A Jornalista escreve,entrevista, critica,indica links, discute assuntos vinculados ao tema Direitos Humanos.E se expressa sem medo pois seu único compromisso é com a verdade.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
A Fundação Jaqueira precisa de você.

A FUNDAÇÃO MARIA LÚCIA JAQUEIRA DE MATTOS contabiliza mais de 50 mil pacientes atendidos, em 08 anos de existência, por profissionais voluntários, atuantes, capacitados, procurando realizar o máximo, dentro dos seus limites.A Fundação jaqueira está precisando de doações urgente.
Doações devem ser feitas na:
FUNDAÇÃO MARIA LÚCIA JAQUEIRA DE MATTOS
BANCO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
AGÊNCIA: 2211
CONTA 8888-2
OPERAÇÃO: 003
O DEPÓSITO PODE SER EFETUADO EM QUALQUER CASA LOTÉRICA.
fundacaojaqueira@ymail.com
Protógenes Queiroz: este é o cara.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
QUE PAÍS É ESTE?
SEM TROCADILHOS, ELE ABRIU A CABEÇA DAQUELES QUE TEIMAM EM NÃO VER O QUE SE PASSA DE PODRE NESTE NOSSO BRASIL.
SALVE JOAQUIM! BOTE A BOCA NO TROMBONE. MESMO QUE SEJA UMA VOZ SOLITÁRIA EM NOSSO SUPREMO.
AQUELE ABRAÇO!
domingo, 26 de abril de 2009
Bahia: Serviços de saúde mental em Salvador serão debatidos em audiência pública no Ministério Público Estadual.
serão debatidos em audiência pública
Na próxima segunda-feira, dia 27, das 9h às 17h, os Ministérios Públicos estadual (MPE) e federal (MPF) realizarão uma audiência pública para apurar as razões da não-concessão de gratuidade no transporte público urbano, o chamado “passe livre”, para pessoas com déficit de intelectualidade e transtorno mental, e verificar a prestação dos serviços de saúde mental na rede CAPS, residências terapêuticas e demais equipamentos extra-hospitalares e hospitalares em Salvador. Promovida pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Gedef), promotora de Justiça Silvana Almeida, e pela procuradora da República Nara Soares Dantas, a audiência pública ocorrerá no auditório do MPE, no bairro de Nazaré, sendo direcionada a instituições públicas, autoridades, organizações não-governamentais e interessados no assunto. O MPE e MPF pretendem obter subsídios para a instrução de um inquérito civil instaurado conjuntamente por eles e coletar outras informações referentes à violação dos direitos das pessoas com deficiência. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (71) 3103-6434 ou pelo e-mail gedef@mp.ba.gov.br.
ASCOM/MP – Telefones: (71) 3103-6505/ 6502/ 6567
sábado, 25 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Salvador:Guerra Sangrenta. Em três meses são 508 assassinatos
Nos três primeiros meses do ano de 2009 foram contabilizadas pelo Centro de Documentação e Estatística Policial (Cedep), 508 pessoas vítimas de crime doloso na Capital e Região Metropolitana. Os dados apontam um aumento em Salvador de 2,3 % em comparação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto que na RMS, segundo o Cedep, houve uma redução de 13% se comparado aos meses do ano de 2008. Os números revelam que a cada dia, 6 a 7 pessoas são assassinadas na capital e RMS. Fica a pergunta: quem será a próxima vítima?
Estatística da polícia evidencia que 98% das pessoas mortas foram vítimas de arma de fogo, em seguida, às armas brancas (faca), e algumas mortes por espancamento. O aumento dos assassinatos começou a expandir no ano de 2007 que registrou a morte de 1.664 pessoas. Já no ano de 2008, marcado por 8 chacinas com 37 mortos, o Cedep computou 2.303 óbitos, tendo um aumento de 51,4% em comparação ao ano anterior. Vale salientar que vários autores das chacinas foram presos no mesmo ano. Tanto os especialistas quanto a polícia apontam o tráfico de drogas como a principal causa da matança.
Facilidade de possuir armas de fogo, drogas, falta de emprego, desigualdade social, falta de atuação do Estado, são alguns dos motivos apontados pelos estudiosos para justificar o aumento dos assassinatos. O maior número de mortos se encontra nos bairros periféricos e invasões da capital. Segundo pesquisas do Fórum Comunitário de Combate a Violência (FCCV), a maioria das vítimas dos assassinatos, são jovens, pobres, negros, com idade entre 14 e 25 anos.
