A Jornalista escreve,entrevista, critica,indica links, discute assuntos vinculados ao tema Direitos Humanos.E se expressa sem medo pois seu único compromisso é com a verdade.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Para onde vai a Editora Abril?
Movimentações recentes no comando da Editora Abril, como a contratação do banqueiro Fabio Barbosa para a presidência do grupo, e a compra, pela família Civita, do complexo de cursos e publicações Anglo Latino, têm estimulado suspeitas de que o grupo estaria se preparando para desidratar o setor de revistas.
Consolidada a aquisição do Anglo, por R$ 600 milhões, acertada em meados de 2010, o negócio ainda causa curiosidade entre especialistas, como deixou escapar na terça-feira (13/9) um experiente professor da Fundação Getulio Vargas.
Afinal, para que a Editora Abril iria querer um sistema educacional que é na verdade uma franquia que oferece cursos e vende apostilas?
Em primeiro lugar, não se trata de um negócio da Abril, mas da família Civita. Perspectivas pouco animadoras quanto aos sucessores de Roberto Civita teriam convencido o controlador do grupo editorial a investir em educação, um negócio muito mais promissor do que o de revistas.
Segundo mostrou o recente encontro da associação do setor, a ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas), o cenário vai levar a mudanças radicais na organização das editoras, com uma provável fragmentação dos grupos de interesse, o chamado público das revistas.
A pulverização dos títulos, induzida pela necessidade de buscar recursos em nichos cada vez mais específicos, tem aumentado perigosamente a complexidade da gestão do grupo Abril.
Os esforços para a qualificação de editores em técnicas de administração não têm dado resultados, simplesmente porque jornalistas, em geral, não são preparados para outra coisa que não jornalismo.
Jornalistas que atuaram em outros setores da economia, em cargos de diretoria, sabem o abismo que separa seus colegas editores dos executivos oriundos das áreas financeira, industrial ou de serviços.
Sem um herdeiro que possa ser qualificado como gênio, e sem ter tido a sorte de ser, ele mesmo, um clone do pai, o patriarca Victor, Roberto Civita tem poucas garantias de ver prosperar ou mesmo permanecer sua complicada rede de publicações.
Mas as revistas estão acabando?
Não exatamente. Mas as mudanças que estão ocorrendo no setor vão se acelerar de uma forma jamais vista antes no mercado. Títulos tradicionais vão desaparecer subitamente, e certos temas serão quase exclusivamente lidos em plataformas digitais.
Na rota do Titanic
Volta, então, a pergunta que foi feita aqui na última terça-feira: o que o banqueiro Fábio Barbosa foi fazer na Editora Abril?
Ele já declarou aos editores que nada sabe do negócio de revistas. Mas Barbosa e Civita sabem que isso não tem a menor importância, porque ele não está na Abril para salvar as publicações – ele virou presidente do grupo para salvar o capital da família Civita.
No encontro em que foi apresentado aos editores do grupo Abril, Barbosa disse que, como não conhece o setor, talvez seja capaz de fazer perguntas que os jornalistas já esqueceram.
Bobagem: para fazer seu serviço, ele não precisa saber o que é uma boa pauta. Ele vai fazer o que é sua especialidade: obter o máximo de resultado financeiro no que resta de vida a alguns produtos, preparar a abertura de capital do outro negócio – o de educação – e observar a lona do circo de revistas murchar.
Roberto Civita já colecionou grandes feitos em sua carreira de executivo-empresário: perdeu a TVA, vendida para a Telefonica, viu o Brasil Online ser absorvido pelo UOL e estimulou a transformação da revista Veja, que já foi um dos principais patrimônios da imprensa brasileira, em um título Murdoch.
A Abril vive de um punhado de revistas sem qualquer relevância, a maioria voltada para assuntos de menor importância para as necessidades estratégicas de uma empresa do seu porte. As revistas de negócios, que já tiveram grande influência, foram transformadas em manuais de auto-ajuda para gerentes e são consideradas um dos elos mais frágeis do sistema de publicações de papel – porque os jovens executivos preferem se informar em seus aparelhos digitais e têm acesso a dezenas de alternativas setoriais no formato tradicional, como as revistas customizadas e as publicações de nicho.
Do conjunto de bravos e esforçados editores não saem ideias inovadoras capazes de criar novos títulos, simplesmente porque a empresa matou, ao longo dos últimos anos, a cultura de inovação.
A homogeneidade das redações desestimula a competição criativa, acomoda os profissionais, gera vícios na produção dos textos e no desenho das páginas, como pode observar qualquer leitor atento de revistas.
Não há gênio humano capaz de conduzir a bom porto um transatlântico como o grupo Abril.
Observatório da Imprensa
Por Luciano Martins Costa em 14/09/2011 na edição 659
sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Vigília pelo fim da violência contra a mulher
Em virtude do brutal caso ocorrido com a jovem Paula de Sousa, de 22 anos, que foi torturada e queimada por seu ex-marido, entidades do Fórum Estadual de Combate à Violência contra as Mulheres realizam uma vigília, na próxima segunda-feira 19 de setembro, a partir das 18 horas, na Cinelândia
Segundo Iara Amora, do Núcleo de Mulheres Jovens da CAMTRA ( Casa da Mulher Trabalhadora ), " A Lei Maria da Penha deu visibilidades aos casos de violência contra a mulher, porém sua efetividade ainda é falha. Há casos de mulheres que vão a delegacia 5, 6 vezes... denunciam o seu companheiro e voltam para casa ainda desprotegidas." Segundo Iara, a violência contra a mulher com certeza não diminuiu nos últimos anos e a vigília "será um ato de indignação e de denúncia contra este e outros casos de violência contra mulheres".
Durante o ato, velas serão acesas e teremos a exibição de fotos de mulheres vítimas de violência, além de uma panfletagem conscientizando a população sobre o problema
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Salvador : Cinco mulheres assassinadas em 48 horas.
Em menos de dois dias, cinco mulheres foram assassinadas com requinte de crueldade. Na noite de domingo, duas amigas foram mortas na Rua João Brito, no Alto do Coqueirinho, bairro de Itapuã. Maiane Reis Santos, 26 anos, e Raquila Oliveira da Glória Matos, 24, foram assassinadas em via pública por traficantes da localidade, sendo que vários moradores presenciaram a ação.
Maiane, que teve vários ferimentos na cabeça, sofrendo traumatismo craniano, foi socorrida para o Hospital Roberto Santos (HRS), morrendo minutos depois. Já Raquila, baleada em várias partes do corpo, foi levada para o posto médico de Itapuã, mas morreu ao dar entrada na unidade médica.
A população da cidade de Poções, a 44 km de Salvador, ficou chocada com o assassinato de Maria Rosa Aparecida de Jesus, 30. Após desentendimento com o marido, a vítima foi esfaqueada até a morte pelo companheiro Alexandre Gonçalves Campos. O crime ocorreu por volta das 23 horas do último sábado, dentro da residência do casal. Maria Rosa não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
Segundo informações da polícia, Alexandre teria contado que a esposa teria descoberto uma traição dele. Ao arrumar as roupas para ir embora, Maria Rosa teria o agredido, desencadeando a discussão. Em depoimento, o acusado contou que teria dado duas pauladas na vítima para contê-la e, em seguida, desferiu duas facadas, que a atingiram no peito e na axila.
