Vade retrum.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
ACM Neto X Nelson Pelegrino : segundo turno em Salvador.
ACM Neto aposta na TV e voto da periferia no 2º turno; Pelegrino mira a classe média de Salvador.
O candidato do DEM à Prefeitura de Salvador, ACM Neto, afirmou na tarde desta segunda-feira (8) que seu principal "trunfo" para a disputa no segundo turno será o tempo igual de propaganda no rádio e TV. “Nosso trunfo é o tempo de TV e rádio." O democrata vai enfrentar o petista Nelson Pelegrino (veja resultado final da apuração no primeiro turno).
APURAÇÃO
Salvador BA
100% DAS URNAS APURADAS
1º
ACM Neto DEM2ºT
40,17% 518.976 votos
2º
Pelegrino PT2ºT
39,73% 513.350 votos
3º
Mario Kertesz PMDB
9,43% 121.894 votos
VER PLACAR DE APURAÇÃO COMPLETO
O PT, pelo tempo excessivo [no primeiro turno] conseguiu nos pautar”, disse Neto, em coletiva à imprensa em seu escritório, no bairro de Ondina.
No primeiro turno, Pelegrino teve cerca de 15min de propaganda, contra 5min de Neto.
O PT levou ao horário eleitoral críticas a ação judicial movida pelo DEM contra as cotas raciais na UnB (Universidade de Brasília) como forma de atacar a candidatura adversária, e Neto teve que usar boa parte de seu tempo de propaganda para reafirmar sua posição favorável às cotas.
O mesmo aconteceu quando a propaganda de Pelegrino exibiu discurso de Neto, deputado federal, na Câmara, no qual ele ameaçava dar “uma surra” no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à época da CPI dos Correio, em 2003. Novamente o democrata usou seu tempo na TV para explicar o episódio.
A coordenação de campanha do DEM também pretende intensificar as atividades de rua em bairros da periferia, como na região do Subúrbio Ferroviário, onde Pelegrino teve mais votos em 11 de 20 zonas eleitorais, segundo contabilidade do partido.
Neto, por sua vez, teve mais votos em bairros de classe média, como Graça, Pituba, e Brotas.
Atrás dos votos da classe média
A avaliação da votação por bairros do DEM é parecida com a feita pela campanha petista. O candidato Nelson Pelegrino afirmou, também em entrevista coletiva nesta segunda-feira (8), que vai buscar os votos da classe média no segundo turno.
“Vamos intensificar o diálogo com a classe média no segundo turno. Vamos intensificar esse debate Mas não vamos abandonar os nossos, os mais necessitados. É essa a nossa prioridade: governar para os que mais precisam nessa cidade. Mas nós vamos governar para toda a cidade”, afirmou o petista.
Sobre a estratégia para o segundo turno, Pelegrino disse acreditar que o tom será de uma “disputa de projetos, de quem já governou e de quem nunca governou Salvador”, afirmou.
“A única candidatura que representa mudança é a nossa. Porque a candidatura de ACM Neto governou Salvador durante oito anos, e governaram durante quatro anos com [o prefeito] João Henrique também. Vamos mostrar isso, que eles tiveram 12 anos o governo e não mudaram a cidade”, disse o petista.
VEJA OS RESULTADOS DA APURAÇÃO NO PRIMEIRO TURNO PELO PAÍS
O deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB) foi prefeito de Salvador de 1996 a 2004 pelo então PFL, antiga denominação do partido Democratas. Em 2008, após não conseguir passar ao segundo turno, ACM Neto declarou apoio ao prefeito João Henrique Carneiro (PP), que à época disputou a reeleição pelo PMDB.
Com sua gestão avaliada como ruim ou péssima por 67% dos eleitores, segundo pesquisa Ibope de 23 de agosto, o prefeito se tornou um aliado indesejado na campanha. Neto tem afirmado que o DEM foi o partido que menos indicou secretários na segunda gestão de João Henrique. O PT, que nunca elegeu um prefeito na capital baiana, também participou do primeiro mandato de Carneiro. João Henrique não declarou apoio a nenhum candidato durante a campanha.
Alianças
PT e DEM miram agora conquistar o apoio do PMDB para o segundo turno. O partido teve candidatura própria à prefeitura, mas terminou na terceira posição, com 9% dos votos para Mário Kertész (PMDB). Partido da base do governo federal da presidente Dilma Rousseff (PT), o PMDB na Bahia faz oposição ao governador Jaques Wagner (PT).
ACM Neto e Nelson Pelegrino passaram ao segundo turno com uma diferença estreita de votos: 40,17%, para o DEM, e 39,73%, para o PT.
“O PMDB hoje é a minha prioridade”, afirmou ACM Neto, ao comentar o arco de alianças para o segundo turno.
O democrata disse não acreditar numa influência decisiva do vice-presidente Michel Temer (PMDB) na definição do apoio para o segundo turno pelo PMDB baiano, que ainda não anunciou se apoiará Neto ou o candidato do PT.
