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domingo, 5 de maio de 2019
Lula concede entrevista a Monica Bergamo.
Entrevista na íntegra.
O ex-presidente Lula falou com exclusividade nesta sexta-feira (26) à Folha e ao jornal El País em sua primeira entrevista desde que foi preso, em abril de 2018.
Em duas horas e dez minutos de conversa, o ex-presidente falou da vida na prisão, da morte do neto, do governo de Jair Bolsonaro (PSL), das acusações de corrupção contra ele e da possibilidade de nunca mais sair da prisão, dentre outros temas.
Confira no link:
https://www.youtube.com/watch?v=zCzco42kRAg&t=60s
domingo, 2 de março de 2014
Lula manifesta a Mujica preocupação com Mercosul e na Unasul.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva transmitiu ao presidente do Uruguai, José Mujica, sua "preocupação" com as dificuldades de funcionamento dos blocos regionais Mercosul e Unasul, em uma reunião em Montevidéu, nesta segunda-feira - informou a presidência uruguaia.
Na reunião privada que durou várias horas na residência presidencial da capital, ambos conversaram sobre o andamento das negociações entre o Mercosul e a União Europeia.
Lula "sente e, eu diria, sofre com os problemas da nossa América do Sul, dos latino-americanos em geral. Tem profunda preocupação com as dificuldades que temos no funcionamento do Mercosul, da Unasul, do pouco que falamos entre os presidentes", disse Mujica à Secretaria de Comunicação da Presidência.
"Está pedindo vontade política de nos aproximarmos para superar as dificuldades que temos e ver que temos uma agenda comum determinante. Está preocupado com o acordo do Mercosul com a Europa", acrescentou.
Os dois presidentes falaram também de "pequenas coisas pendentes do Uruguai com o Brasil".
O Brasil é o principal comprador de bens uruguaios, e tanto Lula quanto a atual presidente brasileira, Dilma Rousseff, mantêm uma estreita relação com Mujica.
Lula chegou ao Uruguai nesta segunda-feira à tarde e se reúne, na terça, com empresários uruguaios para promover negócios entre ambos os países.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Afinal, quem tem medo de Luiz Inácio Lula da Silva?
Afinal, quem tem medo de Luiz Inácio Lula da Silva?
No momento em que retorna aos palanques, Lula é alvo de uma tentativa de golpe preventivo. O recado que os opositores transmitem é: "se voltar levará chumbo". Diante do ataque organizado, o ex-presidente só tem uma alternativa, que é lutar para não ser devorado pelos adversários
17 de Setembro de 2012 às 02:35
247 – Personagem central da vida política brasileira nos últimos quarenta anos, Luiz Inácio Lula da Silva construiu sua trajetória na base da superação. Retirante, venceu a pobreza extrema. Sindicalista, desafiou a ditadura militar e organizou as greves do ABC. Candidato à presidência da República desde 1989, ele enfrentou a desconfiança generalizada das elites até finalmente chegar ao poder, em 2002. Na presidência, consagrou-se ao deixar o Palácio do Planalto com 70% de aprovação popular – inclusive da classe empresarial que, com Lula, enriqueceu. Depois disso, Lula passou a ser convidado a dar palestras em vários cantos do mundo, recebendo cachês jamais inferiores a U$S 100 mil. Lula estava, portanto, com a vida ganha. Continuava sendo o principal ator político do País e um homem, a cada dia, mais rico – e que, segundo muitos, poderia escolher se voltaria ao poder em 2014 ou 2018.
Neste fim de semana, no entanto, Lula teve um choque de realidade. E foi despertado para o fato de que nada, em sua trajetória, veio de graça. Com a reportagem de capa de Veja, o ex-presidente foi alvejado por um típico golpe preventivo. Como a oposição sabe que não poderá derrotá-lo nas urnas em 2014, 2018 ou mesmo depois, o campo de batalha passou ser outro: o tribunal sumário dos meios de comunicação. Como se sabe, Lula passou a ser acusado de ser o chefe supremo do mensalão, no momento em que alguns de seus companheiros estão prestes a ser condenados. Ainda que a consistência da acusação seja questionável (uma "entrevista" sem fita negada pelo entrevistado), o que os opositores dizem a Lula é bem simples: "se voltar levará chumbo". E isso significa ser alvo de um processo judicial que o colocaria numa espécie de impedimento político. Assim, no Brasil, tal como começa a acontecer em outros países latino-americanos, a disputa política passaria a ser decidida no tapetão, à la paraguaia.
O jogo dos adversários já está claro. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso rege a orquestra sem perder a elegância, suas teses (como a da "herança pesada") se espalham pelos meios de comunicação de corte mais conservador e José Serra range os dentes. De prontidão, talvez existam alguns procuradores dispostos a apresentar uma denúncia contra o ex-presidente Lula, ancorados na mais recente denúncia de Veja ou na delação de Roberto Jefferson – que passou a acusar Lula de ser o "mandante" do mensalão.
O que ainda não se sabe é como Lula irá reagir. Neste momento, ele começa a voltar aos palanques. Já esteve em Belo Horizonte e Salvador. Pediu aos militantes petistas que voltassem a vestir a camisa. Mas qual será sua estratégia de guerra – se é que há uma? Diante da ameaça de um processo, como Merval Pereira anunciou hoje em sua coluna no Globo, Lula pode decidir se apequenar e recolher-se à aposentadoria em São Bernardo do Campo. Em seguida, o alvo passaria a ser a presidente Dilma Rousseff.
