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terça-feira, 25 de novembro de 2014
Casa da ONU no Brasil ganha iluminação laranja para marcar os 16 dias pelo Fim da Violência contra as Mulheres
A sede das Nações Unidas no Brasil – a Casa da ONU Complexo Sérgio Vieira de Mello, em Brasília – terá seu prédio iluminado de laranja de 25 de novembro a 10 de dezembro.
Em julho de 2012, a campanha UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres, do secretário-geral das Nações Unidas, proclamou o dia 25 de cada mês como um Dia Laranja. Em todo o mundo, agências das Nações Unidas e organizações da sociedade civil utilizam esses dias para dar mais visibilidade às questões que envolvem a prevenção e a eliminação da violência contra mulheres e meninas.
Nesta terça-feira (25/11), a ONU Mulheres e seus parceiros realizarão eventos marcados pela cor laranja em todo o mundo, para aumentar a conscientização e mostrar solidariedade para com as sobreviventes de abuso. Entre eles, está a iluminação das sedes da ONU em Nova York e em Brasília.
O objetivo dessa campanha é desconstruir comportamentos sociais e culturais que exaltam a violência, trazer os homens para participar dessa luta e mostrar que esse é um problema de todos.
Conforme a pesquisa Tolerância Social à Violência contra as Mulheres do IPEA mostra, 58% dos homens concordam, total ou parcialmente que “se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros”. E 63% concordam, total ou parcialmente, que “casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre os membros da família”. Além disso, 89% dos entrevistados tenderam a concordar que “a roupa suja deve ser lavada em casa” e 82% quem “em briga de marido e mulher não se mete a colher”.
Ao mesmo tempo, existe uma opinião forte contrária à violência, uma vez que 89% dos homens afirmaram na pesquisa discordar da afirmação “um homem pode xingar e gritar com sua própria mulher”, e 91% acham que “o homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia”.
A sede da Organização das Nações Unidas no Brasil – a Casa da ONU Complexo Sérgio Vieira de Mello, em Brasília, terá seu prédio iluminado de laranja de 25 de novembro a 10 de dezembro, para marcar os 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
A ação é coordenada pela ONU Mulheres e a iniciativa O Valente não é Violento, que mobiliza o Sistema ONU Brasil, na campanha do secretário-geral UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
A mobilização anual começou em 1991, quando mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), elaboraram a campanha dos 16 Dias de Ativismo com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo.
O período escolhido para a campanha se inicia no dia 25 de novembro, declarado como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, e termina no dia 10 de dezembro, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, vinculando a luta pela não violência contra as mulheres e a defesa dos direitos humanos
Dia Laranja
Em julho de 2012, a campanha UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres, do secretário-geral das Nações Unidas, proclamou o dia 25 de cada mês como um Dia Laranja. Em todo o mundo, agências das Nações Unidas e organizações da sociedade civil utilizam esses dias para dar mais visibilidade às questões que envolvem a prevenção e a eliminação da violência contra mulheres e meninas.
Nesta terça-feira (25/11), a ONU Mulheres e seus parceiros realizarão eventos marcados pela cor laranja em todo o mundo, para aumentar a conscientização e mostrar solidariedade para com as sobreviventes de abuso. Entre eles, está a iluminação das sedes da ONU em Nova York e em Brasília.
O objetivo dessa campanha é desconstruir comportamentos sociais e culturais que exaltam a violência, trazer os homens para participar dessa luta e mostrar que esse é um problema de todos.
Conforme a pesquisa Tolerância Social à Violência contra as Mulheres do IPEA mostra, 58% dos homens concordam, total ou parcialmente que “se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros”. E 63% concordam, total ou parcialmente, que “casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre os membros da família”. Além disso, 89% dos entrevistados tenderam a concordar que “a roupa suja deve ser lavada em casa” e 82% quem “em briga de marido e mulher não se mete a colher”.
Ao mesmo tempo, existe uma opinião forte contrária à violência, uma vez que 89% dos homens afirmaram na pesquisa discordar da afirmação “um homem pode xingar e gritar com sua própria mulher”, e 91% acham que “o homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia”.
Ao menos 1 entre 3 mulheres sofrem com a violência no mundo. No Brasil, a cada quatro minutos, uma mulher é vítima de agressão, e mais de 43 mil mulheres foram assassinadas nos últimos dez anos, de acordo com pesquisa do Instituto Avon e do Data Popular, Percepções dos homens sobre a violência doméstica contra a Mulher (2013).
Hoje, cerca de 150 países desenvolvem a campanha dos 16 Dias de Ativismo. No Brasil, ela é realizada desde 2003 por meio de ações de mobilização e esclarecimento sobre o tema. No país, o início da campanha foi antecipado para o dia 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra – pelo reconhecimento da opressão e discriminação históricas contra a população negra e, especialmente, as mulheres negras brasileiras que são as principais vítimas da violência de gênero.
O Valente não é Violento
É uma iniciativa dentro da campanha UNA-SE Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que conta com o envolvimento de todas as agências da ONU e é coordenada pela ONU Mulheres.
Tem como objetivo estimular a mudança de atitudes e comportamentos dos homens, enfatizando a responsabilidade que devem assumir na eliminação da violência contra as mulheres e meninas. Desse modo, a juventude da América Latina e do Caribe poderá ter uma vida livre da violência machista.
A iniciativa convida as pessoas a repensar e transformar os estereótipos, ou seja, as ideias pré-concebidas dos papéis sociais denominados femininos ou masculinos e das crenças sobre o que as mulheres e os homens devem ser ou fazer. Afinal, essas ideias profundamente arraigadas em nossas culturas são a base da desigualdade de gênero, da discriminação das mulheres e, consequentemente, da violência exercida contra elas. “O Valente não é Violento” quer contribuir para a erradicação das práticas culturais danosas e dos comportamentos prejudiciais às mulheres e meninas gerados por pressões de grupos sociais machistas.
http://nacoesunidas.org/casa-da-onu-no-brasil-ganha-iluminacao-laranja-para-marcar-os-16-dias-pelo-fim-da-violencia-contra-as-mulheres/
No Dia da Não violência contra a mulher, ONU inicia açôes de combate a opressão.
Uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a sexo forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação genital, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Embora essas violações sejam comuns ao cotidiano de milhares de mulheres, muitas vezes elas se tornam invisíveis ou são tratadas como algo relativo à esfera familiar. Para romper esse silêncio, desde 1981 o movimento feminista comemora, com luta, em 25 de novembro, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.
Neste ano, a ONU Mulheres, organização das Nações Unidas dedicada à igualdade de gênero, iluminará o prédio da entidade em Brasília e também a sede principal, em Nova York, com a cor laranja. A iluminação é uma das atividades que serão promovidas de hoje (25) até o dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, no âmbito dos chamados 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero.
Representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman diz que a data contribui para a inserção da luta contra a violência na agenda política. “É uma data que tem sido importante para mobilizar tanto o governo quanto a sociedade civil e colocar na pauta dos meios de comunicação esse problema, que é muito grave entre as mulheres”, explica.
No Brasil, a programação é diversa. Hoje, no Rio de Janeiro, haverá exposição de grafite, oficina e roda de conversa sobre violência contra a mulher. Amanhã será a vez de um debate na internet sobre os compromissos assumidos pelos países para enfrentar a violência, além das políticas públicas para garantir os direitos das mulheres. Nos dias 26 e 27, serão realizadas oficinas e debates, em Brasília e João Pessoa, com juízes e outros operadores de Justiça sobre a adaptação do Protocolo Latino-Americano para Investigação das Mortes por Razões de Gênero à legislação brasileira. A programação seguirá em dezembro e pode ser conferida no site da ONU Mulheres.
A representante da organização no Brasil destaca que, neste ano, a campanha também alerta para o cumprimento da Plataforma de Ação de Pequim, cuja aprovação completará 20 anos em 2015. Fruto da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, a plataforma listou 12 áreas de trabalho, como Mulheres e Pobreza e Mulheres e a Mídia, e apontou ações concretas que deveriam ser desenvolvidas pelos países signatários para promover a igualdade de gênero.