Nelson Pelegrino afirmou que procurou o presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, para conversar sobre o assunto, e que há um diálogo nacional entre os dois partidos para alianças em diversas cidades. Pelegrino, no entanto, evitou comentar se Salvador estava em pauta.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Guarda Municipal ameaça fazer greve durante o Carnaval.
O Carnaval de Salvador deve começar, nesta quinta-feira, 3, com funcionários da prefeitura municipal em greve. Os servidores da Guarda Municipal decidiram em assembleia na manhã desta quarta-feira, 2, paralisar as atividades durante a festa, caso o prefeito João Henrique não volte atrás na decisão de cortar 30% dos efetivos que trabalharão no período.
A assembleia foi marcada após a denúncia, feita pela Frente de Associações dos Servidores Municipais (FAS), dissidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) e que agrega cinco associações de servidores ligadas aos agentes de transito e transporte, fiscalização da SESP, servidores da SUCOP, guardas municipais e salva-vidas, de que a Prefeitura pretendia cortar 30% do efetivo do ano passado alegando redução de receita.
De acordo com o coordenador do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Jeiel Webster, os funcionários de outras secretarias e superintendências também vão manter a paralisação, iniciada desde a última quarta-feira, 23. Logo após a reunião, os servidores seguiram em carreata pela Avenida San Martin em direção à Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag).
Ainda hoje, os efetivos da Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop) e da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) devem anunciar paralisação durante a festa. “Nós assinamos um acordo com o vice-prefeito, Edvaldo Brito, e ontem fomos surpreendidos com a notícia de que esse acordo foi suspenso. Estamos entre uma briga política do prefeito com o vice, e o servidor público não pode pagar por isso”, afirmou Webster.
Segundo afirmou Mércia Arruti, uma das lideranças da FAS, a luta para a permanência do efetivo vai continuar. "Faremos de tudo para garantir que cada servidor não fique fora desse Carnaval, afinal já são poucos os servidores envolvidos e a cidade precisará de cada um deles para um bom carnaval", afirmou.
Serviços interrompidos – De acordo com Jeiel Wesbster, do Sindseps, as escolas municipais e os postos de saúde suspenderam o funcionamento na tarde desta quarta-feira por falta de segurança. “Os guardas municipais já estão parados, os que reduz a segurança para essas pessoas. Por isso as aulas foram suspensas e o atendimento nos postos de saúde também”, afirmou.
Em nota, a Assessoria de Comunicação da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (Susprev) informa que o setor não aderiu a greve da categoria.
http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5692938
A assembleia foi marcada após a denúncia, feita pela Frente de Associações dos Servidores Municipais (FAS), dissidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) e que agrega cinco associações de servidores ligadas aos agentes de transito e transporte, fiscalização da SESP, servidores da SUCOP, guardas municipais e salva-vidas, de que a Prefeitura pretendia cortar 30% do efetivo do ano passado alegando redução de receita.
De acordo com o coordenador do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Jeiel Webster, os funcionários de outras secretarias e superintendências também vão manter a paralisação, iniciada desde a última quarta-feira, 23. Logo após a reunião, os servidores seguiram em carreata pela Avenida San Martin em direção à Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag).
Ainda hoje, os efetivos da Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop) e da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) devem anunciar paralisação durante a festa. “Nós assinamos um acordo com o vice-prefeito, Edvaldo Brito, e ontem fomos surpreendidos com a notícia de que esse acordo foi suspenso. Estamos entre uma briga política do prefeito com o vice, e o servidor público não pode pagar por isso”, afirmou Webster.
Segundo afirmou Mércia Arruti, uma das lideranças da FAS, a luta para a permanência do efetivo vai continuar. "Faremos de tudo para garantir que cada servidor não fique fora desse Carnaval, afinal já são poucos os servidores envolvidos e a cidade precisará de cada um deles para um bom carnaval", afirmou.
Serviços interrompidos – De acordo com Jeiel Wesbster, do Sindseps, as escolas municipais e os postos de saúde suspenderam o funcionamento na tarde desta quarta-feira por falta de segurança. “Os guardas municipais já estão parados, os que reduz a segurança para essas pessoas. Por isso as aulas foram suspensas e o atendimento nos postos de saúde também”, afirmou.
