Independent: Dilma será mulher mais poderosa do mundo
agestado
Reportagem do jornal britânico The Independent sobre a eleição presidencial no Brasil diz que a candidata do PT, Dilma Rousseff, se prepara para ser "a mulher mais poderosa do mundo". Para o jornal, "sua amplamente prevista vitória na eleição presidencial do próximo domingo será saudada com alegria por milhões".
De acordo com o Independent, Dilma "marca o desmantelamento final do 'Estado de segurança nacional', um arranjo que os governos conservadores nos Estados Unidos e na Europa já viram como seu melhor artifício para manter um status quo podre, que manteve uma vasta maioria na América Latina na pobreza, enquanto favorecia seus amigos ricos".
O jornal explica que a petista será "a mulher mais poderosa do mundo" porque, como chefe de Estado, ela terá um cargo superior ao da chanceler alemã, Angela Merkel, e ao da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Além disso, "seu enorme país de 200 milhões de pessoas está festejando sua nova riqueza em petróleo".
"A taxa de crescimento do Brasil, que rivaliza com a da China, é uma que a Europa e Washington só podem invejar", diz a reportagem, que inclui um perfil biográfico da candidata à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Portar armas é constitucional, decide Suprema Corte dos EUA
A máxima instância judicial norte-americana se baseou na 2ª Emenda da Constituição para tomar a decisão.
Apesar de uma pesquisa ter mostrado que a maior parte dos norte-americanos são contra o porte de armas para civis, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou ser inconstitucional qualquer controle ou restrição ao direito de ter e portar armas por parte dos estados e dos governos locais.
De acordo com um levantamento feito pela Campanha Brady pela Prevenção à Violência Armada, 52% dos entrevistados são contra civis portarem armas e 44% são a favor. A pesquisa também verificou que 50% das pessoas se sentem menos seguras sabendo que é permitido a civis portar armas em locais públicos, enquanto 38% dizem se sentir mais seguros.
A máxima instância judicial norte-americana se baseou na 2ª Emenda da Constituição ao revogar uma proibição de Chicago sobre porte de armas de fogo. A emenda prevê a permissão para porte de armas em âmbito federal. Antes dessa decisão, cidades ou estados podiam proibir a posse.
O entendimento foi aprovado por maioria. Os juízes afirmaram que a "a defesa pessoal é um direito fundamental" e que "a defesa pessoal individual é componente central do direito constitucional expresso na 2ª Emenda".
Os juízes estenderam para todo o país os efeitos de uma decisão da Suprema Corte aplicada em 2008 para o distrito de Washington onde consta que os americanos têm o direito constitucional de ter e portar armas de fogo. O tribunal, no entanto, reconheceu que possuir e portar armas não quer dizer que se possa levar qualquer arma de qualquer maneira e para qualquer fim.
A Associação Nacional do Rifle (NRA) comemorou a decisão. De acordo com a entidade, essa "é uma reivindicação para a grande maioria de cidadãos americanos que sempre acreditaram que a 2ª Emenda é um direito e uma liberdade individual".
Os defensores do controle de armas criticaram a sentença. Estatísticas apontam uma média anual de 30 mil mortes no país por armas de fogo. Segundo as organizações que defendem um maior controle das armas de fogo, estima-se que existam em torno de 200 milhões de armas em circulação nos Estados Unidos.
Fontes: The Huffington Post e The New York Times
Apesar de uma pesquisa ter mostrado que a maior parte dos norte-americanos são contra o porte de armas para civis, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou ser inconstitucional qualquer controle ou restrição ao direito de ter e portar armas por parte dos estados e dos governos locais.
De acordo com um levantamento feito pela Campanha Brady pela Prevenção à Violência Armada, 52% dos entrevistados são contra civis portarem armas e 44% são a favor. A pesquisa também verificou que 50% das pessoas se sentem menos seguras sabendo que é permitido a civis portar armas em locais públicos, enquanto 38% dizem se sentir mais seguros.
A máxima instância judicial norte-americana se baseou na 2ª Emenda da Constituição ao revogar uma proibição de Chicago sobre porte de armas de fogo. A emenda prevê a permissão para porte de armas em âmbito federal. Antes dessa decisão, cidades ou estados podiam proibir a posse.
O entendimento foi aprovado por maioria. Os juízes afirmaram que a "a defesa pessoal é um direito fundamental" e que "a defesa pessoal individual é componente central do direito constitucional expresso na 2ª Emenda".
Os juízes estenderam para todo o país os efeitos de uma decisão da Suprema Corte aplicada em 2008 para o distrito de Washington onde consta que os americanos têm o direito constitucional de ter e portar armas de fogo. O tribunal, no entanto, reconheceu que possuir e portar armas não quer dizer que se possa levar qualquer arma de qualquer maneira e para qualquer fim.
A Associação Nacional do Rifle (NRA) comemorou a decisão. De acordo com a entidade, essa "é uma reivindicação para a grande maioria de cidadãos americanos que sempre acreditaram que a 2ª Emenda é um direito e uma liberdade individual".
Os defensores do controle de armas criticaram a sentença. Estatísticas apontam uma média anual de 30 mil mortes no país por armas de fogo. Segundo as organizações que defendem um maior controle das armas de fogo, estima-se que existam em torno de 200 milhões de armas em circulação nos Estados Unidos.
Fontes: The Huffington Post e The New York Times
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Gays da Uganda poderão ser condenados à morte caso uma proposta legislativa que está sendo debatida passe.
O parlamento da Uganda está se preparando para passar uma nova lei brutal, que punirá gays com sentenças de prisão e até pena de morte.
Críticas internacionais levaram o presidente a pedir uma revisão da lei, mas após forte lobby por extremistas, a lei parece estar pronta para votação -- ameaçando gerar perseguição e derramamento de sangue.
Oposição à lei está crescendo, inclusive da Igreja Anglicana. O ativista de direitos gays na Uganda, Frank Mugisha, diz que "Esta lei nos colocará em grande perigo. Por favor, assine a petição e diga a outros para se juntarem a nós. Caso haja uma grande resposta global, nosso governo verá que a Uganda será isolada no cenário internacional, e não passará a lei".
É esperado que uma decisão seja tomada nos próximos dias, e só uma onda de pressão global será suficiente para salvar Frank e muitos outros. A petição global para impedir a lei de morte para gays já ultrapassou 340.000 assinaturas em menos de uma semana, clique abaixo para assinar e depois divulgue:
http://www.avaaz.org/po/uganda_rights_3/?vl
Essa petição será entregue esta semana ao Presidente Museveni e o parlamento da Uganda até o final desta semana por líderes da sociedade civil e religiosos. O governo já desautorizou uma marcha por extremistas anti-gay esta semana portanto isto mostra que a pressão internacional está funcionando!
A lei propões prisão perpétua para qualquer um acusado de ter uma relação com alguém do mesmo sexo, e pena de morte para quem cometer esse "crime" mais de uma vez. ONGs que trabalham para impedir maior contaminação por HIV podem ser condenadas a até 7 anos de prisão por "promover homossexualidade". Outras pessoas podem ser condenadas a até 3 anos de prisão por deixarem de avisar as autoridades da existência de atividades homossexuais dentro de 24 horas!
Quem apoia o projeto de lei diz defender a cultura nacional, mas uma das maiores oposições vem de dentr do próprio país. O Reverendo Canon Gideon Byamugisha é um dos muitos que nos escreveram - ele disse que essa lei:
"Está violando a nossa cultura, tradição e valores religiosos que não apoiam intolerância, injustiça, ódio e violência. Nós precisamos de leis para proteger as pessoas, não para perseguí-las, humilhá-las, ridicularizá-las e matá-las em massa."
Ao rejeitar essa perigosa lei e apoiar a oposição nós podemos ajudar a criar um precedente crucial. Vamos ajudar a criar um apoio em massa aos defensores de direitos humanos na Uganda, e salvar a vida de muitos ao impedir que essa lei passe -- assine agora e avisa seus amigos e familiares:
Críticas internacionais levaram o presidente a pedir uma revisão da lei, mas após forte lobby por extremistas, a lei parece estar pronta para votação -- ameaçando gerar perseguição e derramamento de sangue.
Oposição à lei está crescendo, inclusive da Igreja Anglicana. O ativista de direitos gays na Uganda, Frank Mugisha, diz que "Esta lei nos colocará em grande perigo. Por favor, assine a petição e diga a outros para se juntarem a nós. Caso haja uma grande resposta global, nosso governo verá que a Uganda será isolada no cenário internacional, e não passará a lei".
É esperado que uma decisão seja tomada nos próximos dias, e só uma onda de pressão global será suficiente para salvar Frank e muitos outros. A petição global para impedir a lei de morte para gays já ultrapassou 340.000 assinaturas em menos de uma semana, clique abaixo para assinar e depois divulgue:
http://www.avaaz.org/po/uganda_rights_3/?vl
Essa petição será entregue esta semana ao Presidente Museveni e o parlamento da Uganda até o final desta semana por líderes da sociedade civil e religiosos. O governo já desautorizou uma marcha por extremistas anti-gay esta semana portanto isto mostra que a pressão internacional está funcionando!
A lei propões prisão perpétua para qualquer um acusado de ter uma relação com alguém do mesmo sexo, e pena de morte para quem cometer esse "crime" mais de uma vez. ONGs que trabalham para impedir maior contaminação por HIV podem ser condenadas a até 7 anos de prisão por "promover homossexualidade". Outras pessoas podem ser condenadas a até 3 anos de prisão por deixarem de avisar as autoridades da existência de atividades homossexuais dentro de 24 horas!
Quem apoia o projeto de lei diz defender a cultura nacional, mas uma das maiores oposições vem de dentr do próprio país. O Reverendo Canon Gideon Byamugisha é um dos muitos que nos escreveram - ele disse que essa lei:
"Está violando a nossa cultura, tradição e valores religiosos que não apoiam intolerância, injustiça, ódio e violência. Nós precisamos de leis para proteger as pessoas, não para perseguí-las, humilhá-las, ridicularizá-las e matá-las em massa."
Ao rejeitar essa perigosa lei e apoiar a oposição nós podemos ajudar a criar um precedente crucial. Vamos ajudar a criar um apoio em massa aos defensores de direitos humanos na Uganda, e salvar a vida de muitos ao impedir que essa lei passe -- assine agora e avisa seus amigos e familiares:
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Pouco a pouco, a imprensa vai abandonando o Haiti.