A gestora do FCCV, Tânia Cordeiro, acredita que a violência é um aspecto social que reflete na saúde e qualidade de vida das pessoas. E ainda ressalta que os assassinatos são consequências também da desigualdade social dos indivíduos que não têm outra alternativa, acabam entrando no mundo das drogas. Tânia acredita que é preciso que os governantes invistam na melhor qualidade de vida das pessoas, moradoras de bairros periféricos que estão abandonados e se encontram à margem da sociedade.
No entanto, o secretário de Segurança Pública, César Nunes, disse que esse ano, em decorrência de ações preventivas de policiais desenvolvidas na Bahia, houve uma redução nos números de assassinatos.
"Estamos com menos 8% de homicídios no período de janeiro a março de 2009, em relação ao mesmo período de 2008, na Bahia. As polícias passaram a ser proativas e não mais reativa como no passado, ou seja, estamos partindo para cima dos bandidos e investigando as quadrilhas e seus matadores. Sendo que muitos deles, foram presos ou morreram em confronto com a polícia", pontuou o secretário.
Os caminhos percorridos no tráfico de drogas levam a um percurso perigoso e sem volta. Quando o destino não é a morte, resta a prisão, e mesmo ao sair da cadeia, o traficante torna-se alvo dos rivais, devido às disputas pelo território do tráfico. No final da manhã da última quarta-feira, o acusado pela polícia de ser o maior traficante da área do bairro de Boca do Rio, Maurício Conceição da Anunciação, mais conhecido como "Mau-Mau", foi morto após troca de tiros com policiais da Rondesp, Rotamo e 39ª CIPM (Boca do Rio) no bairro de Castelo Branco. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola 9 mm, com três carregadores, além de certa quantidade de maconha. A mulher do traficante, identificada apenas como "Fernanda", também foi detida. De acordo com os policiais, "Mau-Mau" era um dos traficantes mais procurados da Boca do Rio. Ele era acusado de comandar o tráfico no bairro, além de praticar vários assaltos e mais de dez execuções. A polícia acredita que ele se refugiou no bairro de Águas Claras, pelo fato de estar sendo procurado na Boca no Rio.
O delegado Deraldo Damasceno, que tem 32 anos de atuação na polícia e trabalha na 5ª delegacia, situada no bairro de Periperi, que atende o Subúrbio Ferroviário, acredita que o aumento dos assassinatos seja decorrência do aumento populacional e a exclusão social. "A maioria das vítimas e os criminosos são jovens entre 18 e 25 anos que se adentram para a criminalidade. A falta de emprego, educação e políticas públicas, os jovens traficando e roubando em busca de dinheiro. Devido a isso, acontecem essas mortes entre eles mesmos".
O tentador e fatal caminho do tráfico
A maioria dos jovens presos por tráfico de drogas alega a falta de emprego e oportunidade para ingressar no mercado de trabalho. Eles acabam buscando como saída trabalhar para traficantes em busca de dinheiro, prática que pode acabar em morte. Nos bairros periféricos, muitas crianças são usadas pelos traficantes para fazer os trabalhos como "aviões", que é quem entrega a droga aos compradores. Essas crianças vão crescendo e o caminho que encontra para ganhar dinheiro é comercializar drogas.
E a partir daí, este jovem passa a ser alvo dos concorrentes que disputam a melhor venda de drogas no bairro, e até chega a montar sua própria "boca de fumo". Várias ruas são utilizadas como pontos de venda de drogas e cada traficante adquire por meio ilegal, uma arma para proteção contra o rival. E devido às disputas, muitos jovens entram para o rol da numerosa estatística de assassinatos. O pior de tudo é que eles são conscientes do que possa acontecer. Tornar-se um assassino, ir preso, ser morto pelo rival ou pela polícia. Esses são os principais desafios que vivem os jovens que entram para o mundo do tráfico.