Em nota, a Assessoria de Comunicação da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (Susprev) informa que o setor não aderiu a greve da categoria.
http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5692938
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Abaixo-assinado Pedido de Impeachment do prefeito de Salvador, capital da Bahia o Prefeito João Henrique de Barradas Carneiro

Para:
Supremo Tribunal Federal, Câmara Municipal de Salvador, tribunal Regional Eleitoral, Tribunal de Justiça da Bahia, Tribunal de Contas do Município, Policia Federal, Ministério Publico Federal, Ministério Publico Estadual e a População de SalvadorPedido de Impeachment do prefeito de Salvador, capital da Bahia o Prefeito João Henrique de Barradas Carneiro por incapacidade de gestão, falta de transparências na utilização de recursos públicos, falta de prestação de contas das relações de TRANSCONS, CREDITOS TRIBUTARIOS, Compras e contratações em licitações, e por desequilíbrio da ordem publica. O pedido é o sumario afastamento do prefeito João Henrique pela falta de assistência a população soteropolitana, cidades cheias de buracos, LIXO nas ruas, falta de transparências no contrato de coleta de lixo, das contratações emergências desnecessárias, e com contratações na modalidade de inelegibilidade, inexistência de responsabilidade e compromissos com os funcionários públicos, atrasos de salários, calotes a fornecedores, benefícios políticos de ordem estrutural da maquina publica para eleição da sua esposa a deputada e primeira dama Maria Luiza Orge Carneiro, e pela liberação irregular de alvarás de postos de gasolina.
Confira no link. Clique no título.
João Henrique: renúncias de secretário e de líder agravam situação na Prefeitura.

Secretário da Casa Civil e líder da base aliada renunciam a cargos.
A luz vermelha piscou ontem com intensidade na Prefeitura de Salvador, depois que o vereador Alfredo Mangueira (PMDB) renunciou à chefia da Casa Civil, menos de 24 horas depois de ter assumido o cargo, sob a alegação de que não teria a autonomia para a função. O episódio agrava ainda mais a crise política enfrentada pelo prefeito João Henrique (PMDB).
A desistência de Mangueira foi o mais duro golpe na manobra do prefeito para escapar, na Câmara, da rejeição imposta pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e expõe as tensões no alto escalão da prefeitura. “Tomo essa decisão por entender que, a inexistência de autonomia para o titular do cargo, impede o exercício sério, pleno, transparente e competente, marcas que têm pautado os meus quase 30 anos de vida pública”, diz Mangueira, em nota.
O escape do aliado ocorreu após seu antecessor no cargo, o secretário João Cavancanti — bastante ligado à primeira-dama e deputada estadual Maria Luiza Carneiro (PSC) - ter sido nomeado para a chefia do Gabinete do prefeito. “Com isso, ele entendeu que iria apenas assinar documentos e servir como elo para ajudar João Henrique na Câmara”, informa um cacique peemedebista.
Cama de gato
Sem poder contar com a articulação do vereador junto aos parlamentares, determinante na eleição de Pedro Godinho (PMDB) para presidência da Casa, o prefeito está cada vez mais isolado. E tal isolamento ficou em maior evidência quando, a reboque da saída de Mangueira, o vereador Téo Senna (PTC) também anunciou a desistência de liderar a bancada governista.
“Estou muito preocupado. A gente não sabe mesmo o que vai acontecer. Em três mandatos, nunca vi a Casa tão dividida, com tantos blocos (governo, oposição e dois independentes) e isso pode ser prejudicial para o prefeito, em um ano que achávamos de futuro mais promissor”, diz Senna.
O vereador afirmou que não assumiu a liderança da bancada aliada, porque o cargo estava condicionado à ida de Mangueira para a Casa Civil, mas garantiu que permanece na base de apoio ao prefeito. “Mas quem for assumir a condição de líder em meu lugar terá um papel difícil pela frente. Vai liderar quem?”, afirma.
Ontem, o prefeito reuniu a cúpula do Thomé de Souza em busca de soluções para a crise. Saiu sem posição definida e sem falar com a imprensa. O secretário de Comunicação de Salvador, Diogo Tavares, informou que as desistências pegaram João Henrique de surpresa e que ele ainda não sabe quem ocupará a Casa Civil e a liderança da bancada governista. “Vai ser difícil encontrar alguém com o perfil de Mangueira”, admite Tavares.
Alianças
Outro golpe na governabilidade de João Henrique pode vir do Democratas, partido que ainda se mantém no arco de alianças do prefeito. “O DEM está em processo interno de debate para, em breve, oficializar a sua posição com relação à Prefeitura de Salvador”, adianta o deputado federal ACM Neto.
Para o parlamentar, a situação política do prefeito é delicada. “O momento requer atenção, sobretudo para que não haja qualquer tipo de ônus para a população”, destaca. ACM Neto afirma ainda que o DEM não foi consultado sobre mudanças no secretariado e que nunca participou da composição de cargos no alto escalão da prefeitura.
Para coroar a crise, João Henrique parece dialogar cada vez menos com seu vice, Edvaldo Brito (PTB). Em entrevista ontem à TV Bahia, o petebista disse também não ter sido consultado sobre a reforma administrativa e, de quebra, afirmou que teria “feito diferente” em relação às contas da administração, que acabaram rejeitadas pelo TCM.
Para completar, seu partido, com quem vem duelando desde as eleições deste ano, também lavou as mãos. “O mandato é do PMDB, que João Henrique abriu mão sem que tivesse nenhum distrato a ele. Sua gestão não se parece em nada com nosso modo de governar. Se ele sair do partido, vamos para a Justiça”, disse o deputado federal eleito Lúcio Vieira Lima, presidente estadual da legenda.
