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domingo, 14 de agosto de 2011

Dez perguntas que não querem calar sobre a morte da juíza Patrícia Acioli.



Responda-as quem puder.

Dez perguntas que não querem calar sobre a morte da juíza Patrícia Acioli.

1) Se a juíza já havia recebido ameaças de morte, por que não tinha escolta policial 24 horas por dia?

2) É realmente tão difícil assim desmontar os grupos de extermínio de São Gonçalo?

3) E as gangues que controlam o dito "transporte alternativo" da cidade, como lidar com elas?

4) Por que a cidade de São Gonçalo, com mais de 1 milhão de habitantes, só tinha uma juíza responsável por casos de homicídio?

5) Quais garantias serão dadas ao(s) magistrado(s) que ocupará(ão) o lugar da juíza assassinada?

6) Afinal, Luiz Zveiter negou ou não o pedido de proteção pessoal feito por Patrícia Acioli?

7) Quando é começa a trabalhar a tal "comissão de juízes" que vai assumir os processos de São Gonçalo?

8) O que são, exatamente, as "características de crime de máfia", citadas pelo procurador-geral Cláudio Lopes?

9) O que o deputado Flávio Bolsonaro quis dizer quando publicou (no Twitter) que a juíza "colecionava inimigos" e "humilhava policiais"?

10) Quando é que as autoridades vão deixar de se dizer "chocadas" com esse tipo de coisa, e vão passar a agir de verdade?


Jornal do BrasilMarco Antonio Barbosa. http://fubap.org./telhadodevidro. http://twitter.com/BartBarbosa

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Chuvas no Rio: nem tudo vale a pena.

“...o que se espera como resultado do aumento da temperatura média do
planeta, em um futuro cada vez mais presente, são exatamente temporais muito
mais intensos, em duração e amplitude. O mar, além de mais aquecido, estará
em um nível superior ao de hoje, dificultando o escoamento, tanto das águas
pluviais, como dos esgotos, pelo envelhecido sistema de escoamento das
cidades. Ao invés de investir na adaptação do Rio de Janeiro aos problemas
que afligirão a cidade daqui a algumas décadas, as autoridades de todos os
níveis preferem alocar recursos em PACs cosméticos...”



Por Paulo Piramba



Os números realmente impressionam. Em menos de 12 horas choveu na cidade do
Rio de Janeiro, e em parte de sua Região Metropolitana, o equivalente a dois
meses de chuva. Uma média de 270mm, enquanto o índice normal para o mês de
abril é de 140mm. Até o momento em que escrevo, já foram confirmadas pelo
menos 95 mortes.



A causa mais imediata para esse extremo climático de gigantesca proporção é
a combinação de uma frente fria, com o contraste entre o ar polar e o ar
quente tropical, aliado à temperatura do mar, 2ºC mais quente do que o
normal. Além disso, a maré alta contribuiu para que o alagamento das áreas
urbanas do Rio, já muito impermeabilizadas, não escoasse.



Além do triste saldo de mortes, quase todas provocadas por deslizamentos de
encostas, o caos se instalou na cidade. O alagamento das vias impediu a
passagem dos veículos, fazendo com que milhares de pessoas não chegassem em
casa. Muitos dormiram na rua essa noite. Nessa terça-feira, a cidade vive um
feriado forçado, já que escolas, universidades e poder judiciário
suspenderam suas atividades. Mas muitos bancos, lojas e escritórios de
grandes e pequenas empresas também não funcionam, já que seus empregados e
clientes não têm como se locomover. As já normalmente ineficientes empresas
privadas de fornecimento de energia contabilizam milhares de casas sem luz
desde a noite de segunda.



O prefeito do Rio coloca a culpa do colapso da cidade “nas fortes chuvas, na
maré alta, na ocupação irregular das encostas e nas pessoas que insistem em
morar nelas”. Não deixa de alfinetar os “demagogos de plantão” que, segundo
ele, “criticam os reassentamentos de moradores de áreas de risco”. E ainda
dá “nota zero para o preparo da cidade para o temporal”.