Em relação à violência, considerava que essa violação “constitui obstáculo a que se alcance os objetivos de igualdade, desenvolvimento e paz”, nos termos da declaração. Quase 20 anos depois da aprovação do texto, mais de dois terços dos países aprovaram leis contra a violência doméstica, em decorrência das propostas elaboradas em Pequim, segundo a ONU. As leis, contudo, não têm sido cumpridas a contento, na avaliação da organização. Além disso, o objetivo de “prevenir e eliminar todas as formas de violência contra as mulheres e meninas” segue distante.
“Há toda uma questão da prevenção da violência contra as mulheres que tem a ver com os estereótipos de gênero e as relações entre homens e mulheres, além das leis, políticas e planos, os quais têm que ser formulados. Também é preciso ter recursos, tanto humanos quanto financeiros [para sua implementação]”, diz Nadine.
Fonte:
25/11/2014 07h23Brasília
Helena Martins - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
mulheresMovimento feminista comemora em 25 de novembro o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher - Arquivo/Agência Brasil
quinta-feira, 13 de março de 2014
E o femicidio em Goiânia ? Quem pode achar normal o assassinato de quatro garotas?
As quatro garotas foram assassinadas com vários tiros. Aí começa as especulações sobre a conduta delas. É a desmoralização pós morte. Porque não se concentram nas investigações? Então as condutas podem justificar crimes bárbaros? Mulheres de Goiânia procurem reagir. Os criminosos estão soltos.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
30 DE ABRIL : DIA NACIONAL DA MULHER BRASILEIRA
No início do século XX, uma brasileira que esteve a estudar na Europa, Jerônima Mesquita, ao retornar ao Brasil, trouxe consigo a coragem de enfrentar as situações contrárias às mulheres. Uniu-se a um grupo de senhoras combativas e tornou-se feminista, assistencialista e sufragista. Lutou por inúmeras causas. Era mineira de Leopoldina, nascida em 30 de abril de 1880. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, onde morava, em 1972.
Em homenagem à sua data natalícia,um grupo de feministas trabalhou para que se tornasse o Dia Nacional da Mulher. Isso ocorreu pela lei nº 6.791/80, sancionada pelo Presidente João Figueiredo.
A comemoração do Dia Internacional da Mulher tem sido importante para a divulgação das questões de gênero e sensibilização de políticos para a situação da mulher no Brasil.
No momento, a preocupação maior é quanto a violência contra a mulher, inclusive a doméstica. O Dia Nacional da Mulher, 30 de abril, é mais uma ocasião para continuar a investigação sobre a condição feminina no Brasil e a busca incessante de soluções.
Histórico
As mulheres têm conquistado, embora em tempo lento, direitos e deveres sociais que precisam ser preservados. O movimento de mulheres em seu próprio prol é antigo. Inicialmente foi silencioso e sutil. As formas de abordagem da condição feminina têm variado no tempo e no espaço.Deve-se ressaltar ainda que muitas vezes a história das mulheres foi marcada por tragédias. No final do século XVIII, Olimpe de Gouges, em França, foi guilhotinada. Outras mulheres que como ela lutaram por uma nova França, pela Revolução francesa, foram assassinadas porque reclamaram a não inclusão dos direitos da mulher no Código Civil que adveio logo após aquele movimento político. No século XIX, em 8 de março de 1857, cerca de 129 mulheres morreram queimadas dentro de uma fábrica em Nova Yorque porque reivindicavam condições dignas de trabalho. São fatos marcantes para a história das mulheres no ocidente. A indignação das mulheres as fortaleceu a continuar em busca do reconhecimento de sua igualdade com os homens e mais tarde, da importância das diferenças entre os sexos sob uma ótica democrática.
Na segunda metade do século XX, no Brasil, o movimento de mulheres juristas evoluiu no sentido da busca da identidade e capacidade para gerir os atos da vida civil.As advogadas Romy Medeiros da Fonseca e Orminda Bastos apresentaram em julho de 1952, à VIII Assembléia da Comissão Interamericana de Mulheres da OEA - Organização dos Estados Americanos, o anteprojeto por elas elaborado, que modificaria a condição jurídica da mulher no Brasil, embora somente dez anos depois,em 1962.
Em 1957, Romy Medeiros da Fonseca,assomou a Tribuna do Senado da República para defender o projeto de lei 29/52. Então, em 1962, o Poder Legislativo tombou sob o número 4.121, a lei que ficou conhecida como o Estatuto da Mulher Casada. Essa lei alterou vários artigos do Código Civil brasileiro, datado de 1916.
Esse novo documento concedeu às mulheres o direito de trabalhar fora do lar sem a autorização do marido ou paterna e, em caso de separação do casal, o direito à guarda do filho.A luta continuou para que outras leis surgissem a amparar as mulheres, não por favor, mas por direito.
Já agora, século XXI, Código Civil brasileiro renovado, a condição jurídica da mulher está menos discriminatória. Mas há ainda muito o que avançar para a garantia da democracia paritária.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
New Hit na Cadeia é questão de justiça.Todos os movimentos de mulheres estarão com suas representantes na cidade de Ruy Barbosa.Eu disse TODOS OS MOVIMENTOS.
PRISÃO PARA OS BANDIDOS DO BANDO NEW HIT.
O MATERIAL IMUNDO JÁ FOI COLETADO E O ESTUPRO COLETIVO CONFIRMADO. NÃO QUEREMOS UM JULGAMENTO FECHADO. A IMPRENSA TEM QUE ACOMPANHAR TUDO. E OS MOVIMENTOS DE MULHERES TERÃO QUE COLOCAR PELO MENOS UMA REPRESENTANTE DENTRO DO FÓRUM. SE O ESPAÇO É PEQUENO, MUDE O LOCAL. O QUE NÃO SE PODE É CONCEDER PRIVILÉGIOS A ESTES BANDIDOS IMUNDOS. MACHOS. APENAS MACHOS. HOMENS ELES NÃO SÃO.OU ALGUÉM ACHA QUE TEM HOMEM NA FOTO ABAIXO????? CADEIA COMUM E CELA COMUM.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
NOTA DE REPÚDIO AO SHOW DA BANDA NEW HIT EM SERRINHA, BAHIA
"ACEITAR ESSES MONSTROS TRAVESTIDOS DE CANTORES SERÁ DECLARAR QUE NÃO ESTAMOS NEM AÍ PARA O SOFRIMENTO DAS ADOLESCENTES QUE NÃO TIVERAM ESCOLHA QUANDO FORAM SOLICITAR UM AUTÓGRAFO E DEPOIS FORAM ESTRUPADAS DENTRO DO ÔNIBUS DE SEUS PRÓPRIOS IDULOS. SERRINHA DIZ NÃO À BANDA NEW HIT."
As meninas de Serrinha MANDA:
NOTA DE REPUDIO AO SHOW DA BANDA NEW HIT
Nós dos movimentos sociais, Instituto Casa da Cidadania, Movimento Negro Afro Jamaica, Movimento de Mulheres Rurais e Urbanas e demais órgãos de Serrinha reunidos às 10 horas da manhã do dia 27/12/2012 no Centro de Referência e Atendimento a População do mesmo município por entendermos que a vinda desta banda para nossa cidade estará prevenindo para que não aconteça o mesmo fato que ocorreu no município de Rui Barbosa a 105 km de distancia do município de Serrinha, movemos esta nota de repúdio. O objetivo deste protesto é repudiar a ação de imoralidade e desrespeito das mulheres e principalmente da criança e do adolescente. Não podemos deixar que a mobilização que aconteceu em protesto em novembro no município de Feira de Santana a esta banda seja banal corriqueira e caia no esquecimento. Não queremos a Banda New Hit em Serrinha... “Estupro não é marketing, é crime”. Justiça para estes integrantes da Banda New Hit! Não podemos compactuar com este ato que vem contribuir para degradação das adolescentes e crianças da nossa cidade e da região. O absurdo é uma festa privada trazer uma banda que há menos de seis meses foi notícia no Brasil inteiro. Uma banda cujos membros estão todos sob juízo, processados por violência sexual contra jovens fãs, em um episódio aqui próximo de nós. Como entender isso? Indiferença? Banalização da vida humana? Onde foi parar nossa sensibilidade? E o nosso senso de ridículo? Ao ser convidado para uma festa privada é como que, tanto os produtores como os que irão à festa dissessem: “não foi com nossas filhas, não importa”. Patrocinar o crime no mínimo é essa a conclusão que podemos tirar. Nossa cidade não pode e não quer aceitar tal situação. Apoiar não uma banda de música baiana, mas um bando de vândalos que não respeitam a dignidade da mulher, muito menos da mulher adolescente. Aceitar esse show será rasgar nossa constituição federal. Aceitar esse absurdo de trazer esse bando de estupradores que foi comprovado pela lei da cidade onde ocorreu o fato para zombar de nossa cara será o mesmo que rasgarmos nossas leis de proteção à criança e o adolescente, principalmente o Estatuto da Criança e do Adolescente. Aceitar esse show em nossa cidade será dizer que Serrinha é terra de ninguém. Aceitar essa desmoralização em nosso território será dizer “aqui em nosso Território do Sisal vale mais o dinheiro”. Mas não aqui no Território do Sisal o que prevalece e a lei. ACEITAR ESSES MONSTROS TRAVESTIDOS DE CANTORES SERÁ DECLARAR QUE NÃO ESTAMOS NEM AÍ PARA O SOFRIMENTO DAS ADOLESCENTES QUE NÃO TIVERAM ESCOLHA QUANDO FORAM SOLICITAR UM AUTÓGRAFO E DEPOIS FORAM ESTRUPADAS DENTRO DO ÔNIBUS DE SEUS PRÓPRIOS IDULOS. SERRINHA DIZ NÃO À BANDA NEW HIT.