Lula tem ainda a alternativa de sair da zona de conforto e voltar a ser o Luiz Inácio Lula da Silva da década de 80, que não apenas encantava multidões, mas também sabia confrontar seus adversários. Hoje, os personagens que querem destruir o lulismo são cada vez mais claros, como também foram aqueles que combateram outros governos trabalhistas na história do Brasil e da América Latina.
A luta levou Lula ao poder – e, depois, à glória. A covardia não reserva um bom futuro nem a ele, nem ao PT.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Tributo aos militantes.

Esse texto é para louvar e agradecer à militância. Para tanto, escolhi um dos nossos “paradigmáticos”. Um militante que nessa luta foi extraordinário: José de Abreu. O cidadão, não o ator. Foi estimulante, comovente testemunhar a dedicação, a entrega desse homem à nossa causa.
- por Lula Miranda, na Agência Carta Maior
Nós vencemos. Eles perderam. Simples assim. Aproveitemos à exaustão o deleite e as delícias dessa sagrada vitória. Não lhes daremos “o gosto” de um suposto e extemporâneo “terceiro turno”. Não tripudiaremos, decerto, pois não é da nossa índole. Porém tampouco aceitaremos ou permitiremos que tentem macular nossa alegria, nossa folia, novamente, com suas infâmias, com esse abjeto racismo e separatismo que agora nos oferecem em sua bandeja de misérias. Não. Esse lixo não nos serve. Esse lixo não serve ao Brasil que ora, com muito zelo, construímos. Vivemos num Estado de Direto. As instituições darão conta desses infames.
Para que fique bem claro, de uma vez por todas: quem somos “nós”, quem são “eles”. Nós somos os “militantes da utopia”, os “justos”, generosos, fraternos, humanistas; somos os guardiões e militantes de uma causa que preconiza mais distribuição de renda, mais Bolsa Família, mais empregos, Luz para Todos, mais Minha Casa Minha Vida,uma maior presença do Estado na economia, mais investimentos em infra-estrutura e saneamento básico, saúde, educação e segurança, mais cidadania.
Repito, mais uma vez, para que fique cristalino: nós vencemos. O nosso projeto foi aprovado pela maioria esmagadora dos brasileiros, de Norte a Sul; do Nordeste ao Sudeste. Dilma Vana Rousseff foi eleita a primeira mulher presidente da República do Brasil. Dará continuidade e, mais que isso, aperfeiçoará o legado de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente-operário.
Já eles, os perdedores, em sua esmagadora maioria, são/representam a “vanguarda do atraso”, o fundamentalismo religioso, o ódio, todo tipo de preconceito, o separatismo, a privatização, ou seja, a entrega do Estado a interesses privados, o cruel “higienismo” contra os desassistidos. Representam, pois, o destampatório de todo mal, a Pandora inesgotável – como bem registrou em artigo o meu valoroso conterrâneo Leandro Fortes. Eles simbolizam os “bichos escrotos” que solertes saíram dos esgotos, das sombras com a pretensão de arruinar a nossa festa e, por conseguinte, o nosso projeto de um país para todos os brasileiros.
Mas não conseguiram. A esperança venceu o medo, novamente; a verdade venceu a mentira, com altivez e galhardia. A catequese amorosa, que é inerente a nossa natureza, e que aperfeiçoamos com Leonardo Boff, Frei Betto e tantos outros, venceu sobejamente a pregação odienta dos nossos antagonistas. Nós vencemos – nunca é demais reiterar. Nós vencemos!
Vencemos [palavra saborosa], sobretudo, graças a nossa militância: fraterna, valente, aguerrida, desinteressada, pois idealista, amorosa. Foi emocionante rever/reconhecer os companheiros nas ruas de todo o país, panfletando, agitando as bandeiras da Dilma com fervor cívico, como há muito não se via. Como - ou melhor, por quê?! - não chorar diante daquela histórica manifestação de apoio dos artistas e intelectuais no Teatro Casagrande no RJ? Ou na manifestação dos juristas e professores na PUC-SP ou dos intelectuais e professores no campus da USP, por exemplo? E os cem mil com Lula em Pernambuco?! Como segurar as lágrimas ao ouvir a declaração de apoio de Marilena Chauí? Como não vibrar com o discurso flamejante de Luiza Erundina? Não tenho dúvida: os melhores estavam (e sempre estarão) do nosso lado. Caminharemos juntos, sempre em frente, buscando um auspicioso/generoso porvir.
Mas esse texto é para louvar e agradecer à militância. Para tanto, escolhi um dos nossos “paradigmáticos”. Um militante que nessa luta foi extraordinário: José de Abreu. O cidadão, não o ator. Foi estimulante, comovente testemunhar a dedicação, a entrega desse homem à nossa causa. Vê-lo nas ruas, em sua pregação afetuosa no twitter ou mesmo no 1º Encontro dos Blogueiros Progressistas. Não à toa esteve no palco na noite da vitória em Brasília – chorava copiosamente –, não simplesmente na condição de “papagaio de pirata” da presidente eleita, mas nos representando, militantes que fomos/somos . O Zé ali era “nós na fita”. Ah, o Zé Bigorna foi sensacional, singular.