No último sábado, uma jovem foi assassinada pelo marido que desconfiava de uma suposta traição. Na tarde de domingo, o corpo de Fernanda de Souza Mendonça, 26, foi encontrado dentro de sua residência no bairro de Bom Juá. Além do espancamento, a vítima foi encontrada com um cabo de vassoura introduzido na genitália.
Em Juazeiro, a 500 km de Salvador, um homem degolou sua companheira na noite deste domingo. Marilde Ferreira da Silva, 28, foi encontrada morta em frente da sua residência por moradores. Ao chegar ao local, a polícia descobriu que o companheiro da vítima, identificado como Damião Risomar do Carmo Santos, de idade ignorada, cortou o pescoço e a barriga da vítima com um faca.
O crime aconteceu na rua da Glória, no bairro Dom Tomaz, por volta das 22h50. Ainda segundo a polícia da cidade, o acusado, que está foragido, já tem passagem pela polícia por porte ilegal de armas e de drogas.
Morta no aniversário
A mesma dor dos familiares de Maria Rosa é compartilhada por Cristovão de Jesus Santos, 49, pai de Maiane. A filha comemorava o aniversário com alguns amigos, quando, por volta das 20 horas, três homens chegaram à porta da residência chamando pelas vítimas.
Ao saírem para saber o que estava acontecendo, foram levadas para uma rua próxima, sendo espancadas a pauladas e alvejadas com vários tiros. Após a ação, os acusados ainda beberam em um bar, fugindo a pé minutos depois.
O pai contou que no momento em que estavam sendo espancadas, testemunhas informaram que os assassinos chegaram a falar que Raquila sabia porque estava morrendo, sendo que Maiane também seria morta porque estava conspirando contra eles.
Ainda de acordo com Cristovão, os traficantes dominam a comunidade e se intitulam como membro do 1º Comando Criminoso da Capital. Ele disse que há suspeita de que a filha estaria se relacionando com um homem que seria envolvido com o tráfico de drogas no bairro de São Cristóvão e seria rival dos assassinos.
Ele não deu detalhes, informando não conhecer o rapaz. Maiane, que trabalhava como cabeleireira e manicure, deixou um filho de 9 anos.
“Era uma boa filha. Sempre dei conselhos para o bem. Ela gostava muito de festas. Não merecia ter este fim. Morreu no dia do seu aniversário”, lamentou o pai, informando que o porrete usado no crime ainda estava no local na manhã de ontem.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os agentes informaram que até a tarde de ontem não tinham informações sobre os acusados nem a motivação dos assassinatos.
Maiane, que teve vários ferimentos na cabeça, sofrendo traumatismo craniano, foi socorrida para o Hospital Roberto Santos (HRS), morrendo minutos depois. Já Raquila, baleada em várias partes do corpo, foi levada para o posto médico de Itapuã, mas morreu ao dar entrada na unidade médica.
A população da cidade de Poções, a 44 km de Salvador, ficou chocada com o assassinato de Maria Rosa Aparecida de Jesus, 30. Após desentendimento com o marido, a vítima foi esfaqueada até a morte pelo companheiro Alexandre Gonçalves Campos. O crime ocorreu por volta das 23 horas do último sábado, dentro da residência do casal. Maria Rosa não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
Segundo informações da polícia, Alexandre teria contado que a esposa teria descoberto uma traição dele. Ao arrumar as roupas para ir embora, Maria Rosa teria o agredido, desencadeando a discussão. Em depoimento, o acusado contou que teria dado duas pauladas na vítima para contê-la e, em seguida, desferiu duas facadas, que a atingiram no peito e na axila.
No último sábado, uma jovem foi assassinada pelo marido que desconfiava de uma suposta traição. Na tarde de domingo, o corpo de Fernanda de Souza Mendonça, 26, foi encontrado dentro de sua residência no bairro de Bom Juá. Além do espancamento, a vítima foi encontrada com um cabo de vassoura introduzido na genitália.
Em Juazeiro, a 500 km de Salvador, um homem degolou sua companheira na noite deste domingo. Marilde Ferreira da Silva, 28, foi encontrada morta em frente da sua residência por moradores. Ao chegar ao local, a polícia descobriu que o companheiro da vítima, identificado como Damião Risomar do Carmo Santos, de idade ignorada, cortou o pescoço e a barriga da vítima com um faca.
O crime aconteceu na rua da Glória, no bairro Dom Tomaz, por volta das 22h50. Ainda segundo a polícia da cidade, o acusado, que está foragido, já tem passagem pela polícia por porte ilegal de armas e de drogas.
Morta no aniversário
A mesma dor dos familiares de Maria Rosa é compartilhada por Cristovão de Jesus Santos, 49, pai de Maiane. A filha comemorava o aniversário com alguns amigos, quando, por volta das 20 horas, três homens chegaram à porta da residência chamando pelas vítimas.
Ao saírem para saber o que estava acontecendo, foram levadas para uma rua próxima, sendo espancadas a pauladas e alvejadas com vários tiros. Após a ação, os acusados ainda beberam em um bar, fugindo a pé minutos depois.
O pai contou que no momento em que estavam sendo espancadas, testemunhas informaram que os assassinos chegaram a falar que Raquila sabia porque estava morrendo, sendo que Maiane também seria morta porque estava conspirando contra eles.
Ainda de acordo com Cristovão, os traficantes dominam a comunidade e se intitulam como membro do 1º Comando Criminoso da Capital. Ele disse que há suspeita de que a filha estaria se relacionando com um homem que seria envolvido com o tráfico de drogas no bairro de São Cristóvão e seria rival dos assassinos.
Ele não deu detalhes, informando não conhecer o rapaz. Maiane, que trabalhava como cabeleireira e manicure, deixou um filho de 9 anos.
“Era uma boa filha. Sempre dei conselhos para o bem. Ela gostava muito de festas. Não merecia ter este fim. Morreu no dia do seu aniversário”, lamentou o pai, informando que o porrete usado no crime ainda estava no local na manhã de ontem.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os agentes informaram que até a tarde de ontem não tinham informações sobre os acusados nem a motivação dos assassinatos.
Reginaldo Holyfield : Baianos pedem ajuda a Huck via Facebook.

Muitos internautas utilizam o Facebook para conversar com os amigos, colocar fotos e vasculhar a vida de outras pessoas. Porém, a rede social mais famosa do mundo não se limita apenas a um simples bate-papo ou um “curtir”. Desde domingo, uma campanha solidária, feita pelos usuários do Facebook para ajudar o ex-lutador baiano Reginaldo Holyfield, chamou a atenção de quem estieve conectado à rede social.