As meninas de Serrinha MANDA:
NOTA DE REPUDIO AO SHOW DA BANDA NEW HIT
Nós dos movimentos sociais, Instituto Casa da Cidadania, Movimento Negro Afro Jamaica, Movimento de Mulheres Rurais e Urbanas e demais órgãos de Serrinha reunidos às 10 horas da manhã do dia 27/12/2012 no Centro de Referência e Atendimento a População do mesmo município por entendermos que a vinda desta banda para nossa cidade estará prevenindo para que não aconteça o mesmo fato que ocorreu no município de Rui Barbosa a 105 km de distancia do município de Serrinha, movemos esta nota de repúdio. O objetivo deste protesto é repudiar a ação de imoralidade e desrespeito das mulheres e principalmente da criança e do adolescente. Não podemos deixar que a mobilização que aconteceu em protesto em novembro no município de Feira de Santana a esta banda seja banal corriqueira e caia no esquecimento. Não queremos a Banda New Hit em Serrinha... “Estupro não é marketing, é crime”. Justiça para estes integrantes da Banda New Hit! Não podemos compactuar com este ato que vem contribuir para degradação das adolescentes e crianças da nossa cidade e da região. O absurdo é uma festa privada trazer uma banda que há menos de seis meses foi notícia no Brasil inteiro. Uma banda cujos membros estão todos sob juízo, processados por violência sexual contra jovens fãs, em um episódio aqui próximo de nós. Como entender isso? Indiferença? Banalização da vida humana? Onde foi parar nossa sensibilidade? E o nosso senso de ridículo? Ao ser convidado para uma festa privada é como que, tanto os produtores como os que irão à festa dissessem: “não foi com nossas filhas, não importa”. Patrocinar o crime no mínimo é essa a conclusão que podemos tirar. Nossa cidade não pode e não quer aceitar tal situação. Apoiar não uma banda de música baiana, mas um bando de vândalos que não respeitam a dignidade da mulher, muito menos da mulher adolescente. Aceitar esse show será rasgar nossa constituição federal. Aceitar esse absurdo de trazer esse bando de estupradores que foi comprovado pela lei da cidade onde ocorreu o fato para zombar de nossa cara será o mesmo que rasgarmos nossas leis de proteção à criança e o adolescente, principalmente o Estatuto da Criança e do Adolescente. Aceitar esse show em nossa cidade será dizer que Serrinha é terra de ninguém. Aceitar essa desmoralização em nosso território será dizer “aqui em nosso Território do Sisal vale mais o dinheiro”. Mas não aqui no Território do Sisal o que prevalece e a lei. ACEITAR ESSES MONSTROS TRAVESTIDOS DE CANTORES SERÁ DECLARAR QUE NÃO ESTAMOS NEM AÍ PARA O SOFRIMENTO DAS ADOLESCENTES QUE NÃO TIVERAM ESCOLHA QUANDO FORAM SOLICITAR UM AUTÓGRAFO E DEPOIS FORAM ESTRUPADAS DENTRO DO ÔNIBUS DE SEUS PRÓPRIOS IDULOS. SERRINHA DIZ NÃO À BANDA NEW HIT.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Integrantes da New Hit e PM têm o pedido de habeas corpus deferido .
Integrantes da New Hit e PM têm o pedido de habeas corpus deferido
Grupo deve ser solto na tarde desta terça-feira (2), em Feira de Santana (BA).
Pedido foi julgado pelo desembargador Lourival Almeida Trindade.
Ingrid Maria Machado e Lílian Marques
Do G1 BA
Adolescentes recebem proteção do estado.
Os nove integrantes da banda de pagode New Hit e o policial militar que fazia a segurança do grupo tiveram o pedido de habeas corpus deferido pela Justiça no final da manhã desta terça-feira (2). O pedido foi julgado na 2ª turma da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), pelo desembargador Lourival Almeida Trindade, relator da sessão.
Os nove integrantes do grupo são suspeitos de estuprar duas adolescentes de 16 e 17 anos. O policial teria sido conivente com o crime. Todos eles, inclusive o PM, foram indiciados por estupro e formação de quadrilha no dia 25 de setembro. O documento, que tem 23 páginas, foi protocolado pelo delegado Marcelo Cavalcanti, titular da Delegacia de Ruy Barbosa, na Vara Criminal, no dia 24 de setembro.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e de Ressocialização do Estado (Seap), até as 12h30 desta terça-feira os nove integrantes do grupo envolvidos no caso permaneciam custodiados no Conjunto Penal de Feira de Santana, cidade distante cerca de 100 km de Salvador. Segundo Edmundo Memeri, diretor do conjunto penal, a decisão judicial que ordena a liberação dos presos ainda não foi encaminhada à unidade penitenciária.
A assessoria da PM afirmou ao G1, também nesta terça, que o policial suspeito de conivência no crime continua custodiado na Coordenadoria de Custódia Provisória da corporação, localizada no Batalhão de Choque em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. De acordo com a Polícia Militar, a ordem judicial, até às 12h30, também não havia sido encaminhada à coordenadoria.
Denúncia
Em nota, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) informou nesta terça-feira que a promotora de Justiça de Ruy Barbosa, Marisa Marinho Jansen, ofereceu denúncia à Justiça contra os dez suspeitos pelos crimes de estupro qualificado, com participação de duas ou mais pessoas.
Segundo o MP-BA, a denúncia das adolescentes, de 16 e 17 anos, vítimas do estupro, foi comprovada por testemunhos e laudos periciais.
Ainda na nota, o órgão informa que a promotora relata no documento que durante a ação uma das vítimas foi "puxada pelos cabelos, agredida fisicamente e xingada" por seis dos suspeitos. Na denúncia, a promotora classifica como "vis e animalescos" os atos cometidos contra a outra adolescente envolvida no caso.
Investigações
De acordo com o delegado Marcelo Cavalcanti, o laudo fornecido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), de Feira de Santana apontou que foi encontrada uma quantidade de sêmen nas roupas das meninas e de um dos músicos. Segundo a polícia, o resultado foi considerado prova material e influenciou no indiciamento dos suspeitos.
A polícia indicou ainda que o volume de sêmen localizado é "bastante" superior à quantidade de "uma, duas ou três pessoas". Por isso, foi solicitado a realização de exames de DNA para identificar a quem pertence o sêmen localizado pela perícia. O prazo para divulgação do resultado é superior a 60 dias.
AMEAÇAS DE MORTE
Após receberem ameaças de morte, as duas jovens foram encaminhadas a Salvador e fazem parte do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM). A solicitação foi feita pelo Conselho Tutelar da cidade de Itaberaba, que fica próxima ao município de Ruy Barbosa, após denúncias feitas pelas famílias das jovens.
"Elas estão recebendo o apoio da Secretaria da Justiça Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) para a reinserção na sociedade. Aqui recebem novo endereço e a tentativa do órgão de entregar a elas novas condições saudáveis de vida em sociedade", explica Iraciara Cerqueira, coordenadora de gestão de direitos humanos do estado. O programa tem o apoio da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, cuja função é monitorar a segurança às jovens e suas famílias.