Os blogueiros progressistas [prefiro, você bem o sabe, “de esquerda”] também tiveram um papel fundamental – assim como seus leitores e comentaristas. Alguns jornalistas também se recusaram a se associar aos infames sabujos da velha mídia e não se omitiram. Cito aqui alguns deles, jornalistas, blogueiros, leitores/comentaristas, como uma forma de registrar o nosso agradecimento e homenagem: Rodrigo Vianna (fundamental!), Altamiro Borges (grande Miro!), Luis Carlos Azenha (a sagacidade em pessoa), Eduardo Guimarães (incansável), Paulo Henrique Amorim (um guerreiro!), Luis Nassif, Brizola Neto, Renato Rovai (o que mais “furou”, digo, deu em primeira mão,resultados de pesquisas), Deputado Paulo Teixeira, Miguel do Rosário, Maringone, “Seu Cloaca”, André Lux, Jorge Furtado, Idelber Avelar, Celso Lungaretti, Conceição Oliveira, Argemiro Ferreira, Izaías Almada, Marcelo Sales, Flávio Aguiar, Palhares, Emir Sader (o nosso “emir”), Gilson Caroni Filho (um virtuose da “logopéia”), Antônio Martins (outro virtuose), Venício Lima, Laurindo Leal Filho, Mino Carta, Bob Fernandes, Marco Aurélio Mello, Luis Favre, Maurício Thuswohl, Maria Frô, “Na Maria”, Marco Weissheimer, Leonardo Sakamoto, Francisco Carlos Teixeira, Luis Carlos Lopes, Maria Inês Nassif, pessoal do blog Amigos do Presidente, Grupo Beatrice, equipe do Observatório da Imprensa, pessoal da Rede Brasil Atual, pessoal da Caros Amigos, Stanley Burburinho, Gunter Zibell, Professor Hariovaldo, Malu Marcondes Ferreira, Guimarães s v, Messias Franca (de Feira de Santana, Bahia)...
São tantos os nomes/talentos que se irmanaram nessa nossa vitória que dá um orgulho danado de estar ao lado dessa gente tão valorosa. Não dá não?
São tantos os nomes desse nosso aguerrido “exército”. Mas certamente faltou elencar o seu, estimado leitor. Portanto, caso seu nome ainda não conste dessa minha imperfeita lista [na verdade, um rascunho inicial], é só subscrever abaixo, pois, ao final, complementarei esse elenco de nomes/talentos e farei um poema-objeto (um cartaz virtual, algo assim) com o registro de todos que, de alguma maneira/forma, contribuíram para essa vitória da cidadania; seja como militante nas ruas, seja como jornalista, articulista, blogueiro (“sujo” ou “limpinho”), como leitor, comentarista etc. Qualquer maneira de entrega/dedicação valeu a pena - literalmente.
Se você é um dos nossos, um dos vitoriosos, subscreva abaixo.
Parabéns! Você ajudou a vencer a infâmia, o ódio, a maledicência. Parabéns! Você ajudou a eleger a primeira presidente do Brasil!
Receba os meus/nossos sinceros cumprimentos e agradecimentos. Celebre bastante até o dia da posse. Não se deixe incomodar pelos desmancha-prazeres [os que, insanos, clamam por um 3º turno]. Certamente nos encontraremos novamente em Brasília.
A luta, porém, sabemos, não acaba nunca. Afinal, nunca é demasiado lembrar, militamos em nome da utopia.
Viva a Dilma! Viva Lula! Viva o Brasil!
Lula Miranda é poeta e cronista. Foi um dos nomes da poesia marginal na Bahia na década de 1980. Publica artigos em veículos da chamada imprensa alternativa, tais como Carta Maior, Caros Amigos, Observatório da Imprensa, Fazendo Média e blogs de esquerda.
sábado, 6 de novembro de 2010
Aécio Neves assedia aliados de Lula.

Agência Estado
Com apoio de partidos da base governista, o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) deflagrou articulação política para conquistar a presidência do Senado, acenando em troca com apoio para os parceiros de empreitada controlarem a Câmara.
Na chamada "operação Aécio", bancada por PSDB e DEM e com o apoio informal de setores do PSB e do PP - podendo ter a adesão de PDT e PC do B -, seria formada uma ampla aliança entre esses partidos. Isso garantiria ao grupo uma expressiva quantidade de votos na Câmara e no Senado, ameaçando a parceria entre PMDB e PT para controlar as duas Casas.
No Senado, a soma do bloco de oposição formado por PSDB, DEM e PPS garante 18 votos, total que pode subir para 21, com a adesão de senadores dissidentes do PMDB. É pouco para impor perigo à dupla PMDB-PT. Mas a costura de um acordo com PP (5 senadores), PDT (4 senadores) PSB (3 senadores) e PC do B (2 senadores) mudaria esse patamar para 32 senadores, o que garantiria uma largada forte nessa disputa contra outros 17 senadores do PMDB e 14 do PT. Assim, a decisão da questão se daria por meio da captura dos votos de partidos mais flutuantes, como PTB e PR, por exemplo.