Sensibilizados com a situação do ex-pugilista, que teve sua casa tomada pelo fogo e 25% do corpo queimado no último dia 8, após salvar dois sobrinhos durante um incêndio, no bairro da Massaranduba, em Salvador, os internautas criaram uma campanha com o objetivo de chamar a atenção do apresentador Luciano Huck. A intenção é fazer com que Holyfield participe do quadro Lar Doce Lar, do Caldeirão do Huck, e tenha sua casa reconstruída pelo quadro do programa.
A atitude heroica do ex-pugilista – que está em recuperação – comoveu centenas de pessoas que divulgaram as mensagens da campanha em seus perfis do Facebook. “A Bahia pede a Luciano Huck o “Lar Doce Lar” para nosso baiano Holyfield. A intenção é dar uma mãozinha a este baiano campeão e herói, que salvou seus sobrinhos do incêndio, mas acabou com boa parte do corpo queimado e teve sua casa destruída, sem ter onde morar.
A ideia é fazer um movimento entre nossos contatos para colocarem em seu mural este pedido e fazer com que chegue até Luciano Huck, de forma que este se sensibilize e possa ajudar Reginaldo a recuperar sua casa. Não adianta só “curtir”, faça um pouco mais, coloque em seu mural. Se tiver Twitter, faça também. Repasse para tua rede”, dizia a mensagem que circulava entre os usuários.
Luciano Huck, que está nos Estados Unidos gravando o programa, ainda não manifestou conhecimento sobre a campanha.
domingo, 11 de setembro de 2011
Valmir Assunção destaca momento difícil da Câmara
A situação atual da Câmara dos Deputados, os desafios do mandato e principais projetos em que vem trabalhando foram os temas da conversa entre o deputado federal Valmir Assunção (PT) e o diretor- -presidente da Tribuna, Walter Pinheiro.
Em visita realizada na tarde de ontem, o parlamentar destacou que a sua principal bandeira continua sendo o movimento social e que a agenda para o segundo semestre da Casa está repleta de votações importantes.
“Vivemos internamente um momento muito difícil na Câmara hoje. O governo tem uma base muito grande e, justamente por isso, nem ele mesmo sabe como serão tratados os assuntos que são prioridade. A oposição, em si, tem sido muito pequena”, ressaltou o deputado. O raciocínio foi complementado pelo presidente Walter Pinheiro. “De fato, nesse primeiros sete meses, a própria articulação do governo enfrentou problemas que não estavam previstos”, destacou.
Além dos desafios do atual mandato, Valmir Assunção destacou assuntos como a Lei Maria da Penha, pauta de um discurso recente em que exaltou a importância de se ter uma mulher como presidente do país pela primeira vez, e a democratização da imprensa, assunto em voga em Brasília atualmente.
Em visita realizada na tarde de ontem, o parlamentar destacou que a sua principal bandeira continua sendo o movimento social e que a agenda para o segundo semestre da Casa está repleta de votações importantes.
“Vivemos internamente um momento muito difícil na Câmara hoje. O governo tem uma base muito grande e, justamente por isso, nem ele mesmo sabe como serão tratados os assuntos que são prioridade. A oposição, em si, tem sido muito pequena”, ressaltou o deputado. O raciocínio foi complementado pelo presidente Walter Pinheiro. “De fato, nesse primeiros sete meses, a própria articulação do governo enfrentou problemas que não estavam previstos”, destacou.
Além dos desafios do atual mandato, Valmir Assunção destacou assuntos como a Lei Maria da Penha, pauta de um discurso recente em que exaltou a importância de se ter uma mulher como presidente do país pela primeira vez, e a democratização da imprensa, assunto em voga em Brasília atualmente.
Mil dias para a Copa: secretário da Fifa diz que Brasil ainda tem muito trabalho a fazer.
A próxima sexta-feira (16) marcará o prazo de 1.000 dias para o início da Copa do Mundo no Brasil. Em entrevista ao jornal "O Globo", o secretário-geral da Fifa, Jérome Valcke, afirmou que o país ainda tem muito trabalho a fazer até 2014 e que Belo Horizonte será a cidade-sede com o principal evento de comemoração da data simbólica.
Com bom andamento das obras no Mineirão, a capital de Minas Gerais receberá uma comitiva da Fifa, representantes do Comitê Organizador da Copa (COL) - como o presidente Ricardo Teixeira - e espera ainda a presença de Dilma Rousseff, presidente da República. Valcke não confirmou se estará no evento, mas mandou um recado ao Brasil:
- Teremos um evento principal em Belo Horizonte, dia 16, e as demais cidades farão alguma coisa. Sei que mil dias é um belo número, mas é um tipo de evento ainda distante para a Copa do Mundo. Para ser claro, ainda há muito trabalho a fazer. É normal quando restam mil dias para o início do Mundial. Mas são menos dias para o início da Copa das Confederações. A coisa mais importante é que precisamos nos mover rapidamente, ter integração com os poderes. Temos que fazer acontecer - disse o francês ao "Globo".
Segundo Valcke, a Copa das Confederações em 2013 poderá ser feita em até seis cidades, no máximo (Brasília está praticamente garantida). Mas o secretário-geral da Fifa não sabe se o país estará pronto até lá:
- Poderemos jogar com quatro, cinco ou seis cidades. Máximo de seis. Em 20 de outubro, o Bureau da Copa do Mundo de 2014 terá enviado ao Comitê Executivo da Fifa sua sugestão e será decidido também o calendério de jogos da Copa do Mundo. E aí faremos também uma decisão sobre as cidades da Copa das Confederações. A entrega dos estádios está marcada para dezembro de 2012, ou, no máximo, início de 2013. Neste momento, não estou seguro que seis cidades e seis estádios estarão prontos até lá - afirmou.
Valcke mostrou estar informado sobre os problemas nas obras dos estádios, como a segunda greve dos trabalhadores do Maracanã. O francês aproveitou também para negar qualquer problema entre a Fifa e o governo federal.
- A Fifa, o governo, o COL, as cidades estão na mesma direção. Algumas pessoas querem fazer parecer que há um conflito entre a Fifa e o governo. Não estamos em conflito.
do Globo Esporte.com
Com bom andamento das obras no Mineirão, a capital de Minas Gerais receberá uma comitiva da Fifa, representantes do Comitê Organizador da Copa (COL) - como o presidente Ricardo Teixeira - e espera ainda a presença de Dilma Rousseff, presidente da República. Valcke não confirmou se estará no evento, mas mandou um recado ao Brasil:
- Teremos um evento principal em Belo Horizonte, dia 16, e as demais cidades farão alguma coisa. Sei que mil dias é um belo número, mas é um tipo de evento ainda distante para a Copa do Mundo. Para ser claro, ainda há muito trabalho a fazer. É normal quando restam mil dias para o início do Mundial. Mas são menos dias para o início da Copa das Confederações. A coisa mais importante é que precisamos nos mover rapidamente, ter integração com os poderes. Temos que fazer acontecer - disse o francês ao "Globo".