Segundo a Secretaria da Justiça Cidadania e Direitos Humanos, apesar das investigações serem mantidas sob sigilo judicial, sabe-se que as ameaças partiram de telefonemas e também pela internet, nas redes sociais.
Liminares
A Justiça negou a liminar do habeas corpus para um dos integrantes da banda de pagode New Hit e para um policial militar no dia 13 de setembro. Para os outros oito integrantes os pedidos de habeas corpus foram negados no dia 6 de setembro pelo desembargador e relator do processo, Lourival Almeida Trindade, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
Estupro
Segundo relato das vítimas, elas foram até o trio da banda para pedir autógrafos e tirar fotos com os artistas. Um produtor do grupo teria orientado as garotas a ir para o ônibus da banda, onde denunciaram ter ocorrido a violência sexual. Segundo a polícia, dois integrantes admitiram que fizeram sexo com as adolescentes, porém com consentimento. Os outros negaram que tiveram relação sexual com as garotas.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Salvador : Cinco mulheres assassinadas em 48 horas.
Em menos de dois dias, cinco mulheres foram assassinadas com requinte de crueldade. Na noite de domingo, duas amigas foram mortas na Rua João Brito, no Alto do Coqueirinho, bairro de Itapuã. Maiane Reis Santos, 26 anos, e Raquila Oliveira da Glória Matos, 24, foram assassinadas em via pública por traficantes da localidade, sendo que vários moradores presenciaram a ação.
Maiane, que teve vários ferimentos na cabeça, sofrendo traumatismo craniano, foi socorrida para o Hospital Roberto Santos (HRS), morrendo minutos depois. Já Raquila, baleada em várias partes do corpo, foi levada para o posto médico de Itapuã, mas morreu ao dar entrada na unidade médica.
A população da cidade de Poções, a 44 km de Salvador, ficou chocada com o assassinato de Maria Rosa Aparecida de Jesus, 30. Após desentendimento com o marido, a vítima foi esfaqueada até a morte pelo companheiro Alexandre Gonçalves Campos. O crime ocorreu por volta das 23 horas do último sábado, dentro da residência do casal. Maria Rosa não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
Segundo informações da polícia, Alexandre teria contado que a esposa teria descoberto uma traição dele. Ao arrumar as roupas para ir embora, Maria Rosa teria o agredido, desencadeando a discussão. Em depoimento, o acusado contou que teria dado duas pauladas na vítima para contê-la e, em seguida, desferiu duas facadas, que a atingiram no peito e na axila.
No último sábado, uma jovem foi assassinada pelo marido que desconfiava de uma suposta traição. Na tarde de domingo, o corpo de Fernanda de Souza Mendonça, 26, foi encontrado dentro de sua residência no bairro de Bom Juá. Além do espancamento, a vítima foi encontrada com um cabo de vassoura introduzido na genitália.
Em Juazeiro, a 500 km de Salvador, um homem degolou sua companheira na noite deste domingo. Marilde Ferreira da Silva, 28, foi encontrada morta em frente da sua residência por moradores. Ao chegar ao local, a polícia descobriu que o companheiro da vítima, identificado como Damião Risomar do Carmo Santos, de idade ignorada, cortou o pescoço e a barriga da vítima com um faca.
O crime aconteceu na rua da Glória, no bairro Dom Tomaz, por volta das 22h50. Ainda segundo a polícia da cidade, o acusado, que está foragido, já tem passagem pela polícia por porte ilegal de armas e de drogas.
Morta no aniversário
A mesma dor dos familiares de Maria Rosa é compartilhada por Cristovão de Jesus Santos, 49, pai de Maiane. A filha comemorava o aniversário com alguns amigos, quando, por volta das 20 horas, três homens chegaram à porta da residência chamando pelas vítimas.
Ao saírem para saber o que estava acontecendo, foram levadas para uma rua próxima, sendo espancadas a pauladas e alvejadas com vários tiros. Após a ação, os acusados ainda beberam em um bar, fugindo a pé minutos depois.
O pai contou que no momento em que estavam sendo espancadas, testemunhas informaram que os assassinos chegaram a falar que Raquila sabia porque estava morrendo, sendo que Maiane também seria morta porque estava conspirando contra eles.
Ainda de acordo com Cristovão, os traficantes dominam a comunidade e se intitulam como membro do 1º Comando Criminoso da Capital. Ele disse que há suspeita de que a filha estaria se relacionando com um homem que seria envolvido com o tráfico de drogas no bairro de São Cristóvão e seria rival dos assassinos.
Ele não deu detalhes, informando não conhecer o rapaz. Maiane, que trabalhava como cabeleireira e manicure, deixou um filho de 9 anos.
“Era uma boa filha. Sempre dei conselhos para o bem. Ela gostava muito de festas. Não merecia ter este fim. Morreu no dia do seu aniversário”, lamentou o pai, informando que o porrete usado no crime ainda estava no local na manhã de ontem.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os agentes informaram que até a tarde de ontem não tinham informações sobre os acusados nem a motivação dos assassinatos.
Maiane, que teve vários ferimentos na cabeça, sofrendo traumatismo craniano, foi socorrida para o Hospital Roberto Santos (HRS), morrendo minutos depois. Já Raquila, baleada em várias partes do corpo, foi levada para o posto médico de Itapuã, mas morreu ao dar entrada na unidade médica.
A população da cidade de Poções, a 44 km de Salvador, ficou chocada com o assassinato de Maria Rosa Aparecida de Jesus, 30. Após desentendimento com o marido, a vítima foi esfaqueada até a morte pelo companheiro Alexandre Gonçalves Campos. O crime ocorreu por volta das 23 horas do último sábado, dentro da residência do casal. Maria Rosa não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
Segundo informações da polícia, Alexandre teria contado que a esposa teria descoberto uma traição dele. Ao arrumar as roupas para ir embora, Maria Rosa teria o agredido, desencadeando a discussão. Em depoimento, o acusado contou que teria dado duas pauladas na vítima para contê-la e, em seguida, desferiu duas facadas, que a atingiram no peito e na axila.
No último sábado, uma jovem foi assassinada pelo marido que desconfiava de uma suposta traição. Na tarde de domingo, o corpo de Fernanda de Souza Mendonça, 26, foi encontrado dentro de sua residência no bairro de Bom Juá. Além do espancamento, a vítima foi encontrada com um cabo de vassoura introduzido na genitália.
Em Juazeiro, a 500 km de Salvador, um homem degolou sua companheira na noite deste domingo. Marilde Ferreira da Silva, 28, foi encontrada morta em frente da sua residência por moradores. Ao chegar ao local, a polícia descobriu que o companheiro da vítima, identificado como Damião Risomar do Carmo Santos, de idade ignorada, cortou o pescoço e a barriga da vítima com um faca.
O crime aconteceu na rua da Glória, no bairro Dom Tomaz, por volta das 22h50. Ainda segundo a polícia da cidade, o acusado, que está foragido, já tem passagem pela polícia por porte ilegal de armas e de drogas.
Morta no aniversário
A mesma dor dos familiares de Maria Rosa é compartilhada por Cristovão de Jesus Santos, 49, pai de Maiane. A filha comemorava o aniversário com alguns amigos, quando, por volta das 20 horas, três homens chegaram à porta da residência chamando pelas vítimas.
Ao saírem para saber o que estava acontecendo, foram levadas para uma rua próxima, sendo espancadas a pauladas e alvejadas com vários tiros. Após a ação, os acusados ainda beberam em um bar, fugindo a pé minutos depois.
O pai contou que no momento em que estavam sendo espancadas, testemunhas informaram que os assassinos chegaram a falar que Raquila sabia porque estava morrendo, sendo que Maiane também seria morta porque estava conspirando contra eles.
Ainda de acordo com Cristovão, os traficantes dominam a comunidade e se intitulam como membro do 1º Comando Criminoso da Capital. Ele disse que há suspeita de que a filha estaria se relacionando com um homem que seria envolvido com o tráfico de drogas no bairro de São Cristóvão e seria rival dos assassinos.
Ele não deu detalhes, informando não conhecer o rapaz. Maiane, que trabalhava como cabeleireira e manicure, deixou um filho de 9 anos.
