quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Marinha nega que seja proprietária de área ocupada por barracas.

E agora João?


A Marinha do Brasil negou nesta quarta-feira (25) que seja proprietária das áreas onde estavam construídas as barracas de praia de Salvador. Em nota divulgada hoje à tarde pelo Comando do Segundo Distrito Naval, a entidade informa que “não entrou com ação na Justiça para obter a reintegração de posse das mesmas”. Entre segunda e hoje, 349 barracas foram derrubadas nas regiões da Orla Atlântica (Praia do Flamengo e a Barra) e da Baía de Todos os Santos (Canta Galo até São Tomé de Paripe).

Ainda segundo a nota, “não há qualquer participação da Marinha do Brasil nas ações que estão levando à desocupação das áreas situadas nos ‘terrenos de marinha”, que são as áreas situadas na costa marítima, em faixa de 33 metros medidos a partir da posição do preamar médio. As áreas onde as barracas estavam são bens públicos de domínio da União.

A operação da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) cumpre determinação do juiz Carlos D’Ávila, da 13ª Vara da Justiça Federal. O juiz baseou a determinação neste fato de as estruturas estarem em área da União.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A Malvadeza destruiu as barracas da orla de Salvador.

Wagner classificou a derrubada das barracas de praia como “espetáculo horripilante”















Barracas da Orla – O governador também comentou a demolição das barracas de praia da Orla de Salvador e afirmou que o problema foi causado por falta de diálogo e negociação prévia. Wagner classificou a derrubada das barracas de praia como “espetáculo horripilante” e criticou a forma como a Prefeitura conduziu o projeto das estruturas de alvernaria. "Faltou mediação e eu nunca fui convocado para essa conversa", respondeu o candidato ao ser questionado sobre o motivo do governo estadual não ter intermediado o conflito entre os barraqueiros e a prefeitura.

“O episódio ficou cheio de heróis dizendo bravatas e acabamos na pior solução possível. Sempre acho melhor uma negociação do que uma sentença” afirmou.

Demolição das barracas da orla de Salvador.

Moema ensina a João Malvadeza e TRF suspende demolição das barracas de Ipitanga.





Decisão do desembargador presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Olindo Herculano de Menezes, suspendeu temporariamente a derrubada das barracas na Praia de Ipitanga, em resposta a recurso apresentado pela Prefeitura de Lauro de Freitas. O desembargador vai solicitar informações à 13ª Vara da Justiça Federal, que ordenou a demolição, para então julgar o mérito.

A decisão foi recebida com emoção e alívio pelos barraqueiros, que desde a madrugada desta segunda-feira se revezavam nas barricadas armadas ao longo da Orla de Ipitanga para impedir a entrada dos tratores. “Hoje vamos poder dormir mais tranqüilos. Mas isso não significa que vamos baixar a guarda”, comemorou a prefeita Moema Gramacho, convocando todos a voltarem a Ipitanga na manhã desta quarta-feira, para nova mobilização.

Buscando reforçar a decisão do TRF, a Procuradoria Geral de Lauro de Freitas vai dar entrada numa petição para juntar ao processo documento em que a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) atesta que o trecho da orla atingida pela decisão da 13ª Vara é administrado pela Prefeitura de Lauro de Freitas. A área foi incorporada a Salvador em 1969 pela Lei n° 2.713 que redefiniu “de maneira imprecisa”, segundo a SEI, os limites entre os municípios, suscitando “questionamentos”.

Na orla de Ipitanga estão instaladas 63 barracas, 32 delas no lado de Salvador, que vai até o kartódromo. Nos dois últimos dias, os proprietários e funcionários tiraram equipamentos, telhas e todo o material que foi possível salvar, com apoio de servidores e caminhões da Secretaria Municipal de Serviços Públicos.

O dia foi tenso. A expectativa da chegada, a qualquer momento, do comboio de policiais e tratores deixava os barraqueiros com nervos à flor da pele. Cansados da vigília, eles montaram uma grande barricada na divisa entre as praias do Flamengo e Ipitanga. A prefeita Moema Gramacho passou todo o dia no local, acompanhada de secretários e vereadores de Salvador e de Lauro de Freitas, à espera da decisão do TRF, que só chegou á noite.

“Vencemos uma batalha, não ganhamos a guerra. Por isso é preciso manter a vigilância, continuar mobilizados”, ressaltou Moema após anunciar a decisão do desembargador Olindo Herculano. Emocionados, barraqueiros e moradores fizeram uma oração. Muitos choravam de emoção e cansaço. “Vamos continuar aqui nas barracas. Só sairemos depois da decisão definitiva”, afirma Carlos Fritsch, da Barraca Tchê.

Veja aqui a sentença judicial que João Malvadeza está cumprindo com imenso prazer.A orla de Salvador será somente para cinco estrelas.

João Malvadeza ou ex-prefeito popular?A orla pega fogo.





Determinação do Juiz que sustentou a crueldade de João Malvadeza.






Dando continuidade à determinação da Justiça Federal sobre as demolições das barracas de praia de Salvador, funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizam nesta quarta-feira a derrubada das barracas da Cidade Baixa na Boa Viagem, Ribeira e Cantagalo. Até o momento já foram derrubados 85 equipamentos apenas pela manhã. No total, somando todos os dias de trabalhos, 325 barracas já foram demolidas.

Nesta terça-feira (24) 138 estruturas da orla foram ao chão. A ação foi realizada no trecho que vai de Patamares a Pituaçu, e também nas praias do Corsário, dos Artistas, Jardim de Alah, Placaford, Itapuã, Barra, Ondina, Amaralina e Rio Vermelho. As demolições começaram na segunda, com a demolição de 102 barracas.

Todas as 353 barracas espalhadas pela orla devem ser demolidas em um prazo máximo de 11 dias, mas os trabalhos devem ser encerrados na próxima sexta-feira (27). Já os entulhos, segundo a assessoria da Sucom, poderão ser retirados das praias em três meses.

Prefeito Malvadeza João Henrique continua destruíndo.







A operação para demolição das barracas da orla de Salvador derrubou 138 estruturas nesta terça-feira (23). A ação foi realizada no trecho que vai de Patamares a Pituaçu, e também nas praias do Corsário, dos Artistas, Jardim de Alah, Placaford, Itapuã, Barra, Ondina, Amaralina e Rio Vermelho. As demolições começaram na segunda, quando 102 estruturas foram ao chão. Na manhã de hoje, as 27 barracas de Patamares foram as primeiras a serem demolidas.

Uma força-tarefa formada por policiais federais, militares e pela guarda-municipal acompanhou os trabalhos de funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom). Todas as 353 barracas espalhadas pela orla devem ser demolidas em um prazo máximo de 11 dias, mas os trabalhos devem ser encerrados na próxima sexta-feira (27). Já os entulhos, segundo a assessoria da Sucom, poderão ser retirados das praias em três meses.