Na base das Nações Unidas no Haiti não cabe nem um alfinete. Está lotada. Todo mundo que chega a Porto Príncipe com disposição de ajudar se instala com a tenda de campanha nestas instalações, formadas por pré-moldados e piso de cascalho. Há somente um chuveiro, o que provoca filas intermináveis. As mulheres haitianas que limpam os banheiros se oferecem também para lavar roupa por 50 dólares. Quatro crianças adotadas por famílias espanholas estão prestes a deixar o Haiti. Nesta semana já chegaram ao aeroporto de Barajas três menores que foram adotados por famílias de Murcia antes que ocorresse o terremoto. O governo espanhol também se mobilizou para retirar Kelly do Haiti, uma criança com paralisia que precisa ser operada.
Pouco a pouco a imprensa vai abandonando Porto Príncipe. Ainda que um grande número de jornalistas permaneça no país, vários meios de comunicação já se retiraram. Os jornalistas estadunidenses ainda aguentam, em busca de imagens espetaculares. O edifício da rádio Caribe segue inteiro, mas as rachaduras fizeram com que a equipe de locutores fosse para a rua fazer seus programas. Misturam música com informação sobre os lugares de distribuição de comida. A rádio é, neste momento, a única maneira que os haitianos têm de se distraírem.
O presidente haitiano pediu um compromisso de ajuda de longo prazo na conferência realizada em Montreal. O Haiti necessita de, ao menos, dez anos de reconstrução. A comunidade internacional se comprometeu a promover uma reconstrução para fortalecer as instituições e a estabilidade do país caribenho. Várias ONGs participaram da reunião no Canadá para explicar suas necessidades aos principais doadores de ajuda humanitária. A Oxfam pediu de novo o cancelamento da dívida internacional do Haiti, que chega a 630 milhões de euros. "Com todas as necessidades que temos daqui em diante, o tema de nossa dívida é mínimo. O que queremos é um compromisso de ajuda de longo prazo, ao menos de dez anos", disse o primeiro ministro haitiano, Jean-Max Bellerive. Por sua parte, as delegações presentes à reunião se comprometeram a promover uma reconstrução do país que fortaleça suas instituições democráticas, fomente o desenvolvimento social e econômico sustentável e promova a estabilidade política no país.
Garantiram também que, ao perseguir esses três objetivos, respeitarão a soberania do país caribenho, coordenarão seus esforços, procurarão manter um compromisso de longo prazo, de ao menos dez anos, serão eficientes e não excludentes e atuarão com transparência. O documento sublinha o "papel coordenador chave" da ONU, ao mesmo tempo em que promete incluir nos esforços de reconstrução as organizações internacionais, nacionais e regionais, assim como as instituições financeiras. Participaram da conferência o ministro francês de Assuntos Exteriores, Bernard Kouchner, a espanhola Maria Teresa Fernández de la Vega, representante da EU, ministros dos países do Grupo de Amigos do Haiti (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Costa Rica, França, México, Peru, EUA e Uruguai), entre outros.
Durante a conferência, o ministro haitiano de Turismo, Patrick Delatour, anunciou que as autoridades do país pediram à comunidade internacional 3 bilhões de dólares para enfrentar as consequências do terremoto. O ministro explicou que o governo usaria 2 bilhões de dólares para construir moradias para as 200 mil pessoas que perderam suas casas. O resto iria para a reconstrução de edifícios do governo e obras de infraestrutura, entre as quais se incluem o principal porto do país e três aeroportos internacionais. Uma nova conferência será realizada em março, na sede da ONU, quando deve ser colocada uma proposta concreta sobre a mesa. A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse que a ajuda deve seguir "a ordem correta" e que não convém "comprometer dinheiro sem saber o que vão fazer com ele".
Antes de chegar a Montreal, Hillary Clinton justificou a posição dos EUA de controlar a distribuição da ajuda. "É que é mais fácil para os Estados Unidos chegarem antes, já que somos um país vizinho". Ela disse ainda que Washington estuda a possibilidade de aceitar mais imigrantes procedentes do Haiti. O primeiro ministro haitiano rejeitou essa opção. "Não queremos provocar um êxodo". O governo haitiano anunciou que esta semana poderia começar a transportar cerca de 400 mil sobreviventes – que estão hoje em mais de 400 acampamentos improvisados na capital – para refúgios temporários, que inicialmente também seriam acampamentos, fora de Porto Príncipe. O ministro da Saúde, Alex Larsen, disse que um milhão de pessoas que viviam na zona de Porto Príncipe, tiveram que sair de suas antigas áreas de moradia.
Outro tema chave da conferência de Montreal foi o perigo que correm as crianças haitianas de cair nas mãos das redes de traficantes e de adoções ilegais. Os traficantes podem tentar se aproveitar da situação de caos e instabilidade social para levar crianças para fora do Haiti, por ar ou pela fronteira terrestre com a República Dominicana, segundo denunciaram o governo haitiano e organizações de ajuda humanitária. As autoridades também temem que algumas ONGs tenham retirado menores do país para entregá-los a famílias de adoção antes que tenham se esgotado os esforços para encontrar seus pais. Por esse motivo, o governo haitiano interrompeu na semana passada este tipo de adoções. Segundo Kent Page, porta-voz da Unicef, cerca de 700 crianças perderam o contato com seus pais durante o terremoto.
Por Susana Hidalgo – Público, de Madri
Fonte: Carta Maior
PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DE SALVADOR,BAHIA.
QUINTA-FEIRA, 11/02/2010
Horario Entidade Atração
17:30 TRIO INDEPENDENTE - 4 NÃO INFORMADO
18:00 COCOBAMBU ASA DE AGUIA
18:30 TRIMIX / BABY MARISTELA MULLER
19:00 D +/ NANA BANANA TIMBALADA
19:30 EU VOU NEGRA COR
20:00 CERVEJA & CIA TOMATE
20:30 BLOCO YES BANDA CHEIRO DE AMOR
21:00 NU OUTRO BANDA EVA
21:30 FISSURA / HARÉM ALEXANDRE PEIXE
22:00 FRENESI NÃO INFORMADO
22:30 TÔ LIGADO / UNIVERSITARIO NETINHO
23:00 ALÔ INTER TATAU
23:30 OS MASCARADOS BANDA OS MASCARADOS
00:00 É MASSA / TRAZ A MASSA NO STYLLO
00:30 A NOVIDADE NÃO INFORMADO
00:50 TA RINDO DE Q / SFONIA DO SAMBA NÃO INFORMADO
01:10 SIRI COM TODI BANDA VELA NO VENTO
01:30 TRIO INDEPENDENTE 1 NÃO INFORMADO
SEXTA-FEIRA, 12/02/2010
Horario Entidade Atração
10:00 HAPPY VERUSCA MÔNACO / TIO PAULINHO / ELIANA / TIO PAULINHO
15:00 NANA BANANA CHICLETE COM BANANA
15:30 TIMBALADA TIMBALADA
16:00 EU VOU JAMMIL
16:30 D + / AVIÕES ELETRICOS AVIÕES ELETRICOS
17:00 ALÔ INTER NETINHO
17:30 PRAFICAR / SALVADOR IVETE SANGALO
18:00 FISSURA / SEU MAXIXE BANDA SEU MAXIXE
18:30 BLOCO YES DJS MOONY/ KASKADE E TOCADISCO
19:00 60 ANOS DE TRIO MORAES MOREIRA
19:30 TÔ LIGADO / UNIVERSITARIO PSIRICO
20:00 TRIO REI MOMO PEPEU GOMES E CONVIDADOS
20:30 COCOBAMBU ANDRÉ LELIS
21:00 NU OUTRO VOA DOIS
21:30 CERVEJA & CIA BANDA EVA
22:00 TRIO SECULT - AXÉ ANOS 80 MÁRCIA SHO0RT / ALEXANDRE LEÃO / SARAJANE / VIRGÍLIO
22:30 TRIMIX / BABY RAPAZOLLA
22:50 TRIO SECULT - ELZA PEDE PASSAGEM ELZA SOARES / MARCELLA BELLAS / SAMBATRÔNICA
23:10 FRENESI NÃO INFORMADO
23:30 TRIO INDEPENDENTE - 4 NÃO INFORMADO
23:50 TA RINDO DE Q / SFONIA DO SAMBA NÃO INFORMADO
00:10 É MASSA / TRAZ A MASSA NO TROCO
00:30 A NOVIDADE NÃO INFORMADO
00:50 TOU AI NÃO INFORMADO
01:10 SIRI COM TODI BANDA VELA NO VENTO
01:30 MICROTRIO MICROTRIO
02:30 TRIO INDEPENDENTE 1 NÃO INFORMADO
SÁBADO, 13/02/2010
Horario Entidade Atração
10:00 HAPPY
14:30 BLOCO DA CAMISINHA AMANDA SANTIAGO
15:00 TRIO SECULT - AXÉ DO AXÉ GERÔNIMO / MATHEUS ALELUIA / ALOÍSIO MENEZES / PORTELA / MÔNICA SANGALO
15:30 NU OUTRO TOMATE
16:00 CERVEJA & CIA IVETE SANGALO
16:30 NANA BANANA CHICLETE COM BANANA
17:00 COCOBAMBU ASA DE AGUIA
17:30 D+ / MAIS EU VIA CIRCULAR
18:00 ALÔ INTER VOA DOIS
18:30 TIMBALADA TIMBALADA
19:00 TRIO AXÉ 25 ANOS NÃO INFORMADO