“Era uma boa filha. Sempre dei conselhos para o bem. Ela gostava muito de festas. Não merecia ter este fim. Morreu no dia do seu aniversário”, lamentou o pai, informando que o porrete usado no crime ainda estava no local na manhã de ontem.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os agentes informaram que até a tarde de ontem não tinham informações sobre os acusados nem a motivação dos assassinatos.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Jornalista baiana é detida durante trabalho por desacato a autoridade.
Fotógrafa foi detida durante cobertura jornalística sobre a morte de um policial.
Ela foi ouvida e liberada. O caso continua sendo investigado.
Do G1 BA com informações da Tv Bahia
imprimir A jornalista Marina Silva foi detida nesta quinta-feira (11) suspeita de desacato a um policial durante a cobertura de um assassinato em Salvador. De acordo com informações da polícia, o caso está sendo investigado pela 11ª Delegacia Territorial (Tancredo Neves). Em nota, a polícia informou que a jornalista, que atua como fotógrafa, foi ouvida e liberada.
Na tarde desta quinta, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), se manifestou em nota, através da sua presidente, a jornalista Marjorie Moura.
"A jornalista estava no pátio do edifício, próximo a uma guarnição da PM, e pediu que um dos policiais se voltasse para não ter seu rosto fotografado. Teve inicio uma discussão e o PM alegou que havia sido desacatado. Um dos policiais deu um tapa na câmera, a profissional levantou a máquina para o alto, mas o PM torceu o braço de Marina Silva, que gritou de dor. Ele a soltou e agarrou pela gola da camisa, puxando-a na direção da viatura. Ela pediu que a soltasse, foi atendida, mas entrou na viatura e foi levada para a 11ª CP. Os integrantes da guarnição e a jornalista foram ouvidos, e esta liberada depois do delegado firmar o termo circunstanciado."
Sobre o caso, a jornalista disse que não agrediu verbalmente nenhum policial.
Ela foi ouvida e liberada. O caso continua sendo investigado.
Do G1 BA com informações da Tv Bahia
imprimir A jornalista Marina Silva foi detida nesta quinta-feira (11) suspeita de desacato a um policial durante a cobertura de um assassinato em Salvador. De acordo com informações da polícia, o caso está sendo investigado pela 11ª Delegacia Territorial (Tancredo Neves). Em nota, a polícia informou que a jornalista, que atua como fotógrafa, foi ouvida e liberada.
Na tarde desta quinta, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), se manifestou em nota, através da sua presidente, a jornalista Marjorie Moura.
"A jornalista estava no pátio do edifício, próximo a uma guarnição da PM, e pediu que um dos policiais se voltasse para não ter seu rosto fotografado. Teve inicio uma discussão e o PM alegou que havia sido desacatado. Um dos policiais deu um tapa na câmera, a profissional levantou a máquina para o alto, mas o PM torceu o braço de Marina Silva, que gritou de dor. Ele a soltou e agarrou pela gola da camisa, puxando-a na direção da viatura. Ela pediu que a soltasse, foi atendida, mas entrou na viatura e foi levada para a 11ª CP. Os integrantes da guarnição e a jornalista foram ouvidos, e esta liberada depois do delegado firmar o termo circunstanciado."
Sobre o caso, a jornalista disse que não agrediu verbalmente nenhum policial.
terça-feira, 1 de março de 2011
Parto : mulheres sofrem agressões que vão de exames dolorosos a xingamentos e gritos.
Uma em cada quatro mulheres que deram à luz em hospitais públicos ou privados relatou algum tipo de agressão no parto, perpretada por profissionais de saúde que deveriam acolhê-la e zelar por seu bem-estar.
Pesquisa pioneiraÉ a primeira vez uma pesquisa quantifica em escala nacional a incidência dos maus-tratos contra parturientes, a partir de entrevistas em 25 unidades da Federação e em 176 municípios. Os dados integram o estudo "Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado", realizado em agosto de 2010 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc e divulgado agora.
Agressões vão de exames dolorosos a xingamentos e gritos
Recusa em oferecer algum alívio para a dor, xingamentos, realização de exames dolorosos e contraindicados até ironias, gritos e tratamentos grosseiros com viés discriminatório quanto a classe social ou cor da pele. Estes são exemplos de tipos de maus-tratos sofridos por mulheres que dão a luz nos hospitais públicos e privados.
Viés discriminatório
O estudo constatou uma situação que Janaina Marques de Aguiar, doutora pela Faculdade de Medicina da USP, já tinha captado em estudos qualitativos. "Quanto mais jovem, mais escura, mais pobre, maior a violência no parto."
Humanização do parto e direito a acompanhante, ainda como desafiosDesde 2004, o Ministério da Saúde tem entre suas prioridades a humanização do parto. Mesmo assim, até hoje não conseguiu nem sequer universalizar o direito das parturientes a um acompanhante de sua confiança, conforme lei de 2005.
DISSERAM TER SOFRIDO VIOLÊNCIA NO PARTO
Na rede pública : 27%
Privada : 17%
FRASES OUVIDAS DURANTE O PARTO
23% - afirmaram ter ouvido alguma frase humilhante
15% - não chora não que ano que vem você estará aqui de novo
14% - na hora de fazer não chorou . Não chamou a mamãe, por que esta chorando agora ?
6% - se gritar eu paro o que estou fazendo e não vou te atender
5% - se gritar vai fazer mal para seu nenem . Seu nenem vai nascer surdo
Fonte: Monica Aguiar
Vera Mattos
Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos
Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil
do Fórum de Mulheres do Mercosul
Pesquisa pioneiraÉ a primeira vez uma pesquisa quantifica em escala nacional a incidência dos maus-tratos contra parturientes, a partir de entrevistas em 25 unidades da Federação e em 176 municípios. Os dados integram o estudo "Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado", realizado em agosto de 2010 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc e divulgado agora.
Agressões vão de exames dolorosos a xingamentos e gritos
Recusa em oferecer algum alívio para a dor, xingamentos, realização de exames dolorosos e contraindicados até ironias, gritos e tratamentos grosseiros com viés discriminatório quanto a classe social ou cor da pele. Estes são exemplos de tipos de maus-tratos sofridos por mulheres que dão a luz nos hospitais públicos e privados.
Viés discriminatório
O estudo constatou uma situação que Janaina Marques de Aguiar, doutora pela Faculdade de Medicina da USP, já tinha captado em estudos qualitativos. "Quanto mais jovem, mais escura, mais pobre, maior a violência no parto."
Humanização do parto e direito a acompanhante, ainda como desafiosDesde 2004, o Ministério da Saúde tem entre suas prioridades a humanização do parto. Mesmo assim, até hoje não conseguiu nem sequer universalizar o direito das parturientes a um acompanhante de sua confiança, conforme lei de 2005.
VEJA MINUTA DA PESQUISA
DISSERAM TER SOFRIDO VIOLÊNCIA NO PARTO
Na rede pública : 27%
Privada : 17%
FRASES OUVIDAS DURANTE O PARTO
23% - afirmaram ter ouvido alguma frase humilhante
15% - não chora não que ano que vem você estará aqui de novo
14% - na hora de fazer não chorou . Não chamou a mamãe, por que esta chorando agora ?
6% - se gritar eu paro o que estou fazendo e não vou te atender
5% - se gritar vai fazer mal para seu nenem . Seu nenem vai nascer surdo
Fonte: Monica Aguiar
Vera Mattos
Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos
Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil
do Fórum de Mulheres do Mercosul
Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil
Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Mémbro da Rede Nacional de Direitos Humanos.
Membro do Estado de Paz.
Visitem:
http://www.forummulheresmercosul.blogspot.com
Mémbro da Rede Nacional de Direitos Humanos.
Membro do Estado de Paz.
Visitem:
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Mulheres agredidas perdem serviço assistencial.

“É uma insensibilidade muito grande. Não estamos pedindo nada mais do que o nosso próprio direito”, desabafou a dirigente do Fórum de Mulheres do Mercosul na Bahia, Vera Mattos.
Serviço ainda mais lento e burocrático, soluções proteladas e medidas de urgência com prazos indefinidos para serem expedidas. Sem as atividades do núcleo psicossocial da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, o atendimento às vítimas deste tipo de agressão tornou-se incompleto e ineficiente na capital baiana.