Um outro aliado do prefeito resumiu a situação vivida hoje pelo prefeito: “Um governante pode passar por uma crise administrativa se não tiver em crise política, e vice-versa. Mas, as duas juntas, é grave”.
Novos secretários enfrentam velhos problemas
Os novos secretários do prefeito João Henrique passaram o dia de ontem se inteirando das dificuldades que terão que enfrentar. Em tempos de crise na prefeitura, a necessidade de solução de velhos problemas esbarra no desequilíbrio entre despesas e receitas municipais.
Finanças O equilíbrio é a primeira meta do novo titular da Fazenda, Joaquim Menezes: a busca do equilíbrio fiscal. Em nota, ele afirmou que pretende fazer isso através do fortalecimento das receitas e transferências, e acompanhamento dos custos de todas as secretarias. E para evitar uma nova rejeição das contas da prefeitura, o experiente ex-secretário de Finanças de Feira de Santana prometeu ainda ficar de olho no cumprimento das normas expedidas pelos tribunais de contas do Município e da União.
Saúde
Outro que não vai ter moleza nos próximos meses é o novo titular da Saúde, vereador Gilberto José (PDT). Médico e com pós-graduação em saúde pública, o secretário vai enfrentar a insatisfação dos trabalhadores terceirizados pelos constantes atrasos nos salários e os postos de saúde fechados por falta de médicos e equipamentos. O secretário, em nota, mostrou que tem ideia da difícil missão que o aguarda.
“Chego com os pés no chão, consciente de que não será possível fazer milagres na saúde da nossa cidade”, declarou. A saída encontrada para as dificuldades financeiras será “unir forças com os governos estadual e federal”. Ontem, já foi dia de protesto. “O posto de Pernambués foi fechado para reforma em fevereiro e até hoje não reabriu“, reclamou o líder comunitário Genílson Geno.
Orla
Outro desafio difícil terá pela frente o advogado e ex-secretário da Fazenda, Oscimar Torres, novo titular da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) e responsável por resolver o imbróglio da orla de Salvador. Cinco meses após a demolição das barracas, o lixo toma conta das praias e os antigos comerciantes têm se virado como podem para garantir a renda familiar.
“Montei uma barraca improvisada com 15 mesas, que é o que a prefeitura permite. Mas a estrutura é horrível”, contou o ex-barraqueiro de Patamares, Miguel Vaquer. O secretário explica que aguarda a homologação da Justiça para implementar o projeto da nova orla.
Sem dinheiro, Torres revela que o maior desafio de sua gestão será firmar parcerias com a iniciativa privada para projetos como reformar mercados municipais e feiras livres em Itapuã e na Liberdade. “Nossa prioridade, agora, é o Carnaval. Precisamos dar andamento ao cadastramento de ambulantes, às licitações, à iluminação da orla e à limpeza”, disse o secretário.
PCdoB Salvador critica manobras do prefeito João Henrique.
A direção do Comitê Municipal do PCdoB em Salvador divulgou nota nesta terça-feira (4/1), tornando pública seu posicionamento sobre as mudanças feitas pelo prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) no secretariado e reafirmando a disposição de construir um novo projeto político para a capital baiana. Confira a seguir a íntegra da nota:
Para o Partido, a mudança repentina é mais uma demonstração da forma de gestão adotada por João Henrique, que é marcada pela falta de planejamento e o improviso. Isto pode ser comprovado pelo grande número de gestores que já passaram pelo secretariado de JH, que ultrapassa seguramente mais de 50 nomes em seis anos de governo, um fato jamais experimentado pela capital baiana até então.
O PCdoB chama a atenção ainda para os reais motivos das ultimas mudanças, que não foi pensada para resolver os problemas da cidade, mas sim para tentar garantir os direitos políticos do prefeito, já que o mesmo teve suas contas rejeitadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Segundo a legislação, caso a Câmara de Vereadores não rejeite em quorum qualificado o parecer do Tribunal, JH ficará inelegível durante oito anos.
Enquanto o prefeito prioriza os seus interesses, Salvador permanece no caos e a população entregue à própria sorte. Vide o aumento no transporte coletivo e nos impostos, o caos do trânsito, a situação da orla, o abandono do Centro Histórico e a eterna novela do metrô, que ainda não tem data para entrar em operação.
O PCdoB mais uma vez reafirma que Salvador precisa de um novo projeto político, que leve em conta as reais necessidades da população e resgate o brilho da terceira maior cidade do país, tornando-a mais humana. A nossa bancada de vereadores vai votar pela rejeição das contas do prefeito, tamanho o número de irregularidades e escândalos verificados e vai conclamar a população e os movimentos sociais para pressionar a Câmara Municipal para não se sujeitar aos caprichos de João Henrique.