Segundo Valcke, a Copa das Confederações em 2013 poderá ser feita em até seis cidades, no máximo (Brasília está praticamente garantida). Mas o secretário-geral da Fifa não sabe se o país estará pronto até lá:
- Poderemos jogar com quatro, cinco ou seis cidades. Máximo de seis. Em 20 de outubro, o Bureau da Copa do Mundo de 2014 terá enviado ao Comitê Executivo da Fifa sua sugestão e será decidido também o calendério de jogos da Copa do Mundo. E aí faremos também uma decisão sobre as cidades da Copa das Confederações. A entrega dos estádios está marcada para dezembro de 2012, ou, no máximo, início de 2013. Neste momento, não estou seguro que seis cidades e seis estádios estarão prontos até lá - afirmou.
Valcke mostrou estar informado sobre os problemas nas obras dos estádios, como a segunda greve dos trabalhadores do Maracanã. O francês aproveitou também para negar qualquer problema entre a Fifa e o governo federal.
- A Fifa, o governo, o COL, as cidades estão na mesma direção. Algumas pessoas querem fazer parecer que há um conflito entre a Fifa e o governo. Não estamos em conflito.
do Globo Esporte.com
Salvador : Câmara arrecada donativos para vítimas de incêndio
A Câmara Municipal de Salvador instalou um posto de arrecadação de donativos para as famílias atingidas pelo incêndio que destruiu mais de 100 casas na última quinta-feira (08/09), na ocupação Quilombo de Escada, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. As doações poderão ser feitas durante este final de semana e ao longo de toda a semana na recepção do Anexo Emmerson José, no Edifício Bahia Center, na Rua Ruy Barbosa. A Câmara também disponibilizará um veículo para buscar doações de maiores volumes.
A iniciativa da campanha foi da ouvidora-geral da Câmara, vereadora Olívia Santana (PCdoB), que esteve no local do incêndio na manhã de sexta-feira, prestando solidariedade aos moradores e entregando água potável e alimentos para as vítimas.
Maiores informações sobre como doar ou como solicitar o veículo da Câmara para arrecadar os donativos podem ser obtidas através dos números da Ouvidoria da Câmara: (71) 3320-0113 / 3320-0252; ou pelo telefone do líder do Movimento em Defesa da Moradia e do Trabalho (MDMT), Dermeval Cerqueira, (71) 8889-0441.
A iniciativa da campanha foi da ouvidora-geral da Câmara, vereadora Olívia Santana (PCdoB), que esteve no local do incêndio na manhã de sexta-feira, prestando solidariedade aos moradores e entregando água potável e alimentos para as vítimas.
Maiores informações sobre como doar ou como solicitar o veículo da Câmara para arrecadar os donativos podem ser obtidas através dos números da Ouvidoria da Câmara: (71) 3320-0113 / 3320-0252; ou pelo telefone do líder do Movimento em Defesa da Moradia e do Trabalho (MDMT), Dermeval Cerqueira, (71) 8889-0441.
domingo, 4 de setembro de 2011
Salvador : Comunidade denuncia tráfico em Nova Canaã.
Uma denúncia escrita à mão por uma moradora direcionada a esta Tribuna, como forma de desabafo e denunciando ações de traficantes no bairro de Nova Canaã, no Subúrbio Ferroviário, fez com que a equipe de reportagem fosse até o bairro para ver de perto todas as dificuldades enfrentadas pelos moradores.
A chegada ao bairro de Nova Canaã, que agrupa mais de 50 mil famílias, é de difícil acesso e só mesmo perguntando que os moradores do Subúrbio iam guiando a equipe de reportagem e os avisos eram para tomar cuidado e seguir com Deus. Logo as estradas asfaltadas emendavam com o chão batido e muitos buracos que dificultavam o trânsito de veículo, evidenciavam que já estávamos no bairro de Canaã. Moradores se escondiam, outros se limitavam em falar com a imprensa.
Num campo de futebol alguns homens mostravam os rostos em meio ao matagal. Na denúncia da moradora, esse mesmo campo serve de esconderijo dos traficantes, o que foi também afirmado por outros residentes do bairro. As pessoas abordadas nas ruas, tinham medo de falar sobre as ações dos traficantes.
Eles apenas ressaltaram que a criminalidade está por toda cidade e disseram que muitos bandidos buscam abrigo no bairro por ser localizado no alto, tem as vantagens de serem avisados a tempo quando a polícia está chegando e também pelos buracos na estrada ajudar a impedir que as viaturas circulem com velocidade.
Na carta, a pessoa que escreveu pede ajuda da imprensa, já que a polícia, segundo ela, não sabe de tudo que acontece em Nova Canaã. Os traficantes identificados como Fábio, Búia, Ginaldo, Bruno, Raul, Leandro, Jiló, Érica, Chica, Binho e Alex, recrutam crianças para servirem de “avião”, quem faz a entrega da droga e também para serem olheiro da quadrilha.
A denúncia também dizia que eles estão tomando as casas dos moradores de bem, para servirem de esconderijos do bando que tem proteção de pessoas ligadas à Marinha e ao Exército que são parentes dos membros dos traficantes e que também residem no bairro.
“Morar em Nova Canaã está sendo pior do que quem vive nos presídios. Quando a polícia entra aqui para investigar alguma situação, os “coligados” dos traficantes que servem a Marinha e ao Exército tomam a frente e dizem que não tem nenhuma denúncia e que tudo está sobre controle.
Controle esse, que está nas mãos deles. Chica e Érica são mensageiras dos presidiários que estão detidos na Lemos de Brito e sempre levam e trazem informações sobre o tráfico de drogas. Nós não aguentamos mais viver aqui. Por não ter outra saída, temos que conviver com esta triste realidade. São casas tomadas e sendo incendiadas por eles”, diziam trechos escritos na carta.
Na 5ª delegacia de Periperi, os investigadores desconheciam essas denúncias e reforçaram que a estrutura do bairro, sem asfalto e em péssimas condições de conservação, favorece os traficantes, uma vez que as viaturas têm dificuldade de fazer diligência no bairro e não poder percorrer por todas as ruas. Os nomes dos traficantes citados na carta, os agentes disseram desconhecer, mas salientaram que o local é propício para os trabalhos do tráfico. E afirmaram que iriam averiguar essas denúncias.
Moradora cega vive drama
Sem nenhum posto de saúde, policial, praça, quadra esportiva, as crianças vivem ociosas pelas ruas. As mães disseram que precisam sair cedo para trabalhar e que só chegam em casa à noite. Transporte coletivo não transita pelo bairro, nem mesmo as vans alternativas e carros que vendem botijões de gás.
Quando chove, a situação piora segundo os moradores, pois precisam usar botas para caminhar quase 1km para chegar até as ruas asfaltadas onde os ônibus passam. Quando alguém adoece a família precisa procurar algum meio para levar até o posto de saúde de outros bairros do Subúrbio, já que até a Samu tem dificuldade para entrar em Nova Canaã.