Até o fim da tarde, os barraqueiros ainda retiravam mesas e sombreiros em Ondina. Eles colocaram fogo nos entulhos provocados pela demolição, e uma viatura do Corpo de Bombeiros precisou ser acionada. Porém, a água do veículo não foi suficiente para apagar as chamas, e uma segunda viatura foi enviada ao local.

A ação de Moema Gramacho barra o ditador João Henrique.

Clima tenso em Ipitanga
Ao contrário do que estava previsto para hoje, as barracas da praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas não foram derrubadas. Os comerciantes ficaram concentrados na praia com garrafas de gasolina presas aos corpos afirmando que iriam se matar caso o processo de demolição fosse realizado.

A prefeitura do município conseguiu uma decisão que adiou as demolições até que sejam fornecidas mais informações sobre quem realmente cuida das barracas do bairro - 32 - que ficam em Salvador. A prefeitura de Lauro de Freitas argumenta que é responsável pelas barracas e é contra as demolições.

Assistência
A prefeitura divulgou uma nota hoje informando que realizará uma reunião na manhã desta quarta-feira (25) com representantes do governo federal para discutir uma opção de renda para os comerciantes. A prefeitura informou ainda que está verificando a liberação de um crédito especial para que os barraqueiros possam iniciar novos empreendimentos.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

João Henrique:"Eu vou mudar a cara dessa orla, que era medonha, porque agora tenho o apoio da Justiça Federal e da Polícia Federal."



A ocupação da orla ao longo de quatro séculos foi criminosa. Primeiro, pela ocupação indevida do espaço público, onde as pessoas construíram barracas e verdadeiros barracos. Depois, pela cultura da desorganização, pela falta de fiscalização e a conivência das autoridades. Eu vou mudar a cara dessa orla, que era medonha, porque agora tenho o apoio da Justiça Federal e da Polícia Federal.
João Henrique.

Emmerson José e Sergio Costa | Redação CORREIO
emmerson.jose@redebahia.com.br
sergio.costa@redebahia.com.br


O choque de ordem que o prefeito João Henrique (PMDB) prega para a cidade vai pegar de jeito também quem faz xixi na rua. A ideia é inspirada no Rio de Janeiro, onde mais de 400 pessoas já foram presas por causa do mau hábito. Enquanto comemora a liderança de Salvador na geração de empregos entre as capitais do país, João anuncia que quer deixar, como marca de sua gestão, uma orla impecável, “que dê inveja ao Rio”, e onde as pessoas deixem de freqüentar “apenas para se embebedar”, como definiu em visita à Redação do CORREIO na sexta-feira. A seguir, os principais trechos da entrevista.




Prefeito, qual a cara da orla de Salvador que o senhor espera deixar ao fim do seu mandato?

Um lugar em que as pessoas se sintam bem ao ir à praia. A ocupação da orla ao longo de quatro séculos foi criminosa. Primeiro, pela ocupação indevida do espaço público, onde as pessoas construíram barracas e verdadeiros barracos. Depois, pela cultura da desorganização, pela falta de fiscalização e a conivência das autoridades. Eu vou mudar a cara dessa orla, que era medonha, porque agora tenho o apoio da Justiça Federal e da Polícia Federal.

Como o senhor gostaria de que olhassem sua gestão em Salvador no futuro? Eu acho que está ficando a marca da geração de empregos. Antes, as manchetes dos jornais daqui diziam que Salvador era a capital do desemprego em letras garrafais. Eu não aguentava mais essa marca, esse sofrimento. Mas eu gostaria de deixar uma orla linda, igual à de Ipanema no Rio. Salvador tem duas grandes joias. O Centro Histórico e a orla. Tudo o que se fala dessas joias toca fundo na alma das pessoas. Eu encontrei ruínas na orla: Jardim de Alah, Casa de Moscoso, a casa de um delegado chamado Feitosa, a sede do clube do BNB. Eram feridas urbanas que botei no chão.

As casas de prostituição que funcionam na orla não incomodam o senhor?

As borracharias fecharam, viu? Graças a nós. Porque a orla de Salvador era assim: borracharias, favelas e casas de strip-tease. Na medida em que você começa a oferecer à orla hotéis de cinco estrelas e edifícios de bom nível, naturalmente a ambientação - e a freqüência - vai ser outra. As pessoas vão começar a ir à praia para praticar esportes, para passear com a família, e não apenas para se embebedar.


E essa orla maravilhosa que o senhor quer deixar seria com as barracas recuadas, como no Rio? O senhor ainda acredita que isso vai sair?


Nós ainda temos dois anos e meio pela frente e na velocidade com que nossa administração trabalha, mesmo sem dinheiro, vai sair, sim. É a devolução do patrimônio público a seu público. A Paralela ganhou a densidade habitacional de hoje por causa do estúpido preconceito de não se deixar construir nada na orla de Salvador durante décadas, décadas e décadas. Se a gente não liberasse o gabarito da orla, a Paralela ficaria igual à Avenida Sete. A população de Salvador está tendo oportunidade de viver em frente ao mar. Ninguém vai fazer uma “copacabanização” aqui, com prédios colados. Aquilo foi na década de 50. Não tinha essa consciência ambiental de hoje. Se você muda a orla marítima, você muda a cidade. Na orla baixa, em parceria com o governo do estado, vamos fazer belíssimos calçadões, com cinco metros de largura, do Palanque do Remo até o Porto da Lenha. Nem o Rio tem igual.

O senhor fala muito em choque de ordem. Em que medida o senhor acha que as medidas podem reverter os problemas culturais que contribuem para a desordem urbana de Salvador?
A Europa começou a combater o xixi na rua no século 17, há 300 anos. Resolveu. Você não vê ninguém fazendo xixi na rua na Europa.

O senhor vai prender quem fizer xixi na rua?
A ideia é essa. É fazer o que está sendo feito no Rio de Janeiro. Eu trouxe aqui o secretário de Ordem Pública do Rio que nos mostrou o que foi feito por lá, das resistências que tiveram no começo, mas o prefeito contou com o apoio do governador e já foram presas mais de 400 pessoas por xixi na rua. Fazer o mesmo aqui seria emblemático. Mas eu preciso de apoio do estado e da União, porque a autoridade municipal aqui nunca foi levada muito a sério. Aqui só se respeita quem tem arma na cintura.

Então, a proibição do xixi na rua será uma das bandeiras, digamos assim, culturais do choque de ordem?
A ideia é essa, mas não é só. Tem mais, como a proibição de carga e descarga em certos horários ou a proibição de grandes caminhões e carretas de circular em horários de pico.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Cfemea aponta compromissos de presidenciáveis.

Renata Camargo

O Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) lançou para as eleições deste ano uma campanha de mobilização para ampliar o número de mulheres eleitas, especialmente, para ocupar uma vaga no Congresso. Intitulada “Pela política na lei, pela política na vida”, a campanha serve também como norte para mostrar quais compromissos prioritários que os candidatos aos governos devem ter na defesa dos direitos da mulher.