19:30 FISSURA / OPEN BARRA ALEXANDRE PEIXE
20:00 PRAFICAR / SALVADOR BOB SINCLAR
20:30 BLOCO YES CHICAFÉ
21:00 TRIO DANIELA MERCURY DANIELA MERCURY
21:30 EU VOU CLAUDIA LEITTE
22:00 TRIO SECULT - LUIZ CALDAS LUIZ CALDAS
22:30 TRIMIX / BABY NÃO INFORMADO
22:50 TÔ LIGADO / UNIVERSITARIO PARANGOLÉ
23:10 TRIO REI MOMO PEPEU GOMES E CONVIDADOS
23:30 TRIO INDEPENDENTE - 4 NÃO INFORMADO
23:50 TA RINDO DE Q / SFONIA DO SAMBA NÃO INFORMADO
00:10 É MASSA / TRAZ A MASSA SAIDDY BAMBA
00:30 A NOVIDADE NÃO INFORMADO
00:50 SIRI COM TODI BANDA VELA NO VENTO
01:10 TRIO INDEPENDENTE 1 NÃO INFORMADO
01:30 SKA REGGAE NÃO INFORMADO
DOMINGO, 14/02/2010
Horario Entidade Atração
15:00 OLODUM BANDA OLODUM
15:30 GULA / CAMALEÃO CHICLETE COM BANANA
16:00 BALADA JAMMIL
16:30 TRIO SECULT - TRIBUTO A RAMIRO MUSOTO BAIANA SYSTEM / BNEGÃO E AFROSUDAKA
17:00 ME AMA ANDRÉ LELIS
17:30 ME ABRAÇA ASA DE AGUIA
18:00 TRIO ARMANDINHO DODÔ E OSMAR BANDA ARMANDINHO DODÔ E OSMAR
18:30 CROCODILO DANIELA MERCURY
19:00 BRODER OZ BAMBAZ
19:30 MEU E SEU HARMONIA DO SAMBA
20:00 TRIO INDEPENDENTE - 4 NÃO INFORMADO
20:30 BLOCO É O TCHAN / É O BICHO RICARDO CHAVES
20:50 TÊ TÊ TÊ NÃO INFORMADO
21:10 A MULHERADA BANDA A MULHERADA E CONVIDADOS
21:30 TRIO SECULT - NOVOS BAIANOS PAULINHO BOCA DE CANTOR / PEPEU GOMES / BABY CONSUELO
21:50 TRIO INDEPENDENTE 1 NÃO INFORMADO
22:10 COCO PILEKE / SKOL D + PSIRICO / CALCINHA PRETA
22:30 CORTEJO AFRO ALA DE CANTO DO CORTEJO AFRO E ARTO LINDSAY
22:50 AGUA DE COCO VIVIANE TRIPODI
23:10 A NOVIDADE NÃO INFORMADO
23:30 CAMAROTE ANDANTE CARLINHOS BROWN
SEGUNDA-FEIRA, 15/02/2010
Horario Entidade Atração
15:00 FILHOS DE GANDHY BANDA SHOW FILHOS DE GANDHY
15:20 FILHAS DE GANDHY BANDA FILHAS DE GANDHY
16:00 GULA / PAPA CLÁUDIA LEITTE
16:30 TRIO SECULT - TRILOGIA DO REGGAE DIONORINA / GILSAN / JORGE DE ANGÉLICA
17:00 FECUNDANÇA / CORUJA IVETE SANGALO
17:30 BALADA JAMMIL
18:00 ME AMA ANDRÉ LELIS
18:30 ME ABRAÇA ASA DE AGUIA
19:00 CROCODILO DANIELA MERCURY
19:30 BRODER / JUMPER TIMBALADA
20:00 TRIO SECULT - RETROFOLIA 2010 JULIO MORENO / LA PUPUÑA / RETROFOGUETES
20:30 MEU E SEU HARMONIA DO SAMBA
21:00 TRIO ARMANDINHO DODÔ E OSMAR BANDA ARMANDINHO DODÔ E OSMAR
21:30 TRIO AXÉ 25 ANOS NÃO INFORMADO
22:00 BLOCO É O TCHAN / É O BICHO RICARDO CHAVES
22:30 TÊ TÊ TÊ NÃO INFORMADO
23:00 CAMAROTE ANDANTE CARLINHOS BROWN
23:30 TRIO REI MOMO PEPEU GOMES E CONVIDADOS
23:50 COCO PILEKE / BEIJO BANDA BEIJO
00:10 CORTEJO AFRO ALA DE CANTO DO CORTEJO AFRO E ARTO LINDSAY
00:30 AGUA DE COCO VIVIANE TRIPODI
00:50 TRIO INDEPENDENTE - 4 NÃO INFORMADO
01:10 TA RINDO DE Q / SFONIA DO SAMBA NÃO INFORMADO
01:30 TRIO INDEPENDENTE 1 NÃO INFORMADO
01:50 TOU AI NÃO INFORMADO
02:10 AFRO POP MARGARETH MENEZES
02:30 A NOVIDADE NÃO INFORMADO
TERÇA-FEIRA, 16/02/2010
Horario Entidade Atração
15:00 MICROTRIO MICROTRIO
15:30 ARA KETU BANDA ARAKETU
16:00 GULA / BALADA JAMMIL
16:30 TRIO SECULT - QUILOMBOLASOUL DÃO / DJ BANDIDO / GERSON KING COMBO / SAMBA CHULA DE SÃO BRAZ
17:00 ME AMA ANDRÉ LELIS
17:30 ME ABRAÇA ASA DE AGUIA
18:00 CROCODILO DANIELA MERCURY
18:30 BRODER / JUMPER TIMBALADA
19:00 60 ANOS DE TRIO MORAES MOREIRA
19:30 MEU E SEU HARMONIA DO SAMBA
20:00 TRIO INDEPENDENTE - 4 NÃO INFORMADO
20:30 TRIO SECULT - SISTEMA DE SOM PERAMBULANTE BNEGÃO / MC DAGANJA / MINIESTEREOPÚBLICO
21:00 BLOCO É O TCHAN / É O BICHO PARANGOLÉ
21:30 TRIO ARMANDINHO DODÔ E OSMAR BANDA ARMANDINHO DODÔ E OSMAR
22:00 TÊ TÊ TÊ NÃO INFORMADO
22:30 COCO PILEKE / SKOL D + DJS LAIDBACK LUKE / FERRY CORSTEN
22:50 BANANA REGGAE / ECOLOGICO MEIO AMBIENTE THOMÉ VIANNA E BANDA RAGGA
23:10 VOA VOA CHICLETE COM BANANA
23:30 A MULHERADA BANDA A MULHERADA E CONVIDADOS
23:50 AGUA DE COCO VIVIANE TRIPODI
00:10 CAMAROTE ANDANTE CARLINHOS BROWN
00:30 TRIO INDEPENDENTE 1 NÃO INFORMADO
00:50 A NOVIDADE NÃO INFORMADO
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Fórum busca respostas para a crise mundial.
O Fórum Social Mundial Temático da Bahia (FSMT-BA), o primeiro a ser realizado no Estado, de hoje até o próximo domingo, terá o seu ponto alto amanhã, com a realização do Diálogo e Controvérsias, um encontro entre atores sociais e chefes de Estado da América Latina e da África.
A participação de governantes progressistas de vários países em um FSMT é inédita. Na avaliação de Kjeld Jakobsen, fundador do Fórum Social Mundial (FSM), esse debate dará respostas à crise econômica mundial e construirá agendas comuns para o mundo pós-crise até o próximo fórum unificado, em janeiro de 2011, no Senegal.
“O Brasil está saindo melhor da crise econômica que outros países. Apesar disso, é um assunto que não podemos deixar de lado. Também vamos debater sobre a crise climática, a escassez da água potável e o esgotamento das energias não-renováveis. São questões comuns a todos”, afirma Jakobsen.
Na avaliação dele, o fato de aspectos culturais da Bahia estarem estritamente ligados à África contribuiu para que o Estado abrigasse um encontro com chefes de Estado da América Latina e da África.
“Vamos poder discutir mudanças não somente do ponto de vista social, mas também com foco nas políticas governamentais”, comemora.
Outra novidade é a realização de Crise e Oportunidades, um encontro organizado por Ignacy Sachs, Ladislau Dowbor e Carlos Lopes, que reúne intelectuais, líderes sociais e governantes de várias partes do mundo. “A conjuntura política e os embates de 2010 exigem das organizações da sociedade civil debates, posições e parcerias, e isso é o que o FSM da Bahia pretende fazer de forma inovadora”, diz Kjeld Jakobsen.
Uma das angústias de quem participa dos fóruns, diz Jakobsen, é que as propostas apresentadas não saem do papel. “Durante os encontros, são apontados diagnósticos para os problemas e depois nada é feito para contorná-los. Voltamos para nossas casas, nossos países e tudo continua”.
A falta de convergência e propostas concretas tem sido motivo de frustração para muitos participantes. É o maior problema que o fórum enfrenta há alguns anos. “No meio de centenas de eventos interessantes em Belém, o mais concorrido e o que deu maior visibilidade para o fórum foi o encontro dos presidentes Lula, Morales, Correa e Chávez”, frisa.
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ratifica: “Um dos principais anseios é que as propostas apresentadas sejam colocadas em prática”.
Para ele, contudo, o Fórum de
Salvador trará resultados. “Falta algo concreto nos encontros. Mas agora vamos colocar na agenda algo que possa ser implementado. Vai permitir o diálogo entre o cidadão e o governante. Isso vai permitir que os movimentos sociais voltem a lutar na perspectiva de valorização do trabalho e do trabalhador”, acredita.
Edileusa Vida, membro do comitê organizador do FSMT-BA, vê com otimismo a realização do Fórum na Bahia. “As propostas apresentadas pelos movimentos sociais serão amplamente divulgadas e, portanto, obrigatoriamente executadas. O fórum cria algo oficial. A partir do momento que o governo tomar conhecimento disso, tudo se tornará exeqüível”.
Mário Conceição, presidente do comitê gestor de ações para o trânsito, por sua vez, acredita que esse evento possibilitará que Bahia sedie, em 2013, o Fórum Mundial Social. “O Estado está bastante organizado. Em Dacar, vamos nos candidatar para que o evento seja realizado aqui”.
Fonte: Tribuna da Bahia
A participação de governantes progressistas de vários países em um FSMT é inédita. Na avaliação de Kjeld Jakobsen, fundador do Fórum Social Mundial (FSM), esse debate dará respostas à crise econômica mundial e construirá agendas comuns para o mundo pós-crise até o próximo fórum unificado, em janeiro de 2011, no Senegal.
“O Brasil está saindo melhor da crise econômica que outros países. Apesar disso, é um assunto que não podemos deixar de lado. Também vamos debater sobre a crise climática, a escassez da água potável e o esgotamento das energias não-renováveis. São questões comuns a todos”, afirma Jakobsen.