Comitê do PCdoB em Salvador”
De Salvador,
Eliane Costa
Para o Partido, a mudança repentina é mais uma demonstração da forma de gestão adotada por João Henrique, que é marcada pela falta de planejamento e o improviso. Isto pode ser comprovado pelo grande número de gestores que já passaram pelo secretariado de JH, que ultrapassa seguramente mais de 50 nomes em seis anos de governo, um fato jamais experimentado pela capital baiana até então.
O PCdoB chama a atenção ainda para os reais motivos das ultimas mudanças, que não foi pensada para resolver os problemas da cidade, mas sim para tentar garantir os direitos políticos do prefeito, já que o mesmo teve suas contas rejeitadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Segundo a legislação, caso a Câmara de Vereadores não rejeite em quorum qualificado o parecer do Tribunal, JH ficará inelegível durante oito anos.
Enquanto o prefeito prioriza os seus interesses, Salvador permanece no caos e a população entregue à própria sorte. Vide o aumento no transporte coletivo e nos impostos, o caos do trânsito, a situação da orla, o abandono do Centro Histórico e a eterna novela do metrô, que ainda não tem data para entrar em operação.
O PCdoB mais uma vez reafirma que Salvador precisa de um novo projeto político, que leve em conta as reais necessidades da população e resgate o brilho da terceira maior cidade do país, tornando-a mais humana. A nossa bancada de vereadores vai votar pela rejeição das contas do prefeito, tamanho o número de irregularidades e escândalos verificados e vai conclamar a população e os movimentos sociais para pressionar a Câmara Municipal para não se sujeitar aos caprichos de João Henrique.
Comitê do PCdoB em Salvador”
De Salvador,
Eliane Costa
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Prefeito João Henrique troca onze secretários.
O prefeito João Henrique (PMDB), em um movimento inesperado, decidiu trocar ontem seis dos 11 secretários que compõem a cúpula do Palácio Thomé de Souza. O anúncio deve ser publicado hoje, no Diário Oficial do Município. Entre os nomes que deixarão a administração de Salvador, o de Fábio Mota, que comandava a Secretaria de Serviços Público (Sesp), sinaliza a ruptura do prefeito com o PMDB e consolida seu afastamento do ex-ministro da Geddel Vieira Lima. O lugar de Mota será ocupado, interinamente, pela diretora de operações da Limpurb, Ângela Fernandes, que também vai assumir a presidência da empresa de limpeza.
A Casa Civil será ocupada pelo vereador Alfredo Mangueira (PMDB), que substitui João Cavalcanti, um dos mais próximos colaboradores do prefeito e principal articulador da troca de comando na administração. Contudo, fontes da prefeitura garantem que Cavalcanti vai permanecer no alto escalão do Thomé de Souza.
Na Saúde, sai Jorge Saturnino Rodrigues e entra outro vereador, Gilberto José (PDT), substituição que agrada ao ex-partido do prefeito, já que acomoda na Câmara o pedetista Cristovinho, primeiro suplente da legenda. O lugar de Mangueira deve ser ocupado pelo segundo suplente do PMDB, Silvoney Sales, já que o primeiro, Batista Neves, herdou a vaga do ex-vereador Alan Sanches, eleito para a Assembleia.
A Fazenda, antes chefiada por Flávio Mattos, será assumida pelo auditor fiscal Artur Matos. Para a Secretaria de Transportes e Infraestrutura (Setin), que era chefiada por Euvaldo Jorge, foi indicado Marcelo Abreu, que comandava a pasta de Trabalho, Assistência Social e Direitos do Cidadão (Setad). No lugar de Abreu, entra o subsecretário Emerson Palmeira, em caráter interino.
Outra troca comentada nos bastidores foi a da Ouvidoria Geral, que estava sob comando do ex-vereador Valdenor Cardoso (PTC). Em seu lugar, assume Humberto Viana. Porém, Cardoso não está fora da lista de aliados de João Henrique, já que há a probabilidade da criação da Secretaria de Esportes, órgão, cujo cotado para chefiar é o vereador Téo Senna (PTC). Nesse caso, a vaga na Câmara ficaria para Cardoso.
Apesar de visto como um movimento com alto viés político, que busca recompor a base governista no Legislativo, o prefeito disse, em nota, que a troca visa “promover um período de ajuste nas contas e preparar a cidade para novos desafios, (...) que precisam ser colocados em prática nos próximos dois anos, dentro dos preparativos para a Copa de 2014”.
Jairo Costa Júnior | Redação CORREIO
Tribunal de Contas rejeita contas do prefeito João Henrique
Redação CORREIO
O Tribunal de Contas do Município (TCM) rejeitou por unanimidade as contas do prefeito de Salvador, João Henrique, do ano de 2009, nesta quinta-feira (9). Além disso, o prefeito terá que pagar uma multa de R$ 5 mil e devolver mais de R$ 5 referentes a um pagamento indevido feito ao secretário de Reparação, Ailton dos Santos Ferreira.
O parecer do TCM precisa ser confirmado por pelo menos dois terços da Câmara de Vereadores. Caso o prefeito não consiga invalidar a decisão pode ficar inelegível por até cinco anos, de acordo com a Lei Ficha Limpa. Esta é a primeira vez em 20 anos que um prefeito da capital baiana tem as contas rejeitadas.