Segundo levantamento feito pela União Interparlamentar da Suíça, o Brasil está entre os países que menos têm mulheres no Parlamento quando comparado às nações da América Latina e do Caribe, ficando à frente apenas do Haiti. De acordo com o Cfemea, apenas 10% dos deputados e senadores do Congresso são mulheres.

“Isso demonstra o déficit democrático do Brasil com relação à participação política das mulheres”, diz o Cfemea. A campanha tem como objetivo debater os direitos das mulheres e importância da presença feminina nos espaços políticos. Por meio de spots temáticos – que serão veiculados em diversas rádios e sites do país –, o grupo feministas pretende convencer a população para votar em quem respeita a mulher.

Na linha de compromissos de presidenciáveis e demais eleitos com os direitos da mulher, o grupo feminista defende, entre outras coisas, o fortalecimento da Lei Maria da Penha, o fim do racismo e da lesbofobia, salário igual para trabalho igual de homens e mulheres, mais creches, atenção integral à saúde da mulher e acesso ao crédito para as mulheres do campo e da cidade.

domingo, 8 de agosto de 2010

Vera Mattos: Monsenhor Gaspar Sadoc da Natividade será agraciado com a “Comenda da Ordem do Mérito Judiciário”, no grau de Comendador.

Vera Mattos: Monsenhor Gaspar Sadoc da Natividade será agraciado com a “Comenda da Ordem do Mérito Judiciário”, no grau de Comendador.

Novas oportunidades de emprego para alunas da Fundação Jaqueira.




Atenção alunas! As Técnicas em Enfermagem terão novas oportunidades esta semana.

Para as cuidadoras básicas nova seleção.

As interessadas deverão entrar em contato por celular ou e-mail.

Exclusivamente para as profissionais qualificadas pela Fundação Jaqueira.
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Fica claro que por questões de segurança e de qualidade não indicamos profissionais de outras instituições.

A empregabilidade é uma das motivações da nossa Presidente mas não é uma obrigação da Fundação Jaqueira. É importante saber que as indicações surgem a partir das características apresentadas pelas alunas e alunos.

fundacaojaqueira@ymail.com
http://www.fundacaojaqueira.org.br

sábado, 7 de agosto de 2010

Plínio, o novo namoradinho do Brasil.


Após debate na Band, o carismático presidenciável do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, 80, chega ao topo dos assuntos mais comentados do Twitter.


http://colunistas.yahoo.net/posts/4049.html

PF descobre plano do PCC para matar juízes, promotores e filho de desembargador em AL





PF descobre plano do PCC para matar juízes, promotores e filho de desembargador em AL

 
Plano foi resposta à transferências de chefes do tráfico de AL para Catanduvas

Plano foi resposta à transferências de chefes do tráfico de AL para Catanduvas

As ações de combate ao crime organizado desencadeadas pelo Judiciário e Ministério Público de Alagoas, em especial o tráfico de substâncias entorpecentes, despertaram a ira do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa paulista que tem ramificações em todo o país.
Prova disto é que o Serviço de Inteligência do Departamento Nacional do Sistema Penitenciário e a Polícia Federal descobriram um plano para matar promotores, juízes e até o filho de um desembargador em Alagoas.
Há pouco mais de dois meses, eles interceptaram ligações telefônicas de integrantes do PCC presos na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), planejando esses crimes. As informações só vazaram agora.
Dois juízes da 17ª Vara Criminal da Capital, privativa de combate ao crime organizado seriam alvo dos criminosos: Maurício César Brêda e Ana Raquel Gama. Já no Ministério Público Estadual, um membro do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) estariam na mira do PCC, o promotor Alfredo Gaspar de Mendonça Neto além do promotor da Vara de Execuções Penais, Cyro Blatter.
Já o quinto alvo do PCC, que se trata do filho de um desembargador, teve o nome mantido em sigilo. Desde que foi descoberto o intento dos criminosos, as autoridades receberam reforço na segurança particular.
O motivo da ira do PCC? A transferência de nove integrantes da facção criminosa da penitenciária Baldomero Cavalcanti, em Maceió, para Catanduvas (PR), em dezembro do ano passado. Acontece que os traficantes, mesmo presos, comandavam assassinatos e o tráfico de drogas em Alagoas, o que teriam motivado as transferências.
Foram transferidos para Catanduvas em dezembro último Anderson Reginaldo Martins, o "Químico"; José Eraldo da Silva, o "Paulo Gordo"; Rivaldo Manoel da Silva, o "Branco do Ouro"; Laelson da Silva, o "Baiano", Claudemir Miquelete; José Nadson de Santana Junior; Assis de Lima Bento; Givanildo Rosa de Souza; e Luiz Antônio de Souza Lima, o "Luizão".

 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cúpula do Mercosul na Argentina abre com seis presidentes.

A cúpula do Mercosul 39 abriu terça-feira na cidade argentina de San Juan (oeste) com a ajuda de seis presidentes sul-americanos , mas sem a presença do presidente da Venezuela , Hugo Chávez.
Argentina A presidente Cristina Kirchner lançou o conclave , no Centro Cívico de San Juan , que também envolveu os seus homólogos do Brasil , Luiz Inácio Lula da Silva, do Paraguai , Fernando Lugo, do Uruguai , José Mujica , da Bolívia, Evo Morales e Piñera , Chile Sebastián.

A delegação da Venezuela é chefiada pelo chanceler Nicolas Maduro.



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La 39 Cumbre del Mercosur se inauguró este martes en la ciudad argentina de San Juan (oeste) con la asistencia de seis presidentes sudamericanos, pero sin la presencia del mandatario de Venezuela, Hugo Chávez.
La presidenta argentina Cristina Kirchner dio por iniciado el cónclave en el Centro Cívico de San Juan en el que también participan sus homólogos de Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva; de Paraguay, Fernando Lugo; de Uruguay, José Mujica; de Bolivia, Evo Morales y de Chile, Sebastián Piñera.La delegación de Venezuela está encabezada por el canciller Nicolás Maduro.

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Como contratar um cuidador treinado pela Fundação Jaqueira.

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Como contratar um cuidador treinado pela Fundação Jaqueira.

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Cuidadores homens são extremamente procurados.Faça sua qualificação. O mercado de trabalho está buscando cuidadores homens.

FUNDAÇÃO JAQUEIRA: Cuidadores homens são extremamente procurados.Faça sua qualificação. O mercado de trabalho está buscando cuidadores homens.

ACCRBA apoia Emiliano José para deputado federal.


A voz dos oprimidos não pode ser calada

por Cleber Silva



Apoiar um candidato a algum cargo político é, acima de tudo, confiar na idoneidade daquele ser humano que se dispõe a defender interesses coletivos. Com a vitória nas urnas, o eleito não pode esquecer o eleitor, que por sua vez passa a cobrar a confiança dada anteriormente.

Nessas relações, a Associação Cultural Clube do Rock da Bahia (ACCRBA) já tem vasto conhecimento e por isso se considera vacinada contra maus políticos que tanto visaram apoios mas nunca resolveram apoiar, salvo exceções que conhecem suas devidas posições.