Não se trata de uma equação fácil, muito menos de efeito garantido, já que o poder de fogo do governo federal é muito grande e pode fazer com que parlamentares da base governista desistam de embarcar no projeto de Aécio, sob pena de retaliação política. Dentro do Palácio do Planalto ainda não surgiu a ordem para explodir os planos tucanos. Mas apenas a existência dessa movimentação já preocupa o governo, que não deseja ver um adversário em potencial da próxima disputa presidencial comandando a pauta e a agenda do Senado e deve atuar para impedir sua vitória.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Lula inova ao pedir voto a Dilma: "dê uma chance a sua mãe"
Lula inova ao pedir voto a Dilma: "dê uma chance a sua mãe"
Direto de Curitiba
Numa turnê de cabo eleitoral de Dilma Rousseff (PT) no Sul do País, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inovou no pedido de voto a sua candidata, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba: "Vamos parar com esse negócio de não votar porque é mulher. Pare de ser besta, foi ela que lhe pariu". E no que parece ser um slogan, cobrou: "Dê uma chance a sua mãe!". Dilma e a plateia o aplaudiram, aos risos.
"A arte do presidente da República é saber decidir, saber a hora de tomar a decisão. Nunca conheci uma pessoa da competência da companheira Dilma para tomar decisão", prosseguiu Lula. O evento com industriais paranaenses contou com a participação do governador Orlando Pessuti, do candidato ao governo do Estado, Osmar Dias (PDT), e dos postulantes ao Senado, Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), além do presidente do PT, José Eduardo Dutra. Puxando Dias para o centro do palco, Lula brincou: "Esse parto foi difícil...", disse, mencionando a aliança fechada nas últimas horas do prazo legal.
Na declaração de apoio a Requião e Gleisi, o presidente reforçou a prioridade de eleger uma bancada forte no Congresso e atacou o senador do Piauí, Mão Santa (PSC): "Ninguém aguenta mais Mão Santa, ninguém aguenta mais senadores que tem lá!". Lula tornou a dizer que foi preciso chegar "um metalúrgico socialista" à presidência para ensinar ao País "o que é capitalismo".
Dilma enfrenta rejeição do eleitorado do Paraná. Na pesquisa Vox Populi, José Serra (PSDB) a supera nas intenções de voto: 46% contra 33%. Amparada na popularidade do presidente Lula, ela pretende reverter a desvantagem. Os petistas admitem perder por pouco no Estado.
Neste sábado (31), Lula e Dilma realizam um comício na Boca Maldita, em Curitiba. Antes de subir no palanque, a petista participa de um encontro reservado com bispos da Igreja Católica, organizado pelo ex-prefeito curitibano e ex-ministro do Turismo Rafael Greca. À frente dos religiosos, Dom Moacyr Vitti.
"Será um encontro discreto. Os bispos não puderam ouvi-la porque estão na temporada de crismas, no interior. Propusemos o encontro para que Dilma possa mostrar sua qualidade humana. Vai ser muito mais uma demonstração do espírito cristão", conta Greca.
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4597411-EI15315,00-Lula+inova+ao+pedir+voto+a+Dilma+de+uma+chance+a+sua+mae.html
terça-feira, 15 de junho de 2010
Fim da polêmica: Lula sanciona reajuste de 7,7% para aposentados.
SÃO PAULO - Depois de discussões acaloradas entre parlamentares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o reajuste de 7,7% para os aposentados que recebem mais de um salário mínimo.
Conforme publicado pela Agência Brasil, o presidente orientou a equipe econômica a fazer os cortes necessários em outras despesas para compensar os gastos provenientes do aumento.
Apesar disso, o presidente garantiu que não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares.
Fator previdenciário
Na reunião, que durou cerca de quatro horas, entretanto, Lula vetou o fim do fator previdenciário, medida defendida por muitos parlamentares.
Conforme publicado pela Agência Brasil, o presidente orientou a equipe econômica a fazer os cortes necessários em outras despesas para compensar os gastos provenientes do aumento.
Apesar disso, o presidente garantiu que não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares.
Fator previdenciário
Na reunião, que durou cerca de quatro horas, entretanto, Lula vetou o fim do fator previdenciário, medida defendida por muitos parlamentares.
domingo, 13 de junho de 2010
Dilma:"É a hora de uma mulher comandar o país".

(Foto: AE)
A pré-candidata Dilma Rousseff direcionou seu discurso, na convenção nacional do PT, às mulheres. Ela disse que “para aprofundar o olhar do presidente Lula, ninguém melhor do que uma mulher na Presidência da República”. E completou: “Nós, mulheres, nascemos com sentimento de amparar, de cuidar e de proteger”. A todo momento, Dilma se direcionava às mulheres no discurso, numa estratégia clara para atrair o voto feminino.
Ela concluiu a fala com uma história. Disse que encontrou uma mulher com uma filha pequena no colo no aeroporto, que lhe disse: “Trouxe minha filha aqui para você dizer a ela que mulher pode”. “Pode o quê?”, perguntou Dilma. “Ser presidente”, respondeu a mulher. E Dilma enfatizou: “Pode sim, não tenha dúvida que pode”. A pré-candidata ressaltou ainda que o nome da menina era Vitória e “é para ela e para todas as outras Marias e Vitórias que eu dedico a minha luta.”
(Luciana Marques e Marina Dias, de Brasília)
Revista Veja
quarta-feira, 10 de março de 2010
Ao lado de Dilma, Lula diz que mulher vai parir uma nova política.
O governo federal preparou uma grande festa para comemorar o Dia Internacional da Mulher no Rio de Janeiro. Cerca de seis mil pessoas lotaram a Gare da Leopoldina para ouvir a prestação de contas da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Porém, os presentes deixaram claro que está em alta a popularidade de Lula e Dilma. Ambos foram aplaudidos aos gritos de “olé, olé, olá, Lula, Lula” e “olé, olé, olá, Dilma, Dilma”.