Um rapaz que foi preso por estar traficando em sua própria residência, sem se identificar, disse que trabalhava fazendo bicos de pedreiro, mas o dinheiro pouco não dava para sustentar sua filha e esposa. "Um conhecido me passou umas "ervas" e pedras de crack para eu vender. Com as vendas, acabei ganhando um dinheirinho bom, e parti para o tráfico. Passei a comprar cocaína que dá mais dinheiro, comprei uma arma para me defender, mas agora acabei preso. Esse é o preço que pagamos, infelizmente", disse o jovem ressaltando que nunca havia sido preso e nunca matou ninguém. "Mas se houvesse necessidade, para me defender e a minha família, usaria a arma. Sei do risco que corro, mas foi o único jeito que encontrei para ganhar dinheiro", disse um homem de 22 anos, que foi preso em Lauro de Freitas. Ele tinha uma "boca de fumo" montada em sua residência na área da Lagoa dos Patos, no mesmo bairro.
Polícia destaca falta de oportunidades
O delegado Deraldo Damasceno vem trabalhando com sua equipe no combate ao tráfico de drogas no Subúrbio Ferroviário que atende mais de 600 mil moradores, acredita que o crescimento populacional e a exclusão social, sejam o principal agravante para os números exorbitantes de pessoas executadas.
Deraldo ressaltou que várias prisões foram realizadas esse ano no Subúrbio, tendo como acusados, jovens iniciantes no mundo do crime. "A maioria das pessoas aqui presas, são jovens de 18 a 25 anos. Nós, juntamente com a Polícia Militar, estamos atuando fortemente no combate ao tráfico de drogas. Mas, para que esses números se reduzem, é preciso investimento em políticas públicas para que essas pessoas sejam inclusos na sociedade", disse o delegado, salientando que os rapazes que entram para o mundo do tráfico, têm os mesmos desejos que um jovem de classe média. "Eles almejam roupas de marcas, celulares da moda, carro para dirigir, como não tem, acabam entrando para o tráfico, como saída para ganhar dinheiro e saciar esses desejos. Depois, passa de empregado ao líder do tráfico e é a partir daí, que começa a guerra sangrenta. Muitos morrem antes dos 25 anos. Infelizmente, o tráfico é uma porta sem saída, ou morre ou será preso", completou o delegado.
César Nunes acrescentou que Segurança Pública não é só polícia, "mas, também é preciso desenvolver ações voltadas à educação, emprego e dignidade. Ações que busque reviver valores, como a família e o respeito aos cidadãos", reforçou Nunes.
Publicada: 22/04/2009
Silvana Blesa
(Tribuna da Bahia)
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Abertura oficial da 9ª Bienal do Livro da Bahia
Data: 17/04/2009
Fonte: Via Press Comunicação
A abertura oficial da 9ª Bienal do Livro da Bahia reuniu autoridades do Estado, expositores e a direção da Fagga Eventos. A vice-presidente do Grupo , Andréia Repsold, iniciou a solenidade anunciando que o evento reúne 385 expositores, cerca de 250 autores e que vai atrair 260 mil visitantes. “Nosso foco é sempre o autor, o livro e a leitura. A Bienal do Livro da Bahia já faz parte do calendário cultural do Estado”, afirmou.
O governador Jaques Wagner falou da importância do evento para difundir a leitura e destacou as comemorações do Ano da França no Brasil, que terá seu espaço na Bienal com a presença de autores franceses na programação cultural. Após seu pronunciamento, o chefe do executivo estadual assinou o decreto de fomento à leitura, que reuniu as assinaturas dos secretários Márcio Meirelles, da Cultura, Adeum Saulo, da Educação, e Rafael Amoedo, da Indústria, Comércio e Mineração.
Márcio Meirelles, que está à frente da pasta que coordena o decreto, considera fundamental o compromisso oficial do governo no sentido de estimular a difusão do livro. “É o primeiro passo para fazer a cadeia do livro funcionar”. Já Adeum Saulo destacou o programa de visitação escolar, que facilita o acesso do público estudantil na feira e “o grande número de expositores comercializando clássicos da literatura por até R$ 3,00”.
Rafael Amoedo disse que a participação da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração no acordo do governo estadual irá facilitar a difusão do livro através da redução de impostos, do auxílio à formação de pontos de vendas de livros, dentre outras ações. Após a abertura oficial da Bienal do Livro, a comitiva composta pelo governador e secretários do governo fez uma visita à feira, passando pelo Circo das Letras, onde assistiram ao recital infantil da Biblioteca do Calabar e também conheceram o Café Literário, Praça de Cordel e Poesia e a Arena Jovem Oi.