O candidato à uma das vagas baianas no Congresso Nacional, Emiliano José, nos provou que podemos contar com ele para o que estiver ao seu alcance. Em alguns anos de aproximação com essa entidade demonstrou transparência e considerações com relação ao nossos anseios coletivos e não é à toa que o Palco do Rock teve um crescimento considerável para continuar a ser o maior festival de rock independente da Bahia.


A ACCRBA tem, sim, seu candidato à Câmara Federal. O jornalista e escritor Emiliano José (1331) mostrou que é um político confiável, ficha limpa e que tem no seu coração a luta incessante pela bem estar do cidadão.

Ele sabe que cobraremos! Ele nos conhece muito bem e crê na valorização do ser humano. Nós, enquanto coletivo cultural que luta pelo fomento de uma cadeia produtiva além do mercado constituído, fazemos valer as expectativas, juntando-nos a tantos outros grandes nomes da cultura, educação e política do Estado que reconhecem o candidato Emiliano José (1331) como a nossa voz e a voz de muitos outros oprimidos, a voz que não pode ser calada.

O nosso apoio ao candidato a deputado federal Emiliano José, 1331.

OUÇA O NOSSO JINGLE FEITO PARA EMILIANO:
http://www.4shared.com/audio/mJrSqHmp/00-_Jingle_Emiliano_Jose_-_Dep.html
(letra, música, gravação [programação de bateria, instrumentos e voz], edição e mixagem: Gabriel Amorim)


Saiba mais sobre o candidato:
http://www.emilianojose.com.br

Vídeos:

LANÇAMENTO DA CANDIDATURA
http://www.youtube.com/watch?v=KbiSVZAoLsE&NR=1

ILUSTRES APOIAM EMILIANO JOSÉ
http://www.youtube.com/watch?v=zRw4BGaFdBE


SITE: www.accrba.com.br
PALCO DO ROCK: www.palcodorock.com.br
TWITTER: www.twitter.com/accrba
BLOG: www.accrba.blogspot.com
FOTOLOG: www.fotolog.com/accrba
TV ACCRBA: www.accrba.com.br/tvaccrba.htm
RÁDIO/PODCAST: www.accrba.com.br/radio.htm
ORKUT: www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5760159
MSN: accrba@hotmail.com

Abraços,
Sandra de Cássia e Gabriel Amorim
Presidência ACCRBA

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Uma em cada cinco mulheres aos 40 anos já fez aborto no Brasil.

Jornalistas percorreram capitais brasileiras para investigar a prática do aborto em clínicas clandestinas.



Na fachada, o letreiro informa que o lugar é um centro médico de ginecologia e obstetrícia da capital do Pará, mas a entrada sugere uma pequena fortificação. Atrás das grades, um aborto é cometido a cada 15 minutos, com a proteção da polícia.

O repórter Eduardo Faustini e uma produtora do Fantástico fingem que são um casal que precisa de um aborto clandestino para interromper quatro semanas de gestação. Sem saber que está sendo gravada, a recepcionista presta todas as informações.

Ela explica o procedimento: “São R$ 400 para fazer a interrupção nesse período. O que o doutor faz é a curetagem. Ele tira o saco gestacional e faz a limpeza do útero. Isso é uns dez, cinco a dez minutos”.

“A curetagem é um método que utiliza pinças metálicas. São muito rígidas e são introduzidas no interior do útero. Elas podem simplesmente perfurar a parede uterina”, explica o professor da Universidade de Fortaleza, Helvécio Feitosa.

Os policiais se sentem em casa. Felizes da vida veem televisão. A gravação foi feita durante a Copa do Mundo. Era uma quarta-feira e a seleção brasileira jogaria na sexta. Eles querem saber se o médico que é dono da clínica vai trabalhar no dia do jogo.

No Rio de Janeiro, procuramos uma clínica no bairro de Bonsucesso. Fingindo que são mãe e filha, duas produtoras buscam informações sobre uma clínica de aborto. Ana Paula é o contato do estabelecimento, que mudou de endereço. Ela não sabe que está sendo gravada. Ela prefere informar o endereço pelo telefone. E informa que a gestante tem que apresentar na clínica o resultado do exame de ultrassonografia.

Depois do primeiro contato, a produtora telefona para Ana Paula para saber qual é o método do aborto. Ela explica: “É aquele método que suga. Vai sangrar um pouquinho, depois deve parar. Aí, para mês que vem a menstruação dela volta normalmente. Não tem risco. Com certeza”.

“O método da sucção, normalmente você tem um aspirador. A pressão negativa aspira o que tem dentro do útero, há o risco de perfurá-lo. Esses procedimentos podem ter complicações seríssimas”, afirma o professor da Universidade de Fortaleza.

Em Belém voltamos ao consultório do médico Fernando Guarani, em um prédio da capital do Pará. Sem saber que está sendo gravado, ele explica os procedimentos ao repórter Eduardo Faustini e a uma produtora que finge estar grávida:

“Bom, para lhe tranquilizar, esse é um tipo de problema, um tipo de solução que não tem risco. É altamente seguro. Não tem problema nenhum, assim pode ficar tranquila. A curetagem é R$ 800, a sucção é R$ 1.200 e a vácuo é R$ 1.800. Qualquer uma das três a gente faz para você, e todas as três resolvem seu problema”.

Agnês de Sousa Lemos tinha 26 anos e dois filhos quando teve o útero e o intestino perfurados em dezembro do ano passado. Estava grávida de cinco meses e procurou uma aborteira, que trabalhava em uma casa na região metropolitana de Fortaleza.

“O laudo dela acusou morte por hemorragia. Anemia aguda, hemorragia, com perda de três litros de sangue”, conta Angela de Souza Lemos,irmã de Agnês,

Agnês pagou R$ 2 mil feito por Maria Nazaré Rodrigues da Silva, condenada mais de 20 anos atrás pelo crime de aborto. Nazaré recebeu pena de menos de três anos de cadeia e logo voltou a abortar. Desde a morte de Agnês, ela está foragida.

“Olha o estado em que se encontra essa casa e antes de acontecer o que aconteceu ela permanecia no mesmo estado”, observa o Francisco Auricélio Paiva, advogado da família da vítima, sobre o local onde os abortos aconteciam.

“Os instrumentais que são utilizados em abortos são objetos cirúrgicos e eles precisam ser submetidos a esterilização porque eles representam um grande risco se não forem processados seguramente. As pessoas que buscam as clínicas clandestinas correm um sério risco de vida, pois lá não a estrutura necessária para oferecer segurança na esterilização dos materiais”, afirma Terezinha Neide de Oliveira, funcionária do Centro de Esterilização.