DRAMA - Nossa equipe de reportagem localizou uma idosa de 72 anos que perdeu a visão devido um problema de catarata e vive trancada num casebre por causa dos ladrões. Dona Maria de Lourdes de Jesus se locomove dentro de casa com dificuldade. Ela divide um cômodo com dois quartos em péssimas condições com o marido. As vizinhas sensibilizadas com a situação de Maria de Lourdes ajudam à mulher que não tem parentes que possam cuidá-la.
Por não enxergar, pessoas do bairro invadem a casa da anciã e roubam os objetos e até os poucos móveis da residência. Até pouco tempo, Lourdes nem documento tinha e ela disse não saber a idade certa. “Eu fiquei comovida com a situação dela e ajudo no que posso.
Também tenho o meu trabalho e não tenho condições de dedicar a cuidar dela o tempo todo. Lourdes fica sozinha durante o dia e para levá-la no médico é o maior trabalho. Pois não tenho carro e ônibus não sobe aqui”, contou a vizinha Solange.
Nesse caso, segundo a vizinha, é preciso entrar em contato com o Ministério Público que acompanha a idosa e o órgão solicita que uma ambulância do Samu vai até a casa da idosa e lava ao posto médico e hospital.
“É uma situação difícil que enfrentamos aqui. Não temos lazer e todos os moradores se recolhem às 18 horas, pois as ruas ficam escuras e é difícil transitar aqui tarde da noite. Nós precisamos de atenção dos poderes públicos. Tem pessoas que nem sabem que existe esse bairro em Salvador e que sofre tantas deficiências”, desabafou Solange, pedindo ajuda de quem puder para ajudar dona Lourdes com remédios e reformas da casa.
Silvana Blesa
A chegada ao bairro de Nova Canaã, que agrupa mais de 50 mil famílias, é de difícil acesso e só mesmo perguntando que os moradores do Subúrbio iam guiando a equipe de reportagem e os avisos eram para tomar cuidado e seguir com Deus. Logo as estradas asfaltadas emendavam com o chão batido e muitos buracos que dificultavam o trânsito de veículo, evidenciavam que já estávamos no bairro de Canaã. Moradores se escondiam, outros se limitavam em falar com a imprensa.
Num campo de futebol alguns homens mostravam os rostos em meio ao matagal. Na denúncia da moradora, esse mesmo campo serve de esconderijo dos traficantes, o que foi também afirmado por outros residentes do bairro. As pessoas abordadas nas ruas, tinham medo de falar sobre as ações dos traficantes.
Eles apenas ressaltaram que a criminalidade está por toda cidade e disseram que muitos bandidos buscam abrigo no bairro por ser localizado no alto, tem as vantagens de serem avisados a tempo quando a polícia está chegando e também pelos buracos na estrada ajudar a impedir que as viaturas circulem com velocidade.
Na carta, a pessoa que escreveu pede ajuda da imprensa, já que a polícia, segundo ela, não sabe de tudo que acontece em Nova Canaã. Os traficantes identificados como Fábio, Búia, Ginaldo, Bruno, Raul, Leandro, Jiló, Érica, Chica, Binho e Alex, recrutam crianças para servirem de “avião”, quem faz a entrega da droga e também para serem olheiro da quadrilha.
A denúncia também dizia que eles estão tomando as casas dos moradores de bem, para servirem de esconderijos do bando que tem proteção de pessoas ligadas à Marinha e ao Exército que são parentes dos membros dos traficantes e que também residem no bairro.
“Morar em Nova Canaã está sendo pior do que quem vive nos presídios. Quando a polícia entra aqui para investigar alguma situação, os “coligados” dos traficantes que servem a Marinha e ao Exército tomam a frente e dizem que não tem nenhuma denúncia e que tudo está sobre controle.
Controle esse, que está nas mãos deles. Chica e Érica são mensageiras dos presidiários que estão detidos na Lemos de Brito e sempre levam e trazem informações sobre o tráfico de drogas. Nós não aguentamos mais viver aqui. Por não ter outra saída, temos que conviver com esta triste realidade. São casas tomadas e sendo incendiadas por eles”, diziam trechos escritos na carta.
Na 5ª delegacia de Periperi, os investigadores desconheciam essas denúncias e reforçaram que a estrutura do bairro, sem asfalto e em péssimas condições de conservação, favorece os traficantes, uma vez que as viaturas têm dificuldade de fazer diligência no bairro e não poder percorrer por todas as ruas. Os nomes dos traficantes citados na carta, os agentes disseram desconhecer, mas salientaram que o local é propício para os trabalhos do tráfico. E afirmaram que iriam averiguar essas denúncias.
Moradora cega vive drama
Sem nenhum posto de saúde, policial, praça, quadra esportiva, as crianças vivem ociosas pelas ruas. As mães disseram que precisam sair cedo para trabalhar e que só chegam em casa à noite. Transporte coletivo não transita pelo bairro, nem mesmo as vans alternativas e carros que vendem botijões de gás.
Quando chove, a situação piora segundo os moradores, pois precisam usar botas para caminhar quase 1km para chegar até as ruas asfaltadas onde os ônibus passam. Quando alguém adoece a família precisa procurar algum meio para levar até o posto de saúde de outros bairros do Subúrbio, já que até a Samu tem dificuldade para entrar em Nova Canaã.
DRAMA - Nossa equipe de reportagem localizou uma idosa de 72 anos que perdeu a visão devido um problema de catarata e vive trancada num casebre por causa dos ladrões. Dona Maria de Lourdes de Jesus se locomove dentro de casa com dificuldade. Ela divide um cômodo com dois quartos em péssimas condições com o marido. As vizinhas sensibilizadas com a situação de Maria de Lourdes ajudam à mulher que não tem parentes que possam cuidá-la.
Por não enxergar, pessoas do bairro invadem a casa da anciã e roubam os objetos e até os poucos móveis da residência. Até pouco tempo, Lourdes nem documento tinha e ela disse não saber a idade certa. “Eu fiquei comovida com a situação dela e ajudo no que posso.
Também tenho o meu trabalho e não tenho condições de dedicar a cuidar dela o tempo todo. Lourdes fica sozinha durante o dia e para levá-la no médico é o maior trabalho. Pois não tenho carro e ônibus não sobe aqui”, contou a vizinha Solange.
Nesse caso, segundo a vizinha, é preciso entrar em contato com o Ministério Público que acompanha a idosa e o órgão solicita que uma ambulância do Samu vai até a casa da idosa e lava ao posto médico e hospital.
“É uma situação difícil que enfrentamos aqui. Não temos lazer e todos os moradores se recolhem às 18 horas, pois as ruas ficam escuras e é difícil transitar aqui tarde da noite. Nós precisamos de atenção dos poderes públicos. Tem pessoas que nem sabem que existe esse bairro em Salvador e que sofre tantas deficiências”, desabafou Solange, pedindo ajuda de quem puder para ajudar dona Lourdes com remédios e reformas da casa.
Silvana Blesa
Homem é morto com tiro na cabeça em Camaçari.