Na avaliação dele, o fato de aspectos culturais da Bahia estarem estritamente ligados à África contribuiu para que o Estado abrigasse um encontro com chefes de Estado da América Latina e da África.
“Vamos poder discutir mudanças não somente do ponto de vista social, mas também com foco nas políticas governamentais”, comemora.
Outra novidade é a realização de Crise e Oportunidades, um encontro organizado por Ignacy Sachs, Ladislau Dowbor e Carlos Lopes, que reúne intelectuais, líderes sociais e governantes de várias partes do mundo. “A conjuntura política e os embates de 2010 exigem das organizações da sociedade civil debates, posições e parcerias, e isso é o que o FSM da Bahia pretende fazer de forma inovadora”, diz Kjeld Jakobsen.
Uma das angústias de quem participa dos fóruns, diz Jakobsen, é que as propostas apresentadas não saem do papel. “Durante os encontros, são apontados diagnósticos para os problemas e depois nada é feito para contorná-los. Voltamos para nossas casas, nossos países e tudo continua”.
A falta de convergência e propostas concretas tem sido motivo de frustração para muitos participantes. É o maior problema que o fórum enfrenta há alguns anos. “No meio de centenas de eventos interessantes em Belém, o mais concorrido e o que deu maior visibilidade para o fórum foi o encontro dos presidentes Lula, Morales, Correa e Chávez”, frisa.
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ratifica: “Um dos principais anseios é que as propostas apresentadas sejam colocadas em prática”.
Para ele, contudo, o Fórum de
Salvador trará resultados. “Falta algo concreto nos encontros. Mas agora vamos colocar na agenda algo que possa ser implementado. Vai permitir o diálogo entre o cidadão e o governante. Isso vai permitir que os movimentos sociais voltem a lutar na perspectiva de valorização do trabalho e do trabalhador”, acredita.
Edileusa Vida, membro do comitê organizador do FSMT-BA, vê com otimismo a realização do Fórum na Bahia. “As propostas apresentadas pelos movimentos sociais serão amplamente divulgadas e, portanto, obrigatoriamente executadas. O fórum cria algo oficial. A partir do momento que o governo tomar conhecimento disso, tudo se tornará exeqüível”.
Mário Conceição, presidente do comitê gestor de ações para o trânsito, por sua vez, acredita que esse evento possibilitará que Bahia sedie, em 2013, o Fórum Mundial Social. “O Estado está bastante organizado. Em Dacar, vamos nos candidatar para que o evento seja realizado aqui”.
Fonte: Tribuna da Bahia
domingo, 24 de janeiro de 2010
Porto Príncipe pode sofrer novo terremoto em breve, alertam especialistas
WASHINGTON, EUA (AFP) - Um terremoto tão ou mais violento que aquele que devastou Porto Príncipe, no dia 12, ameaça novamente a capital haitiana, advertiram os especialistas, insistindo na necessidade de reconstruir as infraestruturas da cidade segundo normas sísmicas rígidas, como as existentes no Japão ou na Califórnia (oeste dos EUA).
O Haiti continuará por várias semanas exposto a um risco importante de fortes tremores secundários, um fenômeno normal depois de um terremoto e que vai diminuir com o tempo.
O Instituto sismológico americano (USGS) avaliou, nesta quinta-feira, que existe 25% de chance de um ou mais tremores de magnitude 6 acontecerem durante este período.
O terremoto do dia 12, que matou pelo menos 111 mil pessoas, liberou grande parte da tensão acumulada nesta parte da falha Enriquillo. Porém, outra parte, localizada a leste do epicentro e diretamente adjacente a Porto Príncipe, pouco se mexeu, alertou o USGS. O instituto se baseia em medições preliminares de deformação do solo realizadas com radares e perspectivas aéreas.
De acordo com o USGS, esta parte da falha foi submetida ao mesmo acúmulo de tensão provocado pelo movimento das placas tectônicas da América do Norte e do Caribe, e pode liberar esta energia a qualquer momento.
"Os tremores anteriores no mundo e a história sísmica do Haiti indicam que terremotos de alta magnitude podem se repetir no mesmo lugar em um curto espaço de tempo", explicou à AFP David Schwartz, um especialista do USGS, citando o caso da Turquia em 1999, quando dois terremotos de magnitude superior a 7 foram registrados num intervalo de três meses.
Para Schwartz, este cenário pode se repetir em Porto Príncipe. "Nenhum de nós ficaria surpreso se isso acontecesse", afirmou.
A falha de Enriquillo ainda pode provocar um tremor de até 7,2 no Haiti, alertou, por sua vez, Eric Calais, um sismólogo francês da Universidade de Purdue, no estado de Indiana (norte dos EUA).
"Os tremores nesta região tendem a se repetir em sequência", afirmou, lembrando que nos três últimos séculos, terremotos de magnitude comparável ou superior ao do dia 12 abalaram o Haiti pelo menos quatro vezes, entre eles os de 1751 e 1770, que destruíram completamente Porto Príncipe.
"Como a região tem um passsado sísmico, é preciso reconstruir Porto Príncipe segundo normas sísmicas rígidas. O custo será mais elevado, mas é tecnicamente factível", afirmou Eric Calais.
Uma avaliação exaustiva do risco sísmico no Haiti, o país mais pobre das Américas, e nas demais nações do Caribe, permitirá melhorar as normas de construção e edificar prédios resistentes aos terremotos, explicou o USGS.
Isso requer, porém, estudos geológicos aprofundados das falhas e do solo, e tais estudos costumam demorar vários anos, segundo o instituto.
O Haiti foi negligenciado neste âmbito. Nos quinze últimos anos, somente duas equipes de geólogos e sismólogos se deslocaram ao Haiti, lamentou Calais, que participou de uma destas expedições e havia advertido para o risco de fortes terremotos.
O especialista deve viajar ao Haiti nesta segunda-feira para coordenar uma missão de avaliação, a primeira desde a catástrofe do dia 12.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Monsenhor Gaspar Sadoc em entrevista exclusiva comenta a perda de Zilda Arns.
Monsenhor Gaspar Sadoc concedeu entrevista exclusiva a jornalista Vera Mattos.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Brasil mandará 15 milhões de dólares para o Haiti.
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em conversa por telefone nesta quarta-feira com o presidente dos EUA, Barack Obama, propôs uma reunião do grupo de países empenhados em ajudar na reconstrução do Haiti, devastado por um forte terremoto.
O Brasil anunciou nesta quarta-feira uma ajuda de 15 milhões de dólares. "Propus ao presidente Obama que o Brasil está disposto a participar, junto com os EUA e a ONU, na coordenação de uma reunião dos países doadores, para que a gente possa agilizar logo o que seja necessário de recursos para recuperar o Haiti", afirmou Lula a jornalistas após conversar com Obama. Não foram fornecidos mais detalhes sobre a reunião.
O terremoto que devastou o Haiti, na terça-feira, pode ter deixado dezenas de milhares de mortos, segundo autoridades do país. Entre os mortos estão 11 militares brasileiros em missão da ONU no Haiti e a médica fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, que estava visitando o país.
O Brasil enviou nesta quarta-feira através de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) 13 toneladas de suprimentos para ajudar as vítimas do tremor de magnitude 7,0, o mais forte a atingir o Haiti em mais de 200 anos.
Uma outra aeronave da FAB deve partir na quinta-feira levando a bordo profissionais da Defesa Civil do Rio de Janeiro e cães farejadores, além de equipamentos e mais suprimentos.
Além disso, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, voou com autoridades militares e civis nesta quarta-feira para verificar a situação do país e de que forma o Brasil pode intensificar a ajuda às vítimas.
Segundo Lula, Obama disse que se encontrará na quinta-feira com o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, enviado especial da ONU para o Haiti, para discutir medidas para ajudar a nação mais pobre do Hemisfério Ocidental.
"Neste momento temos que trabalhar obedecendo a orientação dos dirigentes do país (Haiti)", disse o presidente. Lula afirmou ainda que tentou falar com presidente do Haiti, René Préval, mas não conseguiu.
Lula decretou luto oficial de três dias e pediu um minuto de silêncio, durante cerimônia em Brasília, em homenagem às vítimas do desastre.
(Reportagem de Natuza Nery)
O Brasil anunciou nesta quarta-feira uma ajuda de 15 milhões de dólares. "Propus ao presidente Obama que o Brasil está disposto a participar, junto com os EUA e a ONU, na coordenação de uma reunião dos países doadores, para que a gente possa agilizar logo o que seja necessário de recursos para recuperar o Haiti", afirmou Lula a jornalistas após conversar com Obama. Não foram fornecidos mais detalhes sobre a reunião.
O terremoto que devastou o Haiti, na terça-feira, pode ter deixado dezenas de milhares de mortos, segundo autoridades do país. Entre os mortos estão 11 militares brasileiros em missão da ONU no Haiti e a médica fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, que estava visitando o país.
O Brasil enviou nesta quarta-feira através de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) 13 toneladas de suprimentos para ajudar as vítimas do tremor de magnitude 7,0, o mais forte a atingir o Haiti em mais de 200 anos.
Uma outra aeronave da FAB deve partir na quinta-feira levando a bordo profissionais da Defesa Civil do Rio de Janeiro e cães farejadores, além de equipamentos e mais suprimentos.
Além disso, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, voou com autoridades militares e civis nesta quarta-feira para verificar a situação do país e de que forma o Brasil pode intensificar a ajuda às vítimas.
Segundo Lula, Obama disse que se encontrará na quinta-feira com o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, enviado especial da ONU para o Haiti, para discutir medidas para ajudar a nação mais pobre do Hemisfério Ocidental.
"Neste momento temos que trabalhar obedecendo a orientação dos dirigentes do país (Haiti)", disse o presidente. Lula afirmou ainda que tentou falar com presidente do Haiti, René Préval, mas não conseguiu.
Lula decretou luto oficial de três dias e pediu um minuto de silêncio, durante cerimônia em Brasília, em homenagem às vítimas do desastre.
(Reportagem de Natuza Nery)
Haiti urgente: pedimos notícias de brasileiros que aí se encontram.
Solicitamos que os brasileiros que estão no Haiti entrem em contato.