A prefeitura gastou mais do que arrecadou para o ano e aumentou seu endividamento. Além destes problemas, o TCM teria levado em consideração a reincidência das multas recebidas pela prefeitura - as contas do prefeito vinham sendo aprovadas "com ressalvas" em anos anteriores.
Dentre os descumprimentos encontrados estão aplicação de impostos em educação menor do que o previsto na Constituição, arrecadação de somente 94,4% do que foi previsto no orçamento e contratos que não seguiram licitações corretamente, dentre outros.
Ainda à noite, a prefeitura divulgou nota em que nega irregularidades e que vai recorrer da decisão, "apresentando defesa" de pontos que podem ser reconsiderados.
(Com informações do repórter Jairo Costa Júnior)
O Tribunal de Contas do Município (TCM) rejeitou por unanimidade as contas do prefeito de Salvador, João Henrique, do ano de 2009, nesta quinta-feira (9). Além disso, o prefeito terá que pagar uma multa de R$ 5 mil e devolver mais de R$ 5 referentes a um pagamento indevido feito ao secretário de Reparação, Ailton dos Santos Ferreira.
O parecer do TCM precisa ser confirmado por pelo menos dois terços da Câmara de Vereadores. Caso o prefeito não consiga invalidar a decisão pode ficar inelegível por até cinco anos, de acordo com a Lei Ficha Limpa. Esta é a primeira vez em 20 anos que um prefeito da capital baiana tem as contas rejeitadas.
A prefeitura gastou mais do que arrecadou para o ano e aumentou seu endividamento. Além destes problemas, o TCM teria levado em consideração a reincidência das multas recebidas pela prefeitura - as contas do prefeito vinham sendo aprovadas "com ressalvas" em anos anteriores.
Dentre os descumprimentos encontrados estão aplicação de impostos em educação menor do que o previsto na Constituição, arrecadação de somente 94,4% do que foi previsto no orçamento e contratos que não seguiram licitações corretamente, dentre outros.
Ainda à noite, a prefeitura divulgou nota em que nega irregularidades e que vai recorrer da decisão, "apresentando defesa" de pontos que podem ser reconsiderados.
(Com informações do repórter Jairo Costa Júnior)
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Salvador está de um jeito que não serve nem para ricos, nem para pobres. Ainda dá tempo de salvar salvador.

Por Emiliano José
Olhe para o lado. Salvador está à beira do colapso. Uma cidade inteira submetida a um prefeito que não governa. E quando governa, governa para grupos econômicos. Vá à avenida Paralela. A cidade vai suportar tantos veículos daqueles edifícios? E nas demais avenidas? E na Garibaldi? E na Orla?
O engarrafamento enervante revela a construção desordenada de edifícios e a incompetência em construir um metrô. Se a classe média já não suporta Salvador em colapso, imagine o que se passa na avenida Suburbana, nas Cajazeiras, em Itapagipe, na Estrada Velha do Aeroporto, na Salvador das periferias.
O desatino é tão grande que a destruição das áreas verdes na Paralela está provocando a invasão dos bichos nas residências. Até o Parque da Cidade está sendo atacado e retalhado.
E o prefeito João Henrique Carneiro está preocupado com quê? Xixi nas ruas. Não é piada, não. É trágico. Não podemos suportar mais a prefeitura a serviço dos grandes interesses privados. Não haverá solução para a violência que tomou conta de Salvador sem um plano para erradicar a pobreza nos bairros populares, nas encostas, invasões. Precisamos de políticas sérias de planejamento urbano.
A saída para Salvador não está na demagogia barata de um prefeito que acha que administrar é fazer apenas praças que afundam com chuvas. O desafio é maior. Implica em políticas de segurança alimentar, trabalho, moradia, saneamento básico, mobilidade, saúde, educação, cultura, esporte e lazer. Precisamos recuperar nosso direito à cidade, o direito à nossa querida Salvador.
Reagir, organizar-se, mobilizar-se, propor novas formas de existência – é o que devemos fazer. Estou nessa luta ao lado do nosso povo, desde sempre. Meu mandato de deputado federal estará à disposição da cidade, por uma Salvador humana, de todos.
Salvador está de um jeito que não serve nem para ricos, nem para pobres. Ainda dá tempo de salvar salvador.
BLOG do jornalista, escritor, professor e candidato a deputado federal Emiliano
(1331).
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Marinha nega que seja proprietária de área ocupada por barracas.
E agora João?
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A Marinha do Brasil negou nesta quarta-feira (25) que seja proprietária das áreas onde estavam construídas as barracas de praia de Salvador. Em nota divulgada hoje à tarde pelo Comando do Segundo Distrito Naval, a entidade informa que “não entrou com ação na Justiça para obter a reintegração de posse das mesmas”. Entre segunda e hoje, 349 barracas foram derrubadas nas regiões da Orla Atlântica (Praia do Flamengo e a Barra) e da Baía de Todos os Santos (Canta Galo até São Tomé de Paripe).