Geovan Santana Lima Santos foi atingido no bairro Gravatá. ,28 anos,foi morto com um tiro na cabeça na madrugada deste domingo (4) em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador,no bairro do Gravatá.
De acordo com a Central de Telecomunicações das Polícias Civil e Militar,a vítima foi socorrida e levada ao Hospital Geral de Camaçari, mas não resistiu aos ferimentos. O autor e o motivo do crime ainda não foram esclarecidos. O caso está sendo investigado pela 18ª Delegacia Territorial (DT/Camaçari).
De acordo com a Central de Telecomunicações das Polícias Civil e Militar,a vítima foi socorrida e levada ao Hospital Geral de Camaçari, mas não resistiu aos ferimentos. O autor e o motivo do crime ainda não foram esclarecidos. O caso está sendo investigado pela 18ª Delegacia Territorial (DT/Camaçari).
Mais um jovem assassinado hoje em Salvador.
Roberto de Souza Pereira,21 anos,foi morto na porta de sua residência, localizada no bairro do Pau da LIma na madrugada dete domingo (4). De acordo com a Central de Telecomunicações entre as Polícias Civil e Militar (Centel) o crime aconteceu por volta das 0h30 na Travessa Paracaína
Ainda segundo a polícia, a vítima foi socorrida e levada oara o Posto de Saúde de São Marcos, mas não resistiu aos ferimentos. O crime é investigado pela Delegacia de Homicídios. Ainda não há informações sobre a motivação e autoria.
Ainda segundo a polícia, a vítima foi socorrida e levada oara o Posto de Saúde de São Marcos, mas não resistiu aos ferimentos. O crime é investigado pela Delegacia de Homicídios. Ainda não há informações sobre a motivação e autoria.
Salvador : Dois homens são assassinados a tiros em Stella Maris.
Dois homens são assassinados a tiros em Stella Maris
Moradores do bairro de Stella Maris,encontraram dois corpos na manhã de ontem no loteamento Alameda da Praia. As vítimas do sexo masculino foram mortas a tiros.
Segundo a 15ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Itapuã), responsável pelo policiamento de região, os homens estavam com as mãos amarradas para trás e foram amordaçados. O crime ocorreu nas proximidades da antiga feira de fogos de artifícios.
Agentes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram enviados ao local para fazer a remoção dos corpos. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).
O motivo e a autoria do crime ainda não foram esclarecidos pela polícia.
Moradores do bairro de Stella Maris,encontraram dois corpos na manhã de ontem no loteamento Alameda da Praia. As vítimas do sexo masculino foram mortas a tiros.
Segundo a 15ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Itapuã), responsável pelo policiamento de região, os homens estavam com as mãos amarradas para trás e foram amordaçados. O crime ocorreu nas proximidades da antiga feira de fogos de artifícios.
Agentes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram enviados ao local para fazer a remoção dos corpos. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).
O motivo e a autoria do crime ainda não foram esclarecidos pela polícia.
Salvador : Filho de delegado é assassinado no Pau Miúdo.
Fernando Wydeman Nogueira Adan, filho do delegado titular da 11ª delegacia, Adailton Adan, foi assassinado na tarde de ontem. O crime ocorreu às 16 horas, na Travessa 10 de novembro, próximo ao final de linha do Pau Miúdo. A polícia suspeita que o jovem tenha sido vítima de uma tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte), porém nenhum objeto pessoal foi levado.
Estudante do curso de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Fernando foi atingido com um disparo na região do nariz e morreu na hora. A polícia afirmou que possui suspeito para o crime, mas não divulgou o nome para não atrapalhar as investigações.
Assim como o pai, Fernando nasceu e criou-se no bairro. Como de costume, ontem o jovem despediu-se dos avós, com quem morava, e seguia para o ponto de ônibus, a caminho da universidade. Segundo informações da polícia, o estudante levava um notebook na mochila, o que teria despertado a atenção do assassino.
Ao ser abordado, numa suposta tentativa de assalto, ele teria reagido e foi baleado pelo criminoso por disparo de pistola calibre ponto 40, arma exclusiva das Forças Armadas. O autor do crime fugiu a pé.
Ainda chocado com o ocorrido, o delegado Adaílton Adan, junto com outros dois filhos, esteve no local. Desesperado, um dos irmãos da vítima não aguentou a cena e teve de ser amparado por familiares.
Delegados de várias unidades, agentes do Centro de Operações Especiais (COE), a Polícia Militar e a cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP), compareceram para prestar solidariedade ao pai da vítima. A Travessa foi isolada por dezenas de viaturas e policiais, que não permitiram o acesso dos moradores e nem da imprensa à cena do crime.
De acordo com informações do delegado do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Alex Gabriel Chehade, apesar de a tentativa de latrocínio ser a principal linha de investigação, a polícia não descarta a possibilidade de homicídio direto ou vingança. “Pela observação criminal nada foi subtraído, mas todas as possibilidades serão apuradas. Ainda é prematuro fazer qualquer afirmação, porém as investigações começam a partir de agora e logo chegaremos ao autor do disparo”, garantiu.
Personalidade
Fernando morava no Pau Miúdo junto com os avós paternos e outros familiares. Colegas de trabalho tentaram confortar o pai da vítima. “Estou muito impressionado com a postura e força de Adan”, ressaltou Chehade. Segundo informações de moradores da região, o estudante era um jovem pacato e não tinha inimigos no bairro. “Ele vivia da academia para a faculdade.
Não sei por que fizeram isso. Ele sempre foi um menino comportado, assim como toda família do delegado”, garantiu o morador Daílton Nascimento Santos, 29.
De acordo com outro morador, que preferiu não se identificar, a Travessa 10 de Novembro é considerada um local tranquilo, onde assassinatos e assaltos não são frequentes.
“Nunca ocorreu uma situação dessas aqui. Moro aqui há muitos anos e nunca presenciei nada. Há muitos anos, um policial militar reformado foi assassinado, mas não aqui e sim na localidade das Pedreiras”, lembrou.
Ainda na noite de ontem, policiais Civis e Militares saíram em diligências nas imediações para tentar localizar e prender o suspeito. Além do delegado Alex Gabriel Chehade e a equipe do delegado Marcelo Tannus, também do DHPP, toda a polícia baiana trabalha para solucionar o caso.
Daniela Pereira
Política : ACM Neto é candidato ao governo em 2014.
O deputado e líder do DEM Antônio CarlhosMagalhães está comoutra estratétia política.Longe da disputa a prefeitura da capital baiana,ACM Neto disse que vai concorrer ao governo da Bahiaem 2014."Sou candidato ao governo em 2014”,confirmou Neto.Ele está no terceiro mandado de deputado e tentou se eleger para prefeito de Salvador das últimaseleições.
Conforme a Revista Época, sem conseguir amarrar alianças políticas com outros partidos além do DEM na capital baiana, o parlamentar dará prioridade a outra estratégia política, a de concorrer ao governo da Bahia.
“Sou candidato ao governo em 2014”, disse. Neto está no terceiro mandato e a cada eleição consegue menos votos.