Vítimas de complicações de aborto acabam tendo que ser socorridas pelo sistema de saúde público. “Temos abortos que são permitidos por lei

O caso de Agnês não é isolado, como explica a chefe da Santa Casa de Belém, Florentina do Socorro Balbi: “Nós temos aqueles abortos que são permitidos por lei. Então quando esse aborto não é permitido por lei, ela inicia o processo de aborto ou em casa ou em uma clínica clandestina, e posteriormente ela procura hospitais - normalmente da rede pública, para poder finalizar o que ela deve ter praticado. Às vezes, como a nossa região é uma região muito extensa, com estados distantes, às vezes a paciente tem que vir de barco para cidade, às vezes elas chegam em estados bem avançado de infecções, de problemas com hemorragia; às vezes a paciente, ela pode vir até a falecer. Fazemos em média uns 300 atendimentos-mês de pacientes com queixa de abortamento. É um índice muito alto”.

“Nós só podemos fazer o que está previsto na lei, e a lei prevê que o aborto só não é criminalizado em duas situações: estupro, a gravidez decorrente de estupro, ou quando há um risco materno inaceitavelmente alto de continuidade da gravidez”, explica o professor da Universidade Federal de Fortaleza.

Conhecemos uma clínica que é um verdadeiro feirão do aborto. Nenhuma outra clínica no Rio de Janeiro tem tanto movimento. Às seis e meia da manhã começam a chegar pais, irmãos, maridos, noivos, namorados - todos acompanhando as pacientes.

Reencontramos Ana Paula, a mulher de Bonsucesso que explicou à equipe como funciona a clínica. Mas não é Ana Paula quem dá o primeiro atendimento.

Sem saber que estava sendo gravada, a mulher de jaleco branco recebe o repórter Eduardo Faustini e uma produtora. Ela pede uma ultrassonografia e explica qual é a desculpa a ser dada, se o pedido de exame vier a ser questionado: “Se eles te perguntarem, diz que o médico te pediu a ultrassonografia porque sua menstruação está atrasada, é o que eu justifiquei aqui, amenorréia. Quando você terminar de fazer, dá uma ligadinha para mim e fala quanto tempo deu”.

Outra equipe do Fantástico volta à clinica e a cena se repete. “Nós vamos fazer a ultra e voltar rapidinho”, diz Faustini. “Deixa eu pegar um prontuário aqui”, responde a mulher. “Você está com quanto tempo?”, ela pergunta. Nos dois pedidos, o carimbo e o CRM não são de uma doutora, mas de um ginecologista e obstetra registrado no Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais. Ele também é médico da Polícia Militar daquele estado.

Falamos com Dr. Ronaldo José de Souza, que está de férias, fora do país. Ele se diz inocente e afirma que desconhece a clínica. O médico também afirma que vai procurar o CRM de Minais Gerais para esclarecer o que chama de uso indevido do nome e do registro profissional dele.

Em uma clínica no Rio de Janeiro, encontramos uma sala de espera está cheia. Uma mãe recebe uma receita e orientações de uma funcionária, como se fosse médica: “Você vai tomar um comprimido de seis em seis horas durante cinco dias. Ela não precisa porque ela está com pouquinho tempo; só em caso de sangramento”.

A mesma funcionária fala com o nosso produtor e diz que ali menor de idade só pode se submeter ao aborto com autorização dos pais.

“Só pode fazer com o pai ou a mãe, tem que trazer pai ou mãe para assinar o documento”, afirma a funcionária da clínica. Vem então a informação do preço diferenciado. O aborto feito em adolescente tem prioridade no atendimento e é bem mais caro.

“Menor de idade a gente passa na frente. O valor para menor de idade vai para R$ 1.500.”, explica a funcionária.

Fomos a um consultório que fica em Salvador, capital da Bahia. O repórter Eduardo Faustini e uma produtora pedem uma consulta com o Dr.Paulo Sá, médico muito conhecido na cidade.

O produtor afirma que precisa fazer uma consulta, e como sempre o clima é muito amistoso.

“Ele vai olhar, examinar”, afirma a secretária. Outra secretária dá mais informações. Para explicar se o aborto é rápido ou demorado, ela explica que o procedimento é parecido com o parto: “Varia de cada pessoa, né? Não é mais de meia hora, mas varia entre pessoa pra pessoa. Entre tempo, entre facilidade, dificuldade. É como em um parto. Tem parto que é rapidinho, tem parto que é mais demorado”, conclui ela.

Ao informar o método usado pelo Dr. Paulo, a secretária menciona outros métodos usados por outros profissionais na capital baiana: curetagem. “Quem trabalha com sucção é o médico Arlindo, que fica no Centro Médico”, ela informa.

Em Belém, no primeiro estabelecimento mencionado nesta reportagem, aquele dos seguranças policiais, o repórter Eduardo Faustini e a produtora são convidados a conhecer as instalações.

Nos quartos as mulheres descansam depois do aborto, como explica o dono da clínica, que não sabe que está sendo gravado.

“Tudo bem?” diz o Dr. Schiappetta. “Quando foi que a sua menstruação não veio da última vez?

“Isso aqui é como se você fosse fazer um preventivo: coloca o bico de pato, aí eu visualizo aqui o seu útero. Anestesio todinho; anestesia local que eu faço. Aí eu dilato um pouquinho o colo, como seu eu fosse fazer um parto normal. Aí com uma pinça boa tiro o saco gestacional, aí depois eu limpo o resto”, explica o médico.

“Isso demora uns dez, no máximo quinze minutos. Após isso, eu faço uma medicação em você, você fica descansando meia hora, uma hora, você vai embora pra casa”, continua ele.

“É feito aqui mesmo?”, pergunta o acompanhante.

“No bloco cirúrgico”, responde a recepcionista.

“Vou atender outra moça, depois dela é a sua vez”, diz o médico.

Aparece então uma enfermeira muito simpática. Sem saber que está sendo gravada, a enfermeira ri quando o repórter pergunta quantos abortos já foram feitos ali.

“Meu amor! É rapidona, minha filha. Depois você tira essa parte de baixo e vista essa batinha aí. É até rápido, eu vou ficar lá com você, segurar na sua mão. Deixa comigo, que ela vai ficar tranquila”, afirma a enfermeira.

Ela ri quando o repórter pergunta sobre o número de abortos que já foram feitos no local. Quantos procedimentos, quantos abortos já fez?”, pergunta Faustini.

“Ih, um bocado”, responde ela.

Em Salvador, sem saber que está sendo gravado, o médico Paulo Sá também se mostra um veterano exterminador de vidas.

“O doutor está nisso há quantos anos, doutor?”, pergunta Faustini, do Fantástico

“Mais de 50”, responde Paulo Sá.

“Aborto há 50 anos”, confirma Faustini. “Eu era contra”, replica o médico.

“Eu fazia por sucção. Mas também sucção é um método eficaz só pra gravidez muito pequena”, confessa o médico.

“Mas depois que vi um caso de um útero muito mole, e perfurou o útero e o intestino, e eu estava no hospital Português, e lá chegou a moça com o pai pintando o diabo lá, eu aí fiquei com medo de sucção”, conclui ele.

“Toda vez que o conselho recebe uma denúncia de que em algum lugar existem médicos formados fazendo aborto, o Conselho abre uma sindicância e proíbe o médico de fazer. Se ele persiste com isso, aí ele é cassado.