Ainda segundo a nota, “não há qualquer participação da Marinha do Brasil nas ações que estão levando à desocupação das áreas situadas nos ‘terrenos de marinha”, que são as áreas situadas na costa marítima, em faixa de 33 metros medidos a partir da posição do preamar médio. As áreas onde as barracas estavam são bens públicos de domínio da União.
A operação da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) cumpre determinação do juiz Carlos D’Ávila, da 13ª Vara da Justiça Federal. O juiz baseou a determinação neste fato de as estruturas estarem em área da União.
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A Marinha do Brasil negou nesta quarta-feira (25) que seja proprietária das áreas onde estavam construídas as barracas de praia de Salvador. Em nota divulgada hoje à tarde pelo Comando do Segundo Distrito Naval, a entidade informa que “não entrou com ação na Justiça para obter a reintegração de posse das mesmas”. Entre segunda e hoje, 349 barracas foram derrubadas nas regiões da Orla Atlântica (Praia do Flamengo e a Barra) e da Baía de Todos os Santos (Canta Galo até São Tomé de Paripe).
Ainda segundo a nota, “não há qualquer participação da Marinha do Brasil nas ações que estão levando à desocupação das áreas situadas nos ‘terrenos de marinha”, que são as áreas situadas na costa marítima, em faixa de 33 metros medidos a partir da posição do preamar médio. As áreas onde as barracas estavam são bens públicos de domínio da União.
A operação da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) cumpre determinação do juiz Carlos D’Ávila, da 13ª Vara da Justiça Federal. O juiz baseou a determinação neste fato de as estruturas estarem em área da União.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
João Malvadeza ou ex-prefeito popular?A orla pega fogo.



Determinação do Juiz que sustentou a crueldade de João Malvadeza.


Dando continuidade à determinação da Justiça Federal sobre as demolições das barracas de praia de Salvador, funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizam nesta quarta-feira a derrubada das barracas da Cidade Baixa na Boa Viagem, Ribeira e Cantagalo. Até o momento já foram derrubados 85 equipamentos apenas pela manhã. No total, somando todos os dias de trabalhos, 325 barracas já foram demolidas.
Nesta terça-feira (24) 138 estruturas da orla foram ao chão. A ação foi realizada no trecho que vai de Patamares a Pituaçu, e também nas praias do Corsário, dos Artistas, Jardim de Alah, Placaford, Itapuã, Barra, Ondina, Amaralina e Rio Vermelho. As demolições começaram na segunda, com a demolição de 102 barracas.
Todas as 353 barracas espalhadas pela orla devem ser demolidas em um prazo máximo de 11 dias, mas os trabalhos devem ser encerrados na próxima sexta-feira (27). Já os entulhos, segundo a assessoria da Sucom, poderão ser retirados das praias em três meses.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
João Henrique:"Eu vou mudar a cara dessa orla, que era medonha, porque agora tenho o apoio da Justiça Federal e da Polícia Federal."


A ocupação da orla ao longo de quatro séculos foi criminosa. Primeiro, pela ocupação indevida do espaço público, onde as pessoas construíram barracas e verdadeiros barracos. Depois, pela cultura da desorganização, pela falta de fiscalização e a conivência das autoridades. Eu vou mudar a cara dessa orla, que era medonha, porque agora tenho o apoio da Justiça Federal e da Polícia Federal.João Henrique.
Emmerson José e Sergio Costa | Redação CORREIO
emmerson.jose@redebahia.com.br
sergio.costa@redebahia.com.br
O choque de ordem que o prefeito João Henrique (PMDB) prega para a cidade vai pegar de jeito também quem faz xixi na rua. A ideia é inspirada no Rio de Janeiro, onde mais de 400 pessoas já foram presas por causa do mau hábito. Enquanto comemora a liderança de Salvador na geração de empregos entre as capitais do país, João anuncia que quer deixar, como marca de sua gestão, uma orla impecável, “que dê inveja ao Rio”, e onde as pessoas deixem de freqüentar “apenas para se embebedar”, como definiu em visita à Redação do CORREIO na sexta-feira. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Prefeito, qual a cara da orla de Salvador que o senhor espera deixar ao fim do seu mandato?
Um lugar em que as pessoas se sintam bem ao ir à praia. A ocupação da orla ao longo de quatro séculos foi criminosa. Primeiro, pela ocupação indevida do espaço público, onde as pessoas construíram barracas e verdadeiros barracos. Depois, pela cultura da desorganização, pela falta de fiscalização e a conivência das autoridades. Eu vou mudar a cara dessa orla, que era medonha, porque agora tenho o apoio da Justiça Federal e da Polícia Federal.