Estamos aflitos.
Todos os movimentos sociais estão buscando notícias.
Enviem qualquer informação para este site. Repassaremos.
Estamos aflitos.
Todos os movimentos sociais estão buscando notícias.
Enviem qualquer informação para este site. Repassaremos.
domingo, 10 de janeiro de 2010
EUA inserem Índia em lista de países de grave intolerância religiosa
ÍNDIA – A Comissão Norte-americana de Liberdade Religiosa denuncia o imobilismo do Governo da Índia diante das graves discriminações de que são vítimas as minorias religiosas. Não se fez esperar a reação de Nova Délhi: “Ingerência indevida!”
Para a Igreja indiana é sinal da preocupação da comunidade internacional para com o aumento da intolerância religiosa no país.
A comissão inseriu a Índia na chamada “Watch List”, a “lista de atenção que inclui os países nos quais as minorias religiosas sofrem graves discriminações. A comissão pede ao Governo do Presidente Barak Obama que faça pressões sobre o Governo de Nova Délhi, que “merece” – alega – ser inserido na lista, em razão da “resposta inadequada” às violências fundamentalistas contra os muçulmanos de Gujarat, em 2002, e contra os cristãos de Orissa, em 2008-2009.
Veemente a reação da Índia, que se vê equiparada a países como o Paquistão, Afeganistão, Egito, Indonésia, Somália e Cuba. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Vishnu Prakash, definiu a colocação de seu país na “Watch List” como uma “solicitação aberrante” e uma “ingerência indevida” na política do país.
O porta-voz da Conferência Episcopal da Índia, Pe. Babu Joseph, explica que a decisão da comissão “é uma clara indicação da crescente preocupação da comunidade internacional pelas repetidas falências da Índia, para conter a intolerância religiosa no país”.
As relações entre a Índia e os EUA, em matéria de liberdade religiosa estão agitadas desde há muito. A Relação Anual sobre a Liberdade Religiosa elaborada pela Comissão de Liberdade Religiosa apresentado em Washington, em maio passado, falava de “sinais positivos” por parte da Índia. Em julho, porém, a comissão solicitara autorização para realizar uma visita a Orissa, para verificar a situação dos refugiados cristãos na região e suas condições após a série de ataques de que foram vítimas, perpetrados por fundamentalistas hunduístas. As autoridades indianas negaram o visto de ingresso, suscitando polêmicas. Agora, a Índia foi inserida na “Watch List”.
Fonte: Portas Abertas
Para a Igreja indiana é sinal da preocupação da comunidade internacional para com o aumento da intolerância religiosa no país.
A comissão inseriu a Índia na chamada “Watch List”, a “lista de atenção que inclui os países nos quais as minorias religiosas sofrem graves discriminações. A comissão pede ao Governo do Presidente Barak Obama que faça pressões sobre o Governo de Nova Délhi, que “merece” – alega – ser inserido na lista, em razão da “resposta inadequada” às violências fundamentalistas contra os muçulmanos de Gujarat, em 2002, e contra os cristãos de Orissa, em 2008-2009.
Veemente a reação da Índia, que se vê equiparada a países como o Paquistão, Afeganistão, Egito, Indonésia, Somália e Cuba. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Vishnu Prakash, definiu a colocação de seu país na “Watch List” como uma “solicitação aberrante” e uma “ingerência indevida” na política do país.
O porta-voz da Conferência Episcopal da Índia, Pe. Babu Joseph, explica que a decisão da comissão “é uma clara indicação da crescente preocupação da comunidade internacional pelas repetidas falências da Índia, para conter a intolerância religiosa no país”.
As relações entre a Índia e os EUA, em matéria de liberdade religiosa estão agitadas desde há muito. A Relação Anual sobre a Liberdade Religiosa elaborada pela Comissão de Liberdade Religiosa apresentado em Washington, em maio passado, falava de “sinais positivos” por parte da Índia. Em julho, porém, a comissão solicitara autorização para realizar uma visita a Orissa, para verificar a situação dos refugiados cristãos na região e suas condições após a série de ataques de que foram vítimas, perpetrados por fundamentalistas hunduístas. As autoridades indianas negaram o visto de ingresso, suscitando polêmicas. Agora, a Índia foi inserida na “Watch List”.
Fonte: Portas Abertas
MÉXICO:Federalização dos crimes contra a liberdade de expressão.
Por Comitê para a Proteção dos Jornalistas em 17/6/2008
O presidente Felipe Calderón comprometeu-se hoje, durante uma reunião com o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) na Cidade do México, a federalizar os crimes contra a liberdade de expressão.
Por sua vez, o procurador-geral da República Eduardo Medina Mora anunciou uma proposta legislativa para emendar o artigo 73 da Constituição política dos Estados Unidos do México para converter em delito federal todo crime que cause "alarme social", incluindo as ameaças contra a liberdade de expressão.
"O governo concorda com a idéia de federalizar os crimes contra a liberdade de expressão", afirmou Calderón. Declarou que a proposta legislativa seria enviada ao Congresso na próxima sessão, no mês de setembro.
Em um encontro na residência oficial, Los Pinos, Calderón se reuniu com uma delegação do CPJ liderada pelo presidente da diretoria da organização, Paul Steiger, e pelo diretor-executivo, Paul Simon. O CPJ expressou sua preocupação com o clima de medo que restringe o trabalho da imprensa mexicana e a inquietação ante os violentos e contínuos ataques contra jornalistas que cobrem o crime organizado e a corrupção de funcionários públicos.
Garantia de autoridade
"A principal ameaça contra os jornalistas independentes no México é a mesma enfrentada pela sociedade em seu conjunto, o crime organizado" afirmou o presidente.
A delegação reconheceu a vontade política do governo federal para criar um ambiente mais seguro para os meios de comunicação e parabenizou Calderón por ter assinado, em 2007, uma lei que estabeleceu um precedente regional ao eliminar efetivamente, em nível federal, as sanções penais por calúnia e difamação.
O CPJ apresentou uma proposta a Calderón que permite a proteção da liberdade de expressão de todos os cidadãos, inclusive os jornalistas, ao converter a investigação de crimes contra a liberdade de expressão em uma responsabilidade do governo federal, e não das autoridades estaduais.
Seria garantido:
** O direito de todos os mexicanos expressarem suas idéias livremente, tal como estabelecem os artigos 6 e 7 da Constituição mexicana.
** A promoção de uma legislação para federalizar os crimes contra a liberdade de expressão e de imprensa.
** A redação de uma futura lei federal, conforme os padrões internacionais sobre a matéria.
** Fazer com que a linguagem utilizada na elaboração da lei seja ampla e inclusiva, de modo a proteger a toda pessoa – incluindo os jornalistas – cuja liberdade de expressão se veja ameaçada.
** A modificação do escritório do promotor especial para atenção aos crimes contra jornalistas, para garantir que tenha suficiente autoridade.
Cobertura do crime organizado
"Saímos esperançosos pela recepção oferecida pelo presidente Calderón junto a membros-chave do Executivo, e pelo reconhecimento de que o combate à impunidade nos assassinatos de jornalistas é um dos desafios centrais que este governo enfrenta", declarou Steiger. "Nós saudamos o compromisso do presidente Calderón de trabalhar para a federalização dos crimes contra a liberdade de expressão."
A delegação presidencial incluía o secretário do Interior, Juan Camilo Mouriño, a secretária de Relações Exteriores, Patricia Espinosa, o procurador-geral Eduardo Medina Mora e o porta-voz do presidente, Max Cortázar.
A missão do CPJ na Cidade do México ocorreu em resposta à onda de violência sem precedentes contra os meios de comunicação locais e o fracasso das autoridades para investigar e processar os crimes contra a imprensa. A delegação passou três dias na Cidade do México reunindo-se com editores, executivos de meios de comunicação, ativistas de direitos humanos e altos funcionários do governo. No sábado, o CPJ organizou um painel para discutir a cobertura do crime organizado do qual participaram jornalistas do interior, importantes repórteres da Cidade do México e correspondentes estrangeiros.
Vinte e um jornalistas assassinados
Também no sábado, o CPJ lançou um informe especial, "Três Assassinatos, Nenhuma Justiça" que investiga os casos não resolvidos dos jornalistas assassinados Francisco Ortiz Franco, em Tijuana, Bradley Will, em Oaxaca, e Amado Ramírez, em Acapulco. O informe, redigido e pesquisado pela consultora do CPJ no México, Monica Campbell, examina os fatores que impedem a resolução dos assassinatos de jornalistas no México. Os três casos compartilham certas características. Por questões relacionadas a um trabalho policial deficiente, medo ou pressão política, as investigações não puderam progredir.
O painel contou com importantes editores e repórteres da região, entre os quais se destacaram a jornalista investigativa e ganhadora da edição 2008 do Prêmio Guillermo Cano da Unesco, Lydia Cacho; o jornalistaAlfredo Corchado, do Dallas Morning News; e Daniel Rosas, do diário El Mañana, de Nuevo Laredo. O painel, que foi realizado no centro de cultura Casa Lamm, foi moderado pelo colunista do Miami Herald e membro da diretoria do CPJ Andrés Oppenheimer.
A delegação do CPJ na Cidade do México foi integrada por mais de dez membros da diretoria: Oppenheimer; Clarence Page, do Chicago Tribune, Paul Tash do St. Petersburg Times; Victor Navasky do The Nation; Andrew Alexander, dos periódicos Cox; Rajiv Chandrasekaran, do Washington Post; Burl Osborne, do Dallas Morning News; Josh Friedman, da Escola de Graduados em Jornalismo da Universidade de Columbia; Steve Isenberg, Erwin Potts e Franz Allina. O subdiretor do CPJ, Rob Mahoney, e o coordenador sênior do Programa das Américas, Carlos Lauría, também participaram da delegação, assim como a pesquisadora para as Américas María Salazar e a consultora no México, Monica Campbell.
O México é um dos países mais perigosos para os jornalistas na América Latina, segundo as pesquisas do CPJ. Nos últimos cinco anos, com a intensificação da guerra entre os cartéis de drogas, jornalistas locais que informam sobre crime organizado e narcotráfico enfrentam graves riscos. Vinte e um jornalistas foram mortos no México desde 2000, sete deles em represália direta por seu trabalho. Desde 2005, outros sete jornalistas desapareceram. O México figura em décimo lugar no Índice de Impunidade do CPJ, uma lista de países onde jornalistas são assassinados de maneira recorrente e os governos falham na resolução dos crimes.