Em meio a todo o oba-oba da realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no
Rio de Janeiro, os ambientalistas mais críticos – que responsabilizam a
sociedade do consumismo e as suas relações com o meio ambiente, pela
escalada do aquecimento global – insistem que, ao invés de obras de fachada,
fossem incluídas na preparação destes eventos intervenções que começassem a
preparar a cidade para os efeitos que, certamente, as mudanças climáticas
provocarão.



Senão vejamos, o que se espera como resultado do aumento da temperatura
média do planeta, em um futuro cada vez mais presente, são exatamente
temporais muito mais intensos, em duração e amplitude. O mar, além de mais
aquecido, estará em um nível superior ao de hoje, dificultando o escoamento,
tanto das águas pluviais, como dos esgotos, pelo envelhecido sistema de
escoamento das cidades.



Ao invés de investir na adaptação do Rio de Janeiro aos problemas que
afligirão a cidade daqui a algumas décadas, as autoridades de todos os
níveis preferem alocar recursos em PACs cosméticos, que não vão alterar as
precárias condições de habitação da população mais pobre da cidade. Em
intervenções desastradas no ineficiente sistema de transporte público, como
a linha 1A do Metrô. Ou então transferindo a culpa para a natureza ou, o que
é mais revoltante, para as próprias pessoas que moram em locais em
permanente risco e precarização ambiental.



Em décadas de militância nunca vi nenhum morador dessas áreas afirmar que
gosta de morar ali onde está. Nunca vi ninguém expor, por opção própria, sua
família a uma vida sem água, sem esgoto, sem moradia digna e em permanente
risco. O que vi, e continuo vendo, são milhões de pessoas obrigadas a ocupar
estes territórios, por força de uma política econômica que achata salários e
precariza empregos.



São não-cidadãos colocados à margem da sociedade, invisíveis e tratados como
peças de reposição das engrenagens do mercado, para serem usados se e quando
necessário. Pessoas confinadas em guetos, onde o Estado só se faz presente
através da repressão policial, sem saúde e educação. E que, ao invés de
serem alvo de políticas habitacionais que lhes permitam conseguir uma
habitação digna, são alocadas e realocadas de acordo com a vontade da
especulação imobiliária. As casas do PAC racharam com a primeira chuva.
Substituir uma precariedade por outra, não é solução do problema. É troca de
cativeiro.



As autoridades do Rio, além de criminalizarem a pobreza, também vêm
responsabilizando os moradores de comunidades pela degradação ambiental da
cidade. No Rio, muros de confinamento têm sido erguidos sob o álibi de
impedirem que os moradores desmatem as encostas. Mas qualquer levantamento
por satélite mostra que são os condomínios e mansões que estão ocupando as
encostas acima da cota 100, destruindo a Mata Atlântica.



O real objetivo é “limpar” o Rio para que se transforme cada vez mais numa
cidade-espetáculo para os ricos, palco de grandes eventos, como desejam hoje
autoridades e empresários. Não é mais suficiente condenar milhões à
invisibilidade do não-acesso à sociedade do consumo. É necessário varrê-los
para baixo do tapete, escondê-los fisicamente com os tapumes da Linha
Vermelha, expulsá-los para o mais longe possível, para que as áreas onde
eles hoje estão sejam “revitalizadas”, como se lá nessas comunidades não
houvesse vida.



Ao longo da história, as cidades vêm perdendo sua referência territorial por
conta e obra das exigências dos mercados. Ocupar áreas de mangue aterradas
ou de várzea, e depois lamentar as inundações tornou-se freqüente.
Incentivar o consumo desenfreado, e depois não saber onde colocar o lixo,
também. Permitir que as indústrias utilizem e poluam a maior parte da água
potável, e depois sofrer com a sua escassez vai se tornando uma norma.



Vivemos em um planeta à beira de uma ameaça que pode colocar em risco a
sobrevivência das espécies, entre elas, a humana. O sistema que polui águas,
solos e ar, que vem dilapidando as riquezas naturais e causando uma
devastação ambiental dramática, tem a capacidade de destruir também o
equilíbrio do clima. Tudo isso pela utilização de modos de produzir e
combustíveis que agridem a natureza. Têm valido a pena?