Brasil prepardo para ter uma mulher presidente
A ministra da Secretaria das Mulheres, Nilcéa Freire, destacou os desafios do governo federal para tratar a situação das mulheres como questão de Estado. “Estamos completando um ciclo na Secretaria. Trabalhamos junto com vocês para construir uma política pública para as mulheres”, disse Nilcéa.
A ministra aproveitou a ocasião para anunciar a criação do Memorial da Mulher Brasileira, uma parceira da Secretaria com a Casa Civil e o Arquivo Nacional. O objetivo é resgatar a trajetória de mulheres que ajudaram a construir a nação brasileira. Nilcéa também assinou um documento sobre a situação atual das mulheres. O papel foi colocado no que ela chamou de cápsula do tempo. “Daqui a 50 anos, as que ainda estiverem aqui poderão comparar os dois períodos”, destacou Nilcéa.
Dilma: o Brasil está preparado para ter uma mulher presidente
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, destacou como uma decisão importante a criação da secretaria para as mulheres para tratar de políticas públicas específicas de um segmento, “o governo colocou como uma questão central a situação das mulheres” e ressaltou como uma das mais importantes medidas a aprovação da licença-maternidade por seis meses.
Dilma, que fez questão de citar a presença da secretária de Cultura do Rio, Jandira Feghali, deixou claro que é preciso avançar mais e destacou como negativa a dupla jornada de trabalho para as mulheres e o salário menor em relação aos homens, “mas temos procurado alterar essa situação, queremos construir um Brasil com mais autonomia para as mulheres e sem violência”.
Mesmo sem tratar de campanha eleitoral, Dilma, que é pré-candidata a presidente, disse que o Brasil está preparado para ter uma mulher na presidência, pois segundo ela, “as mulheres estão preparadas para administrar o país”.
Valorização profissional
O presidente Lula abordou o papel da secretaria das mulheres como uma das conquistas de seu governo. Lula condenou a violência contra as mulheres e foi ovacionado ao dizer que a Lei Maria da Penha conta com o apoio dos homens, pois “os de bom senso, de caráter e de responsabilidade sabem que um homem não mora com uma mulher, não casa com uma mulher para tratá-la como objeto e bater nela. Um homem casa com uma mulher para viver em harmonia com ela”.
Ao mesmo tempo, Lula ressaltou a importância da valorização profissional, “porque uma das formas das mulheres brasileiras não terem um grau de liberdade ainda maior é, muitas vezes, a dependência que ela tem, econômica, dentro de casa. Na medida em que a mulher trabalha, aprende uma profissão, essa mulher tem independência e vai viver com um homem se ela quiser, não obrigada, a troco de um prato de comida, como habitualmente acontecia neste país”.
Preconceito contra Dilma
Por fim, o presidente deu o tom do que está por vir na campanha eleitoral: “Preparem-se, porque o preconceito continua. Preparem-se, porque o preconceito contra a mulher ainda é muito forte. Certamente, uma sociedade machista como a nossa ainda não está 100% preparada para ver uma mulher disputando um cargo de prefeito, um cargo de governador, um cargo de presidente da República”.
Em sua fala mais aplaudida Lula disse que a mulher pode parir uma nova política. “Se uma mulher é capaz de parir um político, por que ela não é capaz de parir uma administração mais competente do que o político que ela conseguiu colocar no mundo?”, disparou o presidente sob aplausos.
Outro que destacou a importância da ministra Dilma Rousseff foi o governador Sérgio Cabral. Segundo ele, Dilma tem revolucionado o país ao lado do presidente Lula. Também participou do ato o prefeito Eduardo Paes, que destacou a parceria entre os governos municipal, estadual e federal e os investimentos na área de saúde, com garantia de assistência à mulher.
O evento contou ainda com as presenças dos ministros Luiz Dulci, Carlos Minc e Franklin Martins e da senadora Serys Slhessarenko, além de representantes de governos de outros estados.
A União Brasileira de Mulheres (UBM) e o PCdoB estiveram presentes com faixas, panfletos e adesivos, que foram amplamente distribuídos.
Do Rio de Janeiro
Marcos Pereira
Brasil prepardo para ter uma mulher presidente
A ministra da Secretaria das Mulheres, Nilcéa Freire, destacou os desafios do governo federal para tratar a situação das mulheres como questão de Estado. “Estamos completando um ciclo na Secretaria. Trabalhamos junto com vocês para construir uma política pública para as mulheres”, disse Nilcéa.
A ministra aproveitou a ocasião para anunciar a criação do Memorial da Mulher Brasileira, uma parceira da Secretaria com a Casa Civil e o Arquivo Nacional. O objetivo é resgatar a trajetória de mulheres que ajudaram a construir a nação brasileira. Nilcéa também assinou um documento sobre a situação atual das mulheres. O papel foi colocado no que ela chamou de cápsula do tempo. “Daqui a 50 anos, as que ainda estiverem aqui poderão comparar os dois períodos”, destacou Nilcéa.
Dilma: o Brasil está preparado para ter uma mulher presidente
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, destacou como uma decisão importante a criação da secretaria para as mulheres para tratar de políticas públicas específicas de um segmento, “o governo colocou como uma questão central a situação das mulheres” e ressaltou como uma das mais importantes medidas a aprovação da licença-maternidade por seis meses.