A disputa não vai ser fácil. Neto do antigo governador e ex-senador ACM, falecido há quatro anos – há pouco mais de um mês o deputado tinha começado as articulações para conseguir o apoio de partidos como o PMDB e o PSC em Salvador para lançar a candidatura à Prefeitura. A desistência do senador petista Walter Pinheiro de concorrer animou Neto.
Mas o rolo compressor político que o governador petista Jaques Wagner vem impondo nas articulações pré-eleitorais e as defecções dos últimos carlistas para o campo governista fez com que ACM Neto desistisse de tentar ser prefeito da capital.
Há duas semanas, duas vereadoras aliadas do Democratas aderiram ao governo.
Agora, os antigos aliados do carlismo aderiram ao PSD sob a liderança do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e querem fechar aliança com os petistas.
O candidato do PT ao governo da Bahia defendido pelo governador Wagner é o presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli.
As vagas de vice e para concorrer ao Senado estão sendo oferecidas aos aliados do atual governo baiano. O governador deve concorrer à Câmara para permitir esta acomodação.
O deputado federal, por sua vez, uma das grandes lideranças do partido no estado, disse que a Revista Época distorceu suas informações.
“Em nenhum momento da rápida conversa que tive com o repórter da revista eu neguei que pudesse ser candidato a prefeito e muito menos antecipei minha candidatura ao governo em 2014”, disse o parlamentar.
ACM Neto reafirmou que tem trabalhado para unir as oposições e que a população de Salvador o coloca como pré-candidato a prefeito há muito tempo.
“Estou realizando encontros com as comunidades e o que mais ouço é um apelo para voltar a disputar a Prefeitura”, disse o líder do DEM na Câmara.
De acordo com o site Política Livre, um político com acesso direto ao presidente estadual do DEM, o ex-deputado José Carlos Aleluia, disse que ele está disposto a concorrer à Prefeitura de Salvador, caso ACM Neto desista do desafio.
O democrata negou imediatamente as declarações, mas o quadro ligado a Aleluia disparou: “O DEM vai ter candidato de qualquer jeito”.
Conforme a Revista Época, sem conseguir amarrar alianças políticas com outros partidos além do DEM na capital baiana, o parlamentar dará prioridade a outra estratégia política, a de concorrer ao governo da Bahia.
“Sou candidato ao governo em 2014”, disse. Neto está no terceiro mandato e a cada eleição consegue menos votos.
A disputa não vai ser fácil. Neto do antigo governador e ex-senador ACM, falecido há quatro anos – há pouco mais de um mês o deputado tinha começado as articulações para conseguir o apoio de partidos como o PMDB e o PSC em Salvador para lançar a candidatura à Prefeitura. A desistência do senador petista Walter Pinheiro de concorrer animou Neto.
Mas o rolo compressor político que o governador petista Jaques Wagner vem impondo nas articulações pré-eleitorais e as defecções dos últimos carlistas para o campo governista fez com que ACM Neto desistisse de tentar ser prefeito da capital.
Há duas semanas, duas vereadoras aliadas do Democratas aderiram ao governo.
Agora, os antigos aliados do carlismo aderiram ao PSD sob a liderança do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e querem fechar aliança com os petistas.
O candidato do PT ao governo da Bahia defendido pelo governador Wagner é o presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli.
As vagas de vice e para concorrer ao Senado estão sendo oferecidas aos aliados do atual governo baiano. O governador deve concorrer à Câmara para permitir esta acomodação.
O deputado federal, por sua vez, uma das grandes lideranças do partido no estado, disse que a Revista Época distorceu suas informações.
“Em nenhum momento da rápida conversa que tive com o repórter da revista eu neguei que pudesse ser candidato a prefeito e muito menos antecipei minha candidatura ao governo em 2014”, disse o parlamentar.
ACM Neto reafirmou que tem trabalhado para unir as oposições e que a população de Salvador o coloca como pré-candidato a prefeito há muito tempo.
“Estou realizando encontros com as comunidades e o que mais ouço é um apelo para voltar a disputar a Prefeitura”, disse o líder do DEM na Câmara.
De acordo com o site Política Livre, um político com acesso direto ao presidente estadual do DEM, o ex-deputado José Carlos Aleluia, disse que ele está disposto a concorrer à Prefeitura de Salvador, caso ACM Neto desista do desafio.
O democrata negou imediatamente as declarações, mas o quadro ligado a Aleluia disparou: “O DEM vai ter candidato de qualquer jeito”.
Deputados federais pela Bahia votaram pela cassação da deputada Jaqueline Roriz.
Os deputados federais baianos, em sua maioria, votaram a favor da cassação da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), que acabou absolvida anteontem no Plenário da Câmara por 265 votos contra a medida. No total, 166 parlamentares ainda se manifestaram a favor da cassação e 20 se abstiveram. A parlamentar foi filmada recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM do Distrito Federal. Após a divulgação do vídeo, Jaqueline admitiu que o valor seria usado para caixa dois de campanha.
“Votei a favor da cassação e orientei a bancada que fizesse o mesmo. A permanência da deputada no parlamento prova que lamentavelmente existe um dessintonia entre uma parte da Câmara e a sociedade. Diante de um episódio como este, a população só pode ficar triste com o Congresso”, disse o líder do DEM na Câmara, deputado ACM Neto.
O petista Nelson Pelegrino, apesar de não ter comparecido à sessão que decidiu pela permanência da deputada, também lamentou o episódio. “Não pude comparecer e, infelizmente, meu voto não seria decisivo porque a maioria rejeitou a cassação, mas eu votaria a favor. As circunstâncias do episódio não são boas para a imagem dos políticos”, afirmou.
Pelegrino justificou que não participou da sessão em virtude de uma reunião da comissão de combate ao uso de drogas da Câmara Federal na Assembleia Legislativa da Bahia. Ele é o coordenador da comissão no estado.
Os deputados Maurício Trindade (PR) e Lúcio Vieira Lima (PMDB) não quiseram revelar seus votos, que são secretos regimentalmente, mas também lamentaram a decisão dos colegas. “Os julgadores são os parlamentares e não há mais opinião a emitir. É claro que isso gera desgaste no parlamento.
O Brasil vive um momento político especial. O povo está voltando a se manifestar e isso é bom para a democracia”, avaliou Lúcio. A decisão da Câmara não carece de contestação em nenhuma outra instância do Poder Legislativo. A deputada Jaqueline Roriz, no entanto, continuará respondendo aos processos na Justiça civil.
“Votei a favor da cassação e orientei a bancada que fizesse o mesmo. A permanência da deputada no parlamento prova que lamentavelmente existe um dessintonia entre uma parte da Câmara e a sociedade. Diante de um episódio como este, a população só pode ficar triste com o Congresso”, disse o líder do DEM na Câmara, deputado ACM Neto.
O petista Nelson Pelegrino, apesar de não ter comparecido à sessão que decidiu pela permanência da deputada, também lamentou o episódio. “Não pude comparecer e, infelizmente, meu voto não seria decisivo porque a maioria rejeitou a cassação, mas eu votaria a favor. As circunstâncias do episódio não são boas para a imagem dos políticos”, afirmou.