* Paulo Piramba, 55 anos, é membro da Rede Ecossocialista Internacional e do
Instituto Búzios.



Fonte: Agência Petroleira de Notícias

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Madonna e Dilma Roussef no Camarote da Sapucaí.


Marcio Nunes/PhotoRioNews
Jesus Luz, Madonna, Sérgio Cabral e Dilma Roussef no Camarote

Como esperado, a cantora americana Madonna chegou à Marquês de Sapucaí para ver o primeiro dia de desfiles de escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro neste domingo, 14, no Camarote do Governo do Estado e da Prefeitura da Cidade. A cantora foi fotografada ao lado de Sérgio Cabral, governador do estado, e Dilma Roussef, chefe da Casa Civil e pré-candidata à presidência.

Com o namorado carioca, o modelo Jesus Luz, segurando a filha da diva Mercy James no colo, Madonna fez um brinde para os compenentes das escolas e as arquibancadas do sambódromo do Rio. Madonna também mostrou coragem e desceu à Sapucaí, como TE CONTEI já tinha adiantado que ela queria fazer.


No sábado, 13, a cantora e a família foram a Angra dos Reis, litoral sul do estado.

Aproveitando a semana como uma verdadeira carioca, Madonna saiu para restaurantes no Rio e foi até a um show do cantor Falcão no Circo Voador, casa de espetáculos na Lapa, bairro boêmio da cidade.

A cantora está no Brasil a convite do governador Sérgio Cabral para curtir o Carnaval.

Na quarta-feira, a cantora aproveitou o dia para ir a São Paulo ter uma reunião com o governador do estado, José Serra, sobre projetos sociais que ela pretende implantar. Mais cedo, Madonna visitou a ONG Meninos do Morumbi, associação formada por mais de 4.000 crianças e adolescentes da cidade de São Paulo e aposta na música como meio de tirar menores do crime.


Fonte:Te contei

sábado, 2 de janeiro de 2010

Veja nomes das vítimas em Angra dos Reis.



Dezenas de pessoas morreram em Angra dos Reis, depois que deslizamentos atingiram Ilha Grande e o Morro da Carioca, na noite do réveillon. Na ilha, a Pousada Sankay foi soterrada. No morro, casas foram destruídas.



Veja os nomes das vítimas do desmoronamento no Morro da Carioca, divulgados pela prefeitura:



- Isabela Emídio de Carvalho, 6 anos, moradora de Rio Claro, RJ, passava o feriado no local
- Lucimar Emídio de Carvalho, 23 anos, de Rio Claro, RJ, passava o feriado no local
- Rafael Emídio de Carvalho, 19 anos, de Rio Claro, RJ, passava o feriado no local
- Aparecida das Dores Emídio de Carvalho, sem idade, de Rio Claro, RJ, passava o feriado no local
- Davi Lucas Emídio de Carvalho, 8 meses, de Rio Claro, RJ, passava o feriado no local
- Maria de Fátima Carvalho, 39 anos
- Estefani Carvalho Narciso, 15 anos
- Poliana Carvalho Narciso, 9 anos
- Raiane Carvalho Narciso, 7 anos
- Kailane da Silva Narciso, 6 anos
- Olavina Eloi Souza Marques, 82 anos


Veja os nomes das vítimas do deslizamento na Ilha Grande, também de acordo com a prefeitura:



- Natália Costa Pacheco, 24 anos
- Osmerindio Arlindo Pereira, 68 anos
- Cremilda de Jesus Pereira, 42 anos
- Leonardo de Brito Pereira, 22 anos
- Leandro de Brito Pereira, 18 anos
- Aline Pereira de Brito, 22 anos
- Luciléa de Brito Pereira, 52 anos
- Isabela Godinho de Rocha, 20 anos
- Pedro Henrique Barbosa Sarmento, 27 anos
- Valci Brito dos Santos, 54 anos