Dilma, que fez questão de citar a presença da secretária de Cultura do Rio, Jandira Feghali, deixou claro que é preciso avançar mais e destacou como negativa a dupla jornada de trabalho para as mulheres e o salário menor em relação aos homens, “mas temos procurado alterar essa situação, queremos construir um Brasil com mais autonomia para as mulheres e sem violência”.
Mesmo sem tratar de campanha eleitoral, Dilma, que é pré-candidata a presidente, disse que o Brasil está preparado para ter uma mulher na presidência, pois segundo ela, “as mulheres estão preparadas para administrar o país”.
Valorização profissional
O presidente Lula abordou o papel da secretaria das mulheres como uma das conquistas de seu governo. Lula condenou a violência contra as mulheres e foi ovacionado ao dizer que a Lei Maria da Penha conta com o apoio dos homens, pois “os de bom senso, de caráter e de responsabilidade sabem que um homem não mora com uma mulher, não casa com uma mulher para tratá-la como objeto e bater nela. Um homem casa com uma mulher para viver em harmonia com ela”.
Ao mesmo tempo, Lula ressaltou a importância da valorização profissional, “porque uma das formas das mulheres brasileiras não terem um grau de liberdade ainda maior é, muitas vezes, a dependência que ela tem, econômica, dentro de casa. Na medida em que a mulher trabalha, aprende uma profissão, essa mulher tem independência e vai viver com um homem se ela quiser, não obrigada, a troco de um prato de comida, como habitualmente acontecia neste país”.
Preconceito contra Dilma
Por fim, o presidente deu o tom do que está por vir na campanha eleitoral: “Preparem-se, porque o preconceito continua. Preparem-se, porque o preconceito contra a mulher ainda é muito forte. Certamente, uma sociedade machista como a nossa ainda não está 100% preparada para ver uma mulher disputando um cargo de prefeito, um cargo de governador, um cargo de presidente da República”.
Em sua fala mais aplaudida Lula disse que a mulher pode parir uma nova política. “Se uma mulher é capaz de parir um político, por que ela não é capaz de parir uma administração mais competente do que o político que ela conseguiu colocar no mundo?”, disparou o presidente sob aplausos.
Outro que destacou a importância da ministra Dilma Rousseff foi o governador Sérgio Cabral. Segundo ele, Dilma tem revolucionado o país ao lado do presidente Lula. Também participou do ato o prefeito Eduardo Paes, que destacou a parceria entre os governos municipal, estadual e federal e os investimentos na área de saúde, com garantia de assistência à mulher.
O evento contou ainda com as presenças dos ministros Luiz Dulci, Carlos Minc e Franklin Martins e da senadora Serys Slhessarenko, além de representantes de governos de outros estados.
A União Brasileira de Mulheres (UBM) e o PCdoB estiveram presentes com faixas, panfletos e adesivos, que foram amplamente distribuídos.
Do Rio de Janeiro
Marcos Pereira
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Presença de Dilma reafirma novos tempos, diz bancada feminina do PT
A bancada feminina do PT na Câmara comemorou a indicação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, como candidata do partido à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A deputada Ângela Portela (PT-RR) disse que a indicação de Dilma Rousseff "é uma quebra de paradigmas". "Tivemos um presidente sindicalista, uma pessoa que não fazia parte da elite brasileira. Agora, temos uma mulher. Uma mulher competente, que trabalhou muito pela democracia do Brasil. É um momento histórico para o PT", afirmou.
Segundo a deputada Dalva Figueiredo (PT-AP), a indicação da ministra representa a capacidade do PT de gerar quadros importantes para contribuir com o desenvolvimento do país. "A indicação demonstra a capacidade das mulheres de ocupar espaços. Dilma tem uma história de luta, coragem, ousadia e dedicação ao Brasil. Vai contribuir muito com o crescimento do país", disse.
Para a deputada Emília Fernandes (PT-RS), a presença de Dilma Rousseff nas eleições de 2010 significa "a reafirmação dos novos tempos". "O Brasil mudou com um presidente operário. Agora, o país reafirma essa mudança com uma mulher que, assim como Lula, comprovou sua capacidade administrativa, liderança e espírito público", afirmou.
Emília Fernandes lamentou que oposição use o preconceito para tentar conter o crescimento de Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto. "A oposição vai utilizar, como sempre usou, a discriminação contra a mulher. Mas temos que manter o foco e explorar a diferença de projetos. Precisamos juntar forças para desmontar todo tipo de preconceito", disse.
A deputada Fátima Bezerra (PT-RN) avalia que a indicação de Dilma Rousseff demonstra a consolidação do processo democrático brasileiro. "Trata-se de uma mulher com perfil de esquerda e história de muito compromisso com as lutas sociais, que se revelou uma excelente gestora", afirmou.
Segundo a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a candidata petista demonstrou competência ao se tornar ministra-chefe da Casa Civil. "Ela tem totalmente encarnado o que representa o governo Lula. É uma porta-voz importantíssima desse projeto de desenvolvimento com inclusão social", disse.Janete ressaltou que o PT quebra paradigmas ao indicar uma mulher para a Presidência da República. "As mulheres são 52% da população brasileira, mas nunca tiveram uma representação significativa na política. Hoje, temos Dilma como candidata. É muito importante a ampliação dos espaços de poder com a presença feminina", afirmou.
www.ptnacamara.org.br
A deputada Ângela Portela (PT-RR) disse que a indicação de Dilma Rousseff "é uma quebra de paradigmas". "Tivemos um presidente sindicalista, uma pessoa que não fazia parte da elite brasileira. Agora, temos uma mulher. Uma mulher competente, que trabalhou muito pela democracia do Brasil. É um momento histórico para o PT", afirmou.