Não são apenas os médicos que lucram com o aborto impunemente. Um remédio abortivo que não pode ser vendido no Brasil dá dinheiro a farmacêuticos e também a feirantes de rua, como acontece no famoso mercado de Belém.

Sem saber que está sendo gravado, um homem primeiro diz que não sabe de nada quando tentamos adquirir o medicamento Citotec.

“Moço, você sabe quem é que vende aqueles comprimidos Citotec por aqui?”, perguntamos.

“Vendedor, não”, responde ele.

“Não sabe onde eu consigo comprar?”, a acompanhante pergunta. “Por aqui, não. É difícil. Por aqui é muito difícil”, continua o vendedor de rua.

“O repórter e a produtora ameaçam ir embora. O homem abre o jogo.

“Só amanhã”, diz ele. “Mas que horas eu acho?”, pergunta a produtora.

“Quanto tá?”, pergunta Faustini. “Eu faço por R$ 150”, ele diz.

“Não faz mais barato, não?”, continua Faustini. “Então, R$ 150? Que horas que a gente pode voltar aqui amanhã?

“Dez horas”, ele diz.

Mesma situação em Salvador: o abortivo é vendido na rua. E a vendedora ainda posa de médica, explicando como usar o remédio.

“Vem cá. Explica como toma (o remédio)”, pede Eduardo Faustini.

“De noite, na hora de dormir”, responde a vendedora.

“Como assim, de noite, na hora de dormir?”, pergunta a amiga.

“Coloca dois e bebe um”, orienta a vendedora.
“E eu não vou morrer, não?”, pergunta a amiga.

“Está maluca? Você é doida”, responde ela.

Uma estudante universitária, que pediu para não ser identificada, conta ao Fantástico que tomou Citotec há um mês. Ela estava grávida de três meses.

“Fisicamente é horrível, e emocionalmente também. Fisicamente você sente uma cólica maior que a cólica normal, de menstruação, uma dor horrível, porque expulsa de fato, o sangue vem na hora e não é sangue qualquer, parece uma torneira”, conta a estudante.

Tentamos comprar Citotec em uma farmácia de Belém. “Preciso comprar um Citotec. A senhora sabe onde tem, a senhora vende? Como é que eu faço para conseguir? Eu preciso tomar”, pergunta a acompanhante.

“Só um minuto”, ela responde.

“Quem é, para você, é?”, pergunta

“É, sou eu mesma”, responde a acompanhante.

“Há quanto tempo está atrasado?”, continua o vendedor.

“Tem mais de um mês. Um mês e uns diazinhos”, ela diz.

“Coloca dois e toma dois. Dá quatro comprimidos”, orienta o vendedor.

“Quanto que custa? “Está R$ 150”,responde o vendedor.

O balconista se torna mais um médico instantâneo que coloca em risco a saúde da população.

“Tem que fazer relaxado, tá?”, explica o vendedor. Ele deixa o telefone para que possamos entrar em contato com ele no caso de alguma complicação.

As situações mostradas nessa reportagem vem se repetindo todos os dias em todo o Brasil.
Uma pesquisa do Instituto do Coração da Universidade de São Paulo levantou um número espantoso. Entre 1995 e 2007, a curetagem depois do procedimento de aborto foi a cirurgia mais realizada elo SUS: 3,1 milhões de registros, contra 1,8 milhão de cirurgias de correção de hérnia. A pesquisa não incluiu cirurgias cardíacas, partos e pequenas intervenções que não exigem internação.

Outra pesquisa, conduzida pela Universidade de Brasília, mostra que passa de cinco milhões o número de mulheres brasileiras que já abortaram.
“A pesquisa nacional de aborto, cobriu todo Brasil urbano, que são as capitais, e as grandes cidades, ou seja, ficou de fora o Brasil rural, porque não podíamos incluir mulheres analfabetas”, disse a antropóloga e professora da Universidade de Brasília, Debora Diniz.

“As pesquisadoras entraram na casa das mulheres, com uma urna secreta, as mulheres de 18 a 39 anos, elas recebiam uma cédula que constava de cinco perguntas, e uma delas é, ‘você já fez aborto?’, explicou Débora.

“O que nós sabemos é que uma mulher em cada cinco, aos 40 anos, fez aborto. Significam 5 milhões e 300 mil mulheres em algum momento da vida, já fizeram aborto. Metade delas usou medicamento, nós não sabemos que medicamento é esse; a outra metade, precisou ficar internada pra finalizar o aborto. O que isso significa? Um tremendo impacto na saúde pública brasileira. Quem é essa mulher que faz aborto? Ela é a mulher típica brasileira. Não há nada de particular na mulher que faz aborto”, explica a antropóloga.


http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1610471-15605,00-UMA+EM+CADA+CINCO+MULHERES+JA+FIZERAM+ABORTO+NO+BRASIL.html

Procuradoria Geral do RJ exige mudanças para não fechar Orkut

Ação civil pública exige mudanças no site dentro de 120 dias.
Empresa diz que ainda não foi notificada da existência da ação.
Do G1, em São Paulo


Rede social Orkut pode fechar no Brasil caso o Google não tome medidas.

A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública contra o Google, citando que a rede social Orkut, a mais popular no Brasil, “teria se tornado palco de condutas ilícitas e criminosas". A ação, que afirma que dentre os delitos estão “crimes contra a honra, apologia ao crime, pedofilia, falsa identidade, dentre outros”, pode resultar, em caso extremo, no fechamento do Orkut no país.

O órgão entende que, mesmo não podendo atribuir à empresa os crimes cometidos pelos usuários, o Google é corresponsável a partir do Orkut porque os problemas acontecem “em função de falhas na gestão do sistema”. A Procuradoria afirma que a empresa não possui qualquer mecanismo eficiente de controle do conteúdo, impedindo de verificar a identidade daqueles que acessam o seu serviço.

O Google tem 120 dias para tomar providências que possam impedir os crimes cometidos no Orkut. Na lista de medidas estão manutenção de IPs e de registros de acesso de usuários em comunidades, desenvolvimento de um sistema que identifique perfis, comunidades ou páginas dedicadas à pedofilia e a crimes, inclusive de marcação de brigas entre torcidas de agremiações esportivas rivais, comunicando a existência ou suspeita de existência imediatamente ao Estado. Um sistema com palavras-chave seria criado para facilitar a busca por estes temas.

Em caso de descumprimento das medidas, a Procuradoria requer que "o serviço oferecido pelo site seja interrompido e o Google sofra multa não inferior a R$ 100 mil por dia". A ação apresentada na 10ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro ainda solicita que seja realizada uma campanha midiática, incluindo jornais, rádio e televisão em horário nobre, com o objetivo de alertar pais e responsáveis sobre os riscos de utilizar a internet e o Orkut.

O Google afirma que ainda não foi notificado da existência da ação e, por conta disso, não comenta o assunto. Procurada pelo G1, a empresa disse que “reafirma seu comprometimento com o respeito à legislação brasileira”.