Veja os nomes das vítimas confirmados pelos institutos médicos legais de Angra dos Reis e do Rio:


- Marcio Luiz Baccin, 31 anos, de Arujá, SP
- Cecília Secco Baccin, 30 anos, de Arujá, SP (mulher de Márcio)
- Giovane Secco Baccin, 3 anos, de Arujá, SP (filho de Cecília e Márcio. Os três moravam em Salvador, BA)
- Ricardo Ferreira da Silva, 33 anos, de Arujá, SP
- Natália Pacheco (namorada Ricardo. Tinham casamento marcado para março)

- Renato de Assis Repetto, 50 anos, de Juiz de Fora, MG
- Ilza Maria Roland, 50 anos, de Juiz de Fora, MG (mulher de Renato)
- Gabriela Ribaski Repetto, 9 anos, do Rio de Janeiro, RJ (sobrinha de Renato)
- Geovana Ribaski Repetto, 12 anos, do Rio de Janeiro, RJ (sobrinha de Renato)

- Yumi Faraci, 18 anos, era filha dos donos da pousada e morava em Belo Horizonte, MG

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Vice-prefeito de Angra agradece compreensão e pede doações.

Para o vice-prefeito de Angra dos Reis, Essiomar Gomes, a situação após a tragédia que atingiu a cidade é delicada. Depois de três dias com fortes chuvas, o município tem vários pontos com deslizamentos de terra, que já causou a morte de cerca de 27 pessoas e deixou outras 800 desabrigadas. "É uma situação que machuca muito, desde quarta-feira estávamos tentando evitar de várias formas que isso tudo acontecesse, mas infelizmente houve queda de barreiras e perdemos algumas pessoas".

A Prefeitura pede aos moradores que ajudem os desabrigados, fazendo doações de roupas, alimentos, água tanto para aqueles que perderam suas casas e estão vivendo no abrigo cedido pelo município, no Colégio Municipal Cleuza Jordão, quanto as famílias que decidiram ficar nas suas residências. "Nós estamos fazendo a nossa parte, dando atenção a essas pessoas, com alimentação, tratamento médico e ajuda social com psicólogos. Se Deus quiser vamos vencer essa batalha", disse Essiomar.

O município de Angra, famoso pelas belas praias, é o destino de muitos turistas nesta época do ano. O vice-prefeito informou que a cidade está muito cheia e pediu para que as pessoas mantenham a calma. "Queria agradecer as pessoas, moradores e turistas pela compreensão e peço para que tenham calma e ajudem com as doações para quem precisa".

Em 2002, Angra passou por situação parecida, mas para Essiomar, a tragédia deste ano é bem pior, pois os deslizamentos se concentram em diversos pontos da cidade e não apenas em um bairro, como foi a oito anos atrás.

Neste sábado devem chegar a Angra dos Reis as máquinas, conseguidas com a ajuda dos governos Federal e Estadual e que ajudarão a abrir as estradas que dão acesso á cidade, que atualmente estão bloqueadas por causa da queda de terra. Apenas uma pista está funcionando.

"O vice-governador, Pezão está nos dando todo apoio, além do presidente Lula. Essa ajuda é sempre bem-vinda, para que não tenhamos mais vítimas e que tudo fique sob controle e acabe bem", finalizou Essiomar.

Total de mortos em Angra dos Reis-RJ chega a 26

O deslizamento de uma encosta atingiu uma pousada e sete casas na Ilha Grande, na baía de Angra dos Reis, matando pelo menos 19 pessoas. No continente, outras sete pessoas morreram em outro desmoronamento de terra, no Morro da Carioca, no centro histórico da cidade, um dos destinos mais procurados por turistas no réveillon.
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Bombeiros continuam trabalhando nos dois locais em busca de outras vítimas ou sobreviventes. Autoridades envolvidas na operação estimam que pode haver pelo menos mais 25 corpos na Ilha Grande e outros seis no Carioca. Várias outras regiões de Angra foram castigadas pela chuva e a prefeitura estima que 80 casas foram destruídas. Em todo o Estado do Rio, 48 pessoas já morreram em consequência da chuva dos últimos dias.