Ciclo de violência
Ainda que a batalha entre os cartéis seja particularmente forte nos estados do norte, a violência tem se estendido a todo o território mexicano. Os números são devastadores – foram registrados 4 mil assassinatos relacionados ao crime organizado desde que o presidente Calderón assumiu há um ano, informou a imprensa.
A violência e o medo têm tido efeitos nocivos na imprensa, já que repórteres que cobrem o crime organizado e a violência vinculada ao narcotráfico se autocensuram com uma freqüência cada vez maior. A onda de violência contra a imprensa impede que os jornalistas cumpram com seu trabalho informativo. O narcotráfico, o crime, a corrupção e outros problemas que afetam a vida diária dos cidadãos mexicanos não estão recebendo cobertura.
No início de 2006, o governo mexicano reconheceu que a violência contra a imprensa era um problema nacional ao criar o escritório do promotor especial para atenção aos crimes contra jornalistas. Infelizmente, o sistema judicial mexicano não conseguiu pôr fim a este ciclo de violência e parece estar longe de poder resolver os assassinatos mais recentes. A incapacidade do governo mexicano de investigar a fundo estes crimes e levar a julgamento os responsáveis criou uma cultura de impunidade. [Cidade do México, 9 de junho de 2008]
Fonte:observatorio da imprensa.
O presidente Felipe Calderón comprometeu-se hoje, durante uma reunião com o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) na Cidade do México, a federalizar os crimes contra a liberdade de expressão.
Por sua vez, o procurador-geral da República Eduardo Medina Mora anunciou uma proposta legislativa para emendar o artigo 73 da Constituição política dos Estados Unidos do México para converter em delito federal todo crime que cause "alarme social", incluindo as ameaças contra a liberdade de expressão.
"O governo concorda com a idéia de federalizar os crimes contra a liberdade de expressão", afirmou Calderón. Declarou que a proposta legislativa seria enviada ao Congresso na próxima sessão, no mês de setembro.
Em um encontro na residência oficial, Los Pinos, Calderón se reuniu com uma delegação do CPJ liderada pelo presidente da diretoria da organização, Paul Steiger, e pelo diretor-executivo, Paul Simon. O CPJ expressou sua preocupação com o clima de medo que restringe o trabalho da imprensa mexicana e a inquietação ante os violentos e contínuos ataques contra jornalistas que cobrem o crime organizado e a corrupção de funcionários públicos.
Garantia de autoridade
"A principal ameaça contra os jornalistas independentes no México é a mesma enfrentada pela sociedade em seu conjunto, o crime organizado" afirmou o presidente.
A delegação reconheceu a vontade política do governo federal para criar um ambiente mais seguro para os meios de comunicação e parabenizou Calderón por ter assinado, em 2007, uma lei que estabeleceu um precedente regional ao eliminar efetivamente, em nível federal, as sanções penais por calúnia e difamação.
O CPJ apresentou uma proposta a Calderón que permite a proteção da liberdade de expressão de todos os cidadãos, inclusive os jornalistas, ao converter a investigação de crimes contra a liberdade de expressão em uma responsabilidade do governo federal, e não das autoridades estaduais.
Seria garantido:
** O direito de todos os mexicanos expressarem suas idéias livremente, tal como estabelecem os artigos 6 e 7 da Constituição mexicana.
** A promoção de uma legislação para federalizar os crimes contra a liberdade de expressão e de imprensa.
** A redação de uma futura lei federal, conforme os padrões internacionais sobre a matéria.
** Fazer com que a linguagem utilizada na elaboração da lei seja ampla e inclusiva, de modo a proteger a toda pessoa – incluindo os jornalistas – cuja liberdade de expressão se veja ameaçada.
** A modificação do escritório do promotor especial para atenção aos crimes contra jornalistas, para garantir que tenha suficiente autoridade.
Cobertura do crime organizado
"Saímos esperançosos pela recepção oferecida pelo presidente Calderón junto a membros-chave do Executivo, e pelo reconhecimento de que o combate à impunidade nos assassinatos de jornalistas é um dos desafios centrais que este governo enfrenta", declarou Steiger. "Nós saudamos o compromisso do presidente Calderón de trabalhar para a federalização dos crimes contra a liberdade de expressão."
A delegação presidencial incluía o secretário do Interior, Juan Camilo Mouriño, a secretária de Relações Exteriores, Patricia Espinosa, o procurador-geral Eduardo Medina Mora e o porta-voz do presidente, Max Cortázar.
A missão do CPJ na Cidade do México ocorreu em resposta à onda de violência sem precedentes contra os meios de comunicação locais e o fracasso das autoridades para investigar e processar os crimes contra a imprensa. A delegação passou três dias na Cidade do México reunindo-se com editores, executivos de meios de comunicação, ativistas de direitos humanos e altos funcionários do governo. No sábado, o CPJ organizou um painel para discutir a cobertura do crime organizado do qual participaram jornalistas do interior, importantes repórteres da Cidade do México e correspondentes estrangeiros.
Vinte e um jornalistas assassinados
Também no sábado, o CPJ lançou um informe especial, "Três Assassinatos, Nenhuma Justiça" que investiga os casos não resolvidos dos jornalistas assassinados Francisco Ortiz Franco, em Tijuana, Bradley Will, em Oaxaca, e Amado Ramírez, em Acapulco. O informe, redigido e pesquisado pela consultora do CPJ no México, Monica Campbell, examina os fatores que impedem a resolução dos assassinatos de jornalistas no México. Os três casos compartilham certas características. Por questões relacionadas a um trabalho policial deficiente, medo ou pressão política, as investigações não puderam progredir.
O painel contou com importantes editores e repórteres da região, entre os quais se destacaram a jornalista investigativa e ganhadora da edição 2008 do Prêmio Guillermo Cano da Unesco, Lydia Cacho; o jornalistaAlfredo Corchado, do Dallas Morning News; e Daniel Rosas, do diário El Mañana, de Nuevo Laredo. O painel, que foi realizado no centro de cultura Casa Lamm, foi moderado pelo colunista do Miami Herald e membro da diretoria do CPJ Andrés Oppenheimer.
A delegação do CPJ na Cidade do México foi integrada por mais de dez membros da diretoria: Oppenheimer; Clarence Page, do Chicago Tribune, Paul Tash do St. Petersburg Times; Victor Navasky do The Nation; Andrew Alexander, dos periódicos Cox; Rajiv Chandrasekaran, do Washington Post; Burl Osborne, do Dallas Morning News; Josh Friedman, da Escola de Graduados em Jornalismo da Universidade de Columbia; Steve Isenberg, Erwin Potts e Franz Allina. O subdiretor do CPJ, Rob Mahoney, e o coordenador sênior do Programa das Américas, Carlos Lauría, também participaram da delegação, assim como a pesquisadora para as Américas María Salazar e a consultora no México, Monica Campbell.
O México é um dos países mais perigosos para os jornalistas na América Latina, segundo as pesquisas do CPJ. Nos últimos cinco anos, com a intensificação da guerra entre os cartéis de drogas, jornalistas locais que informam sobre crime organizado e narcotráfico enfrentam graves riscos. Vinte e um jornalistas foram mortos no México desde 2000, sete deles em represália direta por seu trabalho. Desde 2005, outros sete jornalistas desapareceram. O México figura em décimo lugar no Índice de Impunidade do CPJ, uma lista de países onde jornalistas são assassinados de maneira recorrente e os governos falham na resolução dos crimes.
Ciclo de violência
Ainda que a batalha entre os cartéis seja particularmente forte nos estados do norte, a violência tem se estendido a todo o território mexicano. Os números são devastadores – foram registrados 4 mil assassinatos relacionados ao crime organizado desde que o presidente Calderón assumiu há um ano, informou a imprensa.
A violência e o medo têm tido efeitos nocivos na imprensa, já que repórteres que cobrem o crime organizado e a violência vinculada ao narcotráfico se autocensuram com uma freqüência cada vez maior. A onda de violência contra a imprensa impede que os jornalistas cumpram com seu trabalho informativo. O narcotráfico, o crime, a corrupção e outros problemas que afetam a vida diária dos cidadãos mexicanos não estão recebendo cobertura.
No início de 2006, o governo mexicano reconheceu que a violência contra a imprensa era um problema nacional ao criar o escritório do promotor especial para atenção aos crimes contra jornalistas. Infelizmente, o sistema judicial mexicano não conseguiu pôr fim a este ciclo de violência e parece estar longe de poder resolver os assassinatos mais recentes. A incapacidade do governo mexicano de investigar a fundo estes crimes e levar a julgamento os responsáveis criou uma cultura de impunidade. [Cidade do México, 9 de junho de 2008]
Fonte:observatorio da imprensa.
Mundo: Onze países na lista dos violadores da liberdade religiosa.
Onze países foram colocados na lista de violadores da liberdade religiosa do relatório anual da Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF, sigla em inglês). A relação de «países de preocupação específica» (CPC, em inglês) inclui Arábia Saudita, Birmânia, China, Coreia do Norte, Eritreia, Irão, Paquistão, Sudão, Turquemenistão, Uzbequistão e Vietname. Esta referência significa que estes são países cujos governos continuam a promover e a tolerar graves violações da liberdade religiosa.
O Paquistão, o Turquemenistão e o Vietname não constam de uma outra lista de países violadores da liberdade religiosa, organizada pelo próprio Governo norte-americano. O Vietname foi excluído da lista em 2006 por alegados avanços na liberdade religiosa, no entanto, a comissão manteve esta região na sua relação ao fazer referência às «continuadas detenções de pessoas por causa de suas actividades religiosas e das restrições à liberdade religiosa de algumas minorias étnicas».
Relativamente ao Paquistão e ao Turquemenistão, a comissão continua a recomendar que esses países sejam incluídos na lista por causa das graves violações à liberdade religiosa. O relatório anual da USCIRF de 2007 afirma: «A violência sectária e religiosa persiste no Paquistão, particularmente contra as minorias shi’as, ahmadis, cristãs e hindus». Para o Turquemenistão o relatório aponta «a prática de abusos dos direitos humanos promovida pelo ex-Presidente Saparmurat Niyazov, incluindo as violações de liberdade de religião».