A companhia também disse que "oferece plataformas tecnológicas para que milhões de pessoas possam criar e compartilhar seus próprios conteúdos e que o uso indevido da liberdade destes serviços que desrespeitem as normas de uso dos serviços que estão claramente expressas nos respectivos sites, são passíveis de denúncia pelos usuários".

“Quando o conteúdo claramente ferir uma dessas regras, ele será automaticamente removido. Nos casos em que houver dúvida, os pedidos deverão ser avaliados pelo Poder Judiciário”, diz a nota enviada pelo Google ao G1.

O Brasil é o quarto país no ranking mundial da pedofilia.

A pedofilia é comportamento humano e mostra os labirintos de nossa sexualidade, que caminha longe dos padrões instintivos.


SÉRGIO TELLES*
Essa semana a Polícia Federal prendeu vários pedófilos, fruto de investigações realizadas em protocolos da internet que possibilitam o rastreamento daqueles que a usam para veicular material com tal especificidade. Dentro desse critério, o Brasil é o quarto país no ranking mundial da pedofilia.


DivulgaçãoBlitz da PF abrangeu 9 EstadosAtravés de suas redes sociais, a internet possibilita a comunicação entre pessoas que compartilham interesses semelhantes, mesmo os mais inusitados, facilitando-lhes a formação de grupos e a troca de experiências. Como não seria difícil imaginar, essa possibilidade até então inexistente nas comunicações humanas logo foi tomada pela atividade que nos é de tão grande relevância - a sexualidade. Isso fez com que modalidades do desejo sexual antes extremamente reprimidas e confessadas apenas nos consultórios de psicanalistas e orientadores religiosos pudessem se manifestar, adquirindo expressão e visibilidade. É o caso, entre outros, da pedofilia.

Talvez não saibamos ainda como lidar com isso. Haveria um perigo social na expressão dessas modalidades sexuais que se afastam das normas? Seria necessário o restabelecimento da repressão? Ou a manifestação dessas fantasias e desejos desviantes possibilitaria uma descarga, com posterior elaboração e integração? Como proteger crianças e menores quanto à exposição desse material sem cercear a liberdade de adultos desejosos de a ele ter acesso quando bem quiserem? Como distinguir entre hipocrisia e pedestre bom senso?

Por outro lado, vincular à internet a pedofilia faz com que o desconhecido monstro pedófilo, sempre à espreita para atacar vítimas inocentes, fique distante, escondido nas escuras malhas da rede, em algum remoto lugar deste mundo globalizado. Por mais assustadora que seja essa ideia, ela serve como anteparo protetor de uma realidade oposta e ainda mais inquietante - a percepção de que o pedófilo não está longe nem é um desconhecido. Pelo contrário, na maioria das vezes, está muito próximo, no seio da própria família, entre os amigos mais íntimos, escondido no corpo de professores ou até mesmo nos recintos supostamente mais sagrados, como o das igrejas e seus representantes. Todos temos conhecimento dos recentes escândalos envolvendo a Igreja Católica.

Sabemos que qualquer relação sexual que não seja consensual se enquadra no exercício de poder do mais forte sobre o mais fraco. Quando se fala de pedofilia, é evidente que está em jogo o abuso do adulto sobre a criança.

Assim, é indiscutível que o pedófilo traumatiza a criança. Mas demonizá-lo é ignorar que a pedofilia é apenas uma das muitas formas pelas quais o adulto pode traumatizar uma criança. Estamos no mesmo âmbito da recente discussão sobre a "lei da palmada". Até que ponto os pais podem bater nos filhos?

O fulcro do problema é o poder do adulto que impõe seu desejo sobre a criança, abusando de seu corpo e de sua mente, nela extravasando seus impulsos eróticos e agressivos.

Mas também aí a questão não é simples. A criança, ao contrário do imaginário popular, não é um anjo inocente. Chesterton dizia como lhe era assustador ver uma criança, que até então tinha como pura e boa, torturar sadicamente um gato, demonstrando grande prazer nessa atividade. Não é por outro motivo que Freud considerava, para escândalo de muitos ainda hoje, ser a criança um "perverso polimorfo", no qual as pulsões agressivas e sexuais fluem descontroladamente e que tem precário contato com a realidade externa. É ela um pequeno ser que necessita ser humanizado. Para tanto, precisa ser erotizado e educado por adultos responsáveis, habitualmente seus pais.

Nesse processo, a criança está estruturalmente submetida ao desejo desses adultos. O problema é que tais adultos muitas vezes estão aquém de suas obrigações. Não são sujeitos "maduros", com suficiente conhecimento de si mesmos ou capacidade de controlar suas emoções, pois no interior de suas mentes, como acontece com todos nós, existe uma "criança" (seus aspectos infantis e inconscientes), que se confunde com a criança real de que devem cuidar, confusão que os impede de agir adequadamente. A pedofilia e a violência agressiva são exacerbações doentias das necessárias funções de erotizar e conter a criança em seus arroubos onipotentes.

Ao ler que nas imagens apreendidas pela Policia Federal aparece um homem tendo relações com um bebê de 6 meses, somos levados a pensar ser este um comportamento "animalesco". Derrida nos corrigiria, dizendo que estaríamos praticando uma injustiça com os animais. A pedofilia é um comportamento essencialmente humano, mostra dos meandros e labirintos por onde circula nossa sexualidade, que trilha caminhos simbólicos bem distantes dos imutáveis padrões instintivos próprios dos animais.

* SÉRGIO TELLES, PSICANALISTA E ESCRITOR, É AUTOR, ENTRE OUTROS LIVROS, DE FRAGMENTOS CLÍNICOS DE PSICANÁLISE


http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,crime-animalesco,588676,0.htm

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domingo, 1 de agosto de 2010

Lula inova ao pedir voto a Dilma: "dê uma chance a sua mãe"


Lula inova ao pedir voto a Dilma: "dê uma chance a sua mãe"

Direto de Curitiba

Numa turnê de cabo eleitoral de Dilma Rousseff (PT) no Sul do País, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inovou no pedido de voto a sua candidata, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba: "Vamos parar com esse negócio de não votar porque é mulher. Pare de ser besta, foi ela que lhe pariu". E no que parece ser um slogan, cobrou: "Dê uma chance a sua mãe!". Dilma e a plateia o aplaudiram, aos risos.

"A arte do presidente da República é saber decidir, saber a hora de tomar a decisão. Nunca conheci uma pessoa da competência da companheira Dilma para tomar decisão", prosseguiu Lula. O evento com industriais paranaenses contou com a participação do governador Orlando Pessuti, do candidato ao governo do Estado, Osmar Dias (PDT), e dos postulantes ao Senado, Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), além do presidente do PT, José Eduardo Dutra. Puxando Dias para o centro do palco, Lula brincou: "Esse parto foi difícil...", disse, mencionando a aliança fechada nas últimas horas do prazo legal.