Segundo a deputada Dalva Figueiredo (PT-AP), a indicação da ministra representa a capacidade do PT de gerar quadros importantes para contribuir com o desenvolvimento do país. "A indicação demonstra a capacidade das mulheres de ocupar espaços. Dilma tem uma história de luta, coragem, ousadia e dedicação ao Brasil. Vai contribuir muito com o crescimento do país", disse.
Para a deputada Emília Fernandes (PT-RS), a presença de Dilma Rousseff nas eleições de 2010 significa "a reafirmação dos novos tempos". "O Brasil mudou com um presidente operário. Agora, o país reafirma essa mudança com uma mulher que, assim como Lula, comprovou sua capacidade administrativa, liderança e espírito público", afirmou.
Emília Fernandes lamentou que oposição use o preconceito para tentar conter o crescimento de Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto. "A oposição vai utilizar, como sempre usou, a discriminação contra a mulher. Mas temos que manter o foco e explorar a diferença de projetos. Precisamos juntar forças para desmontar todo tipo de preconceito", disse.
A deputada Fátima Bezerra (PT-RN) avalia que a indicação de Dilma Rousseff demonstra a consolidação do processo democrático brasileiro. "Trata-se de uma mulher com perfil de esquerda e história de muito compromisso com as lutas sociais, que se revelou uma excelente gestora", afirmou.
Segundo a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a candidata petista demonstrou competência ao se tornar ministra-chefe da Casa Civil. "Ela tem totalmente encarnado o que representa o governo Lula. É uma porta-voz importantíssima desse projeto de desenvolvimento com inclusão social", disse.Janete ressaltou que o PT quebra paradigmas ao indicar uma mulher para a Presidência da República. "As mulheres são 52% da população brasileira, mas nunca tiveram uma representação significativa na política. Hoje, temos Dilma como candidata. É muito importante a ampliação dos espaços de poder com a presença feminina", afirmou.
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O PT tem lado e sabe o que o quer para o Brasil, diz Lula na posse do novo DN.
"Aqueles que queriam acabar com a nossa raça, hoje estão se acabando". Com essa afirmação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a força da militância do Partido dos Trabalhadores que comemora 30 anos de fundação, durante o ato de posse dos novos membros do Diretório Nacional do partido.
O ato ocorreu na noite desta sexta-feira (19), dentro da programação do IV Congresso realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, quando foram empossados o novo presidente José Eduardo Dutra e os 81 membros do novo DN .
Lula lembrou os momentos difíceis vividos pelo partido em três décadas de existência e destacou que a firmeza ideológica faz com a militância petista supere o "medo de turbulências". "O nosso partido tem lado e sabe o que quer para o Brasil. Nestes 30 anos nós construimos o maior paradigma de esquerda existente em um país democrático. Aprendemos a construir uma convivência democrática interna e hoje praticamos essa convivência com outras forças políticas aliadas", disse o presidente.
Ele destacou ainda as disputas internas do PT como um exemplo para o mundo. "A grande virtude do PT é o debate de idéias na disputa interna entre as várias correntes do partido e esse aprendizado precisa ser socializado e repartido pelo mundo", afirmou Lula
Lula reforçou também a importância do PT para a integração política na América Latina. "É importante que a gente faça no próximo período uma amarração com partidos e movimentos sociais de países latinoamericanos para que possamos ter uma verdadeira integração, política e ideológica. Existem duas coisas que eu quero fazer após deixar a presidência: trabalhar fortemente por essa integração e atuar para uma integração maior da América Latina com a África", enfatizou.
Primeiro presidente da história do PT, Lula finalizou sua fala saudando o novo presidente José Eduardo Dutra: "Vocês todos vão se orgulhar muito deste companheiro na presidência do partido".
Também o vice-presidente José de Alencar participou da cerimônia que contou ainda com a presença de ministros petistas, parlamentares, lideranças políticas de partidos aliados, além dos 1.350 delegados e delegadas participantes do Congresso e demais militantes petistas.
Alencar também deixou uma bela mensagem à militância petista e afirmou que o PT é "uma escola política de comportamento admirável". Ao mencionar a ministra Dilma Rousseff, que será indicada neste sábado (20) como pré-candidata do PT à Presidência da República, ele afirmou que a sua principal qualidade é a grande bravura e que a ministra tem todas as qualidades para assumir a presidência do país.
O deputado federal Ricardo Berzoini, que deixa a presidência do partido, fez um resgate histórico das dificuldades e vitórias políticas vividas pelo PT nos seus 30 anos de história e convocou a militância para enfrentar o grande desafio de dar continuidade à luta em 2010.
O presidente empossado, José Eduardo Dutra, fez um discurso emocionado durante o ato de posse. "Eu assumo o compromisso de não ser o presidente da tendência A, B ou C, mas sim como presidente de todo o conjunto do partido", afirmou. REle fez uma homenagem a todos os presidentes da história do PT mencionando os estilos, os desafios e a contribuição política de cada um deles, de Lula a Berzoini, passando por Olívio Dutra, Rui Falcão, Luiz Gushiken, Tarso Genro, José Dirceu e José Genoíno.