A Bienal acontece até o próximo dia 26 no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador.
Traficante Mau-Mau morre em tiroteio com PMs
No imóvel foram aprendidos 1 kq de maconha e uma pistola 9 mm, municiada, utilizada pelo traficante na troca de tiros. Ele acabou alvejado na cabeça e no tórax, sendo encaminhado para o Hospital Roberto Santos, onde faleceu no final da manhã.
O auto de resistência à prisão foi lavrado pelo delegado Jesus Pablo Barbosa, plantonista da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE). O corpo do traficante será encaminhado para perícia no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR). Grávida de quatro meses, Fernanda vai ser ouvida na DTE.
Homicídios
A polícia apurou que Maurício Conceição Anunciação vinha tentando estender sua atividade criminosa às regiões de Castelo Branco e Cajazeiras. A quadrilha liderada por ele é responsável por vários homicídios em Salvador, inclusive policiais. Entre as ações mais ousadas do grupo está o roubo de armas de PMs que faziam ronda na Orla Marítima.
Com mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça, “Mau-Mau” era parceiro dos traficantes Windson |Miranda de Jesus , o “Índio” e Gilson Silva Cerqueira, o “Toia”, ambos também mortos em outros confrontos com a polícia.
http://74.125.47.132/search?q=cache:VVtcFtyBgCQJ:www.ssp.ba.gov.br/noticias.asp%3Fcod_Noticia%3D3809+MORTE+DE+MAU+MAU&cd=4&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Prefeitura decreta expulsão de comunidade de Vila Brandão em Salvador
Por Vila Brandão, 69 anos de [r]existência! Entre a Barra, a Graça e a Vitória, bairros de Salvador (BA) caracterizados pelo predomínio de moradias de alto padrão de luxo, cercados e espremidos pelo Yatch Club e diversos arranha-céus ao redor, a comunidade de Vila Brandão que há 69 anos resiste às investidas contra a sua permanência no local, mais uma vez foi chamada à luta: quando, no último dia 20, ficou sabendo de um decreto assinado pelo prefeito João Henrique (PMDB) que determina a desapropriação do terreno ocupado pela comunidade. Esta é uma dentre várias medidas de um pacote que pretende realizar uma verdadeira faxina étnica na orla de Salvador. O prefeito João Henrique deu início ao seu segundo mandato com uma postura muito diferente do primeiro, abandou a roupagem populista do discurso de uma prefeitura de participação popular, e se alinhou claramente com os setores mais conservadores ligados à especulação imobiliária. Embora esta mudança tenha se desenhado desde o fim do último mandato, com empenho da prefeitura em aprovar um Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) que permite a verticalização da orla com prédios de até 18 andares e expulsa comunidades como a de Vila Brandão em benefício das grandes construtoras. A Comunidade é constituída por pessoas simples, negras e pobres. Pescadores, lavadeiras, ambulantes, etc, que foram pegos de surpresa (mas nem tanto, já que a cobiça pelo lugar já é bem antiga) quando repórteres chegaram perguntando o que as/os moradoras/es iriam fazer e informando que o local seria desapropriado, sem que houvesse anteriormente qualquer diálogo da prefeitura com a comunidade. Como não poderia deixar de ser, diante da história de luta desta comunidade, seja na permanência numa região onde todo o entorno tenta sufocar sua existência, no abandono do poder municipal que não presta os mais básicos serviços como saneamento básico, coleta de lixo, etc, na luta das mulheres lavadeiras pioneiras da comunidade e também das de hoje que criam seus filhos em meio a tantas adversidades e complicações causadas pelos poderes públicos e privados (...) a comunidade de Vila Brandão não se entrega, chama antes todas as pessoas de boa vontade pra somar e ajudar nesta nova luta. No último domingo a vila organizou um dia pra receber apoiadoras/es, foi feito um café da manhã público, discussões, almoço e atividades culturais. CENTRO DE MÍDIA INDEPENDENTE/CMI Brasil |
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
Bancada feminina reivindica a criação de Procuradoria Especial
Deputadas federais e presidente da Câmara negociam a criação de procuradoria na Câmara a fim de investigar casos de violência contra mulheres
A Câmara dos Deputados vai criar a Procuradoria Especial da Mulher. O anúncio foi feito no último dia 18, durante reunião entre o presidente da Casa, Michel Temer, e a bancada feminina do Congresso Nacional. Nesta instância, serão recebidas as denúncias de violência e discriminação contra a mulher, as quais serão encaminhadas aos órgãos responsáveis. Além disso, a procuradora poderá fiscalizar e acompanhar a execução das políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades de gênero e ainda promover campanhas antidiscriminatórias de âmbito nacional.