O núcleo integrava a equipe multidisciplinar – prevista na Lei Maria da Penha– e atendia no local desde 2008, ano de fundação da vara, mas as assistentes sociais e psicólogas responsáveis não tiveram os contratos renovados pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e, desde outubro, os serviços estão suspensos.
De acordo com a lei, cabe a essa equipe o desenvolvimento do trabalho de orientação, encaminhamento, prevenção e outras medidas voltadas para a mulher ofendida, agressor e familiares. “Havia um grupo de orientação a mulheres vítimas de violência e dois grupos de homens que haviam praticado algum tipo de agressão. Todos estão suspensos”, afirma Jaqueline Meire de Oliveira, ex-assistente social do núcleo.
Caminho - “É comum julgar e não mostrar o caminho. O grupo mostrava o caminho. As psicólogas faziam um ótimo trabalho". A declaração é de A. S., 23 anos, que foi preso depois de agredir a esposa. Ele é um dos 69 homens que teve a prisão preventiva decretada em Salvador, após agredir mulheres, de acordo com dados fornecidos pelo TJ-BA.
Ao conquistar a liberdade, passou a integrar um dos grupos de acompanhamento psicossocial da 1º Vara. Ele conta que o grupo contribuiu bastante na relação entre ele a esposa, que o perdoou. A. S. não conseguiu concluir o trabalho de 12 semanas com o grupo, mas espera voltar ao acompanhamento.
“Não posso dizer que melhorou bastante, porque o trabalho não teve continuidade, mas melhorou. Quando era pequeno, eu via meu pai espancando minha mãe. Com o grupo, eu já estava tendo outra visão disso”, revela.
Sem prejuízo - Procurado pela reportagem, o TJ-BA informou, por meio da assessoria, que não há prejuízo no atendimento às mulheres vítima de violência em Salvador e que o núcleo psicossocial integrará o Serviço de Apoio e Orientação Familiar (SAOF), que já existe para atender outras varas.
De acordo com o órgão, a 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, única em toda a capital baiana, registrou 7.504 processos, até dezembro.
Protesto - Integrantes de movimentos em defesa das mulheres protestaram nesta quarta-feira, 15, em frente ao prédio do TJ-BA, pelo retorno do núcleo psicossocial à vara de justiça especializada.
Na manifestação, criticaram a postura do tribunal. “É uma insensibilidade muito grande. Não estamos pedindo nada mais do que o nosso próprio direito”, desabafou a dirigente do Fórum de Mulheres do Mercosul na Bahia, Vera Mattos.
A assessoria do tribunal argumenta que a renovação do serviço com as assistentes e psicólogas pelo modelo Reda (Regime Especial de Direito Administrativo) seria inconstitucional, pois as contratações nesse regime foram suspensas em todo o Estado.
Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A TARDE desta quinta-feira, 16, ou, se você é assinante, acesse aqui a versão digital.
http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5662870
terça-feira, 13 de julho de 2010
Violência contra a mulher. Vera Mattos cobra ações no Twitter. http://twitter.com/veramattos

veramattos Neste momento uma mulher está sendo assassinada em algum lugar do Brasil. E o que vc faz com esta informação? E se fosse sua filha, sua mãe?
veramattos Somente candidatos sérios e o compromisso contra a violência, e que abertamente falem sobre isto,p devida documentação, serão indicados.
veramattos Cada mulher que está dentro de redes tem condições de ser multiplicadora. Dizer, orientar e até prestigiar políticos sérios.
veramattos A sensação é que os políticos no poder já banalizaram de tal forma que querem mesmo é cuidar de temas que garantam votos.É a política porca.
.
veramattos Pior ainda são as mulheres candidatas não darem a menor bola para o tema. Não discutem,não respondem, não debatem.Estamos falando sozinhas?
veramattos Ignorar a violência contra a mulher e fazer de conta q n leram ou n viram o twitter é falta de respeito as muheres.Somos maioria nas urnas.
domingo, 11 de julho de 2010
Covardia: uma mulher é morta a cada duas horas no Brasil.
SÃO PAULO - Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, deixando o país em 12 no ranking mundial de homicídios de mulheres. A maioria das vítimas é morta por parentes, maridos, namorados, ex-companheiros ou homens que foram rejeitados por elas. Segundo o Mapa da Violência 2010, do Instituto Sangari, 40% dessas mulheres têm entre 18 e 30 anos, a mesma faixa de idade de Eliza Samudio, 25 anos, que teria sido morta a mando do goleiro Bruno. Dados do Disque-Denúncia, do governo federal, mostram que a violência ocorre na frente dos filhos: 68% assistem às agressões e 15% sofrem violência com as mães, fisicamente, revela reportagem de Tatiana Farah na edição deste domingo do jornal O GLOBO.
Em dez anos (de 1997 a 2007), 41.532 meninas e adultas foram assassinadas, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo dos homicídios feito com base nos dados do SUS. A média brasileira é de 3,9 mortes por 100 mil habitantes; e o estado mais violento para as mulheres é o Espírito Santo, com um índice de 10,3 mortes. No Rio, o 8 mais violento, a taxa é de 5,1 mortes. Em São Paulo - onde Eloá Pimentel, de 15 anos, foi morta em 2008 após ser feita refém pelo ex-namorado em Santo André, e que agora acompanha o desfecho do assassinato de Mercia Nakashima - a taxa é de 2,8.
O sociólogo Julio Jacobo Waselfisz, responsável pelo levantamento do Mapa da Violência, criou um ranking das cidades com maior incidência de homicídio feminino em relação à população de mulheres. Dezenove cidades têm incidência de assassinatos maior que o país mais violento do mundo para as mulheres, El Salvador, com 12,7 mortes por 100 mil habitantes. Em Alto Alegre (Roraima) e Silva Jardim (Rio), a taxa chega a ser 80% maior. Nos últimos cinco anos, o índice foi de 22 e 18,8 mortes, respectivamente.
Fonte:http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/07/10/uma-mulher-morta-cada-duas-horas-no-brasil-917119514.asp
Em dez anos (de 1997 a 2007), 41.532 meninas e adultas foram assassinadas, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo dos homicídios feito com base nos dados do SUS. A média brasileira é de 3,9 mortes por 100 mil habitantes; e o estado mais violento para as mulheres é o Espírito Santo, com um índice de 10,3 mortes. No Rio, o 8 mais violento, a taxa é de 5,1 mortes. Em São Paulo - onde Eloá Pimentel, de 15 anos, foi morta em 2008 após ser feita refém pelo ex-namorado em Santo André, e que agora acompanha o desfecho do assassinato de Mercia Nakashima - a taxa é de 2,8.
O sociólogo Julio Jacobo Waselfisz, responsável pelo levantamento do Mapa da Violência, criou um ranking das cidades com maior incidência de homicídio feminino em relação à população de mulheres. Dezenove cidades têm incidência de assassinatos maior que o país mais violento do mundo para as mulheres, El Salvador, com 12,7 mortes por 100 mil habitantes. Em Alto Alegre (Roraima) e Silva Jardim (Rio), a taxa chega a ser 80% maior. Nos últimos cinco anos, o índice foi de 22 e 18,8 mortes, respectivamente.
Fonte:http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/07/10/uma-mulher-morta-cada-duas-horas-no-brasil-917119514.asp
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Psicólogos: caso Bruno ilustra falta de limites em atletas

A prisão do goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, suspeito de participação no desaparecimento da ex-amante Eliza Samudio, chamou a atenção para abusos cometidos por diversas celebridades esportivas, segundo especialistas em psicologia do esporte. "É uma pena o final de uma carreira tão brilhante", diz o presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte, João Ricardo Cozac.
"A linha que une todos os casos de escândalos envolvendo celebridades do esporte, no mundo inteiro, é uma pseudo-idealização que esses atletas têm de si mesmos", afirma o psicólogo. "A ideia de que podem tudo, como se estivessem acima de qualquer suspeita, de qualquer crítica, de qualquer julgamento, que está ligada a uma inadequação social", diz Cozac. "Como se não tivessem noção de limites, de até onde podem ir."
Origem e infância
Segundo Cozac, no Brasil é comum que atletas e celebridades em geral tenham origem humilde e acabem enfrentando dificuldades para se adaptar a uma mudança brusca de status social e econômico. "Eles vão se isolando cada vez mais de um mundo social e de uma realidade saudável", diz Cozac. "Usam o dinheiro para conseguir tudo o que querem, não precisam fazer nada."