Na declaração de apoio a Requião e Gleisi, o presidente reforçou a prioridade de eleger uma bancada forte no Congresso e atacou o senador do Piauí, Mão Santa (PSC): "Ninguém aguenta mais Mão Santa, ninguém aguenta mais senadores que tem lá!". Lula tornou a dizer que foi preciso chegar "um metalúrgico socialista" à presidência para ensinar ao País "o que é capitalismo".

Dilma enfrenta rejeição do eleitorado do Paraná. Na pesquisa Vox Populi, José Serra (PSDB) a supera nas intenções de voto: 46% contra 33%. Amparada na popularidade do presidente Lula, ela pretende reverter a desvantagem. Os petistas admitem perder por pouco no Estado.

Neste sábado (31), Lula e Dilma realizam um comício na Boca Maldita, em Curitiba. Antes de subir no palanque, a petista participa de um encontro reservado com bispos da Igreja Católica, organizado pelo ex-prefeito curitibano e ex-ministro do Turismo Rafael Greca. À frente dos religiosos, Dom Moacyr Vitti.

"Será um encontro discreto. Os bispos não puderam ouvi-la porque estão na temporada de crismas, no interior. Propusemos o encontro para que Dilma possa mostrar sua qualidade humana. Vai ser muito mais uma demonstração do espírito cristão", conta Greca.


http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4597411-EI15315,00-Lula+inova+ao+pedir+voto+a+Dilma+de+uma+chance+a+sua+mae.html

[APN] Beba água da torneira!Faça isso em defesa da sua saúde, do seu bolso e do planeta

Por Emanuel Cancella

As multinacionais de bebidas fizeram a cabeça de grande parte do planeta. Com uma campanha milionária, venderam a idéia de que a água da torneira não presta. Nos comerciais, tentam nos encantar.  Rios e córregos límpidos são exibidos como origem da água engarrafada. ?A água mineral é mais saudável? dizem os donos das grandes empresas de refrigerantes, as mesmas que mercantilizam agora a nossa água.

O filme The Story of Bottled Water (A história da água engarrafada), postado no youtube no endereço http://www.youtube.com/watch?v=KdVIsEUXIUM , traz revelações chocantes sobre a construção da falsa necessidade de consumir água mineral. Na produção, a apresentadora Annie Leonard, informa que um terço da água engarrafada dos EUA vem da torneira. A Aquafina Pepsi e Dasani Coca-cola são duas entre muitas marcas que usam água da torneira.

Nada é mais caro do que a água mineral. Um litro de água engarrafada custa mais caro que um litro de gasolina. A água industrializada custa aproximadamente de 2.000 vezes mais que a água da torneira. E ainda tem o fator ambiental. Milhões de garrafas são utilizadas para comercializar a água. Sabe para onde vão essas embalagens depois de consumidas? Cerca de 80% será jogada em aterros sanitários, onde essas embalagens ficarão por milhares de anos. Só os norte-americanos, segundo o curta A história da água engarrafada, compram mais de meio bilhão de garrafas de água toda semana, quantidade suficiente para dar mais de cinco voltas ao redor do mundo.

Até hoje, em minha casa só utilizávamos água mineral. Vou conversar com a família e, já adianto, de minha parte já vou trazer meu filtro de barro de volta e enchê-lo com água da torneira. E você vai fazer o quê?

   *Emanuel Cancella é diretor do Sindipetro-RJ


Beba água da torneira!

 

Enc: Direct message from Alvaro Dias


 

De: Twitter <twitter-dm-verinhamattos=yahoo.com.br@postmaster.twitter.com>
Assunto: Direct message from Alvaro Dias
Para: verinhamattos@yahoo.com.br
Data: Domingo, 1 de Agosto de 2010, 18:19

Hi, Vera Mattos.

You have a new direct message:
alvarodias_: recusar o voto ninguem pode, o que deve é eevitar certas companhias que contaminam,.rs
Send me a direct message from your phone: D ALVARODIAS_

 


 

Álvaro Dias: Recusar voto ninguém pode.

Vera Mattos para Álvaro Dias: "Em seu Estado tem gente que poderia votar em Dilma e no senhor caso fosse candidato..."


Resposta do Senador Álvaro Dias:

"alvarodias_ recusar o voto ninguem pode, o que deve é evitar certas companhias que contaminam,.rs"


via Twitter

Marília Gabriela desmente autoria de texto contra Dilma


Claudio Leal


A jornalista e apresentadora Marília Gabriela está indignada com a divulgação de um texto - falsamente atribuído a ela - contra a pré-candidata à presidência, Dilma Rousseff (PT). "Não tem nada a ver comigo", diz a Terra Magazine, por telefone. Marília decidiu procurar assistência jurídica, nesta terça-feira, depois de ver o pseudo-libelo antipetista ser reproduzido pelo site do deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), que apoia a candidatura de José Serra (PSDB). "O próximo passo é procurar meus advogados".


Num tom agressivo, o desabafo "Quem tem medo da 'doutora' Dilma?" ataca a ex-ministra da Casa Civil com paralelos zoológicos:

- Vou confessar: Morro de medo de Dilma Rousseff. Esse governo que tem muitos acertos, mas a roubalheira do governo do PT e o cinismo descarado de Lula em dizer que não sabia de nada nos mete medo. Não tenho muitos medos na vida,além dos clássicos: de barata, rato, cobra.

E lembranças escolares inverídicas:

- Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo.

Às 14h54, ao ser informada sobre o desmentido, a assessoria do deputado Aleluia se dispôs a retirar o texto do site. O "Blog do horaciocb" é indicado como a fonte. O advogado de Marília encaminhou uma notificação ao parlamentar.

O artigo se espalhou em redes sociais e blogs, embora a jornalista utilize a internet somente para "para fazer pesquisas, leituras, nunca pra escrever textos e publicar dessa forma idiota", como descreve. "Isso não é novo. Começaram há dois meses. O Carlos Brickman, no Observatório da Imprensa (em março), desmentiu. Mas não adiantou. Sou uma jornalista inteligente, tenho uma carreira de 40 anos. Só se eu fosse maluca! Não sou ligada a nenhuma rede social".

Repleto de adjetivos desairosos, o texto não combina com a personalidade da apresentadora do canal GNT, mas demonsta o nível da guerra que se trava na internet, neste período pré-eleitoral. "A internet é terra de ninguém. O problema é você ser vítima dessa terra de ninguém, não ter como controlar. É uma sacanagem", revolta-se Marília Grabriela.

As digitais do partidarismo do autor anônimo são deixadas no final da peça: "Seja bem-vinda, Marina... Outra boa opção é o atual governador José Serra que já mostrou seriedade e competência. Só não pode PT, Dilma e alguém da 'turma do Lula'".

"Não tem nada a ver comigo, não escrevo daquela forma, não tem meu estilo. Qualquer pessoa criteriosa vai perceber que uma jornalista como eu não iria fazer isso, assumir uma gracinha dessas. Eu vivo de entrevistas. Gostaria de entrevistar todos os candidatos. Não cometeria essa estupidez", reforça a apresentadora do "Marília Gabriela Entrevista".