A USCIRF também estabeleceu uma lista de países em observação que não atingiram o status de CPC, mas que requerem atenção. Sérios abusos nesses países mostram que «os governos não têm reprimido com eficiência a violência contra as pessoas por causa da religião ou têm falhado em punir os responsáveis por esses actos». A lista de países em observação de 2007 inclui Afeganistão, Bangladesh, Bielo-Rússia, Cuba, Egipto, Indonésia, Nigéria e Iraque. Este último devido à alarmante situação de deterioração da liberdade religiosa. «Apesar dos esforços para estabilizar o país, os sucessivos governos iraquianos não têm conseguido impedir os crescentes abusos aos direitos humanos», afirma o documento.
A «Portas Abertas», organização que mantém actualizada uma lista com os 50 países onde os cristãos mais sofrem com a perseguição religiosa, apresenta entre os dez primeiros classificados a Coreia do Norte, a Arábia Saudita, o Irão, a Somália, as Maldivas, o Iémen, o Butão, o Vietname, Laos e o Afeganistão. No entanto, essa classificação indica apenas a perseguição religiosa contra os cristãos.
(RONNY MARINOTO)
Além Mundo
O Paquistão, o Turquemenistão e o Vietname não constam de uma outra lista de países violadores da liberdade religiosa, organizada pelo próprio Governo norte-americano. O Vietname foi excluído da lista em 2006 por alegados avanços na liberdade religiosa, no entanto, a comissão manteve esta região na sua relação ao fazer referência às «continuadas detenções de pessoas por causa de suas actividades religiosas e das restrições à liberdade religiosa de algumas minorias étnicas».
Relativamente ao Paquistão e ao Turquemenistão, a comissão continua a recomendar que esses países sejam incluídos na lista por causa das graves violações à liberdade religiosa. O relatório anual da USCIRF de 2007 afirma: «A violência sectária e religiosa persiste no Paquistão, particularmente contra as minorias shi’as, ahmadis, cristãs e hindus». Para o Turquemenistão o relatório aponta «a prática de abusos dos direitos humanos promovida pelo ex-Presidente Saparmurat Niyazov, incluindo as violações de liberdade de religião».
A USCIRF também estabeleceu uma lista de países em observação que não atingiram o status de CPC, mas que requerem atenção. Sérios abusos nesses países mostram que «os governos não têm reprimido com eficiência a violência contra as pessoas por causa da religião ou têm falhado em punir os responsáveis por esses actos». A lista de países em observação de 2007 inclui Afeganistão, Bangladesh, Bielo-Rússia, Cuba, Egipto, Indonésia, Nigéria e Iraque. Este último devido à alarmante situação de deterioração da liberdade religiosa. «Apesar dos esforços para estabilizar o país, os sucessivos governos iraquianos não têm conseguido impedir os crescentes abusos aos direitos humanos», afirma o documento.
A «Portas Abertas», organização que mantém actualizada uma lista com os 50 países onde os cristãos mais sofrem com a perseguição religiosa, apresenta entre os dez primeiros classificados a Coreia do Norte, a Arábia Saudita, o Irão, a Somália, as Maldivas, o Iémen, o Butão, o Vietname, Laos e o Afeganistão. No entanto, essa classificação indica apenas a perseguição religiosa contra os cristãos.
(RONNY MARINOTO)
Além Mundo
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Vídeos de Vera Mattos são proibidos em países contrários a liberdade.
Vera Mattos:"Lamento que alguns países tenham proibido alguns dos nossos vídeos que tratam da liberdade e das questões da mulher."
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Bahia sediará 12º Congresso sobre Prevenção do Crime e Justiça da ONU

Evento da ONU, a ser realizado no Brasil em 2010, terá presença de especialistas nas áreas da justiça e combate a criminalidade, incluindo legisladores, juristas e representantes da sociedade civil; agenda do encontro incluirá debates sobre juventude e crime, tráfico humano e crimes cibernéticos.
A cidade de Salvador, na Bahia, foi escolhida para sediar o 12º Congresso sobre Prevenção do Crime e Justiça Criminal da ONU, a ser realizado em 2010. A reunião visa aprimorar as políticas nacionais e internacionais de atuação nesta área.
O congresso programado para o período de 12 e 19 de abril do próximo ano é patrocinado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, Unodc, e acontece a cada 5 anos em diferentes partes do mundo.
Justiça Criminal
O evento no Brasil terá a presença de especialistas sobre justiça e combate a criminalidade, incluindo legisladores, juristas, acadêmicos e representantes da sociedade civil.
Quatro reuniões regionais, representando a América Latina e Caribe, Ásia Ocidental, Ásia e Pacífico e África, irão produzir a pauta a ser analisada no Congresso.
Entre os temas que deverão ser abordados estão a promoção da justiça criminal para o desenvolvimento dos países e a necessidade da criação de um mecanismo de atuação integrada dos sistemas legais para o combate ao crime.
Crimes Cibernéticos
A agenda do encontro também incluirá debates sobre juventude e crime, tráfico humano, lavagem de dinheiro ilícito e crimes cibernéticos, entre outros.
Ao final do encontro será adotada uma declaração que será apresentada à Comissão sobre Prevenção de Crime e Justiça Criminal das Nações Unidas.
Marco Alfaro, da Rádio ONU em Nova York.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Vamos nos unir em orações por Rita de Cássia Martinez.
Missa na Igreja N.Sra.da Luz,hoje, 18h30m. Vamos nos unir em pensamento a família de Rita de Cássia.

Mais uma mulher barbaramente morta.
Mais uma mulher caiu, tombou.
Um homem liberado no indulto do Dia dos Pais,
coisa que nunca ouvi falar,
saiu da prisão em busca da vítima.
Foi ao mesmo Shopping onde já fizera outras vítimas
e escolheu Rita de Cássia.
Foi frio, calculista. Entrou no carro da vítima.
Viu uma criança e não se comoveu.
Viu uma mulher e não se comoveu.
Jogou as duas na parte traseira do carro e
passou tranquilamente por toda a segurança do shopping.
Foi em busca do local para realizar o estupro.
Rita de Cássia lutou para não ser estuprada.
Rita de Cássia Martinez pensou em sua filha.
Rita de Cássia Martinez resistiu. Não foi violentada, não foi estuprada.
O Homem-Monstro então se vingou.
Entrou no carro e atropelou Rita de Cássia.
As marcas de pneus na barriga e na cabeça da médica.
Lembrem que o carro era de Rita de Cássia.
Lembrem que a filha de Rita de Cássia estava lá dentro.
Ele não atropelou uma única vez.
Atropelou várias vezes.
Destruiu seu tronco e sua cabeça.
O cérebro se desfez ali mesmo.
E fugiu do local levando a garota.
Abandonou o carro com a garota na estrada.
Vestiu a camisa que era o presente do Dia dos Pais
e deixou a jaqueta dele dentro do carro.
Foi localizado.
A tecnologia ajudou a polícia.
As câmaras gravaram todos os passos dele desde o viaduto da Rodoviária
Até a saída do Shopping Iguatemi.
Ele ficou até esta data bastante guardado.
Se houvesse sido levado para uma cela comum
Certamente não ficaria vivo.
Temos uma médica, uma mãe, uma militante, uma ativista morta.
Temos um homem-monstro vivo.
Quando será o próximo indulto dele?
Quando encontrará a próxima vítima?
Rita de Cássia Martinez está morta.
Muitas mulheres morrem vítima da violência.
Mas a morte dela tem uma singularidade.
Representa uma mulher que luta até o último instante
Para não ser violentada.
Representa uma mãe que luta para proteger sua filha.
Este crime não é apenas tenebroso.
Como o soltaram? Pelo bom comportamento,
Pelas suas qualidades.
Não houve assistência psicológica jurídica,
Não foram feitos os testes necessários.
Ele foi solto para passear no Shopping.
Para sentir o vento, para respirar o ar.
Para sentir a liberdade.
Não se leve para o campo da insanidade.
O homem-monstro é impiedoso, monstruoso, cruel.
A sociedade quer saber sobre as decisões quanto a ele.
Já era um condenado, já estava preso.
Não teremos Rita de Cássia Martinez de volta.
Sua filha um dia saberá tudo.
O fato estará na internet.
O fato estará em toda a mídia.
Quem sabe será assuntos de teses
Sobre violência contra a mulher.
Rita de Cássia Martinez não voltará.
Mais uma mulher tomba morta na Bahia
Da violência, da crueldade e da desigualdade.
Rita de Cássia Martinez é uma mulher símbolo.
E o que escrevo é para que ninguém esqueça esta história.
Vera Mattos

Mais uma mulher barbaramente morta.
Mais uma mulher caiu, tombou.
Um homem liberado no indulto do Dia dos Pais,
coisa que nunca ouvi falar,
saiu da prisão em busca da vítima.
Foi ao mesmo Shopping onde já fizera outras vítimas
e escolheu Rita de Cássia.
Foi frio, calculista. Entrou no carro da vítima.
Viu uma criança e não se comoveu.
Viu uma mulher e não se comoveu.
Jogou as duas na parte traseira do carro e
passou tranquilamente por toda a segurança do shopping.
Foi em busca do local para realizar o estupro.
Rita de Cássia lutou para não ser estuprada.
Rita de Cássia Martinez pensou em sua filha.
Rita de Cássia Martinez resistiu. Não foi violentada, não foi estuprada.
O Homem-Monstro então se vingou.
Entrou no carro e atropelou Rita de Cássia.
As marcas de pneus na barriga e na cabeça da médica.
Lembrem que o carro era de Rita de Cássia.
Lembrem que a filha de Rita de Cássia estava lá dentro.
Ele não atropelou uma única vez.
Atropelou várias vezes.
Destruiu seu tronco e sua cabeça.
O cérebro se desfez ali mesmo.
E fugiu do local levando a garota.
Abandonou o carro com a garota na estrada.
Vestiu a camisa que era o presente do Dia dos Pais
e deixou a jaqueta dele dentro do carro.
Foi localizado.
A tecnologia ajudou a polícia.