Pelegrino justificou que não participou da sessão em virtude de uma reunião da comissão de combate ao uso de drogas da Câmara Federal na Assembleia Legislativa da Bahia. Ele é o coordenador da comissão no estado.
Os deputados Maurício Trindade (PR) e Lúcio Vieira Lima (PMDB) não quiseram revelar seus votos, que são secretos regimentalmente, mas também lamentaram a decisão dos colegas. “Os julgadores são os parlamentares e não há mais opinião a emitir. É claro que isso gera desgaste no parlamento.
O Brasil vive um momento político especial. O povo está voltando a se manifestar e isso é bom para a democracia”, avaliou Lúcio. A decisão da Câmara não carece de contestação em nenhuma outra instância do Poder Legislativo. A deputada Jaqueline Roriz, no entanto, continuará respondendo aos processos na Justiça civil.
Jolivaldo Freitas: A chantagem emocional das clínicas veterinárias.
Brasil tem uma população de 35 milhões de cães e 18 milhões de gatos, numa estimativa por baixo, feita pelas organizações que cuidam dos animais, pois não se sabe direito quantos vagam pelas cidades sem controle algum. O segmento dos pets tem uma média de faturamento anual de mais de R$ 10 bilhões.
Para este ano de 2011, deve-se alcançar o número mirífico de R$ 12 bilhões. É um mercado crescente, coisa de quase cinco por cento ao ano. Isso somente em se tratando da venda de produtos.
O faturamento se torna bem maior quando se inclui o atendimento médico, nas clínicas veterinárias. As clínicas andam cheias a qualquer hora. Isso porque as pessoas estão cada vez mais propensas a ter um animal na família – seja pela falta de filho, pelos filhos ausentes ou por qualquer tipo de carência. Não sou psicólogo e não vou entrar num tratado antropológico. Sou mais um cão sem dono.
O fato é que a humanização dos animais, coisa que vemos há tempo, desde os tempos de Walt Disney, tem criado uma empatia cada vez maior entre cachorros, gatos e gente. “Cachorro também é gente”, já dizia, antecipando os tempos, o ex-ministro Magri.
Meu cachorro com certeza é gente. Aliás, melhor que muita gente e certos parentes. Eu sou daqueles que mordem mesmo, para tirar a nesga. Mas minhas vacinas estão em dia. Se preocupe não. E olha que não procurei cachorro. Ele caiu no colo e adotei com toda boa vontade e esta ação se transformou em amor pelo bicho. Olha que nunca gostei de bicho e só gostei de pouca gente.
Foi a partir da doença do meu canino que passei a conviver com a cara de pau de médicos veterinários e a sanha de algumas clínicas veterinárias. Eles praticam uma verdadeira chantagem. Se aproveitam claramente – e por falta de uma regulamentação (vou ligar para meu deputado para cobrar uma atitude) – dos proprietários dos animais e cobram os olhos da cara apenas para dar uma olhadinha no bichinho.
Sabem que quem tem cão e gato se apega. Sabem que nenhum dono vai deixar seu companheiro morrer e irão vender a alma para garantir a saúde do miau ou do auau.
Um exemplo: um amigo meu corria com seu vira-lata e tropeçou no animal. Os dois se machucaram. Na clínica ortopédica, meu amigo pagou R$ 100 pela consulta e mais R$ 120 pela internação de 24 horas para observação e as injeções ficaram por mais R$ 40. Já a consulta do cachorro ficou em R$ 120 e a internação em R$ 220 por 24 horas. A injeção que deram para a luxação na pata do cachorro ficou em R$ 70.
O pior é que uma clínica, lá pelas bandas do Rio Vermelho, entregou o animal com ferimento no focinho, todo sujo de sangue, com o pelo cheio de sujeira da jaula e cheirando a urina. Claro que cobrou, mas não cuidou.
Os donos das clínicas sabem se aproveitar da situação e ou se paga o preço ou se tem o preço da morte do animal. Fica cada vez mais claro que o homem é um lobo. E a clínica o covil. E as clínicas são caça-níqueis. Os bichos? Estes, sim, são gente boa.
Para este ano de 2011, deve-se alcançar o número mirífico de R$ 12 bilhões. É um mercado crescente, coisa de quase cinco por cento ao ano. Isso somente em se tratando da venda de produtos.
O faturamento se torna bem maior quando se inclui o atendimento médico, nas clínicas veterinárias. As clínicas andam cheias a qualquer hora. Isso porque as pessoas estão cada vez mais propensas a ter um animal na família – seja pela falta de filho, pelos filhos ausentes ou por qualquer tipo de carência. Não sou psicólogo e não vou entrar num tratado antropológico. Sou mais um cão sem dono.
O fato é que a humanização dos animais, coisa que vemos há tempo, desde os tempos de Walt Disney, tem criado uma empatia cada vez maior entre cachorros, gatos e gente. “Cachorro também é gente”, já dizia, antecipando os tempos, o ex-ministro Magri.
Meu cachorro com certeza é gente. Aliás, melhor que muita gente e certos parentes. Eu sou daqueles que mordem mesmo, para tirar a nesga. Mas minhas vacinas estão em dia. Se preocupe não. E olha que não procurei cachorro. Ele caiu no colo e adotei com toda boa vontade e esta ação se transformou em amor pelo bicho. Olha que nunca gostei de bicho e só gostei de pouca gente.
Foi a partir da doença do meu canino que passei a conviver com a cara de pau de médicos veterinários e a sanha de algumas clínicas veterinárias. Eles praticam uma verdadeira chantagem. Se aproveitam claramente – e por falta de uma regulamentação (vou ligar para meu deputado para cobrar uma atitude) – dos proprietários dos animais e cobram os olhos da cara apenas para dar uma olhadinha no bichinho.
Sabem que quem tem cão e gato se apega. Sabem que nenhum dono vai deixar seu companheiro morrer e irão vender a alma para garantir a saúde do miau ou do auau.
Um exemplo: um amigo meu corria com seu vira-lata e tropeçou no animal. Os dois se machucaram. Na clínica ortopédica, meu amigo pagou R$ 100 pela consulta e mais R$ 120 pela internação de 24 horas para observação e as injeções ficaram por mais R$ 40. Já a consulta do cachorro ficou em R$ 120 e a internação em R$ 220 por 24 horas. A injeção que deram para a luxação na pata do cachorro ficou em R$ 70.
O pior é que uma clínica, lá pelas bandas do Rio Vermelho, entregou o animal com ferimento no focinho, todo sujo de sangue, com o pelo cheio de sujeira da jaula e cheirando a urina. Claro que cobrou, mas não cuidou.
Os donos das clínicas sabem se aproveitar da situação e ou se paga o preço ou se tem o preço da morte do animal. Fica cada vez mais claro que o homem é um lobo. E a clínica o covil. E as clínicas são caça-níqueis. Os bichos? Estes, sim, são gente boa.
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