O isolamento é apontado por especialistas como uma característica comum em atletas e outras celebridades, e não apenas nos casos que envolvem esportistas e artistas com origem em classes sociais mais baixas. "Eles têm vidas solitárias", diz a psicóloga americana Yolanda Bruce Brooks, fundadora do instituto The Sports Life Transitions, especializado no trabalho com atletas e equipes.
"Desde a infância, as pessoas começam a tratá-los de maneira diferente, a fazer exceções", afirma Brooks, que há mais de 20 anos trabalha com atletas dos mais variados esportes e suas famílias. Com o tempo, diz, muitos acabam com a impressão de que não precisam seguir as mesmas regras aplicadas ao resto da sociedade.
Referências
Outro ponto em comum associado a atletas envolvidos em escândalos é uma infância sem referências afetivas. Bruno foi criado pela avó, na periferia de Belo Horizonte. O pugilista americano Mike Tyson, que ao longo de sua carreira protagonizou vários escândalos e chegou a ser preso por estupro, foi abandonado pelo pai aos dois anos de idade.
"Muitos têm histórias familiares complexas, de abandono, de falta de modelos femininos. Têm lacunas no desenvolvimento emocional", diz Cozac. No entanto, nem todos se encaixam nesse modelo. "Kobe Bryant, por exemplo, teve uma figura paterna bem presente", diz Brooks, referindo-se ao astro do basquete americano, filho de um ex-jogador e treinador, que já enfrentou uma acusação de estupro.
Segundo a psicóloga americana, ao viver suas vidas em público o tempo todo, essas celebridades acabam sofrendo também um impacto maior quando cometem algum erro. "Mas eles sabem que vivem suas vidas em público e, consequentemente, estão sujeitos a isso", diz Brooks. "São pessoas como nós, às vezes cometem erros de julgamento. Mas devem ser responsabilizados por seus erros."
Fontes:BBC Brasil
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Eliza Samudio brutalmente assassinada.

Um inspetor da Divisão de Homicídios do Rio disse nesta terça-feira (6) que o menor levado da casa do goleiro Bruno confirmou que a ex-namorada do atleta do Flamengo, Eliza Samudio, estaria morta. Ele, no entanto, não teria dito como isso aconteceu.
Segundo o policial, o menor disse também que sequestrou e deu uma coronhada na cabeça de Eliza, que ficou desacordada mas não teria morrido em decorrência da agressão. Eliza Samúdio está desaparecida desde o início do fim do mês passado.
Na versão do menor, Eliza saiu de carro junto com o amigo de Bruno conhecido como Macarrão. Ele estaria escondido no carro, e teria agredido Eliza depois de uma discussão entre ela e Macarrão. O inspetor disse ainda que até o momento, o menor não incriminou Bruno no ocorrido.
Um dos advogados do escritório que defende o goleiro Bruno, Monclar Gama, esteve mais cedo na Divisão de Homicídios para ver como estava o menor.
O advogado disse, ao sair da delegacia, que não teve acesso ao depoimento prestado pelo menor. Ele disse também que Bruno estava na casa no momento em que a polícia chegou para levar o menor, e recebeu os agentes. Segundo Gama, o menor permanece na delegacia, acompanhado de um tio.
O delegado Rafael Willis, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), informou em entrevista à Rádio Tupi que um parente do jovem esteve na delegacia contando que o menor estaria na casa do goleiro e tinha informações sobre o caso. A polícia teria chegado ao menor após essa informação.
A assessoria do Disque-Denúncia confirmou que recebeu uma ligação com informações que também ajudaram a localizar o menor na casa de Bruno.
Bruno será ouvido
Em Belo Horizonte, também nesta terça, o delegado Edson Moreira afirmou que está negociando com os advogados do goleiro Bruno para que ele seja ouvido na sexta-feira (9) ou na semana que vem. O depoimento deve acontecer em Belo Horizonte ou no Rio de Janeiro. Além de Bruno, pelo menos outras duas pessoas devem ser ouvidas no mesmo prazo. São elas: a mulher do goleiro, Dayanne, e um amigo conhecido como Macarrão.
esta tarde, os bombeiros voltaram ao entorno da Lagoa Suja, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a equipe que esteve no local, não foram encontradas pistas. Na segunda (5), a polícia recebeu uma denúncia de que o corpo da jovem foi jogado nessa lagoa e os bombeiros já haviam realizado buscas no local, sem sucesso.
Havia previsão de buscas na Lagoa dos Tocos, que fica na mesma região, mas esse trabalho não aconteceu.
Na manhã desta terça-feira, a mãe de criação de Bruno foi ouvida em casa, em Ribeirão das Neves. A conversa foi mantida em sigilo. Ela não precisou ir até a delegacia devido à idade avançada.
Pelo menos 30 pessoas já foram ouvidas no inquérito. A Polícia Civil deve enviar um representante nos próximos dias a São Paulo para recolher o material que está no notebook de Eliza.
Entenda o caso
De acordo com a polícia, o sumiço de Eliza Samudio começou a ser investigado depois de denúncias de que ela havia sido agredida no sítio que pertence ao jogador Bruno, em Esmeraldas (MG).
Dayane Fernandes, mulher do goleiro Bruno, teria dito, em depoimento à polícia, que Eliza teria abandonado o bebê. A criança foi encontrada pela polícia na casa de desconhecidos e foi entregue ao avô, pai de Eliza, em 27 de junho.
Dayane chegou a ser levada à delegacia na sexta-feira, 25 de junho. Ela foi detida e liberada em seguida. Segundo a delegada, a mulher do atleta foi autuada por subtração de incapaz.
Na segunda-feira passada, 28 de junho, a polícia vasculhou o sítio do goleiro Bruno, por mais de nove horas. Policiais e peritos fizeram escavações e vistoriaram o sótão, onde encontraram roupas de mulher, objetos de criança, fraldas e passagens aéreas. Um poço também foi vasculhado. A polícia já ouviu funcionários do sítio de Bruno e amigas de Eliza.
O Flamengo anunciou que o goleiro permanece afastado do time durante as investigações. Em 1º de julho, ele disse que estava "muito chateado" com o sumiço de Eliza. O atleta ainda não foi chamado para depor.
Goleiro Bruno diz à revista 'Veja' que conheceu Eliza em orgia e que 'camisinha estourou'
RIO - Em entrevista à "Veja" que chega às bancas esta semana, o goleiro Bruno afirma que conheceu Eliza Samudio numa festa, que chamou de orgia, na casa de um amigo, identificado pela revista como o também goleiro do Flamengo Paulo Victor. Na entrevista, concedida na última quinta-feira, Bruno, que ainda não depôs na polícia, revelou que o preservativo que usou com Eliza estourou. Ainda segundo ele, depois que soube da gravidez dela, foi saber que "todo o time do São Paulo a conhecia, que ela já tinha feito filme pornô" e que, preocupado, chegou a fazer exame de HIV.
Acusado pela própria Eliza de ter tentado induzi-la a fazer aborto, o goleiro disse à "Veja" que, se ele for o pai da criança, brigará pela guarda.
- Bruno deverá ter sigilo telefônico quebrado
.Bruno não apareceu neste domingo no Centro de Treinamento do Flamengo, o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, apesar de ser esperado, pela manhã, para um treino com a categoria de base. Ele está afastado do time principal por ser suspeito nas investigações policiais sobre o desaparecimento de Eliza, com quem teria um filho de 4 meses. Desde terça-feira, o jogador treina separadamente.
A cronologia do caso
Segundo a assessoria de imprensa do Flamengo, até o fim da manhã deste sábado, o goleiro não havia informado ao clube que faltaria ao treino. Bruno deve retornar aos treinamentos no Ninho do Urubu nesta segunda-feira.
Pichação apagada
A frase "Bruno assassino. Cadê Eliza?", pichada no muro da sede do Flamengo, na Gávea, na sexta-feira, foi apagada. A Polícia Civil vai instaurar sindicância para investigar a demora de oito meses e 17 dias para a análise da urina de Eliza, que havia acusado o goleiro de forçá-la a tomar um remédio abortivo quando estava grávida de cinco meses. Eliza está desaparecida há 24 dias e, segundo testemunhas, ela teria sido vista pela última vez no sítio do jogador, em Minas Gerais.