Na Ilha Grande, os bombeiros resgataram 13 corpos de turistas e seis de moradores locais, informou o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão. A maior parte dos 65 hóspedes que escolheu passar o ano novo na pousada Sankay, na enseada do Bananal, uma região de pequenas ilhas em torno da Ilha Grande, foi surpreendida na madrugada de hoje pelo desmoronamento de toneladas de rochas e terra da imensa encosta que fica atrás do resort, cuja localização entre o mar e a montanha era um dos principais atrativos.

Os hóspedes conseguiram sair a tempo do prédio, mas a filha dos proprietários da pousada, Yumi Faraci, de 18 anos, e um casal de amigos dela ficaram sob os escombros e não resistiram. Os donos, Geraldo e Sonia Faraci, também escaparam, mas ficaram muito abalados.

Mais de 100 pessoas, entre bombeiros, médicos e voluntários, foram mobilizados para a operação de resgate em Angra. Militares da Marinha também ajudaram. Helicópteros e navios forem empregados no transporte de equipamentos e de pelo menos 10 feridos.

Alguns corpos retirados da enseada do Bananal foram transladados de helicóptero para o Instituto Médico Legal (IML) da capital. Os mortos do Morro da Carioca foram identificados no IML de Angra.

Tragédia em Angra dos Reis:Pousada Sankay completamente soterrada.


MAIS UMA TRAGÉDIA EM ANGRA DOS REIS EXATAMENTE NA PASSAGEM DE ANO. SE VOCÊ SABE QUEM ESTAVA LÁ DEIXE INFORMAÇÕES. SE TEM ALGUÉM DESAPARECIDO AJUDE. UMA DAS MAIS FAMOSAS POUSADAS DO BRASIL.
NOSSA SOLIDARIEDADE E NOSSAS PRECES.


Informações sobre a Pousada Sankay,Angra dos Reis, Rio de janeiro, Brasil.

"Nossa localização é : Brasil, Região Sudeste, Estado do Rio de Janeiro, Município de Angra dos Reis, Baía da Ilha Grande, Enseada do Bananal. Latitude S: Entre 23º 6' 40,1" / Longitude W: Entre 44º 15' 5,2".
Observando o mapa ao lado, podemos conferir a posição geográfica da Ilha Grande, a cidade de Angra dos Reis e as respectivas estradas que levam para o Rio de Janeiro (direita) e São Paulo (esquerda). Na opção de como chegar, vamos mostrar todos os caminhos possíveis, estradas e mapas das rodovias e da cidade de Angra dos Reis.

Construída em estilo rústico, a Pousada Sankay transcreve o bom gosto e delicadeza do oriente em cada detalhe.
Além de todo o conforto, a pousada oferece a seus hóspedes uma série de atrações e conveniências para uma boa estadia.
Temos biblioteca, sala de tv, dvd, vídeo e karaokê, sala de jogos, sauna à vapor, sala de ginástica e musculação, playground para crianças, piscina infantil e adulto, deck-bar, decks panorâmicos, Jogo de Xadrez gigante, Copa infantil para as mamães, passeios de barco, operadora de mergulho, passeios por trilhas, boutique e cais para atracação de barcos. Caiaques, botes e canoas para alugar.

Temos biblioteca, sala de tv, dvd, vídeo e karaokê, sala de jogos, sauna à vapor, sala de ginástica e musculação, playground para crianças, piscina infantil e adulto, deck-bar, decks panorâmicos, passeios de barco, operadora de mergulho, passeios por trilhas, boutique e cais para atracação de barcos. Caiaques, botes e canoas para alugar. Existe ainda a possibilidade de alugar barcos para passeios, para este serviço consulte a recepção que lhe indicaremos lanchas pequenas e grandes, veleiros, catamarãs ou traineiras. Novidades de 2006: Um tabuleiro gigante de Xadrez e Copa Infantil para as mamães!!" FONTE: SANKAY