A nova Procuradoria será criada por meio de um projeto de resolução. Este vincula o órgão ao gabinete da Presidência e estabelece que o cargo será ocupado por uma deputada indicada pelo presidente. A implantação da procuradoria especial foi uma promessa de Temer feita durante a campanha que o levou ao comando da Câmara.
As deputadas ressaltaram a necessidades da Procuradoria ter um espaço específico na Câmara e a indicação da procuradora ser baseada em uma lista encaminhada pela bancada. Temer ficou de examinar as duas propostas. Para a deputada Sandra Rosado (PSB-RN), coordenadora da bancada feminina, o novo espaço dará mais visibilidade ao trabalho das deputadas e reforçará o aparato estatal em defesa da mulher. "É um avanço", afirmou.
Ofício Circular n° 025/2009 Brasília, 02 de abril de 2009.
Assunto: CONVITE
Senhora Deputada,
Convido V.Exa. para uma reunião da bancada feminina, que se realizará, terça-feira, dia 14 de abril, às 16h30, na sala de reuniões da mesa, no espaço cultural.
Durante a reunião será discutida a seguinte pauta:
Sugestões da Bancada Feminina para a Procuradoria Especial da Mulher
Certa de contar com a valiosa presença de V. Exa., agradeço antecipadamente.
Atenciosamente,
Deputada Sandra Rosado
Coordenadora Geral da Bancada Feminina
Solicitamos a confirmação de presença nos telefones 3215 9659 / 3215 9654 com Ericka, Mônica e Rosana
--
EXPRESSÃO FEMINISTA
Partido dos Trabalhadores
Batalha de Breakdancing em Salvador

Acontece neste domingo, 12 de abril, às 13h, no Teatro do IRDEB, fim de linha da Federação, a eliminatória da 2ª Batalha de Break – Evolução Hip Hop, com apresentação de grupos de RAP e discotecagem com Dj Bandido. A batalha terá a participação de b.boys e b.girls de varias cidades da Bahia, será disputada em duplas no formato 2x2 no estilo b.boy, contara com 03 (três) jurados e terá premiações para o 1º lugar de R$ 300.00 + medalha e troféu, 2º lugar de R$ 150.00 + medalha e troféu e 3º lugar de R$ 50.00 + medalha e troféu. Trinta (30) duplas de break já estão escritas para a eliminatória.
A Batalha de Break busca incentivar o fortalecimento da dança de rua como uma linguagem artística. Feita majoritariamente por jovens de periferia, o break permite a criação livre de movimentos próprios a partir do estudo de técnicas da dança. A batalha tem ainda como objetivo promover intercâmbio de artistas de breakdancing com dançarinos das mais variadas técnicas.
A final acontece no dia 19 de abril (domingo), às 18h, no Palco Principal do Teatro Vila Velha, no bairro do Campo Grande, e terá como um dos jurados, o pioneiro de break no Brasil o NELSON TRIUNFO de São Paulo.
A 2ª Batalha de Break - Evolução HipHop, faz parte da programação do Mês da Dança no Vila, e é uma das ações do Projeto HipHop em Movimento que acontece nos dias 18 e 19 de abril no Teatro Vila velha com Workshop de Break, Grafite e Dj. Alem de uma feira com artigos de hiphop e artezanato, Exposição de Grafite, um a mesa redonda que discutirá o HipHop como um Fator de Transformação social, e Transmissão do programa “Evolução HipHop” ao VIVO do Passeio Público no dia 18 de abril, em comemoração ao mês de aniversario do movimento HipHop na Bahia. Toda a programação é gratuita, as inscrições para o workshop serão feitas no local.