Cudjoelady
07/07/2010 - 16h 01m
Que história é essa de "paisinho de m.???? Mais respeito com o Brasil! Jogadores de futebol analfabetos são reverenciados pela mídia no mundo inteiro...isso não é só no Brasil. Além disso, casos com oesse acontecem em todas as camadas sociais e são uma calamidade de proporções universais. NÃO ESTÁ SATISFEITO COM O BRASIL, EMIGRE, QUE NOSSO PAÍS FICARÁ MELHOR SEM VC!
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amarelinhadefort
07/07/2010 - 16h 33m
e muito cara de pau uma criatura dessa,ele planeja,mata-a e ainda diz que a conheceu em uma orgia..nada justifica o que ele fez...se ele so vai nesse tipo de ambiente como pode reclamar que ela saia com a torcida do flamengo....onde ele conheceu a mulherzinha dele no convento? ele e um assassino isso nao justifica seus atos,nem a crueldade como ele praticou o crime...prisao nele.
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Betha Moreira
07/07/2010 - 16h 14m
Tbm acho que nao importa quem ela tenha sido. Tenho 55 anos e quando me tornei uma adolescente minha mae me dizia: mulher que tem muitos homens acabam, com um tiro ou facadas.Cresci ouvindo isso . Foram palavras sabias aquelas! Todos deveriam assistir Atracao Faltal, para que sejam mais precavidos e nao metam a cara em tantas orgias irresponsaveis. Ficar gravida de jogador, goleiro e artista famoso, e sempre um negocio da China$$$. Tudo isso levou ao Odio. Agora a justica tem que ser feita,
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Cudjoelady
07/07/2010 - 16h 01m
joao alves da silva filho
CONCORDO INTEIRAMENTE COM SUA PALAVRAS ABAIXO
É o que dá, a mídia enche a bola desses semis anafabetos e ignoram quem de fato faz o bem a população como os profissionais da saúde, bombeiros e outros mais. Criam semi deuses é "Fabuloso", Imperador, Love, Fenômeno e outras coisas mais, que no final não passam de mediocres criados pela famigerada imprensa desse Paiszinho de mer***
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claudia bianca de oliveira
07/07/2010 - 15h 31m
ta na cara q foi esse cafajeste q mandou matar a menina,acabou com a vida dele,dela da familia de ambos,enfim o q se passou na cabeça desse infeliz?espero q a policia bote logo esse sujeito na cadeia.
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lika1608
07/07/2010 - 15h 30m
Nada justifica um assassinato!!!
Os culpados têm que pagar pelo crime!
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joao alves da silva filho
07/07/2010 - 15h 16m
É o que dá, a mídia enche a bola desses semis anafabetos e ignoram quem de fato faz o bem a população como os profissionais da saúde, bombeiros e outros mais. Criam semi deuses é "Fabuloso", Imperador, Love, Fenômeno e outras coisas mais, que no final não passam de mediocres criados pela famigerada imprensa desse Paiszinho.
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joao alves da silva filho
07/07/2010 - 15h 10m
Só sinto que o pai dessa garota não tenha coragem de pegar esse golerinho para encher a cara dele de bala.
robertarj
07/07/2010 - 15h 06m
Não podemos esquecer que a Elisa é vítima nesta situação, mesmo que ela fosse prostituta da praça mauá, o caso não é se Elisa fez filme, se prostituiu... o caso em questão é um assassinato! Me pergunto como pode um ser humano fazer isso com outra pessoa? Assassino cruel!
Acusado pela própria Eliza de ter tentado induzi-la a fazer aborto, o goleiro disse à "Veja" que, se ele for o pai da criança, brigará pela guarda.
- Bruno deverá ter sigilo telefônico quebrado
.Bruno não apareceu neste domingo no Centro de Treinamento do Flamengo, o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, apesar de ser esperado, pela manhã, para um treino com a categoria de base. Ele está afastado do time principal por ser suspeito nas investigações policiais sobre o desaparecimento de Eliza, com quem teria um filho de 4 meses. Desde terça-feira, o jogador treina separadamente.
A cronologia do caso
Segundo a assessoria de imprensa do Flamengo, até o fim da manhã deste sábado, o goleiro não havia informado ao clube que faltaria ao treino. Bruno deve retornar aos treinamentos no Ninho do Urubu nesta segunda-feira.
Pichação apagada
A frase "Bruno assassino. Cadê Eliza?", pichada no muro da sede do Flamengo, na Gávea, na sexta-feira, foi apagada. A Polícia Civil vai instaurar sindicância para investigar a demora de oito meses e 17 dias para a análise da urina de Eliza, que havia acusado o goleiro de forçá-la a tomar um remédio abortivo quando estava grávida de cinco meses. Eliza está desaparecida há 24 dias e, segundo testemunhas, ela teria sido vista pela última vez no sítio do jogador, em Minas Gerais.
Cudjoelady
07/07/2010 - 16h 01m
Que história é essa de "paisinho de m.???? Mais respeito com o Brasil! Jogadores de futebol analfabetos são reverenciados pela mídia no mundo inteiro...isso não é só no Brasil. Além disso, casos com oesse acontecem em todas as camadas sociais e são uma calamidade de proporções universais. NÃO ESTÁ SATISFEITO COM O BRASIL, EMIGRE, QUE NOSSO PAÍS FICARÁ MELHOR SEM VC!
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amarelinhadefort
07/07/2010 - 16h 33m
e muito cara de pau uma criatura dessa,ele planeja,mata-a e ainda diz que a conheceu em uma orgia..nada justifica o que ele fez...se ele so vai nesse tipo de ambiente como pode reclamar que ela saia com a torcida do flamengo....onde ele conheceu a mulherzinha dele no convento? ele e um assassino isso nao justifica seus atos,nem a crueldade como ele praticou o crime...prisao nele.
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Betha Moreira
07/07/2010 - 16h 14m
Tbm acho que nao importa quem ela tenha sido. Tenho 55 anos e quando me tornei uma adolescente minha mae me dizia: mulher que tem muitos homens acabam, com um tiro ou facadas.Cresci ouvindo isso . Foram palavras sabias aquelas! Todos deveriam assistir Atracao Faltal, para que sejam mais precavidos e nao metam a cara em tantas orgias irresponsaveis. Ficar gravida de jogador, goleiro e artista famoso, e sempre um negocio da China$$$. Tudo isso levou ao Odio. Agora a justica tem que ser feita,
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Cudjoelady
07/07/2010 - 16h 01m
joao alves da silva filho
CONCORDO INTEIRAMENTE COM SUA PALAVRAS ABAIXO
É o que dá, a mídia enche a bola desses semis anafabetos e ignoram quem de fato faz o bem a população como os profissionais da saúde, bombeiros e outros mais. Criam semi deuses é "Fabuloso", Imperador, Love, Fenômeno e outras coisas mais, que no final não passam de mediocres criados pela famigerada imprensa desse Paiszinho de mer***
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claudia bianca de oliveira
07/07/2010 - 15h 31m
ta na cara q foi esse cafajeste q mandou matar a menina,acabou com a vida dele,dela da familia de ambos,enfim o q se passou na cabeça desse infeliz?espero q a policia bote logo esse sujeito na cadeia.
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lika1608
07/07/2010 - 15h 30m
Nada justifica um assassinato!!!
Os culpados têm que pagar pelo crime!
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joao alves da silva filho
07/07/2010 - 15h 16m
É o que dá, a mídia enche a bola desses semis anafabetos e ignoram quem de fato faz o bem a população como os profissionais da saúde, bombeiros e outros mais. Criam semi deuses é "Fabuloso", Imperador, Love, Fenômeno e outras coisas mais, que no final não passam de mediocres criados pela famigerada imprensa desse Paiszinho.
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joao alves da silva filho
07/07/2010 - 15h 10m
Só sinto que o pai dessa garota não tenha coragem de pegar esse golerinho para encher a cara dele de bala.
robertarj
07/07/2010 - 15h 06m
Não podemos esquecer que a Elisa é vítima nesta situação, mesmo que ela fosse prostituta da praça mauá, o caso não é se Elisa fez filme, se prostituiu... o caso em questão é um assassinato! Me pergunto como pode um ser humano fazer isso com outra pessoa? Assassino cruel!
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