Como o senhor gostaria de que olhassem sua gestão em Salvador no futuro? Eu acho que está ficando a marca da geração de empregos. Antes, as manchetes dos jornais daqui diziam que Salvador era a capital do desemprego em letras garrafais. Eu não aguentava mais essa marca, esse sofrimento. Mas eu gostaria de deixar uma orla linda, igual à de Ipanema no Rio. Salvador tem duas grandes joias. O Centro Histórico e a orla. Tudo o que se fala dessas joias toca fundo na alma das pessoas. Eu encontrei ruínas na orla: Jardim de Alah, Casa de Moscoso, a casa de um delegado chamado Feitosa, a sede do clube do BNB. Eram feridas urbanas que botei no chão.
As casas de prostituição que funcionam na orla não incomodam o senhor?
As borracharias fecharam, viu? Graças a nós. Porque a orla de Salvador era assim: borracharias, favelas e casas de strip-tease. Na medida em que você começa a oferecer à orla hotéis de cinco estrelas e edifícios de bom nível, naturalmente a ambientação - e a freqüência - vai ser outra. As pessoas vão começar a ir à praia para praticar esportes, para passear com a família, e não apenas para se embebedar.
E essa orla maravilhosa que o senhor quer deixar seria com as barracas recuadas, como no Rio? O senhor ainda acredita que isso vai sair?
Nós ainda temos dois anos e meio pela frente e na velocidade com que nossa administração trabalha, mesmo sem dinheiro, vai sair, sim. É a devolução do patrimônio público a seu público. A Paralela ganhou a densidade habitacional de hoje por causa do estúpido preconceito de não se deixar construir nada na orla de Salvador durante décadas, décadas e décadas. Se a gente não liberasse o gabarito da orla, a Paralela ficaria igual à Avenida Sete. A população de Salvador está tendo oportunidade de viver em frente ao mar. Ninguém vai fazer uma “copacabanização” aqui, com prédios colados. Aquilo foi na década de 50. Não tinha essa consciência ambiental de hoje. Se você muda a orla marítima, você muda a cidade. Na orla baixa, em parceria com o governo do estado, vamos fazer belíssimos calçadões, com cinco metros de largura, do Palanque do Remo até o Porto da Lenha. Nem o Rio tem igual.
O senhor fala muito em choque de ordem. Em que medida o senhor acha que as medidas podem reverter os problemas culturais que contribuem para a desordem urbana de Salvador?
A Europa começou a combater o xixi na rua no século 17, há 300 anos. Resolveu. Você não vê ninguém fazendo xixi na rua na Europa.
O senhor vai prender quem fizer xixi na rua?
A ideia é essa. É fazer o que está sendo feito no Rio de Janeiro. Eu trouxe aqui o secretário de Ordem Pública do Rio que nos mostrou o que foi feito por lá, das resistências que tiveram no começo, mas o prefeito contou com o apoio do governador e já foram presas mais de 400 pessoas por xixi na rua. Fazer o mesmo aqui seria emblemático. Mas eu preciso de apoio do estado e da União, porque a autoridade municipal aqui nunca foi levada muito a sério. Aqui só se respeita quem tem arma na cintura.
Então, a proibição do xixi na rua será uma das bandeiras, digamos assim, culturais do choque de ordem?
A ideia é essa, mas não é só. Tem mais, como a proibição de carga e descarga em certos horários ou a proibição de grandes caminhões e carretas de circular em horários de pico.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Prefeitura de Salvador cobra absurdos para devolver mercadorias a ambulantes. E o dinheiro dos camarotes? O prefeito tem que dizer quem se beneficia.
Até hoje os ambulantes cadastrados não tiveram condições de pegar suas mercadorias no depósito de Sao Martins. Para cada item é cobrado a multa é de 87,00.Os ambulantes procuram a SESP pq não podem pagar tanto. E até esta data a mercadoria está a disposição da Sesp.
É bom que o prefeito João Henrique tome conhecimento da forma pela qual os ambulantes sendo tratados e lembre que Geddel irá precisar de votos.
E não esqueça que baiano burro nasce morto
Largo da Vitória vira palco de pancadaria.Agentes do Prefeito agem contra ambulantes.
É bom que o prefeito João Henrique tome conhecimento da forma pela qual os ambulantes sendo tratados e lembre que Geddel irá precisar de votos.
E não esqueça que baiano burro nasce morto
Largo da Vitória vira palco de pancadaria.Agentes do Prefeito agem contra ambulantes.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Pipoqueiros buscam abrigo na Igreja e na residência da UFBa. Olha o rapa de João Henrique.
Enquanto os trios usam todos os recursos para venderem cerveja barata, os pipoqueiros e os vendedores de pamonha vivem dias dias de panico. Saíram para vender seus produtos no Largo da Vitória. Estão agora todos juntos frente a residencia universitária. Razão? Os rapas de João Henrique, a polícia municipal e a pancadaria que rolou na área durante três dias.
Se você quer comer uma pipoca ou comer uma pamonha ou milho saia de casa e venha comprar neste local.
Se você quer comer uma pipoca ou comer uma pamonha ou milho saia de casa e venha comprar neste local.
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