As câmaras gravaram todos os passos dele desde o viaduto da Rodoviária
Até a saída do Shopping Iguatemi.
Ele ficou até esta data bastante guardado.
Se houvesse sido levado para uma cela comum
Certamente não ficaria vivo.
Temos uma médica, uma mãe, uma militante, uma ativista morta.
Temos um homem-monstro vivo.
Quando será o próximo indulto dele?
Quando encontrará a próxima vítima?
Rita de Cássia Martinez está morta.
Muitas mulheres morrem vítima da violência.
Mas a morte dela tem uma singularidade.
Representa uma mulher que luta até o último instante
Para não ser violentada.
Representa uma mãe que luta para proteger sua filha.
Este crime não é apenas tenebroso.
Como o soltaram? Pelo bom comportamento,
Pelas suas qualidades.
Não houve assistência psicológica jurídica,
Não foram feitos os testes necessários.
Ele foi solto para passear no Shopping.
Para sentir o vento, para respirar o ar.
Para sentir a liberdade.
Não se leve para o campo da insanidade.
O homem-monstro é impiedoso, monstruoso, cruel.
A sociedade quer saber sobre as decisões quanto a ele.
Já era um condenado, já estava preso.
Não teremos Rita de Cássia Martinez de volta.
Sua filha um dia saberá tudo.
O fato estará na internet.
O fato estará em toda a mídia.
Quem sabe será assuntos de teses
Sobre violência contra a mulher.
Rita de Cássia Martinez não voltará.
Mais uma mulher tomba morta na Bahia
Da violência, da crueldade e da desigualdade.
Rita de Cássia Martinez é uma mulher símbolo.
E o que escrevo é para que ninguém esqueça esta história.
Vera Mattos
domingo, 2 de agosto de 2009
Angola:Província de Kwanza Norte com 4 mil novos casos de malária.

Angola
Província de Kwanza Norte com 4 mil novos casos de malária.
Município de Banga teve mais de 4 mil casos de malária diagnosticados no primeiro semestre, acima do registo da primeira metade de 2008.
Crianças são um dos grupos de risco.
Luanda - Mais de 4 mil casos de malária foram diagnosticados no município de Banga, província do Kwanza Norte, em Angola, no primeiro semestre deste ano. Segundo noticia a Angop, quatro desses casos foram mortais.
Comparativamente a igual período de 2008, explicou o responsável do centro de saúde local, Carlos Manuel Seme, houve um aumento de 961 casos tratados e de um óbito.
No período em análise foram também tratados nas várias unidades sanitária da região 6.378 casos de outras patologias, dos quais 1.113 casos de doenças diarreicas agudas e 610 de doenças respiratórias agudas.
Carlos Manuel Seme informou que o Programa de Controlo da Malária, em parceria com o Programa Alargado de Vacinação (PAV), tem distribuído mosquiteiros às grávidas e mães com crianças de cinco anos de idade, no quadro da campanha de prevenção da doença.
Além da distribuição de mosquiteiros, o sector no município tem realizado acções de sensibilização nas comunidades sobre as medidas de prevenção, visando diminuir o número de mortes por malária, disse.
Situado na zona centro-norte da província do Kwanza Norte, o município da Banga compreende uma superfície de 1.260 quilómetros quadrados, habitados por mais de dez mil pessoas.
Número de mortos em confrontos na Nigéria chega a 700, diz Exército
Combate
Número de mortos em confrontos na Nigéria chega a 700, diz Exército
Autoridades nigerianas diz que que índice de mortos deve subir.
Da Redação, com agências
Abuja - As autoridades do estado de Borno, na Nigéria, anunciaram hoje (2), após dois dias sem combates, que o número de mortos em cinco dias de confrontos entre forças governamentais e integrantes da organização islâmica Boko Haram chega a 700.
O coronel Ben Ahanotu, do Exército nigeriano, disse aos jornalistas que tinham sido recuperados 700 corpos apenas no estado de Borno, e que se prevê que as vítimas fatais podem ser mais de mil já que a violência se estendeu durante a semana por seis estados diferentes.
Este foi o primeiro número de baixas divulgado pelas autoridades nigerianas.
Na capital de Borno, Maiduguri, considerada o reduto da Boko Haram e que sofreu os piores confrontos, a calma voltou com o reatamento das atividades diárias e a reabertura da maioria dos negócios e os mercados da localidade.
Os serviços de saúde começaram a retirar os corpos das vítimas das ruas da cidade, e as autoridades anunciaram a redução das horas do toque de recolher noturno, imposto quando os combates começaram.
Início do confronto
A violência começou no domingo (26), com a prisão de seguidores da Boko Haram no Estado de Bauchi, sob suspeita de planejarem um ataque a uma delegacia.
Na noite de quarta-feira, membros da organização que fugiam da repressão queimaram uma delegacia em Maiduguri.
A expressão "Boko Haram" significa "a educação ocidental é pecaminosa", no idioma hausá. Seus membros acreditam que suas esposas nunca devem ser vistas por outros homens, e que seus filhos só devem receber educação religiosa.
As posições radicais do Boko Haram não têm respaldo junto à maior parte da população islâmica da Nigéria, que é o país mais populoso da África.
A violência no norte não tem nenhuma relação com os distúrbios na região petroleira do delta do Níger, no sul do país. O principal grupo rebelde do delta condenou os incidentes do norte.
O presidente do país Umaru Yar'Adua disse que as agências de inteligência há anos monitoram o grupo, às vezes apontado como o "Talibã nigeriano". Yar'Adua disse ter dado ordens para que as forças de segurança "os contenham de uma vez por todas".
http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=8747637&indice=0&canal=404
Número de mortos em confrontos na Nigéria chega a 700, diz Exército
Autoridades nigerianas diz que que índice de mortos deve subir.
Da Redação, com agências
Abuja - As autoridades do estado de Borno, na Nigéria, anunciaram hoje (2), após dois dias sem combates, que o número de mortos em cinco dias de confrontos entre forças governamentais e integrantes da organização islâmica Boko Haram chega a 700.
O coronel Ben Ahanotu, do Exército nigeriano, disse aos jornalistas que tinham sido recuperados 700 corpos apenas no estado de Borno, e que se prevê que as vítimas fatais podem ser mais de mil já que a violência se estendeu durante a semana por seis estados diferentes.
Este foi o primeiro número de baixas divulgado pelas autoridades nigerianas.
Na capital de Borno, Maiduguri, considerada o reduto da Boko Haram e que sofreu os piores confrontos, a calma voltou com o reatamento das atividades diárias e a reabertura da maioria dos negócios e os mercados da localidade.
Os serviços de saúde começaram a retirar os corpos das vítimas das ruas da cidade, e as autoridades anunciaram a redução das horas do toque de recolher noturno, imposto quando os combates começaram.
Início do confronto
A violência começou no domingo (26), com a prisão de seguidores da Boko Haram no Estado de Bauchi, sob suspeita de planejarem um ataque a uma delegacia.
Na noite de quarta-feira, membros da organização que fugiam da repressão queimaram uma delegacia em Maiduguri.
A expressão "Boko Haram" significa "a educação ocidental é pecaminosa", no idioma hausá. Seus membros acreditam que suas esposas nunca devem ser vistas por outros homens, e que seus filhos só devem receber educação religiosa.
As posições radicais do Boko Haram não têm respaldo junto à maior parte da população islâmica da Nigéria, que é o país mais populoso da África.
A violência no norte não tem nenhuma relação com os distúrbios na região petroleira do delta do Níger, no sul do país. O principal grupo rebelde do delta condenou os incidentes do norte.
O presidente do país Umaru Yar'Adua disse que as agências de inteligência há anos monitoram o grupo, às vezes apontado como o "Talibã nigeriano". Yar'Adua disse ter dado ordens para que as forças de segurança "os contenham de uma vez por todas".
http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=8747637&indice=0&canal=404
Casa em que Gandhi viveu na África do Sul é colocada à venda.
Nancy Ball, que há anos espera um comprador ideal, que aceite preservar a herança histórica do imóvel, está surpresa com o número de ofertas que vem recebendo desde que a venda foi noticiada.
Da Redação, com agências
Johannesburg - A casa em que Gandhi viveu durante alguns anos na África do Sul foi colocada à venda por sua atual proprietária e tem atraído muitos interessados. Nancy Ball, que há anos espera um comprador ideal, que aceite preservar a herança histórica do imóvel, está surpresa com o número de ofertas que vem recebendo desde que a venda foi noticiada.
"Esta casa é como o fenômeno Susan Boyle (que virou estrela planetária depois de sua participação em um reality show). Há muito interesse na Índia e em outros lugares".
Entre 1908 e 1910, Ghandi se alojou de maneira descontínua nesta casa construída por seu amigo, o arquiteto Hermann Kallenbach. Desde então, a casa foi ampliada e modernizada, mas Nancy, uma artista americana, e seu marido, sul-africano quiseram conservar o espírito do lugar desde que a compraram, em 1981.
Gandhi (1869-1948) fez seu "batismo político" na África do Sul, onde viveu 21 anos entremeados por passagem pela Grã-Bretanha e a Índia, segundo Eric Itzkin, autor do livro "A Johannesburgo de Ghandi".
Da Redação, com agências
Johannesburg - A casa em que Gandhi viveu durante alguns anos na África do Sul foi colocada à venda por sua atual proprietária e tem atraído muitos interessados. Nancy Ball, que há anos espera um comprador ideal, que aceite preservar a herança histórica do imóvel, está surpresa com o número de ofertas que vem recebendo desde que a venda foi noticiada.
"Esta casa é como o fenômeno Susan Boyle (que virou estrela planetária depois de sua participação em um reality show). Há muito interesse na Índia e em outros lugares".
Entre 1908 e 1910, Ghandi se alojou de maneira descontínua nesta casa construída por seu amigo, o arquiteto Hermann Kallenbach. Desde então, a casa foi ampliada e modernizada, mas Nancy, uma artista americana, e seu marido, sul-africano quiseram conservar o espírito do lugar desde que a compraram, em 1981.
Gandhi (1869-1948) fez seu "batismo político" na África do Sul, onde viveu 21 anos entremeados por passagem pela Grã-Bretanha e a Índia, segundo Eric Itzkin, autor do livro "A Johannesburgo de Ghandi".
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