Breakdancing em Salvador – As primeiras roda de break em Salvador começou a ser realizada na década de 80, no centro histórico (pelourinho), pelo dançarino “Roque”, que até então, apenas imitava passos de Michael Jakson. Ao passar do tempo, com a evolução da cultura hip-hop na Bahia, a roda de break ganha outro caráter. O B.Boy Ananias, integrante do grupo Independente de Rua criou uma nova aparelhagem de som e reuniu diversos b.boys e b.girls no ano de 2002, na Praça da Sé, local o qual até hoje é o ponto de encontro de b.boys e b.girls na cidade, toda as tercas-feiras às 20h. A parti daí surgiram às batalhas de break e oficinas em diversos bairros da cidade.
Confira a programação do HipHop em Movimento no Mês da Dança: http://www.teatrovilavelha.com.br/vivadanca/programacao/programacao3.htm
SERVIÇO
O quê? Eliminatória da 2ª Batalha de Break – Evolução Hip Hop
Quando? 12 de abril de 20009 (domingo), a parti das 13h.
Onde? Teatro do IRDEB, fim de linha da Federação, Salvador-Ba.
Quanto? GRATUITO
Mais informações:
Dj Branco
(71) 91510631 – cmahiphop@hotmail.com
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Quem é Vera Mattos?
Vera Mattos
Jornalista e escritora. É Conselheira em Direitos Humanos. Militante, ativista. Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos, dirigente da ong Risco Mulher Brasil e da Rede de Atenção a Crianças em Déficit Mental. Representa na Bahia o Fórum de Mulheres do Mercosul, Capítulo Brasil, seção Bahia.
Vera Mattos vem sofrendo ameaças de morte pela sua luta contra a pedofilia e contra a violência exercida contra a mulher.
Há mais de 20 anos luta como defensora dos Direitos Humanos no Brasil e também se envolve em questões internacionais. Seus artigos são amplamente veiculados pela mídia.
Cuidadores de Idosos: vagas limitadas em abril.

A Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos está realizando inscrições para mais duas turmas em abril dentro do valor simbólico de R$25,00 mais dois quilos de alimentos.
A partir do dia 13, das 8 as 11h30m, estendendo-se até 17 de abril. De 20 a 24 de abril, turma vespertina, de 14 as 17h30m.
As inscrições devem ser realizadas na secretaria da Paróquia da Vitória, Largo da Vitória.
São necessárias as cópias de CPF,RG e comprovante de endereço e duas fotos.
Como teremos vários feriados é possível efetuar o pagamento através de depósito em conta corrente da Fundação. Veja os dados:
FUNDAÇÃO MARIA LÚCIA JAQUEIRA DE MATTOS
BANCO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
AGÊNCIA: 2211
CONTA 8888-2
OPERAÇÃO: 003
O DEPÓSITO PODE SER EFETUADO EM QUALQUER CASA LOTÉRICA. GUARDE SEU COMPROVANTE E LEVE OS DOCUMENTOS NO MOMENTO DO CURSO CASO NÃO POSSA COMPARECER A IGREJA.
E-MAIL: fundacaojaqueira@ymail.com
Ewerton Matos:A Sustentável Leveza da Arte

A Sustentável Leveza da Arte - O artista plástico Ewerton Matos expõe esculturas de parede produzidas em MDF e materiais reciclados como tampas de garrafa PET, discos de vinil, disquetes, fitas cassete, películas de filmes e peças de computador. Boulevard da Perini – Av. Princesa Leopoldina, 398, Graça (3444-0004). Abertura sexta-feira, 3. Diariamente, das 6h às 22h. Até 30 de abril.
http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=1115684
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Ewerton Matos é o artista de abril. Visite a exposição em Salvador, Bahia

Começa hoje no Espaço Boulevard da Perini Graça a exposição “A Sustentável Leveza da Arte” do artista plástico Ewerton Matos. Autodidata e locutor de rádio nas horas vagas Matos trabalha com tampas de garrafa PET, discos de vinil, disquetes, fitas cassete, películas de filmes e peças de computador para criar suas esculturas.
1.124 mulheres agredidas este ano na Bahia

O caso foi parar nos holofotes do mundo artístico e ganhou repercussão nacional. O episódio de violência entre os atores Dado Dolabella e Luana Piovani chamou a atenção para a aplicação da lei Maria da Penha no país. No entanto, diante da grande demanda e da carência de varas e de profissionais como oficiais de justiça, poucos casos como esses conseguem ser resolvidos com rapidez. Na Bahia existe apenas uma Vara que tem um acúmulo de 1.124 processos cadastrados, do período em que o órgão foi criado, até março deste ano. Além desses existem mais 341 para serem registrados na Vara. O Tribunal de Justiça da Bahia já anunciou a implantação de mais duas varas ainda este ano.