Dutra também destacou as tentativas dos adversários em tentar destruir o PT. "Eles não conseguiram acabar com a nossa 'raça' porque a nossa raça é forjada no suor de milhões de trabalhadores de todas as regiões do país, na luta dos seringueiros da Amazônia, no sangue derramado por Chico Mendes e de milhares de companheiros que dedicaram a sua vida à causa da liberdade, pela democracia e ao socialismo", ressaltou.
Ele encerrou sua fala reafirmando que o PT irá eleger em 2010 a primeira mulher presidente da República da história do Brasil.
O encerramento do ato de posse foi coroado com a chegada de um grande bolo simbólico em homenagem aos 30 anos do partido e todos os presentes cantaram Parabéns pra você juntamente com o presidente Lula e os convidados.
O ato ocorreu na noite desta sexta-feira (19), dentro da programação do IV Congresso realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, quando foram empossados o novo presidente José Eduardo Dutra e os 81 membros do novo DN .
Lula lembrou os momentos difíceis vividos pelo partido em três décadas de existência e destacou que a firmeza ideológica faz com a militância petista supere o "medo de turbulências". "O nosso partido tem lado e sabe o que quer para o Brasil. Nestes 30 anos nós construimos o maior paradigma de esquerda existente em um país democrático. Aprendemos a construir uma convivência democrática interna e hoje praticamos essa convivência com outras forças políticas aliadas", disse o presidente.
Ele destacou ainda as disputas internas do PT como um exemplo para o mundo. "A grande virtude do PT é o debate de idéias na disputa interna entre as várias correntes do partido e esse aprendizado precisa ser socializado e repartido pelo mundo", afirmou Lula
Lula reforçou também a importância do PT para a integração política na América Latina. "É importante que a gente faça no próximo período uma amarração com partidos e movimentos sociais de países latinoamericanos para que possamos ter uma verdadeira integração, política e ideológica. Existem duas coisas que eu quero fazer após deixar a presidência: trabalhar fortemente por essa integração e atuar para uma integração maior da América Latina com a África", enfatizou.
Primeiro presidente da história do PT, Lula finalizou sua fala saudando o novo presidente José Eduardo Dutra: "Vocês todos vão se orgulhar muito deste companheiro na presidência do partido".
Também o vice-presidente José de Alencar participou da cerimônia que contou ainda com a presença de ministros petistas, parlamentares, lideranças políticas de partidos aliados, além dos 1.350 delegados e delegadas participantes do Congresso e demais militantes petistas.
Alencar também deixou uma bela mensagem à militância petista e afirmou que o PT é "uma escola política de comportamento admirável". Ao mencionar a ministra Dilma Rousseff, que será indicada neste sábado (20) como pré-candidata do PT à Presidência da República, ele afirmou que a sua principal qualidade é a grande bravura e que a ministra tem todas as qualidades para assumir a presidência do país.
O deputado federal Ricardo Berzoini, que deixa a presidência do partido, fez um resgate histórico das dificuldades e vitórias políticas vividas pelo PT nos seus 30 anos de história e convocou a militância para enfrentar o grande desafio de dar continuidade à luta em 2010.
O presidente empossado, José Eduardo Dutra, fez um discurso emocionado durante o ato de posse. "Eu assumo o compromisso de não ser o presidente da tendência A, B ou C, mas sim como presidente de todo o conjunto do partido", afirmou. REle fez uma homenagem a todos os presidentes da história do PT mencionando os estilos, os desafios e a contribuição política de cada um deles, de Lula a Berzoini, passando por Olívio Dutra, Rui Falcão, Luiz Gushiken, Tarso Genro, José Dirceu e José Genoíno.
Dutra também destacou as tentativas dos adversários em tentar destruir o PT. "Eles não conseguiram acabar com a nossa 'raça' porque a nossa raça é forjada no suor de milhões de trabalhadores de todas as regiões do país, na luta dos seringueiros da Amazônia, no sangue derramado por Chico Mendes e de milhares de companheiros que dedicaram a sua vida à causa da liberdade, pela democracia e ao socialismo", ressaltou.
Ele encerrou sua fala reafirmando que o PT irá eleger em 2010 a primeira mulher presidente da República da história do Brasil.
O encerramento do ato de posse foi coroado com a chegada de um grande bolo simbólico em homenagem aos 30 anos do partido e todos os presentes cantaram Parabéns pra você juntamente com o presidente Lula e os convidados.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Presidente Lula é o brasileiro mais confiável, aponta pesquisa

Lula está à frente de artistas, jornalistas, radialistas e padres.Viva o povo brasileiro!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a pessoa mais confiável para os brasileiros, segundo ranking com 27 personalidades elaborado pelo Datafolha.
Segundo a reportagem, Lula está à frente de apresentadores de TV como William Bonner e Silvio Santos, do padre Marcelo Rossi e de cantores como Roberto Carlos e Chico Buarque.
Os 11.258 entrevistados, de 14 a 18 de dezembro, deram nota de 0 (menos confiável) a 10 (mais confiável) às personalidades apresentadas. Lula lidera a lista, com nota média de 7,9.
Além disso, 39% dos brasileiros deram nota 10 ao presidente, contra 4% que lhe deram 0.
Lula é mais admirado no Nordeste, com nota média de 8,74, contra 7,14 no Sul e 7,57 no Sudeste.
Entre os mais escolarizados e mais ricos, o presidente fica em quinto. Nesse recorte, Chico Buarque lidera, seguido por William Bonner, Caetano Veloso e Roberto Carlos.
Fonte:Tribuna da Bahia
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