Em média 60 casos de agressão e violência contra a mulher surgem todo mês na Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, em Salvador. São processos antigos que estavam nas 22 varas comuns e denúncias novas que chegam da capital e de todo o interior da Bahia. Depois das queixas, a juíza da Vara decreta a medida protetiva em até 48 horas, mas nem sempre o caso é logo solucionado, pois faltam oficiais de justiças para entregarem os mandados e aparato policial para acompanhar os profissionais.
A promotora de Justiça, Márcia Teixeira, coordenadora do Grupo de Apoio a Defesa das Mulheres ratifica: "Por falta de eficiências operacionais, muitas mulheres voltam a ser espancadas e agredidas moralmente pelos agressores. Embora haja um grande esforço do Tribunal de Justiça para modificar a situação, ainda é complicado".
No entanto, segundo Teixeira, com a implantação da Lei houve um aumento de denúncias. "Vale ressaltar que não é verdade que a maioria das mulheres desiste da denúncia. Menos de 2% abandona a queixa", enfatiza.
Apesar das dificuldades, a juíza Márcia Lisboa já proferiu 186 medidas protetivas (afastamento da vítima) – uma média de duas medidas por dia. 72 pessoas já foram presas em flagrante e houve cinco prisões preventivas por conta do descumprimento das medidas protetivas, a exemplo do pedido da Justiça de afastamento entre o agressor e a vítima, caso do ator Dado Dolabella, preso por estar próximo da suposta vítima, a atriz Luana Piovani, em um camarote no carnaval. Nos casos das prisões efetivadas na Bahia, apenas um foi absolvido por não ter provas de ocorrência da violência.
De acordo com a juíza da Vara de Violência contra a Mulher, Márcia Lisboa, os agressores apresentam variados perfis. "Temos casos de médicos, advogados, delegados, policiais e outros trabalhadores de baixa renda. Já prendemos até mesmo dois policiais por conta de agressão à parceira. Mas o agressor da mulher não precisa apenas ser o homem-companheiro pode ser qualquer outra pessoa que agrida a mulher, a exemplos de filhos, padrastos, casos de relações homossexuais. A vítima necessariamente é que precisa ser uma mulher", explica.
Conforme a juíza, 451 mulheres já foram atendidas pela equipe multidisciplinar existente na Vara e formada por psicólogos, defensores públicos e promotores. "Trata-se de uma revolução muito grande, pois a Lei não tem apenas cunho repressivo, mas educativo. Aqui mesmo tem um caso onde o sujeito promovia agressões quando bebia, ou seja, o álcool potencializava o seu comportamento violento. Aconselhei-o a procurar um grupo de alcoólicos anônimos e a mulher me informou que seu comportamento já mudou bastante", conta.
Lisboa destaca que a violência contra a mulher – o que não se configura apenas como a física, mas as ameaças também são agressões – "é resultado de uma sociedade patriarcal, onde existem homens que se sentem superiores as mulheres. De 15 em 15 segundos uma mulher é agredida no país. Ainda no Brasil, 70% das mulheres são mortas pelos companheiros, maridos, namorados e ex", frisa.
Em todo o país, o Poder Judiciário possui 150.532 processos tramitando nas varas especializadas em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. As estatísticas foram divulgadas pela presidente da Comissão de Acesso à Justiça e Juizados Especiais, conselheira Andréa Pachá, durante a 3ª Jornada da Lei Maria da Penha, em Brasília.
Atualmente 22 Estados e o Distrito Federal já possuem essas instalações. Apenas Tocantins, Amapá, Roraima e Paraíba ainda não possuem essas varas. Em março do ano passado, eram 17 Estados com varas especializadas.
Em relação à quantidade de processos em andamento após a edição da Lei, em 2006, 41.957 são referentes a ações penais. Essas ações referem-se às agressões físicas sofridas pelas mulheres. Outras 19.803 ações dizem respeito a questões cíveis, que envolvem casos como indenizações patrimoniais e morais. Os dados são referentes a novembro de 2008.
Lilian Machado /Tribuna da Bahia
Publicada: 03/04/2009



